Os investimentos em
publicidade em 2014 crescerão 5,2% em relação ao ano passado. Esse é o
resultado da nova previsão do Warc, que considera dados de 13 mercados. A alta
é 0,2 ponto percentual menor que o índice de junho.
De acordo com a
pesquisa, o maior crescimento será registrado nos países do Bric, onde
investimento aumentará mais de 10%. Na China e na Índia, a previsão é de 11,2%
e 11% respectivamente, enquanto na Rússia e no Brasil o aumento deve ser de
10,7% e 10,4%.
A
previsão de investimento foi revisada para cima em países europeus como o Reino
Unido, a Itália e a França, além da Austrália. O mercado italiano, porém, é o
único onde os gastos devem se contrair este ano, mesmo assim em percentagem
ínfima: 0,2%.
Em âmbito global, o
Warc avalia que o investimento em publicidade online terá o maior crescimento,
com 14,1%.
A web foi o único
canal que teve uma revisão positiva, enquanto todos os outros mantiveram seus
índices sem alterações ou revisados para baixo em comparação com previsões
anteriores.
O relatório também
indica aumento dos gastos em todos eles, exceto no segmento de jornais e
revistas.
"Comparado com os
dois últimos anos, 2014 parece mais otimista para os anunciantes. Há grandes
eventos esportivos, como a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas de Inverno, além
de os países europeus estarem voltando a crescer. Os Brics também devem
registrar aumentos significativos depois de um 2013 morno", avalia Suzy
Young, analista do Warc. (Propmark)
FESTIVAL DE
COROS, ORQUESTRA E DANÇA
O município de Nova Trento está entre as
cidades que terão apresentações do Festival Internacional de Coros, Orquestras
e Dança Folclórica. O evento ocorrerá no período de 24 de janeiro a 01 de fevereiro e reunirá grupos de Antofagasta (Chile), Iquitos (Peru) e de Florianópolis.
A cidade Canelinha sediará o festival, que conta com a coordenação artística do maestro Carlos Alberto Angioletti Vieira. Além de Canelinha e Nova Trento, Tijucas, São José e Florianópolis também receberão apresentações.
A programação:
25 de janeiro – Concerto de abertura
Local: Salão Paroquial Sant'Ana, em Canelinha
Horário: 20h
26 de janeiro - Concerto
Local: Arena Multiuso de São José
Horário: 18h
28 de janeiro – Concerto em Nova Trento
Local: Salão Paroquial São Virgílio, em Nova Trento.
Horário: 20h
29 de janeiro - Concerto
Local: Anfiteatro Leda Regina de Souza, em Tijucas
Horário: 20h
30 de janeiro – Apresentação grupo de dança folclórica
Local: Centro Social, Recreativo e Cultural Arthur Adolfo Jachowicz, em Canelinha
Horário: 20h
31 de janeiro – Concerto
Local: Teatro Ademar Rosa, em Florianópolis.
Horário: 20h
01 de fevereiro – Concerto final
Local: Centro Social, Recreativo e Cultural Arthur Adolfo Jachowicz, em Canelinha
Horário:
20h
DAS REDES SOCIAIS
PARA A RUA
Prever políticas
de uso de redes sociais e de gadgets protege a imagem das empresas e evita
demissões
As empresas estão sempre
preocupadas com a segurança de suas informações e das informações de seus
clientes.
Porém, uma gama de empresários brasileiros
ainda não se atentou à segurança de sua própria imagem, adequando suas
políticas internas de comunicação à era das redes sociais e da mobilidade.
“A proteção da imagem de uma
empresa deve passar também pelos canais de comunicação que seus funcionários
usam para se relacionar com o restante do mercado, seja em âmbito pessoal ou
profissional”, diz Hélio Ferreira Moraes, sócio e advogado do Pinhão e Koiffman
Advogados, escritório especializado em tecnologia da informação, inovação e
comunicações.
Os próprios contratos de trabalho
precisam passar por temas como a segurança da informação, uso de gadgets e
aparelhos eletrônicos, uso das redes sociais, entre outras questões.
“Dessa forma, os colaboradores das
empresas entenderão que as políticas internas de uso de tecnologia e
relacionamento em redes sociais estão previstas em um contrato, que se desrespeitado,
dará origem a sérias ações judiciais”, esclarece Moraes.
