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terça-feira, 10 de setembro de 2013

SEMPRE MAIS


 
(Ruy Martins Altenfelder Silva Membro do CDES e presidente do CIEE e da Academia Paulista de Letras Jurídicas (APLJ), no Portal da Propaganda) - Ao abrir a 41ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), a presidente Dilma Rousseff reconheceu que o norte da voz do governo era diferente do norte das vozes das ruas, que ecoaram em todo o País nas recentes manifestações defendendo valores públicos, ética e maior representatividade. Considerou, ainda, ser dever do governo traduzir as demandas em ações práticas e, para isso, apresentou a proposta de cinco novos pactos: estabilidade fiscal, mobilidade urbana, educação, saúde e reforma política.

Apesar da louvável postura democrática de acatar as reivindicações da sociedade, não se pode ignorar que os cinco pactos se referem a graves questões que há décadas persistem como entraves ao desenvolvimento social e econômico do Brasil. Houve, é verdade, avanços, mas não foram suficientes para erradicar os problemas ou para satisfazer as novas aspirações que surgiram com a recente ascensão das classes C, D e E, decorrentes dos programas assistenciais do governo e dos ganhos salariais acima da inflação.

É da natureza humana querer mais quanto mais se tem. Essa pode ser uma – mas não a única – motivação para os protestos, que contaram com a presença maciça das classes sociais emergentes. Outra reside na ausência ou na baixa prioridade a políticas públicas voltadas para, pelo menos, minorar antigas distorções, carências e gargalos ao desenvolvimento.

 
Na questão das finanças públicas, por exemplo, apenas medidas pontuais e temporárias são tomadas para aliviar a pesada carga tributária. Também só após as manifestações, o Legislativo avançou na aprovação de leis mais severas para coibir a corrupção. Mas ainda há muito a fazer, a começar pelo melhor uso do dinheiro público, além do respeito ao salutar princípio enfatizado pela presidente na reunião do CDES: o governo só pode gastar os recursos de que dispõe, de forma a não comprometer o equilíbrio fiscal e o controle da inflação.

Na educação, é elogiável a universalização das matrículas no ensino fundamental, o ProUni e até as polêmicas cotas para ingresso na universidade, entre outras medidas. Mas como não se preocupar com o fato resumido a seguir com base no Censo Escolar e na Prova ABC, e que ressalta mais uma vez a necessidade de se atacar a questão do ensino com total prioridade?

 

Dos quase 1,6 milhão dos alunos do ensino básico que abandonaram a escola em 2012, mais de 1,5 milhão cursava a rede pública, tanto no nível fundamental (762 mil) quanto no médio (760 mil). Entre os que permaneceram, sete em cada dez chegaram ao terceiro ano do ciclo fundamental sem a adequada habilidade em escrita e matemática, e mais da metade tem deficiência em leitura. Com um agravante: nesse último caso, não se trata de letramento ou alfabetização, mas sim de falta de autonomia para continuar os estudos e até mesmo para prosperar numa futura profissão.

Uma política pública para a qualidade da educação não partiria do zero, e isso ocorreria não apenas na área pública. A sociedade civil, reunida no terceiro setor, vem se mobilizando há tempos para atenuar a questão em suas várias facetas.

 

O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) ilustra o valor dessa contribuição, ao promover estágios e aprendizagem, modalidades de formação que complementam a teoria com a prática profissional (requisito valorizadíssimo em processos seletivos para emprego ou no sucesso de negócio próprio), ao mesmo tempo em que garantem uma remuneração mensal, na forma de bolsa-auxílio para estagiários ou salário para aprendizes.

 

Com essa renda, o jovem pode custear seus estudos e até mesmo auxiliar no orçamento familiar, o que reduz a evasão escolar, pois fica desobrigado de deixar a escola e aceitar trabalhos informais, geralmente mal remunerados, sem perspectiva de futuro e à margem das leis garantidoras de direitos.

Ao comemorar os dez anos do CDES, que é um órgão consultivo da Presidência da República composto de representantes da sociedade civil, a 41ª reunião serviu também para abrir uma rica linha de reflexão. Primeiro, o eco das vozes das ruas referendou análises e reivindicações que muitos de seus integrantes já defendiam.

 

Segundo, valeu por um alerta aos dirigentes e líderes dos Poderes Públicos e setores importantes da sociedade. Já é tempo de se administrar as políticas públicas com o olhar voltado não para o passado e nem mesmo só para o presente. É preciso mirar o futuro, antecipando soluções para as demandas que, certamente, continuarão a vir pelos diversos canais de comunicação da sociedade. Pois, quem ficar atento poderá perceber os rumores de insatisfação antes que se transformem em gritos das ruas.

APAE DE SÃO PAULO APOSTA NO CROWFUNDING

A APAE DE SÃO PAULO acaba de lançar uma campanha de financiamento colaborativo para angariar recursos financeiros voltados para projetos sociais de organizações do terceiro setor. A ação, promovida pela Juntos.com.vc, visa angariar fundos para viabilizar a ampliação de sua Cozinha Especial. O espaço desenvolve produtos alimentícios com baixo teor de proteínas, isentos de glúten e de lactose para pessoas com doenças metabólicas que precisam seguir uma dieta restritiva, como a fenilcetonúria, que pode levar à Deficiência Intelectual. 

O vídeo da campanha exibe o depoimento da mãe de uma menina de sete anos com fenilcetonúria que, graças ao tratamento realizado na APAE DE SÃO PAULO desde seu nascimento, que inclui a dieta com os produtos da Cozinha Especial da Organização, tem um crescimento saudável e uma rotina normal como a de qualquer outra criança.  

Com o montante arrecadado, a APAE DE SÃO PAULO pretende investir na ampliação da estrutura da Cozinha Especial aumentando sua capacidade de produção, para doar cestas básicas especiais às pessoas com fenilcetonúria em alta vulnerabilidade social. Para que o projeto seja executado, a meta é arrecadar R$ 35 mil até o dia 23 de outubro. As doações podem ser realizadas pelo site http://www.juntos.com.vc/apaesp. 

 


ATIVISTAS NÃO QUEREM ANIMAIS NO CIRCO


 

Está em discussão a proibição da exploração de todas as espécies de animais em circos na Índia, após ativistas terem descoberto elefantes e cavalos acorrentados por longos períodos, cães presos em gaiolas minúsculas e treinadores alcoolizados. As informações são da The Raw Story.

O Conselho de Bem-Estar Animal da Índia (AWBI), órgão de assessoria legal, disse que recomendou a proibição depois de uma investigação de nove meses feita por ativistas em dezesseis circos no país.

A recomendação ao Ministério do Meio Ambiente da Índia segue uma proibição que já existe em alguns países ocidentais, que foi resultado da preocupação pública sobre o tratamento de animais explorados para entretenimento humano.

“Muita gente aprecia os circos, mas ninguém vê o que acontece por trás das cortinas – o tratamento horrível aos animais ou como eles são mantidos”, declarou o secretário S. Umarani da AWBI, à AFP.

“Nós precisamos exigir a legislação certa para parar com esta crueldade. Por isso o Conselho tem recomendado a proibição total. Agora o Ministro irá considerar e dar uma resposta”, acrescentou Umarani.

Diversas espécies de animais selvagens e ameaçados de extinção já são proibidas de serem exploradas por circos na Índia, incluindo ursos, macacos, tigres, panteras e leões, mas esta última proposta sugere proibir qualquer espécie. Elefantes ainda são amplamente usados, apesar de uma proibição emitida em 2009, segundo a reportagem.

