Nos dias atuais, é fundamental entender e analisar os fatores que afetam o comportamento de compra para que os profissionais de marketing possam direcionar melhor seus esforços. A adoção de tecnologias digitais e as redes sociais têm motivado a mudança nos hábitos de consumo e as formas de relacionamento entre os consumidores e o varejo, fazendo surgir um consumidor digital e multicanal.
Este consumidor é mais exigente e racional em suas compras, na qual a
internet exerce grande influência na busca de informações para a escolha de
produtos, uma vez que possibilita comparações e informações sobre
características, preços e condições, serviços, garantias e formas de uso.
Devido ao crescimento da mídia internet e ao alto alcance que ela pode
proporcionar, os anunciantes utilizam uma variedade de formatos de propaganda.
Dentre as principais formas de propagandas online estão as redes sociais.
O papel do consumidor mudou e já não são mais indivíduos isolados;
agora, estão conectados uns aos outros. As redes sociais são utilizadas como
fontes de informação para os consumidores durante o processo de decisão de
compra. Esta rede de relacionamento pessoal que é composta por família, amigos
e conhecidos traz grande credibilidade para o potencial consumidor. Portanto, as
suas decisões são bem fundamentadas em informações e eles se tornam ativos no
processo, oferecendo feedback útil às empresas.
Em pesquisa realizada em novembro de 2012, por um grupo de pesquisadores
da área de Administração, foram ouvidos jovens de 16 a 26 anos da classe social
B, na qual os resultados apontam que, em relação à frequência de acesso à
internet, 82% dos pesquisados acessam diariamente, 10% acessam de duas a
três vezes por semana, 6% o fazem semanalmente, 2%, uma vez por mês e 2%
acessam ocasionalmente.
No que tange aos motivos de utilização da internet, 41% dos
entrevistados apontam o uso para entretenimento, 24%, para o perfil
profissional, 18% acessam para pesquisas/busca de informações de produtos e
serviços, 14%, para relacionamento e 3%, para compra.
Por sua vez, no que se refere ao uso das redes sociais, 37% dos
pesquisados utilizam o Facebook, 22%, o Twitter, 16%, o Orkut, 13% se valem do
Linkedin, 3%, o My Space, 8% optam por outras redes sociais e 1% não participa
de nenhuma rede social.
O perfil de utilização da internet e redes sociais encontrado na
pesquisa reforça a importância e diversidade de usos destes canais de
comunicação, seja para comunicar, entreter, buscar informação, reclamar ou
realizar compras.
Referente à compra de produtos pela internet, 58% dos entrevistados
informaram ter realizado compras por meio digital e 42% deles nunca realizaram
nenhuma compra. Em relação à influência das redes sociais na decisão de compra,
60% dos entrevistados informaram não sofrer influência e 40% alegaram ser
influenciados pelas redes.
Em relação às categorias de produtos mais pesquisados na internet, 31%
dos pesquisados procuram informações sobre eletrônicos, 23% vestuário, 15%
acessórios, 13% cosméticos/beleza, 11% serviços, 1% alimentos e 6% sobre outras
categorias. Quanto às categorias mais compradas pela internet observa-se que
27% dos entrevistados informaram comprar eletrônicos, 22% vestuário, 10%
acessórios, 7% cosméticos/beleza, 2% serviços, 2% alimentos e 30% não
realizaram nenhum tipo de compra.
A praticidade é o principal motivo alegado pelos entrevistados para
buscar informações nas redes sociais, com 44%. Na sequência, aparece a
conveniência de checar a opinião de amigos/usuários que tiveram experiência com
o produto/serviço (16%). As demais razões foram: encontrar ofertas e descontos
especiais (12%), por oportunidade de conhecer novos produtos e serviços (11%),
por ser um local de fácil interação com outros consumidores/empresa responsável
(10%), por ter maior credibilidade que a TV (4%) e por outros motivos (3%).
De modo geral, os resultados apontam que o uso das redes sociais como
fonte de busca ocorre para uma parcela significativa da amostra com 18% dos
pesquisados, porém verifica-se que a maior parcela de internautas ainda usa a
internet para o entretenimento (41%), apontando um grande potencial de
crescimento da atividade de busca de informações para subsidiar a compra.
Por sua vez, a praticidade é o principal motivo de busca de informações
nas redes sociais (44%). Estes resultados demonstram que o jovem busca agilizar
seu processo de compra, bem como preza pela segurança e validação de sua
escolha por meio da opinião dos amigos e usuários da rede.
