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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

AGÊNCIAS DE ESPIONAGEM E A SEMIÓTICA


(Nelson Valente,  Professor, jornalista e escritor no Portal da Propaganda) - Nasce, no limiar do Século XX, a semiótica. Ao longo de quarenta anos, um homem, numa assombrosa quietude, havia construído, paciente e criteriosamente, uma ciência que se tornou um legado para a humanidade. Este filósofo, chamado Charles Sanders Peirce, até poucas horas antes de sua morte, lutava, na verdade, pela criação da lógica, com o estatuto da ciência. Sua vida, no entanto, foi uma travessia dialógica consigo mesmo, pois nenhuma universidade sequer o considerou como lógico e tampouco filósofo. Não é de se espantar, porém, que só um ser humano capaz de lançar-se numa aventura bem sucedida, rumo ao conhecimento pleno de 2.500 anos de cultura filosófica, fosse capaz de conduzir-nos à criação de uma filosofia científica da linguagem: a semiótica. Charles Sanders Peirce não foi um homem de seu próprio tempo, mais foi o homem que desvendou a amplidão científica para todos os tempos.



A semiótica, cada vez mais, vem sendo utilizada no campo comunicacional como método de pesquisa nas mais diversas áreas, seja nos estudos das linguagens musical e gestual, da linguagem fotográfica, cinematográfica, pedagógica e pictórica, bem como pela linguagem poética, publicitária e jornalística. Assim, fica cada vez mais evidente a necessidade de se compreender a relação do homem e a infinidade de signos existentes em nossa sociedade atual. A linguagem humana tem se multiplicado em várias formas e novas estruturas e novos meios de disseminação desta linguagem têm sido criado. Agências de espionagem se referem frequentemente aos seus vários tipos de coletas de inteligências com o sufixo "INT", tais como "SIGINT", para coletar inteligência de sinais ou comunicações, e "HUMINT", para a inteligência humana, ou espionagem, através da semiótica.




Cientistas norte-americanos, já no início da década de 80, descobriram uma onda cerebral que lhes permitiu observar o funcionamento da mente e até da consciência. Esta sutil onda cerebral só aparecia quando o indivíduo descobria uma falta de sentido no final de uma frase comum (“A faxineira varreu o chão com réguas”). A onda aparecia registrada numa tela logo que a mente reagia ao absurdo. Trata-se então de uma sutil assinatura elétrica da mente humana, relatada pelo doutor Steven A.Hillyard, da Universidade da Califórnia. Estes sinais que acompanhavam processos mentais específicos foram chamados event-related-potencials (ERPs).




A citada experiência científica comprova hoje, mais do que nunca, que, além de a vida do homem moderno ser regida por signos, os meios de comunicação empenham-se numa luta contra a esteriotipação da linguagem diária, uma vez que, quanto mais previsível for uma mensagem, tanto menor será a informação dessa mensagem. Isto não é nenhuma novidade. Compara-se a frase comum como “Ponha um vaso sobre a mesa” com a famosa e  bem antiga frase de propaganda “Ponha um tigre no seu carro”.




As mensagens criptográficas foram usadas nos anos 60 também como recurso de publicidade: no longplay Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, lançado pelos Beatles em abril de 1967, na Inglaterra, e em outros longplay subsequentes, havia uma série de “pistas” que indicavam uma suposta morte de um dos componentes da banda, Paul MacCartney. A capa do LP, que é uma verdadeira obra artística de montagem, apresentava uma série de índices e ícones como a mão espalmada sobra a cabeça de Paul (indicando parada) e, dentre numerosas fotos, a do poeta da morte, Edgar Allan Poe.




O cérebro do homem é uma máquina hipercomplexa que, embora com funcionamento globalizante, é inteiramente fracionado em suas funções, as quais vão desde a lembrança do nome de um amigo até as de resolução dos problemas mais intricados da vida de uma pessoa. O cérebro tem perto de trinta bilhões de neurônios, uma parte dos quais especializados, outra a ser desenvolvida ao longo da vida, conforme a vivência de cada pessoa. Há neurônios capazes de identificar cores; outros, formas; alguns, movimentos.




Os dois hemisférios cerebrais apresentam características diferentes. O esquerdo encarrega-se das atividades lógicas, verbais e matemáticas: respeita a sequência, nomeia, encaixa, verifica linearmente, analisa, conceitua, usa signos linguísticos, considera importante a sintaxe. O direito processa as imagens e a intuição: vê similaridade (é analógico), é emoção, busca os paradigmas e rejeita os sintagmas, usa signos icônicos (navega melhor no “Windows” do que no “DOS”, enxerga diversas informações ao mesmo tempo – simultaneidade).