A educação dos colaboradores é um
processo no qual compensa o investimento. Com constantes evoluções digitais, os
usuários dessas novas tecnologias convivem em ambiente corporativo, que por sua
vez precisa estar protegido.
“Os funcionários podem ser
alertados por meio de treinamentos para que reaprendam a usar meios eletrônicos
e especialmente as redes sociais, respeitando as políticas estabelecidas pela
empresa”, diz Hélio.
“Entender os riscos que estão
correndo e a gravidade de atitudes impensadas para a segurança da informação da
empresa vai ajudar a evitar deslizes”.
As políticas da empresa devem
passar por questões como: definição de regras para uso de meios eletrônicos;
monitoramento ou limite de uso; restrição total do uso em determinados
departamentos.
Outra maneira de proteger
juridicamente as informações é investir em acordos de confidencialidade com
empregados e terceirizados, principalmente em casos de serviços que envolvam
armazenamento de dados – fornecedores como “nuvens”, servidores, provedores ou
back-ups remotos, por exemplo.
Funcionários remoto ou em home
office também precisam de personalização de políticas, já que seus acessos não
são totalmente controlados.
“São muitos os detalhes que
envolvem o comportamento de colaboradores, o uso de tecnologias, redes sociais
e a segurança da informação e proteção da imagem da empresa. Por isso, deve-se
dedicar atenção especial a esses temas e proteger-se juridicamente”, alerta
Hélio Ferreira Moraes.
Sobre Pinhão e
Koiffman Advogados
Há 12 anos no mercado, o Pinhão e
Koiffman Advogados atua em diversas áreas do direito empresarial, desde a área
tributária, trabalhista até direito internacional.
Hoje, o escritório é referência em
tecnologia da informação, telecomunicações e inovação, solucionando questões
relacionadas à tecnologia para as mais variadas empresas do país e do exterior
– tanto consolidadas, quanto start-ups.
Com clientes como grandes
operadoras de telefonia, uma das maiores de softwares do mundo, aceleradoras,
start-ups e provedores de internet, uma das missões do Pinhão e Koiffman é
colaborar para a formatação de melhores práticas de um mercado em constante
evolução tecnológica. www.pk.adv.br
NOVO SITE DE
GOVERNANÇA CORPORATIVA
Instituto inicia 2014 com
importantes novidades na rede
O Instituto Brasileiro de
Governança Corporativa (IBGC) lança seu website totalmente remodelado, que
garante ao internauta uma melhor navegabilidade e maior facilidade para a busca
de temas relacionados à Governança Corporativa.
Na nova versão, o portal traz uma
completa divisão dos temas, por meio de oito áreas segmentadas com informações
sobre o IBGC, Governança, Cursos, Eventos, Publicações, Biblioteca, Programa de
Certificação e Associe-se. Cada item mostra explicações introdutórias sobre o
tema abordado.
O IBGC priorizou a praticidade de
navegação no site, com o objetivo de tornar mais fácil para o internauta
localizar a informação que deseja, além de integrar seu website com as redes
sociais e outras plataformas. O Instituto também pretende disponibilizar em
2014 o portal nas versões inglês e espanhol.
O lançamento faz parte da política
de comunicação integrada que o IBGC mantém para falar de Governança Corporativa
para diferentes públicos, com a mesma transparência de informação e conteúdos
atualizados periodicamente.
Para conferir, acesse www.ibgc.org.br.
AGÊNCIAS ESTÃO DESAGRADANDO OS CEOS
A reputação e a percepção do trabalho das agências de
publicidade não estão nos seus melhores dias de sua relação com o mais alto
escalão de executivos dos anunciantes.
Pesquisa realizada globalmente pelo Warc indicou que os CEOs de
muitas das principais empresas do mundo acreditam que seus parceiros se
preocupam muito mais com a criatividade que com os resultados para seus
negócios.
O
instituto de pesquisa entrevistou mais de 1.200 executivos nos postos centrais
de comando ao redor do globo.
Entre
as descobertas está que 78% deles acham que suas agências não se dedicaram o
suficiente para auxiliar o departamento de marketing a entregar os resultados
esperados aos líderes das empresas.