Com o aumento da interação através das redes sociais, as empresas estão
cada vez mais atentas às mudanças no comportamento do consumidor, uma vez que
estes se encontram mais exigentes e buscam informações sobre produtos e
serviços neste canal. O consumidor usa as redes para buscar informações no
momento que antecede a compra, buscando comparar atributos, benefícios,
garantias e preços ou para mencionar experiências positivas ou negativas sobre
a aquisição e uso.
Interessante mencionar que este mesmo consumidor que hoje está
procurando informações que antecedem suas compras passa a divulgar informações
positivas ou negativas pós-compra. (Artigo encaminhado ao Adnews por Camila Leoni Nascimento Smith de
Vasconcellos, sócia-diretora da Agência LB Comunica)
A
UNIVERSIDADE PODE PROTEGER SUAS INVENÇÕES?
(Texto de Sabine Righetti, especialista em políticas de educação e
ciência) - Enquanto há quem diga que universidade não deve ter
patentes (proteção de suas invenções por até 20 anos), mas deve se preocupar
com ensino e formação de conhecimento, no Brasil cinco dos dez maiores responsáveis
por pedidos de patentes são justamente universidades.
USP,
Unicamp e as federais de Minas, do Rio Grande do Sul e do Rio estão no ‘top
ten’ em pedidos de patentes no Inpi (órgão que registra as patentes no Brasil),
ao lado de empresas como a Petrobras.
Os dados
são de uma pesquisa da Thomson Reuters divulgada nesta semana na CNI. Eu mediei
o debate.
“Isso é
bem incomum. Em geral as empresas estão na liderança dos pedidos de patentes”,
explica Rob Willows, vice-presidente global de negócios de propriedade
intelectual e ciência da Thomson Reuters.
Nos EUA,
as universidades também patenteiam —e muito. Mas são as empresas que lideram. A
IBM está no topo (bom, lá é possível patentear software, o que não acontece por
aqui).
A USP,
líder da lista nacional em pedidos de patentes feitos em 2011, registou 51
pedidos.
Poderia
ser bem mais.
Apesar de
as universidades brasileiras estarem melhor do que as empresas no cenário de
inovação (pelo na análise de inovação pelos pedidos de patentes), os cientistas
ainda patinam para solicitar a proteção de suas invenções e preferem publicar
artigos científicos. Faz sentido: eles são avaliados no governo pela sua
produção científica e não tecnológica.
No RUF (Ranking Universitário Folha), quatro
pontos em cem são dados para universidades que fizeram pedidos de patentes de
2002 a 2011 no Inpi. Metade das 192 universidades analisadas não fizeram nenhum
pedido no período.
A
inclusão de solicitação de patentes entre os critérios de qualidade analisados
no RUF segue metodologias consolidadas de rankings. Todas as principais
listagens nacionais e internacionais de universidades dão pontos para quem pede
ou tem patentes.
Quem
defende tende a argumentar que a patente revela uma proximidade da instituição
de ensino com o setor privado, algo essencial em carreiras como engenharias
(apesar de que, vale lembrar, pedido de patente não significa produto novo no
mercado. A patente tem de ser aprovada e, depois, licenciada – no Brasil, esse
caminho pode levar dez anos).
Quem
critica costuma dizer que a universidade, principalmente a pública, não pode
proteger o que produz da sociedade. Muito menos ganhar royalties com isso.
O assunto
é controverso. O que você acha?
AS 10
MARCAS MAIS VALIOSAS DA AMERICA LATINA
Mais uma vez a BrandAnalytics, empresa da
Millward Brown Optimor, revelou o ranking das 50 marcas mais valiosas da
América latina, ranking publicado pela WPP. De acordo com a lista BrandZTM Top
50, a marca mexicana de cervejas Corona aumentou seu valor de marca em 29% e
atingiu o topo, com valor estimado em US$6.6 bilhões. O Brasil tem o
maior número de marcas entre as dez primeiras; 4 no total. São elas Skol,
Petrobras, Bradesco e Itaú.
A Petrobras, gigante brasileira
da área de energia que liderava o ranking em 2012 com o valor de
US$10.6 bilhões, agora se coloca em quarto lugar com o valor de US$5.8 bilhões.
A redução de 45% no valor da marca se deve a desvalorização das suas ações no
mercado de capitais, segundo o estudo.
O BrandZTM Top 50 analisou marcas da Argentina,
Brasil, Chile, Colombia, Peru e México. Juntos, estes países representam cerca
de US$4,75 trilhões em PIB, o equivalente a quarta maior economia do mundo
depois do Japão. É o único ranking que considera a percepção dos atuais e
potenciais compradores da marca, além dos dados financeiros para calcular o
valor.