As ONGs PETA e Animal Rahat (que significa “Socorro Animal”) entregaram à AWBI provas de que os animais eram agredidos por bastões com pontas de metal e eram constantemente acorrentados e enjaulados, enquanto alguns treinadores foram encontrados alcoolizados.

Muitos animais eram forçados a fazer performances apesar de estarem parcialmente cegos ou machucados, de acordo com o PETA.

” ‘Truques’ não são algo natural aos animais. Eles são espancados e punidos para que façam as performances… é por isso que estamos pleiteando para que haja apenas performances humanas em circos”, explicou Manilal Valliyate, diretor de assuntos veterinários do PETA na Índia.

Surjit Singh, Ministro de Meio Ambiente e Florestas da Índia, disse que uma decisão final pode levar “um longo tempo”, e que ainda está esperando por detalhes das recomendações da AWBI.

A tradição de circos na Índia remonta ao século XIX, mas sua popularidade vem diminuindo nos últimos anos. Atualmente há apenas pouco mais de vinte circos registrados operando por todo o país.

Alguns proprietários de circos manifestaram-se na mídia local a respeito da recomendação dizendo que, se aceita, representará “a sentença de morte para seus negócios”.(Fonte: Newsletter Anda)

CONCURSO DE REDAÇÃO

 

Os cerca de 100 mil alunos, dos 6º e 7º anos, das 924 escolas da rede pública estadual têm até o dia 13 de setembro para participar do II Concurso de Redação com o tema “O papel do Tribunal de Contas e do cidadão no combate ao desperdício do dinheiro público”.

 

Investir na formação de uma geração mais conectada com o direito e o dever de fiscalizar a qualidade dos gastos e preservar o patrimônio público é o principal objetivo da iniciativa do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC), que tem a parceria da Secretaria de Estado da Educação (SED).

 

Os três estudantes classificados em 1º, 2º e 3º lugares e seus professores orientadores, serão premiados com tablets, e suas escolas receberão kits de livros de literatura. Os alunos vencedores também serão contemplados com uma viagem à Florianópolis junto com o professor orientador.

 

Eles farão um passeio cultural e participarão da solenidade de premiação, no dia 18 de novembro, na sede do TCE/SC. O aluno classificado em primeiro lugar virá à Capital acompanhado, também, dos colegas de classe.

 

Desenvolvido no âmbito do Projeto “TCE na Escola”, o II Concurso busca fomentar nas novas gerações o interesse por fiscalizar o uso dos recursos entregues aos governos na forma de impostos e a percepção da missão do Tribunal de Contas, como responsável pelo controle das contas públicas do Estado e dos 295 municípios catarinenses.

 

“O objetivo é mostrar que a defesa do patrimônio público é compromisso de todos”, explica o presidente do TCE/SC, conselheiro Salomão Ribas Junior, para quem há ainda uma falta de compreensão de que o cuidado com o patrimônio público é responsabilidade de toda a sociedade.

 

“As pessoas ficam muito revoltadas e muito prontas a reagir quando têm surrupiado algum bem pessoal. Protestam pela polícia, por justiça. Quando você vê o mesmo episódio ocorrendo com o patrimônio público, a reação é mais tranquila, pacífica”, analisa Ribas Jr.

 

Segundo o regulamento do II Concurso de Redação, as atividades que antecedem a produção das redações, em sala de aula, podem ser orientadas por um professor, de qualquer disciplina, diante do caráter interdisciplinar do tema proposto. Aspectos históricos, sociais, de direitos e deveres, do exercício político e do fortalecimento da cidadania são o foco principal das dinâmicas que estão sendo realizadas por professores.

 

O objetivo é possibilitar a abertura de oportunidades para os estudantes conhecerem as competências constitucionais do TCE/SC e seu papel na sociedade catarinense no combate ao desperdício do dinheiro público, em sintonia com a responsabilidade de cada cidadão nesse contexto.

 

Para apoiar as atividades do “TCE na Escola”, o TCE/SC publicou no Portal da Instituição (www.tce.sc.gov.br) um hotsite (http://servicos.tce.sc.gov.br/concurso2013/), onde alunos e professores têm acesso às informações sobre o Concurso e material de pesquisa para facilitar a preparação das atividades em sala de aula.

 

Um exemplo é a versão digital do gibi “A Nossa Parte”, que usa a linguagem dos quadrinhos para facilitar a compreensão de temas relacionados aos gastos dos governos e à missão do Tribunal na fiscalização. O hotsite também disponibiliza a versão digital do folder com “informações ao professor”, vídeo, publicações, as últimas notícias sobre o Projeto e links para outros materiais e fontes, para facilitar a mobilização dos alunos. Fonte: Site do TCE na Escola, disponível em: http://servicos.tce.sc.gov.br/concurso2013/

Fonte: Regulamento do II Concurso de Redação (http://servicos.tce.sc.gov.br/concurso2013/docs/Regulamento_2013.pdf)




IMPACTOS DO TRANSPORTE NAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

 

(Marina Dall’Anese | Gestora ambiental pela USP, analista de negócios da www.neutralilzecarbono.com.br e consultora da www.greendomus.com.br | Portal da Propaganda) - O setor de transportes é apontado como um dos maiores emissores de gases causadores do aquecimento global, não somente no Brasil, mas em todo o mundo. Estima-se que este setor esteja entre os cinco maiores emissores de gases de efeito estufa. A principal causa para estes elevados índices é a utilização massiva de combustíveis fósseis para o transporte de matérias-primas, produtos e pessoas.



Segundo o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, na sigla em inglês), as emissões do setor de transporte foram estimadas em mais de 06 GtCO2e, representando cerca de 13% das emissões globais. Além disso, as previsões apontam para um rápido crescimento do transporte nos próximos anos, o que levaria a um aumento significativo nas emissões de gases de efeito estufa.

Para exemplificar a significância da contribuição deste setor para o aquecimento global, o levantamento final da pegada de carbono da Copa do Mundo da Fifa de 2010, na África do Sul, apontou que cerca de 67% das emissões foram referentes ao transporte internacional, basicamente ao transporte aéreo – ainda que nos cálculos tenham sido considerados a construção dos estádios e o uso de eletricidade em estádios e acomodações.




O cenário não deve ser muito diferente na Copa do Mundo que será realizada no Brasil no ano que vem. Estimativas preliminares da Fifa apontam que 83,7% das emissões de gases de efeito estufa do evento serão referentes ao transporte.

Devido a este cenário crítico, diversas pesquisas têm sido realizadas com o intuito de reduzir as emissões referentes ao transporte, principalmente do transporte aéreo. O IPCC aponta três diferentes caminhos para conquistar esta redução: evitar viagens com veículos motorizados, alterar os meios de transporte para aqueles com menores impactos e melhorar a eficiência energética dos meios de locomoção.

Ao redor do mundo tem se percebido o aumento do transporte urbano em bicicletas e veículos coletivos e, consequentemente, o aumento da infraestrutura para estes modais de transporte nas grandes cidades – ainda que isso ocasione transtornos ao trânsito de veículos individuais, como ocorrido em São Paulo nas últimas semanas.




Mas apesar da alteração de comportamento individual ser muito importante para a melhora do cenário atual do transporte mundial, sem o incentivo à pesquisa e tecnologia para o aumento da eficiência energética e desenvolvimento de novas alternativas de transporte, a redução de emissões pode não ser suficiente para evitar as graves consequências das mudanças climáticas.