Além
disso, 76% consideram que os profissionais da comunicação falam muito sobre a
“criatividade como fator de salvação”, enquanto não estão preparados para
provar ou quantificar sua efetividade.
Eles
ainda acreditam que as agências são, frequentemente, oportunistas ao indicar
que a falta de êxito de certas ações ou campanhas está relacionadas a elementos
alheios ao trabalho delas, como força de venda, canal, preços ou até mesmo o
produto em si.
A
relação de confiança também parece abalada entre CEOs e agências. Entre os
entrevistados, 72% afirmam ter descoberto, depois do início da relação, que
seus parceiros não eram tão bem orientados quanto eles esperavam, adotando
muitas vezes metodologias erradas e utilizando informações questionáveis.
A
questão financeira é outro fator que incomoda os presidentes de grandes empresas:
70% deles criticam o comportamento das agências ao indicar que a verba é
insuficiente ou o pagamento é lento a ponto de torná-las incapaz de entregar os
resultados esperados.
Como
conclusão, o estudo da Warc indica, entretanto, que o panorama pode mudar. Para
isso, o modelo mais indicado pelos respondentes da pesquisa para a relação
entre agências e anunciantes é o de pagamento por resultado – apontado como
ideal por nada menos que 89% dos CEOs participantes, que veem a medida como
forma de “forçar” os parceiros a se concentrarem exatamente naquilo que os
executivos esperam. (Propmark)
AGORA, BBB14 TEM LOJA VIRTUAL
Em
sua 14ª edição, o Big Brother Brasil (BBB) apresenta uma nova linha de produtos
exclusivos inspirados no reality show.
Este
ano, a Globo Marcas lança mais uma vez uma enorme variedade de artigos
temáticos para os fãs da casa mais vigiada do país, incluindo camisetas,
canecas, capas para iPhone e notebook, mousepads, chinelos, squeezes, mochilas,
malas e nécessaires.
O
boneco RoBBB, mascote do programa, está disponível em pelúcia em diversas
cores. A operação da loja BBB14 será realizada pela empresa Tatix.
RH
GANHA FORÇA PARA RETER TALENTOS
Nos
últimos cinco anos, poucas áreas se desenvolveram tanto dentro das agências de
publicidade quanto a de recursos humanos. Se a propaganda, historicamente,
nunca primou pelo cuidado extremo com seus funcionários, hoje incorporou
expressões como “plano de carreira”, “benefícios” e “capacitação” à sua prática
diária.
Várias
agências montaram departamentos de RH, trazendo para dentro de casa
profissionais que afirmam ter vindo do “mercado formal” e reconhecem que
trabalhar em agência de publicidade é de fato diferente.
E
trazem ventos de mudança para essa que sempre foi — e continua sendo, em certa
medida — a indústria do “para ontem”, onde virar noites e fins de semana sempre
foi rotina.
E
a pressão chega a provocar crises de choro rotineiras entre funcionários menos
preparados para a linha de frente.
Propaganda
não é mesmo para amadores. Nunca foi e jamais será. Ao mesmo tempo, para um
nova geração de profissionais que domina a cena, o que faz mesmo diferença é a
alegria de fazer o que se gosta e ter oportunidade de crescer, mais do que o
salário.
O
que está realmente por trás da consolidação das áreas de RH nas empresas é a
necessidade de reter seus talentos mais preciosos — aqueles que já rendem ou
que prometem render bons resultados para o negócio.
Perder
bons profissionais tornou-se um prejuízo bem maior do que em outros tempos,
quando ser generalista funcionava e havia gente preparada a rodo circulando no
mercado.
Mas
o fato é que o mundo mudou. O cenário demanda muitos novos talentos e
habilidades difíceis de encontrar, demanda reciclagem e atualização
permanentes.
“É
preciso reconhecer que de fato há uma maior profissionalização do RH das
agências. Estamos em um negócio feito por pessoas, em que as empresas em grande
parte foram construídas por ‘self made men’, do jeito deles, sem um olhar muito
específico para técnicas de RH.
Em
outros tempos, encontravam-se consumidores com tiros de canhão de resultados
imediatos e homéricos. O negócio se sofisticou, exigindo das agências maior
apuração técnica.
Com
isso o RH ganhou uma série de desafios”, avalia Marcio Oliveira,
vice-presidente de operações da Lew’Lara/TBWA.