O valor total das marcas no Top 50 em 2013 chega a
US$135.3 bilhões, similar ao valor de 2012 que era de US$135.7 bilhões. Entre
os segmentos do ranking, o que mais cresceu foi o de consumo de massa, com 73%.
Destaque para a categoria de cervejas, que teve aumento de 96% em seu valor e
domina a lista das dez mais valiosas.
A categoria com a maior queda em valor de
marca no geral foi serviços (telecomunicações e empresas aéreas) com 31%, muito
em consequência do declinio da indústria de telecomunicações em toda a região.
Telcel (México) foi uma das marcas que mais contribuiu para esta queda, caindo
22% em valor.
O Brasil que tinha a maior participação em valor no
ano passado, cai para a segunda posição com uma redução de 34% para 28%.
Fatores incluindo a desvalorização da Petrobrás no mercado de capitais e a
queda no valor da marca Bradesco (-18%) e Itaú (-39%) depois da estratégia do
governo em estimular a economia com base na redução de taxas de juros impactou
seus resultados financeiros.
Top 10: Marcas
Latinoamericanas Mais Valiosas - 2013
|
Posição
2013
|
Categoria
|
Marca
|
Valor
Marca 2013 ($M)
|
Mudança
Valor
Marca
|
Mudança
Posição
|
País
|
|
1
|
Cerveja
|
Corona
|
6,620
|
29%
|
6
|
México
|
|
2
|
Telecomunicações
|
Telcel
|
6,577
|
-22%
|
0
|
México
|
|
3
|
Cerveja
|
Skol
|
6,520
|
39%
|
5
|
Brasil
|
|
4
|
Energia
|
Petrobrás
|
5,762
|
-45%
|
-3
|
Brasil
|
|
5
|
Varejo
|
Falabella
|
5,611
|
7%
|
1
|
Chile
|
|
6
|
Instituições
Financeiras
|
Bradesco
|
5,492
|
-18%
|
-3
|
Brasil
|
|
7
|
Energia
|
Ecopetrol
|
5,137
|
21%
|
4
|
Colombia
|
|
8
|
Telecomunicações
|
Claro
|
4,454
|
3%
|
2
|
Latam
|
|
9
|
Instituições
Financeiras
|
Itau
|
4,006
|
-39%
|
-5
|
Brasil
|
|
10
|
Cerveja
|
Aguila
|
3,903
|
N/A
|
Novo
|
Colombia
|
Redação Adnews
KELLOG SCHOOL OF MANAGEMENT
(Por Claudia
Miranda Gonçalves. Com experiência de 18 anos na área de desenvolvimento
humano, atendeu mais de mil executivos e jovens talentos em empresas como ABN
AMRO, BankBoston, Roland Berger Consultoria e A.T.Kearney como consultora para
desenvolvimento de pessoas e grupos de trabalho, coaching e planejamento de
carreira e MBA. Graduada em Psicologia com pós em Psicologia Clínica na USP,
tem formação em instituições certificadas pela European Coaching Association e
pelo International Coaching Institute e certificação da International Coaching Community).
Kellogg é uma das escolas top 10 dos Estados Unidos
que no início dos anos 2000 ocupou por vezes consecutivas o topo do ranking das
escolas de negócios. A escola é
referência quando se pensa em um ambiente colaborativo e gerenciado pelos
alunos.
A escola sempre deu muito suporte a iniciativas de
seus alunos, seja quando estes propunham novas disciplinas, novas atividades
extracurriculares ou mesmo novas áreas de concentração. Empatado com a fama de escola colaborativa,
está seu prestígio como a melhor em concentração de marketing, graças a que as
principais empresas de bens de consumo recrutam por lá.
Kellogg é uma excelente escola de general
management. O departamento de finanças de Kellogg também é muito forte, sendo
que na região de Chicago, seus alunos disputam igualmente as vagas de serviços
financeiros com seus concorrentes de Booth.
Uma grande porcentagem de seus alunos é recrutada pelas principais
consultorias de presença global. Em 2012 39% dos graduandos foram trabalhar em
consultoria. Outros tantos alunos foram
trabalhar em tecnologia, empresas como Amazon, Google, Apple e Microsoft.
Em 2010 Kellogg deu boas vindas à sua nova Diretora
Sally Blount. Depois de cerca de seis anos encabeçando o ranking de escolas de
MBA americanas, Kellogg passou por alguns anos
mais difíceis, perdendo diversas posições no ranking.