No setor aéreo, alternativas relacionadas ao aumento da racionalização do tráfego aéreo, redução do peso das aeronaves e aumento da capacidade de carga estão sendo desenvolvidas, mas seus impactos na redução das emissões deste modal somente devem ser percebidos em longo prazo. Por isso, a possibilidade apontada é a utilização de combustíveis renováveis, pois poderá trazer resultados de curto a médio prazo.




Em março de 2012 foi realizado o primeiro voo comercial na América Latina em uma aeronave cujo combustível apresentava uma porcentagem de biocombustível, reduzindo assim as emissões de carbono. Outras iniciativas semelhantes estão sendo desenvolvidas ao redor do mundo, levando-se em consideração que para as mesmas serem adotadas em larga escala a adaptação para a utilização dos biocombustíveis não pode ser drástica ou muito onerosa, pois isso inviabilizaria sua adoção.



Com estas alternativas, a projeção é de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa do transporte no mundo até 2050 – um cenário mais promissor do que o apontado inicialmente pelo IPCC.

 

A boa notícia é que as previsões para as emissões de outros setores podem também se apresentar no mesmo sentido da redução, uma vez que a pressão da sociedade, a pressão exercida por acordos internacionais e o desenvolvimento de tecnologias mais limpas deverão estimular a adoção de comportamentos mais sustentáveis.

 

Talvez não seja possível interromper o aquecimento global em 2°C, mas talvez não soframos com um aquecimento maior do que 6°C. Só o tempo dirá.


MUITO VENENO

 

É assustador o que colocamos em nossas mesas. Para se ter uma pequena idéia, cada brasileiro consome, em média, 5,2 litros de veneno, por ano. Vale buscar e ver o documentário "O Veneno Está na Mesa", de Sílvio Tendler. Para quem usa Internet é fácil. Basta digitar o título no You Tube e assistir o filme em quatro partes.

 

O que mais incomoda é a total ingenuidade ou mesmo falta de interesse com que a população brasileira trata do assunto. De certa maneira representa uma maneira de pensar que ainda vem do autoritarismo. Algo do tipo "se o governo aprovou é porque deve ser bom" - o que não tem nada a ver com a realidade.

 

A indústria de venenos agrícolas conta com a nossa ignorância para aprovar, com o aval de congressistas e do alto escalão dos governos estaduais e federais, substâncias de alto poder de toxicidade e proibidas no resto do planeta, para serem despejadas em nossos alimentos. 

 

Tendler é detentor das três maiores bilheterias de documentários na história do cinema brasileiro: "O Mundo Mágico dos Trapalhões" (1 milhão e 800 mil espectadores), "Jango" (1 milhão de espectadores) e "Anos JK" (800 mil espectadores). (Fonte: Coluna Online, de Jefferson Severino)

 

ANTIVÍRUS BLOQUEIA APARELHO OU APAGA DADOS E CASO DE PERDA OU DE ROUBO


 


Usuário também pode disparar um alarme remotamente, mesmo que o telefone esteja em mute

 

A Avira, especialista em segurança digital, representada no Brasil pela Nodes Tecnologia, acaba de anunciar a nova versão do antivírus gratuito para smartphones e tablets com Android. O anúncio acontece depois da conclusão de beta testes da nova versão com usuários de todo o mundo.

 

O Avira Free Android Security 2.0 oferece completa verificação e remoção de vírus, bem como o bloqueio remoto do aparelho pelo usuário, além de oferecer recursos de "scream" – alarme - em caso de perda ou roubo, disponíveis na versão original. O aplicativo gratuito de segurança funciona em smartphones e tablets rodando Android 2.2 e superiores.

 

"Como não há falta de soluções de segurança disponíveis para o Android, a Avira projetou seu aplicativo para combinar a segurança física do dispositivo e integridade dos dados existentes no aparelho, para não ficar em mãos erradas”, comenta  LeonCrutchley, gerente de produtos móveis da Avira.

 

Estima-se que existam até 700 mil aplicativos no Google Play que carregam algum tipo de código malicioso, sendo que o antivírus da Avira é capaz de verificar todos os aplicativos que possam ser instalados nos dispositivos moveis, para impedir que o malware entre no aparelho. O Avira Free Android Security 2.0 também faz uma varredura automática dos aparelhos móveis sempre que houver novos downloads e atualizações de aplicativos, além de auxiliar na remoção de vírus, worms, trojans, spyware e outros malwares.

 

A nova versão também manteve a capacidade de localizar remotamente o dispositivo Android via GPS, Wi-Fi ou sinal de celular a partir de Console Web, e para que o dispositivo possa “gritar” caso ele desapareça temporariamente (mesmo se o toque está desligado). O aplicativo também é capaz de bloquear ou apagar remotamente todo o conteúdo do aparelho, a fim de proteger os dados e a privacidade, caso o dispositivo seja perdido definitivamente. O usuário também pode disparar um alarme remotamente, mesmo que o telefone esteja em mute, no caso de ter perdido o telefone e ele estava em mudo, quando a campainha não toca.

 

Links:

Download Avira Free Android Security 2.0 no Google Play Store

Para conferir o Web Console do Avira no Android:  https://android.avira.com

Mais informações: http://www.avira.com.br e http://www.nodes.com.br

 

DE ONDE VEM A GALINHA?

 “Gallus gallus domesticus” é o nome científico da espécie de ave que possui asas curtas e largas e bicos pequenos. Apesar de possuir penas, não voa. A fêmea é a galinha e é o animal mais abundante no mundo e segundo a Organização de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas, em 2011 existiam cerca de 20 bilhões de exemplares espalhados pelo planeta (*).

O macho é o galo. Os galos jovens são chamados de frangos ou galetos (a passagem para a idade adulta se dá na 26ª semana de vida) e os filhotes, machos ou fêmeas, são os pintos (são filhotes até 21 dias).

O macho é o líder, acordando os outros membros do galinheiro com seu canto ruidoso na madrugada e decidindo o horário de recolhimento à noite para todos, para o sono. Quando ele se recolhe todos vão atrás. Além disso, ele avisa sobre a aproximação de tempestades e não é monogâmico, podendo copular com diversas fêmeas.

No galinheiro deve haver somente um galo, pois se houver mais de um irão brigar por causa das fêmeas. Só há briga pelo território na falta de galinhas. Os galos cantam ao nascer do sol e batem as asas para demarcar o território, mas também podem cantar em outros horários, com a mesma finalidade. Pelo fato de não voarem, tornaram-se bastante territorialistas.

Os galos apresentam dimorfismos sexuais (características físicas diferentes) em relação às galinhas: são um pouco maiores; cantam mais e o canto atrai as fêmeas; são dotados de uma crista grande e mais comprida que é um apêndice carnoso avermelhado no alto da cabeça – a crista ajuda a dissipar calor do corpo desses animais; só eles apresentam esporões acima dos pés, que são espécies de unhas pontiagudas viradas para trás que usam como instrumentos para se defenderem e atacarem nas brigas com outros machos; as penas no pescoço, asas e costas são mais brilhantes; as penas do rabo são mais compridas; os pés dos galos são mais possantes e eles os exibem batendo-os no chão; possuem plumagem bem mais colorida; apresentam “barbela” que é uma espécie de prolongamento de pele vermelha, pendente nos dois lados da mandíbula, abaixo do bico.