Segundo
a visão dele, a área de RH tem três grandes desafios: atuar na formação
profissional, no clima da agência para manter funcionários permanentemente
motivados e na criação de perspectivas e plano de carreira para os
colaboradores.
“A
nova geração não se importa em mudar inclusive de profissão de uma hora para
outra. Antigamente construíamos uma carreira, e hoje o que valem são os novos
desafios, que levam a novas carreiras e constantes possibilidades de mudanças”.
O
foco dos programas de treinamento das áreas de RH que se formaram dentro de
agências de publicidade está voltado, principalmente, para aprimorar técnicas
de negociação, técnicas de apresentação e a capacidade de liderar.
Para
os presidentes e diretores, engloba coaching e a participação em cursos de
administração sênior no exterior.
Oliveira
retornou recentemente de um curso do Sênior Management Program da Omnicom
University, em Harvard, voltado para discutir como lidar com desafios com base
em cerca de 25 cases.
Na
Lew’Lara também há programas permanentes de treinamento em técnicas e
apresentação e negociação.
“Com
as áreas de procurement nos anunciantes a necessidade de aprender a negociar é
ainda mais vital”, observa Oliveira. Na opinião dele, os programas de
treinamento criam fidelidade e ajudam realmente a reduzir a evasão de pessoas.
Universidade
No
Grupo ABC, a Universidade ABC, criada há um ano, é uma plataforma de
aprendizagem que inclui inúmeros programas como Fórum de Líderes, que teve mais
uma versão realizada em São Paulo há cerca de três semanas e que traz
palestrantes de várias áreas para debater de tecnologia a olimpíadas junto a
cerca de 200 pessoas do grupo, em sua maioria diretores.
Também
na Universidade ABC, há uma parceria com a Harvard Business School para
oferecer dois cursos de formação: o Owner President Management Program — voltado
para ceos, presidentes e sócios — e o Key Executives Program, focado no
desenvolvimento de lideranças.
Este
último tem como foco a gestão de empresas e aborda liderança, estratégia,
marketing, contabilidade e finanças, inovação e negociação.
A
universidade ainda tem o Programa de Educação Executiva em Gestão de Negócios,
em parceria com o Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper – Ibmec São Paulo),
que já treinou 90 executivos.
“Esses
programas têm sido estratégicos para potencializar nosso capital humano e reter
talentos”, diz José Ricardo Amaro, diretor de recursos humanos do grupo.
Ele
participa há dois anos de um grupo informal bimensal que reúne entre 15 e 20
heads de RH de agências para compartilhar experiências. Recentemente, o grupo
realizou uma pesquisa de remuneração e benefícios.
“Nossa
principal questão é o desenvolvimento de lideranças. Acreditamos muito no
casamento entre gestão, processo e criatividade.
Fomos
pioneiros nessa quebra de paradigma de que os processos não inibem a criatividade
dos publicitários, ao contrário, os resultados têm sido ótimos”, diz Amaro.
Há
programas de treinamento e incentivo a cursos em todas as áreas da empresa.
Amaro acredita que as premiações que as agências do grupo têm recebido nos
últimos anos de empresas exemplares para começar a carreira, a mais admirada e
melhor empresa para se trabalhar são resultado direto desse esforço.
“Nos
últimos dois anos nosso turn over diminuiu muito e nossas pesquisas de clima
indicam que estamos no caminho certo”, conclui Amaro.
Alex
Isnenghi, vice-presidente de operações e atendimento da Fischer & Friends,
afirma que investir em treinamento é investir no negócio. “Ou capacito minhas
pessoas ou não consigo acompanhar o mercado.
Dependo
deles e capacitação é diferente de formação. Temos que estar sempre um passo à
frente do consumidor”, observa.
A
empresa já teve a Universidade de Comunicação Total, voltada para capacitar
funcionários a entregar o que sempre foi a maior promessa da empresa: a
comunicação total, integrada, como ferramenta para fomentar negócios.
Hoje
o programa chama-se Reload FF, e inclui, por exemplo, o Papai — Programa de
Ajuda Para o Aprendizado de Idiomas, que subsidia 50% de cursos de línguas e o
CDF — Curso De Formação, que promove capacitação em várias áreas da empresa.