A nova Diretora veio renovar e revigorar a escola e
em dois anos já fez diferença. Além de
iniciar a construção de um novo prédio para abrigar a escola de negócios,
orçado em US$200 milhões, ela liderou uma reorganização da liderança da escola,
lançou a nova campanha de posicionamento que terá suporte da restruturação do
conteúdo do curso.
O novo posicionamento da escola: “Think Bravely: We
believe that business can be bravely led, passionately collaborative, and world
changing.”
No MBA tradicional de dois anos, Kellogg oferece
nove cursos nas áreas fundamentais como gestão, organizações, contabilidade,
marketing, finanças, ciências da decisão, operações, estratégia. Antes do
início do segundo ano, os alunos fazem meio crédito em Valores e Gestão de
Crise.
No segundo ano, os estudantes também devem escolher
alguma eletiva global como Negociação cros-cultural, Finanças Internacionais,
Estratégia de Negócios Internacional, ou ainda algum intercâmbio internacional.
Em 2012, Kellogg matriculou 658 alunos: 477 no programa de dois
anos, 100 no programa de um ano, 64 no seu programa triplo-M (um duplo diploma
com a escola de engenharia), e 27 em seu
JD-MBA para advogados.
Kellogg nos rankings:
BusinessWeek (2012): 5
Forbes (2011): 7
U.S. News & World Report (2012): 4
Financial Times (2012): 16 (Global), 9 (U.S.)
The Economist (2012): 20 (Global), 13 (U.S.)
Os Programas
Full-Time - 2
anos
Kellogg tem o tradicional programa de 2 anos, o
maior na escola. Há uma opção acelerada,
feita em um ano, em que as matérias fundamentais dão lugar a eletivas e
aprofundamentos; para essa versão, é necessário ser formado em administração ou
comprovar proficiência nesta. Ainda no modelo de dedicação exclusiva, há dois
programas de duplo diploma, um com o departamento de engenharia e outro com o
de direito.
Part-Time
Para aqueles que querem cursar o MBA sem deixar o
trabalho, Kellogg oferece a opção de aulas vespertinas ou aos sábados no campus do centro de
Chicago. Esta opção aceita apenas alunos
que moram na região.
Assim como a versão full-time de um ano, há uma
versão acelerada para o part-time também, que pode ser concluída em pouco mais
de um ano.
MBA Executivo
Oferecido em duas localidades, em Evanston e em
Miami.
Kellogg
possui parcerias com escolas de primeira linha ao redor do mundo. Assim,
os alunos do MBA executivo podem cursar eletivas em Chicago, Miami, Hong Kong, Alemanha,
Israel e Canadá.
Os alunos do
EMBA podem participar do Programa
de Aceleração de Carreira Executiva – Executive Career Acceleration Program
(ECAP), um programa pioneiro em parceria com a Korn/Ferry, consultoria de talentos
e liderança.
QUANDO AS
MARCAS PERDEM O QUE AS MANTÊM VIVAS
(Por Tania Savaget.
Originalmente publicado no BlueBus e no Congurus) - Temos
acompanhado muitas histórias de empresas brasileiras que vêm abrindo capital,
sendo compradas ou se juntando a outras sob muitas possibilidades de relação
comercial – parcerias, acordos etc.
O momento econômico é propício e parece que, quem
não surfar esta onda estará ficando para trás, para sempre. Seja qual for o
modelo, a lógica é sempre muito parecida. O que mais tenho acompanhado são
empresas familiares, que estão na 1ª, 2ª e até 3ª geração, pressionadas interna
e externamente e que, para continuar no jogo, precisam se profissionalizar.
Precisam de investimentos para melhorar processos,
preparar suas equipes, inovar, ganhar produtividade, eliminar perdas, adequar
ofertas, ajustar proposições de valor. E, junto com o investimento vem a
cultura de olhar apenas para o lado tangível das empresas e de achar que uma
única fórmula serve para todos os segmentos e negócios.
Na busca pelo curto prazo deixam morrer os
diferenciais que mantinham os processos rodando; as tecnologias ocultas, que
faziam a proposta de valor ser entregue com excelência; o propósito que fazia
as equipes se engajarem e trabalhar na sua melhor potência; os rituais,
comportamentos e, principalmente, os valores que estavam presentes desde o
início da criação da empresa e se transformaram em cultura.
É claro que tudo pode evoluir, melhorar, ganhar
novos contornos, até porque os tempos hoje são outros e é preciso se adequar ao
que chamam de “espírito da época”. Mas imaginar que se pode ignorar os
intangíveis que mantêm as empresas vivas é um grande equívoco.