Mas foram as galinhas que, primeiramente, apareceram representadas em cerâmicas coríntias do século VII a.C. (coríntio é um estilo de arte grega). Porém, sua introdução como aves domésticas, teria acontecido na Ásia. Acredita-se que os galináceos domésticos sejam uma variação híbrida gerada com o cruzamento entre os cinzentos da selva e vermelhos da selva, que são ainda encontrados vivendo em matas, bosques e cerrados da Índia.

Essa espécie selvagem da qual descendem, é o galo banquiva asiático, que vive no sul da Ásia, nas florestas da Índia e na Indochina. Na Índia, há lendas tradicionais nas quais a galinha simboliza o amor.

Registros antigos apontam a presença de aves selvagens na China desde 1400 a.C.. Os primeiros galos foram domesticados na Índia, cerca de 3200 a.C.. Na América, possivelmente tenham chegado a partir da Ásia, pelas costas do Equador e do Peru.

Curiosamente, o início da domesticação de galináceos indianos, na Ásia, África e Europa não foi motivado pelo consumo de sua carne nem dos ovos e sim para produzir espécimes para sacrifícios religiosos e obtenção de galos para as abomináveis brigas. Posteriormente foram apreciados como aves ornamentais graças ao rico colorido de sua plumagem e no século XX, desafortunadamente, as galinhas tornaram-se fonte de alimento.

No Egito foram domesticadas por volta de 1500 a.C. (18ª Dinastia) e eram conhecidas como os “pássaros que dão à luz todos os dias”.

Na Grécia essas aves foram introduzidas no século V a.C. (nesse período destaca-se o governo de Péricles), mas foram os romanos que desenvolveram a primeira raça de galinhas – atualmente há mais de 100 raças.

A espécie chegou à Europa e daí espalhou-se para o restante do mundo – os europeus levaram os galos banquivas para a Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Em estado selvagem vivem em florestas densas e em plantações de bambu.

Galináceos são onívoros e comem grãos, frutos, folhas, pétalas, brotos de plantas cultivadas como o arroz, o milho e o feijão, sementes, animais invertebrados, etc.. Podem viver até 15 anos.

Os galos cantam, as galinhas cacarejam, só cantando quando põem ovos e os pintos piam. Pintos bicam tudo por instinto, por não saberem bem o que é e o que não é comida. O processo de postura dos ovos acontece durante todo o ano, mas nem todos serão chocados. Cabe exclusivamente às fêmeas a tarefa de chocar.

Nessa fase a galinha está choca, ou no choco. Durante a incubação ela cobre os ovos com o corpo para aquecê-los a fim de que os embriões se desenvolvam e nasçam os pintos. Uma galinha pode percorrer uma longa distância para, cuidadosamente, escolher um local adequado e seguro para fazer o ninho.

O tempo médio para a eclosão dos ovos e nascimento dos pintos é de 21 dias. Galinhas quando chocam podem até incluir ovos de outras espécies sob seu regaço. E também aceitam filhotes de outros animais para cuidar.

As galinhas são animais sociáveis e gostam de ficar umas com as outras buscando comida, limpando-se com banhos de terra para livrarem-se de parasitas, tomando sol e explorando o solo, o que é muito importante para elas, podendo até passar 90% de seu tempo nessa atividade. Quando estão em ambiente natural, galináceos exibem também atividade noturna.

Na criação doméstica as galinhas são de diversas cores e raças e são aves decorativas e de estimação. São muito afetuosas, atendem pelo nome e reconhecem o tutor. Para a criação de galinhas é preciso: um terreiro, onde elas vão ciscar ou debicar, uma área coberta onde ficarão os comedouros, bebedouros, poleiros e um espaço separado para a postura de ovos.

Os maiores predadores de aves domésticas são lobos guarás, jaguatiricas, aves de rapina, quatis, mãos peladas, furões, cobras, gambás, cachorros do mato, raposas, gatos do mato, etc., mas os mais cruéis são os seres humanos.

Até há algum tempo atrás, galinhas eram consideradas parvas e estúpidas, sendo porisso somente vistas como fonte de alimento. Mas essa concepção vem mudando com as pesquisas científicas que estão acontecendo pelo mundo.

Christine Nicol, pesquisadora há 20 anos da Universidade de Bristol, Reino Unido, professora de bem estar e proteção animal, autora do artigo científico “The Intelligent Hen” de 2013, afirma que galinhas ganham de bebês humanos de até 4 anos em raciocínio lógico em situações específicas, noções de matemática e autocontrole.

Segundo a cientista, galinhas são animais inteligentes, capazes de decifrar labirintos e de fazer planos para o futuro utilizando suas habilidades sensoriais. Entendem conceitos intelectuais sofisticados, aprendem através da observação, e os seus conhecimentos evoluem de geração para geração. Galinhas exibem flexibilidade comportamental.

Por exemplo, às galinhas foram dados alimentos saborosos e outros ruins em tigelas de cores diferentes. Em seguida, os pesquisadores ofereceram comida para os pintos, mas as cores para os bons e maus alimentos foram trocadas. As galinhas advertiram seus filhotes a não comerem o que elas pensavam ser a comida ruim.

O estudo relata ainda experiências sugerindo que as galinhas podem ter uma forma de autoconsciência (uma compreensão de que é um indivíduo separado de outros indivíduos), têm percepção de tempo e são capazes de executar tarefas em troca de gratificações.

Galinhas se preocupam com o futuro. Esses mesmos cientistas ensinaram galinhas a bicar 2 botões para obter 2 recompensas distintas. Com o botão 1 elas esperavam pouco (2 segundos) para obter pouca recompensa (3 segundos de acesso à comida). Com o 2, elas esperavam muito (6 segundos) para obter muito (22 segundos). A pesquisadora Christine Nicol resume a conclusão: “93% das galinhas foram capazes de exercer autocontrole pensando no futuro, aguardando a recompensa maior”.

Segundo a entidade de defesa de animais “Animal”, Lisboa, Portugal, no “Projeto Animais Excepcionais”, galinhas compreendem relações de causa/efeito e têm a noção de que os objetos continuam a existir, mesmo que estejam longe da sua vista.

Galinhas são capazes de distinguir indivíduos humanos e são capazes de aprender com os membros da sua espécie. Cada galinha tem um temperamento diferente da outra – tal como cães, gatos ou humanos, cada galinha é um indivíduo diferente. Como todos os animais, galinhas amam suas famílias e dão valor às suas próprias vidas.

As galinhas vivem em pequenos grupos hierárquicos onde a comunicação é essencial. Formam complexas hierarquias sociais, onde cada uma sabe o seu lugar, lembrando-se dos rostos e posições sociais de mais de 100 outras aves. Possuem mais de 30 vocalizações que usam para criar e transmitir mensagens, mas também se comunicam visualmente através da linguagem corporal.

Um novo estudo, liderado pelo Dr. Joseph C. Corbo, da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, Estados Unidos, publicado na edição de fevereiro de 2013 da revista científica “Plos One”, afirma que galinhas são superiores aos seres humanos em termos de visão de variações de cores.

A visão superior de cores das galinhas, se deve à organização de receptores de cor na retina, que ultrapassa largamente o observado na maioria das retinas de outros animais e, certamente, na maioria das retinas dos mamíferos. De acordo com o cientista, as galinhas provavelmente devem esta visão de cores excepcionais a não ter passado um período da sua história evolutiva no escuro.