Há
programas específicos para técnicas de apresentação voltados para profissionais
de atendimento, planejamento e criação, e encontros periódicos para falar de
temas gerais como neurociência, mobile, games, classes emergentes.
“Nosso
objetivo é entender e discutir gente. Trazemos convidados para falar disso”,
diz Isnenghi. Ele reconhece que o treinamento é um bom incentivo, mas as
perspectivas de crescimento dentro da empresa também são decisivas para manter
boas pessoas.
Plano de carreira
O
plano de carreira é um dos principais pilares da área de RH da Ogilvy, por
exemplo, liderado por Patricia Fuzzo. O “Estrada Ogilvy” atua na ambientação
das pessoas na agência desde a sua entrada, avalia–as anualmente em diversos
quesitos, promove a constante autoavaliação, e serve de norte para promoções e
mapeamento das pessoas.
É
possível descobrir o que falta e precisa ser complementado nas carreiras, por
exemplo, e quais treinamentos serão úteis e importantes para cada perfil de
profissional.
Na
Ogilvy os treinamentos têm foco em liderança e negócios.
“Também
investimos muito no clima da agência, no ambiente. Nossa preocupação é que os
funcionários se adaptem ao comportamento de seus chefes e percebam seu próprio
potencial dentro da empresa. Os jovens querem perspectiva e precisam de
feedback”, diz Patrícia.
Segundo
ela, o investimento em liderança é importante porque há profissionais muito
jovens se tornando gestores, que são mais intuitivos e precisam de apoio.
Esses
treinamentos são divididos em seis módulos de dois dias cada ao longo do ano. A
empresa também possui o Maestro Mini MBA, um MBA em negócios cotados para
várias áreas chave da empresa, participa dos programas e treinamento anuais do
grupo WPP com professores de Harvard e do Hyper Island, um programa de
treinamento de seis meses para criativos, na Inglaterra.
Há
também na JWT fortes investimentos em treinamentos específicos, sobretudo em
gestão de clientes e negócios do cliente.
“O
investimento em treinamento é de suma importância. Trabalhamos com vários
programas de incentivo e treinamentos internos, a maioria da JWT e do grupo
WPP.
Em
vários casos, ainda, a agência banca custos em faculdades e afins, dependendo
do perfil do profissional e das necessidades da agência”, diz Ezra Geld, coo da
JWT.
Liderança
Na
Grey 141, os principais programas de treinamento são o Making More Leaders e o
Making New Leaders, ambos focados em liderança. “Um deles trabalha o
desenvolvimento de diretores e gerentes, e o outro investe em líderes do
futuro.
São
programas essenciais para um mercado que atingiu a maturidade e enfrenta um
ambiente de negócios mais complexo”, diz Thais Fonseca, consultora de RH da
Grey, onde o coaching também ganha força.
“Os
programas de treinamento dão ferramentas aos gestores para manter suas pessoas,
e a perspectiva de carreira por si só já cria um ambiente mais produtivo.
Cria-se assim um ciclo produtivo que não acaba nunca”, conclui Thais.
(Propmark)
N. do E.: Sou testemunha, às vezes vítima, do quanto o RH, à
época e hoje em algumas instituições, chamado de Departamento Pessoal,
contribuiu para o desperdício de talentos, e por causa disso, para grandes
prejuízos e até para o fechamento de agências de publicidade e de (olhando pelo
lado do anunciante) oportunidades de mercado.
2 MIL INGRESSOS
GRÁTIS PARA A COPA DO MUNDO
A Sony lançou nesta semana a campanha "2 mil ingressos
na cara do gol", que distribuirá entradas para jogos da Copa do Mundo
2014. Participam da ação consumidores que efetuarem compras de R$ 250 em
produtos da marca e cadastrarem seus cupons no site da promoção. Os sorteios
acontecem em abril.
"Esta campanha distribuirá 2 mil ingressos para a
privilegiada categoria 1, localizada na região central do estádio, de onde o
torcedor terá os melhores ângulos das partidas", explica o diretor de
marketing da companhia, Carlos Paschoal. A ação está alinhada ao conceito
"Viva a Copa da sua vida", que a Sony explora como patrocinadora
oficial do mundial. (Propmark)
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