Tenho ouvido com muita frequência de amigos que
ocupam cargos importantes em empresas de diferentes mercados que, por algum
motivo, o fio que os unia aos valores da marca se romperam.
O foco exclusivo no aqui e agora, a perda de visão
de longo prazo, a falta de significado nas decisões tomadas, o abandono do
propósito por trás da criação de produtos e serviços, a lógica 100% financeira
são alguns dos motivos de desconforto.
Alguns vão buscar projetos pessoais para colocar sua
energia em algo que acreditam. Outros estão indo embora, buscando lugares onde
o combinado parece ser mais transparente e honesto. Ignorar o pulso das
empresas, o que faz as pessoas trabalharem juntas por um objetivo que tem
sentido e significado é um passivo que precisa ser contabilizado. Existem
capitais humanos, sociais, culturais por trás dos econômicos.”
MOVIMENTO
BRASILEIRO QUER MANDAR MENSAGEM A OBAMA
O Movimento Bandeiras Brancas fundado por Brunno Barbosa, em conjunto
com o criativo Guilherme Lemos, acaba de lançar uma nova campanha contra uma
possível 3ª Guerra Mundial. O intuito da campanha é fazer um anúncio de página
inteira no Jornal New York Times para enviar uma mensagem de impacto para o
presidente Obama. Um hotsite hospeda uma plataforma de crouwdfounding onde os
recursos referentes a veiculação são angariados, os pagamentos são via
PagueSeguro do Uol.
Os usuários que ajudarem, vão ter os seus respectivos nomes estampados
no anúncio e vão receber kit's elaborados pelo movimento que inclui colares,
camisetas, adesivos e etc. Tanto o hotsite produzido por Lucas Barbosa, quanto
o vídeo feito pela Produtora Sings têm versões em inglês e português. "A
ideia é tentar alcançar não só os brasileiros, assim como o resto do
mundo" declara Barbosa. (Redação Adnews)
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FIESC ORGANIZA
EVENTOS INTERNACIONAIS
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A FIESC traz a
Santa Catarina, nas próximas semanas, mais de uma dezena de especialistas de
oito países, além de brasileiros, nas áreas de qualidade de vida, alimentos,
têxtil e educação. Eles participarão de quatro workshops internacionais, três
deles em Florianópolis e o outro em Blumenau.
Nesta sexta (27), o Workshop Internacional de Qualidade de Vida terá palestrantes da Alemanha, Estados Unidos, Portugal e Brasil. O evento será na FIESC, com promoção do SESI/SC. De 30 de setembro a 2 de outubro, também na FIESC especialistas dos Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Bélgica, Austrália, além do Brasil, participam do Workshop Internacional de Processamento Não Térmico de Alimentos, promovido pelo SENAI/SC, em parceria com a Embrapa. Alternativos a tratamentos térmicos (como a pasteurização), os processos não térmicos mantém características sensoriais e dão mais durabilidade aos alimentos. No dia 14 de outubro, Blumenau sediará o Workshop Internacional Têxtil, Vestuário e Design, promovido pelo SENAI, com a presença de palestrantes da Itália (instituto Poli.Design), Alemanha e Brasil. Por fim, no dia 17 de outubro, será realizado o workshop internacional de educação promovido pela FIESC, por meio do Movimento A Indústria pela Educação, com Seija Mahlamäki-Kultanen, da Finlândia, que apresentará o sistema educacional do País que é o primeiro no ranking mundial do PISA em qualidade de educação, além de Marcos Frank, da McKinsey & Company; Marina Bassi, do Banco Interamerican de Desenvolvimento (BID), José Pastore (USP) e Luis Pascoal, presidente do Todos pela Educação. (Fonte: Fiesc) |
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LANÇADO
APLICATIVO PARA SMARTHPHONES E TABLETS
O canal Combate prepara o lançamento de uma nova oferta de aplicativos e
o primeiro deles já está disponível. O app Combate, para tablets e smartphones,
dá acesso às principais notícias sobre MMA e vídeos, além de disponibilizar
toda a programação do canal. A aplicação também permite que o usuário selecione
programas e eventos favoritos para receber um alerta no início das exibições.
As versões para IOS e Android já podem ser baixadas, inteiramente
grátis. O canal Combate também promete outros aplicativos com um acervo de mais
de mil lutas e eventos ao vivo. O APP faz parte do +Combate, que representa as
novas ofertas do canal em VOD, TV Everywhere e APPs.