Muitos estudos estão revendo a literatura científica produzida até aqui a respeito da inteligência dos animais explorados para consumo. Lori Marino, professora de Psicologia na Universidade de Emory, Georgia, Estados Unidos, cientista líder do projeto “The Someone Project” do “Farm Sanctuary”, organização de proteção animal vegana, diz que seres humanos preferem não reconhecer a inteligência de galinhas, assim como de outros animais como vacas e porcos, para poder comê-los sem remorsos.

Segundo Bruce Friedrich do “Farm Sanctuary”, “quando você pergunta às pessoas por que elas comem galinhas mas não gatos, a única coisa que elas expressam é que sentem cães e gatos mais sofisticados cognitivamente que as espécies que elas comem – e nós sabemos que isso não é verdade”. “O que isso resume é que as pessoas não conhecem os animais que consomem da maneira que conhecem os cães ou gatos”, disse Friedrich.

Esse projeto pretende destacar pesquisas retratando galinhas, porcos e outros animais criados para o consumo como mais inteligentes e emocionalmente complexos do que geralmente se acredita. “Este projeto não é uma forma bruta de transformar pessoas em veganas do dia para a noite, mas sim de dar a elas uma nova perspectiva, e talvez fazê-las se sentirem um pouco desconfortáveis em comer carne”, diz Lori Marino.

Outro estudo recente realizado por pesquisadores de Universidades da Austrália e Grã Bretanha concluiu que muitas pessoas que comem carne experimentam um conflito moral ao se lembrarem da inteligência dos animais que estão consumindo.

“Embora a maioria das pessoas não se importe em comer carne, elas não gostam de pensar que os animais que estão comendo têm mentes inteligentes”, escreveram os pesquisadores no “Personality and Social Psychology Bulletin”, revista científica internacional.

Mais um estudo recente sugere que a inteligência percebida em um animal é o principal fator para desestimular o consumo de sua carne. Esse estudo publicado na “Science Direct”, revista científica, chama-se “Too Close to Home. Factors Predicting Meat Avoidance”, foi escrito por psicólogos da Universidade de Columbia Britânica, Canadá, e trata sobre os fatores que levam as pessoas a evitar o consumo de carne.

 

Segundo o estudo, as pessoas tendem a atribuir níveis mais baixos de funcionamento mental aos animais que estão prestes a comer.
Os variados estudos levam à mesma conclusão: quanto mais inteligente é um animal, mais eticamente desagradável é comer sua carne.

 

E como a vil indústria alimentícia trata as galinhas? Pior impossível – a vida das galinhas é miserável e violentamente interrompida depois de uma curta existência de exploração e os pintos machos são cruelmente mortos após o nascimento.

Segundo o Centro Vegetariano, Portugal: “Nunca sequer conhecerão seus pais, muito menos terão a sorte de serem criadas por eles. Nunca poderão tomar banhos de terra, sentir o sol no seu corpo, respirar ar fresco, empoleirar-se em árvores, ou construir os seus ninhos.

As galinhas criadas para consumo, chamadas “churrasco” pela indústria aviária, passam toda a sua vida em granjas com centenas de milhares de outras aves, onde o pouco espaço disponível e o confinamento levam a surtos de doença.

São criadas e drogadas para crescerem tão rápido, que suas pernas e os seus orgãos não são capazes de acompanhar esse crescimento, o que muitas vezes lhes provoca ataques cardíacos, insuficiência de orgãos e deformidades em suas pernas. Devido ao seu excesso de peso, muitas ficam tão aleijadas que morrem por nem sequer conseguir chegar à água para beber. Quando chegam às 6 ou 7 semanas de idade, são enjauladas e metidas em caminhões para abate.

As aves exploradas pelos seus ovos, chamadas poedeiras, vivem juntas em jaulas de arame, onde nem sequer têm espaço para mexer as asas. As jaulas são colocadas umas sobre as outras, e os excrementos das galinhas que estão em cima caem constantemente sobre as que estão em baixo.

A estas galinhas cortam parte dos seus bicos extremamente sensíveis, para que não se debiquem umas às outras, o que acontece devido à frustração de viverem aprisionadas. Quando os seus corpos estão exaustos e a sua produção de ovos diminui, são enviadas para abate, geralmente para se tornarem caldo de galinha, ou comida para cão e gato, porque a sua carne está demasiado maltratada para se poder usar para outros fins.

Os pintos machos, das galinhas que são usadas para procriação, por não poderem dar ovos e por não terem carne tenra como a das fêmeas, são mortos. Todos os anos, mais de 100 milhões de pintos são moídos vivos ou atirados em sacos para morrerem sufocados.

As galinhas são enfiadas em pequenas gaiolas e metidas em caminhões para abate. Centenas de milhões destas sofrem por asas e pernas partidas devido à brutalidade com que são manuseadas, e milhões delas morrem de estresse na viagem.


No matadouro, as suas pernas são metidas numa espécie de algemas (as aves ficam presas de pernas para o ar), as suas gargantas são cortadas, e são depois colocadas em água fervente para que larguem as penas. A maior parte das galinhas ainda está consciente quando lhes cortam a garganta e o corpo, e muitas são escaldadas ainda vivas depois de terem passado pelo corte de garganta”.

 

Sem contar que as luzes ficam acesas até 18 horas por dia – assim as galinhas não dormem e comem mais (isso acontece principalmente com as que produzem ovos).

Na ração das aves são adicionados antibióticos, que deixam traços na carne, sendo cumulativos no organismo do humano que as come. São necessárias altas doses de antibióticos devido ao absurdo confinamento, muitas aves por m2.

 

 Nos EUA 70% de toda a produção de antibióticos são misturados às rações de animais. Isso cria superbactérias resistentes a antibióticos.
Segundo um estudo de 2006, feito pela Universidade de Harvard em 135 mil pessoas, as que comiam frequentemente carne de galinha, mesmo grelhada e sem pele, tinham 52% mais probabilidades de desenvolver câncer de bexiga, comparadas com as pessoas que não a comiam. Os comedores de carne morrem mais de câncer de intestino, boca, faringe, estômago, seio e próstata.

 

Os frangos de granja envelhecem rapidamente e, por essa razão, são abatidos antes de completarem 45 dias de vida. Se o abate ocorrer depois dos 45 dias de vida, eles contraem muitas doenças, por exemplo, leucemia. Quem consome frango de granja está comendo uma carne contaminada por pus e células cancerosas. Esta é a razão do surgimento dos cistos e tumores nos seios, no útero e nos ovários femininos, como também, na próstata masculina, além do envelhecimento precoce.
E as galinhas são tão sensíveis, amorosas e delicadas, que mães galinhas cacarejam para seus filhos ainda dentro dos ovos e eles piam em resposta à sua mãe…

“O primeiro passo para respeitar os animais é deixar de comê-los” – Miguel Moutinho (presidente da “Sociedade Ética de Defesa dos Animais – Animal” de Portugal)

 

Referências:




PPS de Rildo Silveira (graduado em Educação Física e pós graduado em Fisiologia e Nutrição Esportiva. Autor de mais de 250 PPSs sobre proteção animal, ambiental e veganismo – ativista pelas causas animal e vegana):  “Rinha de Galos”:

 

TEXTO REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL – DIREITOS AUTORAIS

Reprodução permitida, desde que, com todos os créditos da autora e de seu trabalho.
Martha Follain: Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose e Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Cromoterapia, Cristaloterapia, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Terapia de Integração Craniossacral – para animais humanos e animais não humanos. Consultora da “Phytoterápica”. Atendimentos e cursos – CRTH 0243


 

O HOMEM, OS SONHOS E AS MARCAS


Há tempos que uma marca deixou de ser apenas um nome, um apanhado de letras ligadas entre si. Aquela velha concepção de que a única mola propulsora de vendas e lucratividade eram os produtos em si foi embora à passos largos.

