AUDITORIA DA COMUNICAÇÃO
AS
PALAVRAS
“Escolhi a vida.” (Eduardo Saboia)
DPZ PERDE
SEU P: MORRE FRANCESC PETIT
Adnews anunciou, sexta feira passada, com esse título, o falecimento do
Petit. Errou feio: quem perdeu o P não foi só a DPZ, foi a Publicidade.
A Publicidade mundial.
Não tive, infelizmente, a sorte de conviver com ele. Infelizmente, Petit
não gostava de mim, e não fazia a menor questão de esconder isso.
Tudo começou na década de setenta do século passado, quando um jornal
(ou uma Revista?) publicou entrevista dele e do
Zaragoza, descendo o malho em mim. Chamavam-me, entre outras coisas, de
racista medíocre. Tomei um susto.
Depois, no livro que escreveu, referiu-se ao Prêmio Colunistas. Citou os
fundadores – Armando e Cícero – e omitiu meu nome. Em 2000, eu o incluí em uma
lista dos mais importantes publicitários brasileiros. Ele deu outra entrevista,
acusando-me de pretender fazer meu nome às custas do dele.
Mas nada disso diminuiu minha admiração pelo Petit, a cujo talento a
Publicidade deve muito.
A notícia do falecimento dele me causou enorme tristeza. Enorme.
Como a DPZ comunicou o
falecimento
"Trabalhador incansável, dedicava-se 24 horas
por dia às soluções sempre criativas e aos problemas que lhe eram apresentados,
nunca temendo ser original e controverso. Tendo recebido uma educação artística
que veio reforçar uma vocação revelada desde muito cedo, Petit caracterizava-se
pela exigência de qualidade no acabamento de toda obra, não importando o meio
utilizado. Durante os últimos 50 anos, manteve grande amizade com José
Zaragoza, seu conterrâneo que veio a conhecer no Brasil, e com Roberto
Duailibi, com o qual trabalhara anteriormente em outras agências. Desde 1968
tornaram-se sócios da DPZ, empresa que ajudou a se tornar um exemplo de
integridade e honradez profissional, conhecida em todo o mundo.
Desde a juventude engajou-se de corpo e alma na
luta pela soberania e reconhecimento de sua terra natal, a Catalunha, e a ela
dedicou diversos livros, particularmente para revelar seu encantamento com
Barcelona. Naquela região, inclusive, restaurou uma casa antiga, onde costumava
passar alguns meses todos os anos e de cuja arquitetura se orgulhava muito.
Casado com Inês Mendonça Petit, que o acompanhou por mais de cinco décadas em todos os seus projetos de vida, na pintura, arquitetura, restauração e literatura, Petit deixa as filhas Isabel, Luiza e Julia e 5 netos.
Aos colaboradores da DPZ, clientes e amigos, deixa o exemplo de intenso amor à agência que ajudou a fundar e que se tornou ícone no mercado e a seus companheiros e o rigor na elaboração de seus projetos.
Seu corpo será velado a partir das 17h de hoje no Cemitério do Morumbi e será trasladado amanhã às 9 horas para o Crematório de Taboão da Serra.
DPZ Propaganda"
Casado com Inês Mendonça Petit, que o acompanhou por mais de cinco décadas em todos os seus projetos de vida, na pintura, arquitetura, restauração e literatura, Petit deixa as filhas Isabel, Luiza e Julia e 5 netos.
Aos colaboradores da DPZ, clientes e amigos, deixa o exemplo de intenso amor à agência que ajudou a fundar e que se tornou ícone no mercado e a seus companheiros e o rigor na elaboração de seus projetos.
Seu corpo será velado a partir das 17h de hoje no Cemitério do Morumbi e será trasladado amanhã às 9 horas para o Crematório de Taboão da Serra.
DPZ Propaganda"
A nota da Bombril
"A Bombril se sente órfã no dia de hoje", este é o sentimento de todo o grupo Bombril, com o falecimento de Francesc Petit Reig, sócio da DPZ, e criador do garoto Bombril, que marcou para sempre a história da empresa. Para Marcos Scaldelai, diretor comercial, marketing e P&D da Bombril, Petit foi um dos maiores nomes da publicidade brasileira e do mundo e sua invenção se confunde com a trajetória da própria empresa. "Todos sentiremos 1001 saudades....", finaliza.
5 marcas de Petit na
propaganda
Com a morte de Francesc Petit, a DPZ perdeu o seu “P” e a publicidade brasileira
perdeu um de seus maiores nomes. Antes da DPZ, Petit trabalhou na JWT e
McCann-Erickson, criou, junto com Zaragoza, uma botiwue criativa, mas foi mesmo
na agência que fundou junto com Zaragoza e Roberto Duailibi, que o também
pintor deixou a sua marca na propaganda.
Com
muita criatividade e a ajuda de Petit, a DPZ fez história, ganhou prêmios e
tornou a propaganda brasileira uma das mais conhecidas e reconhecidas no
exterior.
Foi
na agência da Avenida Cidade Jardim que ele usou toda a sua veia artística e a
bagagem que trouxe de seus cursos de pintura na Escola de Belas-Artes de
Barcelona e arte e propaganda no Studio de Joaquim Girbau, ambos na Espanha,
seu país natal.
Foi
também na DPZ que Petit formou com Washington Olivetto uma das maiores duplas
de criação da história da publicidade mundial.
Pintor
e publicitário também é autor de livros de propaganda, entre os quais
Propaganda Ilimitada, no qual fala sobre o negócio da propaganda, e Faça Logo
uma Marca, que trata sobre marcas famosas, sua importância e mostra marcas
criadas por ele.