O canal Combate é a emissora oficial do UFC no Brasil, primeiro canal em
todo o mundo com 24h de programação dedicadas às artes marciais, comercializado
pelas operadoras de TV por assinatura NET, SKY, Oi TV, Claro TV, GVT e Viacabo. (Redação Adnews)
O GLOBO E EXTRA PROMOVEM
AÇÃO MOBILE INÉDITA
Para promover de forma criativa e inédita a Raspadinha do Rio Golaço da Loterj, O Globo e Extra lançaram uma ação divertida para os canais mobile em parceria com a Binder e Hebara, empresa que desenvolve e distribui os produtos lotéricos da Loteria do Estado do Rio de Janeiro.
A
ação tem duração de dois meses. O banner da Raspadinha do Rio Golaço está
disponível no app O Globo Notícias, no Site Mobile do GLOBO e no site
mobile do Extra. Ao clicar, o leitor é levado a uma landing page
interativa da Raspadinha do Rio Golaço. Basta escolher um dos quatro grandes
times do Rio e raspar com o dedo sobre a mensagem, que revelará uma curiosidade
do seu time.
Os
textos foram escritos pelo jornalista Marcos Eduardo Neves, autor da
bibliografia do jogador Heleno, entre outras. São cinco curiosidades
diferentes de cada time.
“A
aposta em uma ação Mobile reflete os esforços da área digital do Globo
em oferecer produtos diferenciados aos anunciantes. Essa campanha confirma que
estamos no caminho certo. Queremos cada vez mais criar novas opções aplicáveis
às diversas plataformas disponíveis no mercado”, afirma Lizandra Magalhães,
especialista de mobile da gerência de desenvolvimento comercial digital da
Infoglobo, liderada por Thiago Bispo.
“Planejamos
a ação com o objetivo de levar para a mídia a dinâmica do produto. A Raspadinha
do Rio é uma loteria instantânea, de benefício imediato, com entrega de
entretenimento e prêmios. Essa mesma dinâmica foi levada para o mobile, para
promover a experiência de raspar no touch screen, premiando o torcedor com
informações sobre o seu time”, explica Denise Vieira, planejamento de mídia da
agência Binder.
A
ação foi aprovada em conjunto com os times cariocas (Botafogo, Flamengo,
Fluminense e Vasco) e será oferecida apenas para o sistema iOS (iP hone). Parte
da receita com a venda do produto físico é destinada aos times. (Fontes: Melina Nascimento | Approach Comunicação Integrada |
Portal da Propaganda)
SONY
ATACA NA COPA DO MUNDO
A Sony Brasil lançou oficialmente a sua nova campanha de marketing, com
o conceito “Viva a Copa da Sua Vida”, desenvolvido pela agência DAVID. Composta
por sete filmes, ela apresentará os diferenciais de cinco categorias de
produtos da empresa (TV, Home Theater, Áudio, Câmeras Digitais, duas peças
relativas às séries FIT e Duo de Notebooks e um filme de marca), que é
patrocinadora oficial da FIFA.
Partindo do insight de que os doze estádios da Copa comportarão apenas
uma pequena parcela da população, a campanha mostra que com os produtos Sony e
seus principais features, a casa de qualquer brasileiro pode se tornar um
estádio. “A Copa vai ser jogada em 12 estádios, mas pode ser vivida em mais de
200 milhões. Visualmente, essa ideia foi passada através de holofotes, usados
nos filmes para iluminar esses novos “estádios” da Copa”, afirma Jorge Ponce
Betti, Diretor de Criação da DAVID.
Os filmes publicitários foram rodados entre os dias 24 e 26 de julho, em
São Paulo, sendo que quatro deles contaram com a participação do embaixador da
marca no Brasil, Rodrigo Faro. Este é o segundo ano seguido em que o ator e
apresentador protagoniza os filmes da Sony, já tendo participado dos filmes da
campanha “Joga Aí”, em 2012.
“Em 2013, a Sony dobrou o investimento em sua campanha de marketing, de
olho nas oportunidades que a Copa do Mundo FIFA 2014 oferece, especialmente
tendo em vista que somos patrocinadores oficiais do evento”, afirma o Diretor
de Marketing e Comunicação da empresa, Carlos Paschoal.
No total serão investidos R$ 500 milhões até o evento. Segundo o
executivo, as peças serão veiculadas na TV a cabo, cinemas e na internet.