A necessidade humana, que nas cadeiras de economia ensinam ser infinitas e os meios escassos, fez surgir o imperativo de se construir uma nova concepção de vendas.

O Homem-consumidor moderno, que afogou-se em preocupações, trabalhos, correria do dia a dia por necessidade da sobrevivência, acometeu-se pela carência de vida em sua própria vida. Então, dessa forma, mudou o rumo das coisas.

Os prazeres efêmeros que sentia quando usava determinado bem, se antes constituíam fatores suficientes de satisfação e o motivavam a comprar, nos tempos atuais não mais constituem elementos de motivação.E alguns são os grandes carrascos desta lógica passageira, tais como as já rerefidas enormes dificuldades de sobrevivência, o excesso de trabalho, a correria do dia-a-dia, o excesso de preocupações.

O homem passou a precisar de algo mais do que simples prazer por si só. O Homem passou a precisar de vida, de se sentir vivo. Assim o mercado impôs, por questão de sobrevivência própria, a fornecer vida. Mas com os poucos meios existentes esta era uma tarefa quase impossível de se cumprir.Foi então que supriram a carência dos meios com os sonhos. O sonho de uma vida melhor. O sonho de uma vida livre. O sonho de ser livre. De ser uma princesa, príncipe, rei e rainha.

A indústria, então, mudou o seu foco e passou a vender sonhos. Sonhos que saciavam a sede de vida. Sonhos que preenchiam as vontades mais íntimas e individuais dos seres, que aos poucos se perdiam durante a correria do dia a dia.

A indústria passou a vender estilo de vida, jeito de ser, de sentir, de enxergar, e, assim, passou a oferecer vida e a estimular o consumo. O consumo da vida.

Os produtos… meros objetos estimuladores e viabilizadores do sentido de vida.E com mãos fortes e com a voracidade de um tubarão, as indústrias logo se apropriaram dos sonhos e neles fizeram estampar as suas marcas, tornando-se, assim, as representantes do sonho e as supridoras das aspirações do homem.

As marcas interferem na vida do homem porque enchem-no de vida, de satisfação, de prazer, e assim, estimulam sua necessidade e fazem eclodir sua voracidade de sobrevivência. O homem paga para ter isso porque lhe parece necessário.

Assim, mais do que o próprio produto em si, a marca é fator determinante de venda e de lucratividade. Mas como em todo jogo da vida, dinâmico por natureza, a lógica vigente, que de há muito fez surtir a exigência de reconhecermos uma marca como ativo econômico da empresa, por outro lado, fez cair por terra e tornar quase prolixo e mentiroso o sistema contábil de uma empresa.

Porém, esta é outra história. (Artigo encaminhado ao Adnews por Daniel Domeneghetti).

HBO CONFIRMA A SEGUNDA TEMPORADA DE O NEGÓCIO


A HBO Latin America anuncia que sua produção original brasileira O Negócio foi renovada para uma segunda temporada. A série, que estreou no dia 18 de agosto e vai ao ar aos domingos, às 21:00, acompanha a rotina de três jovens que se unem para mudar radicalmente suas vidas profissionais.

 

 Karin (Rafaela Mandelli), Luna (Juliana Schalch) e Magali (Michelle Batista) são garotas de programa de luxo que têm como diferencial o uso de técnicas de marketing e um plano de negócios aplicado àquela que é considerada a profissão mais antiga do mundo.


Ambientada no universo de alto luxo da cidade de São Paulo, a trama mostra como essas lindas, bem vestidas e inteligentes mulheres mergulham em livros da literatura “marketeira” durante o dia e à noite aplicam as estratégias aprendidas para aumentar a clientela e faturar cada vez mais com cada programa.

 

A primeira temporada conta com 13 episódios de uma hora, cada um baseado em uma diferente estratégia de marketing, como venda casada, reposicionamento de marca, fidelização e focus group. As filmagens da segunda temporada de O Negócio começam ainda esse ano.


Produzida pela HBO Latin America Originals e realizada pela produtora independente Mixer, a primeira temporada de
O Negócio foi filmada em 2012 em mais de 130 diferentes locações de São Paulo.

 

 Criada por Luca Paiva Mello e Rodrigo Castilho, a direção geral é de Michel Tikhomiroff, com produção de Luis F. Peraza, Roberto Rios e Maria Angela Jesus da HBO Latin America Originals. A produção da série foi realizada integralmente com investimentos próprios da HBO Latin America. (Fontes: Cecilia Cavalcanti de Morais | Cecilia Cavalcanti de Morais – HBO Brasil | Amanda Assad – Ketchum | Portal da Propaganda)

 

ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO E POLÍTICAS PÚBLICAS


A capacidade de ler e escrever e de utilizar a leitura e a escrita nas diferentes situações do cotidiano são, sem dúvida, necessidades inquestionáveis tanto em termos individuais, para o pleno exercício da cidadania, quanto em termos sociais e políticos, para o desenvolvimento da sociedade.

Dada a sua importância, a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 8 de setembro como o Dia Mundial da Alfabetização, com o objetivo de combater o analfabetismo e as consequentes desigualdades de um mundo globalizado. A promoção da alfabetização deve ser uma luta constante, tendo em vista conquistas como a paz, a erradicação da pobreza e a democratização.

O acesso de todos os cidadãos ao direito de aprender a ler e a escrever, como uma das formas de inclusão social, cultural e política e de construção da democracia, é, por conseguinte, um dever do Estado. 

Apesar da redução no número de analfabetos, o Brasil ainda está longe de poder comemorar neste 8 de setembro. O Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2011-2012, divulgado em julho do ano passado, mostrava que, embora a escolaridade média do brasileiro tenha melhorado nos últimos anos, a inclusão no sistema de ensino não representou aumento significativo nos níveis gerais de alfabetização da população. São quase 13 milhões de pessoas analfabetas, segundo o relatório de 2012 da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), organizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com base em dados de 2011. O Brasil tem uma dívida com sua população.

A leitura e a escrita são habilidades individuais,
mas que precisam ser ensinadas e aprendidas. 


E não basta combatermos o analfabetismo apenas em termos quantitativos. Temos um enorme déficit qualitativo a enfrentar. Afinal, a sociedade moderna exige mais do que entender as letras do alfabeto. É preciso também fazer uso do ler e do escrever para responder às exigências contínuas que a sociedade nos impõe. Como propõe o educador brasileiro Paulo Freire, “a alfabetização é mais, muito mais, que ler e escrever. É a habilidade de ler o mundo, é a habilidade de continuar aprendendo e é a chave da porta do conhecimento”.


Vem daí a criação, nos anos 1980, no Brasil, do termo “letramento”, para dar conta da ampliação do sentido de alfabetização, como um conhecimento em construção. Ainda que não haja uma definição única e unânime de seu sentido, é possível pensarmos numa síntese. Nas sociedades letradas contemporâneas, a leitura e a escrita são bens culturais cujo acesso deve ser propiciado aos indivíduos, bem como a sua participação efetiva. Ler é um processo que envolve também a construção da interpretação de textos, assim como escrever implica a capacidade de comunicar-se adequadamente com um leitor em potencial: é um processo de expressão de ideias e de organização do pensamento sob a forma escrita.