Dentre
elas estão a do banco Itaú, a fabricante de alimentos Sadia e o franguinho
símbolo da empresa (chamado de Lequetreque), toda a identidade visual da GOL Transportes
Aéreos, entre tantos outros trabalhos de grande relevância para clientes e
mercado publicitário.
Com
Olivetto, Petit criou uma dupla genial, capaz de criar em grande quantidade e
sem perder a qualidade, como o próprio Washington já cansou de dizer.
Um
dos trabalhos mais marcantes é a campanha homem com mais de 40, criada para o
Conselho Nacional de Propaganda. O trabalho rendeu nada mais e nada menos que o
primeiro Leão de Ouro da publicidade brasileira.
Homem com mais de 40
Hoje
pertencente a poderosa BR Foods, a Sadia construiu a sua marca de uma maneira
muito interessante. Para que isso fosse possível, o mascote “Lequetreque”,
também conhecido como “Franguinho Sadia”, ajudou e muito na popularização da
marca, que também virou quase sinônimo da categoria de peru.
Uma
das primeiras aparições do Franguinho Sadia
Outro trabalho ao lado do comparsa Olivetto. Petit ajudou a transformar o tímido Carlinhos Moreno no maior garoto propaganda da história da publicidade mundial. O Garoto Bombril, que entrou no até no Guinness Book, esteve nas telinhas por mais de trinta anos e também ajudou a marca a se firmar como sinônimo da categoria de esponja de aço.
Compilado Bombril
Construir
personagens para as marcas era outro grande talento de Petit. Além do franguinho
da Sadia e o garoto Bombril, ambos citados acima, também marcou época na
publicidade brasileira a figura lendária do baixinho da Kaiser.
Primeiro comercial do baixinho da Kaiser
O
banco Itaú tem uma marca muito forte e está sempre no topo das pesquisas de
share of mind. Grande parte desse sucesso se deve ao trabalho de Francisc
Petit, que desenhou a marca que hoje estampa todas a comunicação visual da
empresa mundo a fora. (Redação
Adnews)
Criou também a marcas do Prêmio Colunistas, cujas características foram
copiadas, durante muitos anos, por várias empresas.
Florianópolis precisa do
Cidade Limpa.
UM JORNAL QUE PASSA DE MÃO EM MÃO
Depois de nove meses de negociações, o Grupo Traffic finalmente
anuncia a venda do jornal Diário de S.Paulo e da Rede Bom Dia de Comunicação,
formada por títulos regionais como Dia Bauru, Bom Dia Jundiaí, Bom Dia
Sorocaba, Bom Dia Taubaté, Bom Dia ABCD, Bom Dia Jaú, Bom Dia Marília, Bom Dia
Itatiba, Bom Dia São José dos Campos e Bom Dia Rio Preto.
O controle
acionário de ambos passa às mãos da Cereja Digital, empresa fundada em 2007 e
que, até então, era focada na oferta de soluções de mídia digital out of home –
sendo, inclusive, responsável pelas telas presentes na rede Extra de
hipermercados. Agora, a empresa passa a atuar também com a mídia impressa.
Comandado por J.
Hawilla, o Grupo Traffic abriu negociações pela Rede Bom Dia em janeiro deste
ano. À época, o empresário informou, porém, que o Diário de S.Paulo não fazia
parte dos planos de venda. Também está no grupo o controle da TVTEM, rede de
televisão afiliada à Rede Globo que atua no interior de São Paulo.
Com a
negociação, a Cereja Digital passa a ser o quinto controlador do centenário
Diário de S.Paulo. Nascido em 1884 como Diário Popular, pelas mãos de José
Maria Lisboa e Américo de Campos, o título permaneceu na família dos fundadores
até 1988, quando foi adquirido pelo grupo empresarial do político Orestes
Quércia.
Em 2001, a
Infoglobo assumiu o controle para transformá-lo em seu título na capital
paulista. Foi nessa época em que assumiu o novo nome. O jornal estava sob
liderança de J. Hawilla desde 2009. (Propmark)
Das duas uma: ou ministro
Levandowiski acredita mesmo na inacreditável inocência dos mensaleiros ou adota
essa posição para fazer birra com o ministro Joaquim Brbosa.
UM
HORROR!
Se
houvesse um premio para o pior comercial da indústria automobilística, daria
empate.
Destaque
especial para o comercial do Fiesta, que além de ruim apela para o excesso de
velocidade.
QUE
PENA!
A Artens veiculou anúncio sob o título
Não
deixe a vida mudar de direção.
O layout, muito inteligente, mostra uma cadeira de
rodas. Aí, a produção resolveu botar tudo a perder: simplesmente é impossível
ler o texto, que aparece todo borrado. Ou melhor, desaparece.
Por que a Habbib’s não cuida daquela casa da rua Rui Barbosa, em
Florianópolis? Será que não perceberam que do deplorável jeito que está, ela denigre
a imagem da empresa?
PROCURA-SE
DIRETOR DE ARTE
A GVT precisa de uma asgência que tenha um bom
diretor de arte. O anúncio página dupla que tem como título
Com
todo respeito...
é uma baita salada.
MAS
O REDATOR...
Paredes
Também
Contam
Histórias.
O título do anúncio assinado pela Helbor promete,
mas o texto é horróvel. O redator estourou a cabeça na parede.
TADINHOS...
José Dirceu já anunciou: se o ministro Levandowiski
não conseguir impedir e ele for pra cadeia, vai lavar roupa e cozinhar.
Valdemar Costa Neves também ficou bonzinho: anunciou
que aceita pagar a dívida dele.
E tem o José Genuino que, esperto, pediu
aposentadoria por invalidez.
ATÉ
TU, MARINA?
Marina Silva está forçando a barra para o STE
afrouxar e aprovar a Rede, partido que ela criou.
Perdeu meu voto.
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