“Através de produtos inovadores, como a TV com tecnologia 4K e o Botão Torcida,
que está presente na linha de Home Theater com blu-ray integrado, a
Sony levará a Copa do Mundo para as ruas e casas de cada um dos mais de 200
milhões de brasileiros”, explica o executivo.
As peças foram gravadas em um amplo casarão no bairro do Alto de
Pinheiros e em uma chácara na Granja Viana, ambos na cidade de São Paulo, e de
uma equipe composta por 50 profissionais, entre atores e equipe de gravação. A
produção ficou por conta da Landia, produtora com escritórios em São Paulo,
Buenos Aires e Los Angeles. Os filmes foram gravados em vários ambientes,
incluindo uma piscina. (Redação
Adnews)
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INOVAÇÃO NO BRASIL AINDA É
TÍMIDA
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Apesar do bom discurso sobre
inovação, o Brasil ainda é muito tímido na prática, é o que afirma o
superintendente do IEL Nacional, Paulo Mól. De acordo com ele, os empresários
reconhecem que a inovação é um fator vital para o negócio, no entanto ainda
enfrentam dificuldades de torná-la constante em seus processos. Cursos
voltados à gestão da inovação, como o promovido pelo IEL/SC, entidade da
FIESC, em parceria com HEC Paris, são iniciativas importantes para que o tema
ganhe visibilidade no cenário nacional.
Durante a abertura do programa de Educação Executiva do IEL, realizada na terça-feira (17), em Florianópolis, Paulo disse que a inovação contribui para o crescimento do País porque eleva a competitividade das empresas e a produtividade dos indivíduos. "Por isso, formar gestores na área de inovação é importante nesse contexto. É fundamental engajar as pessoas, mas elas precisam de preparo e capacitação", alertou. "Pessoas criativas, que pensam de maneira livre e fora do contexto, e procuram soluções onde as pessoas não enxergam, são importantes no processo, mas inovação requer mais que isso", afirma Paulo. "Vai além de um pensamento articulado e aberto, é a sistematização do processo. Uma vez escolhida a direção, é hora da metodologia, do trabalho e do estudo", completa. De acordo com o superintendente do IEL/SC, Natalino Uggioni, no encontro que se encerrou na sexta-feira (20), os gestores de diversas organizações compartilharam experiências e informações. "Além disso, os participantes puderam interagir com os três professores da HEC Paris", disse. O curso foi conduzido de acordo com as expectativas manifestadas pelos 41 participantes. "Os alunos trabalharam na definição de estratégias, mas também entenderam o papel do gestor para colocar isso em prática", detalha. O treinamento faz parte do programa de Educação Executiva do IEL que capacita executivos na utilização de ferramentas e técnicas aplicáveis no dia a dia dos negócios. A HEC Paris, parceira na realização da capacitação, é a primeira do ranking internacional do Financial Times em cursos dessa natureza. Com 30 anos de experiência e especialização na formação de gestores e tomadores de decisão no mundo, a HEC capacita, em média, 8,5 mil gerentes por ano e possui 52 empresas parceiras, entre elas Google, L'ORÉAL, GE, Orange, Danone, Allianz e Renault. A HEC também oferece cursos de pós-graduação e programas de formação continuada. (Fonte: Fiesc)
NO
PANAMÁ O VII FÓRUM DE COMPETITIVIDADE DAS AMÉRICAS
A República do Panamá, em coordenação com a
Organização dos Estados Americanos (OEA) e com a Rede Interamericana de
Competitividade (RIAC), irá sediar o VII Fórum de Competitividade das
Américas em outubro de 2013 sob o tema "Infraestrutura e tecnologia que
moldam os países de hoje".
O Panamá experimentou um rápido crescimento econômico, tornando-se o quadragésimo país mais competitivo em apenas três anos e o segundo na América Latina.
"Estamos muito satisfeitos por sediarmos o fórum este ano", declara
o presidente Ricardo Martinelli. "O Panamá experimentou crescimento
econômico e prosperidade inigualáveis durante os últimos cinco anos, o que
levou a uma grande expansão nos investimentos estrangeiros diretos. Esperamos
demonstrar que ter uma mentalidade empresarial no desenvolvimento de
políticas sólidas é um verdadeiro bem para o país e para sua população."
O Fórum de Competitividade das Américas (FCA) é o evento mais proeminente do
hemisfério ocidental para governos e líderes empresariais discutirem métodos
inovadores para obterem competitividade econômica e promoverem a inovação nas
Américas. Reúne os representantes que formam a Rede Interamericana de
Competitividade (RIAC), além de quase 1.200 autoridades líderes do hemisfério
dos setores governamental e privado e acadêmicos das instituições mais
prestigiosas das Américas.