Somente o fato de uma pessoa ser alfabetizada não garante que ela seja letrada. Também não significa que ser alfabetizada e letrada garanta o pleno exercício da cidadania. Mas, sem dúvida, há uma forte correlação entre letramento, alfabetização, escolarização e educação.

A leitura e a escrita são habilidades individuais, mas que precisam ser ensinadas e aprendidas. Nesse sentido, a escola é o local privilegiado, ainda que não exclusivo, para aquisição desse conhecimento. Indicadores como Inaf têm buscado identificar habilidades de letramento, relacionando o grau de instrução com os níveis de letramento.

Na história da educação brasileira, houve um tempo em que não saber ler e escrever era considerado como uma ignorância particular. Mas hoje se percebe que essa falta é reconhecida como uma necessidade social e política prioritária, com a decorrente demanda por um projeto de educação escolar e de ensino-aprendizagem da leitura e da escrita. Logo, o letramento pode ser tomado como um importante eixo articulador de todo o currículo da educação básica.

O momento, portanto, é oportuno para demandarmos aos poderes públicos a adoção de políticas que considerem o letramento e a educação escolar como conceitos e práticas relacionadas e complementares entre si, para avançarmos na conquista de direitos humanos básicos e que devem ser igualmente acessíveis a todos os brasileiros, para o pleno exercício da cidadania. (Jean Gaspar, mestre em Filosofia pela PUC/SP, é apresentador do programa Filosofia no Cotidiano (TV Cantareira) e presidente da Liga do Desporto, entidade que promove atividades físicas e desportivas como instrumento de educação e formação da cidadania).

INQUILINOS SÃO DISCRIMINADOS


A regra é clara: ao alugar um imóvel o proprietário não pode recusar inquilino por etnia, religião, condição social ou orientação sexual. Está escrito na Constituição Federal, discriminação é crime. As exigências que podem ser feitas em contrato são objetivas, como a proibição de mudanças na estrutura e na pintura do imóvel, ou a limitação do número de moradores.

 

Na teoria está ok, mas na prática as coisas não funcionam desta forma. A discriminação também continua presente no mercado imobiliário, ela é apenas disfarçada. Quando o futuro morador não corresponde à expectativa do proprietário por qualquer motivo, o imóvel é prontamente negado.

 

A discriminação é sutil, geralmente os donos começam a evidenciar os defeitos do imóvel, contam histórias ruins que aconteceram no bairro, tudo para fazer o cliente indesejável desistir do aluguel. O problema da lei nesses casos é a difícil comprovação do crime.

 

A lei de locação não é clara, porém, quem se sente discriminado deve denunciar. Na teoria, essas denúncias ficam registradas e o reincidente que age com preconceito aos poucos será descoberto e punido. O inquilino que ganhar a causa receberá algum tipo de indenização por danos morais e, em casos extremos, o proprietário pode até acabar preso. (William Cruz - Colunista do PortaisImobiliários.com.br uma rede de portais de imóveis, como o portal de imóveis em Ponta Grossa | imóveisPontaGrossa.com, presente em mais de 240 cidades do Brasi)l.

 



O DIA DO SEXO E AS AÇÕES DE MARKETING PROMOCIONAL

Desde 2008, no dia 06/09, é comemorado, não oficialmente, aqui no Brasil, o Dia do Sexo. Para que a data seja oficializada e passe a fazer parte do calendário oficial do País foi criado o“Manifesto pelo Dia do Sexo”.

O projeto tem o apoio do fabricante de preservativos  Olla e apresenta soluções para uma vida sexual saudável e prazerosa. A marca acredita que, por meio dessas ações, a população tenha acesso às informações sobre sexo seguro com consciência, além de uma melhor qualidade de vida.

Segundo a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, a criação do Dia do Sexo no calendário oficial do País é um ato importante de cidadania já que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o sexo é um dos quatro pilares importantes para garantir a qualidade de vida.

“Instituir o Dia do Sexo é provocar, tanto em órgãos públicos como em empresas privadas, uma data que leve as pessoas à reflexão sobre os aspectos que envolvem o sexo como um todo e não apenas a sacanagem, o pecado, a liberdade ou a banalização, que é como, infelizmente, o assunto é normalmente tratado na nossa sociedade”, conclui.

A campanha para oficializar o Dia do Sexo possui um site exclusivo onde as pessoas assinam o manifesto e apoiam a criação da data. Também foi criada uma página noFacebook, além de um perfil no Twitter.

A ação tem como objetivo criar um dia para que todos aproveitem uma das melhores coisas da vida com saúde, conhecimento, bem-estar e segurança. A proposta é que a data se torne um evento no qual a sociedade brasileira possa discutir o assunto levando as pessoas a se questionarem mais, disseminar informações corretas, quebrar tabus, acabar com preconceitos e apoiar a conscientização do sexo seguro. Desde os primeiros manifestos sobre o Dia do Sexo o Promoview publica as ações de marketing promocional que acontecem em homenagem a esse dia. Vamos recapitular algumas ações que foram ao ar ao longo desses anos.

2009
Dia do Sexo comemorado com concurso cultural
. A promoção levou três acompanhantes para um final de semana na Pousada Katmandu, em Maresias (SP), além de sortear ingressos VIP para o camarote Dia do Sexo Celebration, que aconteceu no Sirena (SP), no dia 06/09.
Festa exclusiva comemora o Dia do Sexo
. A edição de 2009 do Dia do Sexo (06/09), contou com uma exclusiva celebração planejada pela Innova Group.


As ativações da Olla no Dia do Sexo
. Os internautas puderam acessar o site oficial ou o perfil no Facebook (Dia do Sexo) e participar do concurso cultural preenchendo, de forma criativa, as lacunas de um entre os quatro contos disponíveis.
Vale-sexo para comemorar o 6/9
. Essa foi a ação de marketing promocional que o canal Sexy Hot preparou para o Dia do Sexo, na sugestiva data 6/9.

E Hoje, o Que Vai Rolar?

A Sexy Hot vai distribuir quatro mil adesivos pelos bares da Zona Norte e Sul do Rio de Janeiro.

Os participantes deverão marcar no próprio adesivo aos que não resistem –  beijo, perfume, sussurro, pegada ou olhar 43. Quem entrar na brincadeira de forma mais animada receberá brindes do canal. Em prol do sexo seguro, a marca também distribuirá quatro mil preservativos.

Sabe de alguma promoção que está acontecendo? Manda pra gente!

 

 

LIVROS

 

. Ideias de Mikhail Bakhtin sobre a educação, a arte e a vida - Mikhail Bakhtin (1895-1975) foi um dos maiores filósofos do nosso tempo. O pensador russo é considerado um dos grandes pesquisadores da linguagem humana e do diálogo, e seus estudos influenciaram diversas áreas do conhecimento. Bakhtin também ofereceu valiosos conceitos e teorias sobre ética e educação, estética e arte, política e sociedade. O livro 'Educação, arte e vida em Bakhtin', lançamento da Autêntica Editora organizado por Maria Teresa de Assunção Freitas, oferece ao leitor uma coletânea de textos sobre o filósofo inspirada em seu círculo teórico, especialmente em suas ideias sobre educação, arte e sociedade.