O Fórum de Competitividade das Américas será realizado na Cidade do Panamá,
de 2 a 4 de outubro de 2013, no Hotel Westin Playa Bonita.
Fontes: HDMK, LLC em nome da República do Panamá | Informações adicionais estão arquivadas no Departamento de Justiça, Washington DC | Portal da Propaganda) OK!!! |
ALGUMAS QUESTÕES DE
PORTUGUÊS
Você
sabe…
…qual é a origem da palavra silhueta?
E de onde vem o complexo de Édipo?
1. A palavra silhueta vem de Étienne de Silhouette,
que foi ministro das Finanças da França no século XVIII e que tinha a mania de
recortar em papel o perfil de amigos e colegas. Segundo a história, seus
projetos, sempre grandiosos, invariavelmente acabavam em fracasso. Tudo aquilo
que tinha um aspecto inacabado ou incompleto passou a ser conhecido por “à la
Silhouette”.
2. Édipo é o protagonista de uma das maiores obras
da literatura clássica grega. Nessa famosa tragédia escrita por Sófocles,
Édipo, rei de Tebas, cidade do Antigo Egito, sem saber apaixona-se pela própria
mãe. Ao descobrir a verdade, Édipo tem seu fim trágico arrancando os próprios
olhos.
Em razão disso, hoje em dia, o complexo de Édipo é a
atração carnal do filho pela mãe. Segundo a psicologia, tal comportamento é uma
etapa natural no desenvolvimento da criança. O complexo de Édipo só passa a ser
doentio se continuar na adolescência.
Quando a filha se
sente atraída pelo próprio pai, temos o complexo de Electra,
também personagem da literatura grega, mas isso é outra história…
A
DICA
Verbos – parte 7
1ª) Se eu DIZER ou DISSER?
O certo é “se eu DISSER”.
futuro do subjuntivo do verbo DIZER é:
Se eu DISSER
tu DISSERES
ele DISSER
nós DISSERMOS
vós DISSERDES
eles DISSEREM
Os verbos regulares não fazem diferença entre o
infinitivo e o futuro do subjuntivo:
“Ao ENTRAR em campo, o Flamengo foi aplaudido.”
(=infinitivo)
“O Flamengo exigiu segurança para ENTRAR em campo.”
(=infinitivo)
“Quando o Flamengo ENTRAR em campo, será aplaudido.”
(=futuro do subjuntivo)
“Se o Flamengo ENTRAR em campo, será aplaudido.”
(=futuro do subjuntivo)
Os verbos irregulares fazem diferença:
“Ao SABER a verdade, começou a chorar.”
(=infinitivo)
“Se SOUBER a verdade, começará a chorar.” (=futuro
do subjuntivo)
“Ele veio até aqui para DIZER a verdade.”
(=infinitivo)
“Quando ele DISSER a verdade, ninguém acreditará.”
(=futuro do subjuntivo)
2ª) Ele ENTUPE ou ENTOPE?
As duas formas são aceitáveis.
Os verbos ENTUPIR e DESENTUPIR, hoje, são abundantes
(=apresentam duas formas corretas):
Tu entupes ou entopes; desentupes ou desentopes;
Ele entupe ou entope; desentupe ou desentope;
Eles entupem ou entopem; desentupem ou desentopem.
3ª) Que ele ESTEJA ou ESTEJE?
O certo é ESTEJA.
A desinência do presente do subjuntivo do verbo
ESTAR é “a” (=ter, ser): que eu ESTEJA, TENHA, SEJA…
Portanto, quem diz “teje preso” talvez “esteje
passando mal” ou “seje inguinorante”.
O
DESAFIO
Que é um numismata?
a) colecionador de moedas e medalhas;
b) colecionador de selos de correio;
c) principiante, novato.
Reposta:
Letra (a). Numismática é a ciência que se ocupa das
moedas e medalhas. Quem coleciona selos é filatelista, e um principiante ou
novato pode ser um neófito.
DÚVIDA
DO LEITOR
Deu num bom jornal: “Nenhum dos 126 passageiros e 15
tripulantes ficaram feridos.”
Os nossos leitores têm razão. É uma regrinha básica
de concordância verbal que não foi seguida: o verbo deve concordar com o núcleo
do sujeito. No exemplo acima, o núcleo é “nenhum”. Afinal ninguém ficou ferido.
O verbo deveria estar no singular: “Nenhum dos 126 passageiros
e 15 tripulantes ficou ferido” (Sérgio
Nogueira, no GI).
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