 

 Organizado a partir do I Encontro de Estudos Bakhtinianos, que teve como tema central a responsividade bakhtiniana, o livro se estrutura, tal como o evento, em três eixos de trabalho: “Educação como resposta responsável”, “O contemplador: vivências estéticas e responsividade” e “Política como ação responsiva”, com o propósito de expor a articulação entre as dimensões ética, estética e epistemológica que ganham unidade na ação responsiva proposta pelo filósofo.

Tomando como tema teorias, teses e conceitos do filósofo acerca da sociedade, da ética, da educação, da arte e da estética, os autores produziram textos que revelam as potencialidades da filosofia bakhtiniana para diversos campos do conhecimento. 

De acordo com a pesquisadora Rita Ribes, que assina o prefácio, este livro oferece um dos múltiplos olhares que se pode ter sobre a obra do pensador: ”esta coletânea de textos, assim como o evento que os originou são também perspectivas a partir das quais se experimenta um olhar para a obra de Bakhtin. Uma maneira, entre as muitas possíveis, de nos vermos refletidos nas pupilas do autor e de perceber a infinidade de mundos que se abrem quando nossas indagações se encontram com as dele”. 

Sobre a organizadora - Maria Teresa de Assunção Freitas é professora aposentada da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), coordenadora do Grupo de Pesquisa Linguagem, Interação e Conhecimento (LIC), da UFJF, pesquisadora do CNPq (Bolsa de Produtividade de Pesquisa 1D) e da FAPEMIG. É professora visitante nacional senior/CAPES da Universidade Federal de São João del-Rei. Pela Autêntica, organizou os livros Cibercultura e formação de professores eLeitura e escrita de adolescentes na internet e na escola, que fazem parte da Coleção Leitura, Escrita e Oralidade.

. Humorista do Pasquim lança divertidas e corrosivas frases sobre o cotidiano brasileiro - “Dirceu era admirado por Millôr, Jaguar e Henfil, que se inspirou nele para criar o personagem Ubaldo, o paranoico”, conta o escritor Zuenir Ventura, sobre o jornalista, escritor e cartunista mineiro Dirceu Ferreira, que lança agora pela Editora Gutenberg o livro Máximas do Dirceu, uma coletânea de frases bem humoradas e ácidas.


 


Polêmicas e inteligentes, as opiniões curtas do autor fazem críticas à sociedade atual de forma provocativa e descontraída. As centenas de hilariantes frases são acompanhadas de desenhos do cartunista Nani.


 

No livro, é possível encontrar frases, charges e alguns fac-símiles de cartas e bilhetes de figuras importantes do cenário cultural brasileiro que influenciaram Dirceu e ao mesmo tempo foram influenciadas por seu trabalho, como Carlos Drummond de Andrade, Ziraldo, Henfil, Zuenir Ventura e até mesmo o jogador de futebol Tostão, que assina o prefácio da obra. 

Começou sua carreira de humor no Correio de Araxá e foi lançado nacionalmente no Pasquim, por Ziraldo, que relata: “Dirceu faz mais de cem frases por dia. Como qualquer ser humano normal. Todas engraçadas, eis a diferença”. Foi também colaborador regular no Estado de Minas e na Folha de S.Paulo

Na visão do filósofo Mário Sérgio Cortella, “as frases do Dirceu são humoradas e inteligentemente percucientes, bem afiadas e, como diz Ariano Suassuna, com memória de cachorro vingativo”. 

As críticas do jornalista têm a capacidade de provocar e despertar a admiração de leitores das mais variadas idades e gostos. Ao relatar cenas do cotidiano brasileiro com maestria, consegue promover ao mesmo tempo uma reflexão e uma risada, pois, como afirma Zuenir Ventura, “seus trocadilhos não são meros jogos de palavras”.

O próprio autorretrato do escritor já revela sua faceta humorística: “Meu nome é Dirceu Alves Ferreira. Nasci em Araxá, Minas Gerais (e os leitores vão me perdoar a dupla esnobação), em 1941. Quanto à minha velhice em si, embora alguns a vejam como uma fase bela, juro que jamais sentirei saudades dela.

Por causa da minha faixa etária, inclusive, um geriatra amigo meu me garantiu que, se eu continuar envelhecendo como estou, inevitavelmente sofrerei distúrbios fisiológicos que me levarão à morte. Ainda vivo por pura rejeição do lado de lá (rejeição dele, não minha).  Politicamente, sou de esquerda, embora a direita diga que ela não existe. Acho o capitalismo selvagem um pleonasmo.

Amante da liberdade, esse foi um segredo que guardei durante toda a época da ditadura. A respeito do aquecimento global, entendo que em breve só existirá ovo frito e meu entusiasmo pela flora e pela fauna se justifica porque sou saudosista.

Considero-me um feminista mais convicto que qualquer mulher, sendo por isso chamado de machista. Confesso que não sou dono da verdade, apenas a alugo. Afinal, confiando que o fim do mundo é pura invenção de realistas, garanto que sou muito otimista em relação ao passado.” Ao longo das páginas de Máximas do Dirceu, a diversão é garantida.

. Livros infantis resgatam  mundo da maior floresta do planeta - Com sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco milhões e meio de florestas, a Amazônia é hoje um dos patrimônios naturais mais valiosos de toda a humanidade.


 


Embora tenha uma importância ambiental incalculável para o planeta – como lar de uma infinidade de espécies animais, vegetais e arbóreas conhecidas e desconhecidas; como regulador no equilíbrio climático global; e como fonte de matérias primas alimentares, florestais, medicinais e minerais –, a Amazônia é ameaçada por inúmeras atividades predatórias, como a extração de madeira, a mineração, obras de infraestrutura e a conversão da floresta em áreas para pasto e agricultura.

Nesta semana, em que se comemora em 5 de setembro o Dia Mundial da Amazônia, a Editora do Brasil resgata alguns títulos de seu catálogo infantil que ajudam a conhecer esse mundo fascinante da Amazônia.

Para as crianças pequenas, a partir de 6 anos, a sugestão de leitura é Ele é Fante? Um estranho na Amazônia (24 páginas, R$ 22,70), do escritor e ilustrador Jótah, sobre um animal grande e diferente que passeia em plena Floresta Amazônica. Os bichos da região não entendem o que está acontecendo e querem saber quem é esse animal, que está chamando tanta atenção por onde passa. Acompanha um jogo de memória.

Já O guardião das florestas (48 páginas, R$ 32,20), de Maria Cristina Furtado, conta a história de Jaciara, que, na Floresta Amazônica, vive uma aventura que mudará por completo sua vida.

Em sua primeira viagem à região, a menina conhece Jari, um tio que tem a sua idade e um dom muito especial: conversar com os animais! Os dois, com a ajuda de um macaco barulhento e do Curupira, eles irão ajudar a defender a floresta de pessoas que buscam a riqueza a qualquer custo. O livro é indicado para crianças a partir do 4º ano do ensino fundamental.

Para os que já estão no 5º ano, a sugestão de leitura fica por conta de Uaná, um curumim entre muitas lendas (72 páginas, R$ 31,00), da escritora Alexandra Pericão.

O livro conta a história de um curumim que não é índio. Uaná é filho de pescadores, que mora no Alto Xingu. Seus amigos são o Saci Pererê, o Jabuti e outros seres do nosso folclore. Um dia, começa a viver aventuras do universo dos mitos e lendas do Brasil e fica fascinado com sua história e origem.

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