A mente ocidental tende para o pensamento linear e a mente oriental para o pensamento em imagens. Os orientais utilizam intensamente os dois hemisférios cerebrais, uma vez que o idioma japonês é composto de ideogramas que correspondem a sons. Quando lidos, a “imagem” ou desenho do ideograma é processado pelo hemisfério direito, enquanto o som correspondente ao vocábulo é intrepretado pelo esquerdo. O mundo ocidental, reduzindo tudo ao discurso lógico ou ideológico, acabaria com o lobo direito do cérebro atrofiado. Cremos nós que com a “invasão dos ícones” em todas as grandes cidades do ocidente, sobretudo nas mensagens publicitárias, nos videoclips, nas navegações pelo cyberspace (rede mundial de informação eivada de ícones), quebrar-se-á a “ilusão de contiguidade” e o mundo inteiro se orientará.


Tudo no mundo de hoje parece girar em torno da “informação”.

As abordagens novas não se referem tanto à capacidade que o homem pós-moderno tem para aproveitar adequadamente suas potencialidades cerebrais. Fala-se em “revolução digital”, traduzindo-se-a como competência para acesso à informação. Ora, o simples acesso à informação não se traduz por conhecimento. Haverá talvez necessidade de, num futuro próximo, automatização interpretativa do volume de informações que chega até nós.




Desde os primórdios da humanidade, buscam-se explicações para o processo do conhecimento humano. Muito cedo, pensadores da antiguidade formularam hipóteses e geraram teorias que definiam a expressão humana como um processo representativo de suas formas de ver o mundo. Assim descobriram o signo, conceituaram-no e o decompuseram na intenção de, desta forma, compreender o conhecimento humano.




A investigação semiótica abrange virtualmente todas as áreas do conhecimento envolvidas com as linguagens ou sistemas de significação, tais como a linguística (linguagem verbal), a matemática (linguagem dos números), a biologia (linguagem da vida), o direito (linguagem das leis), as artes (linguagem estética) etc.




Creio que agora podemos divisar, na História da Cultura, a ocorrência de um processo gradativo de abstração sígnica que vai do ícone ao símbolo (segundo a graduação das categorias de Peirce), pois o desenho da pedra mencionada anteriormente é um ícone, bem como o desenho da cabeça de um boi para representar o boi é índice do boi. O índice, segundo Peirce, está fisicamente conectado com seu objeto, ambos formando um par orgânico. O desenho, enfim, da cabeça de um boi, feito nas paredes de uma caverna pelo Homo Sapiens, é em si um ícone, mas, como tem o objeto (boi) uma conexão de contiguidade (proximidade física), tornou-se um índice naquele momento. Poderá passar, no transcorrer dos séculos, porém, na escrita pictográfica, o símbolo. Como se viu, confirma-se a hipótese: primeiro veio a similaridade, depois a contiguidade.



A semiótica, sabemos, está bem perto da origem da vida, uma vez que, sem informação e energia, aquela última não existe. Presume-se que o Universo tenha quinze bilhões de anos e sabe-se que ele não é somente este punhado de estrelas que vemos no céu à noite, quando não poluição. Apenas na nossa galáxia há 250 bilhões de estrelas; o que vemos é parte dela e há bilhões de galáxias no Universo.



Se passaram a existir seres vivos na Terra, após o “Bing-bang”, grande explosão de toda matéria universal, foi graças às fusões nucleares do interior das estrelas. Muito tempo deve ter passado até que nosso sistema planetário tivesse esta trajetória estável e talvez um bilhão de anos até o aparecimento de moléculas orgânicas sobre a Terra.



A descoberta do código genético revela-nos a vida como linguagem. Na análise da evolução da molécula de ADN (ácido desoxirribonucléico), susbtância universal portadora do referido código, percebeu-se que aquela é capaz de armazenar informações mediante uma linguagem entre átomos. Esta linguagem é valiosa e legítima para todos os seres vivos, chamados “máquinas químicas” que perambulam sobre a Terra.




A vida, portanto, depende de informação que, por sua vez, coordena a energia-geradora dos processos dinâmicos-no meio biológico. O homem é um universo em miniatura. As vibrações de energia existentes no Cosmo também existem em cada célula do corpo e da mente do ser humano. Cada célula cumpre sempre o papel que deve cumprir no instante biológico exato. Segundo Crocomo, cada molécula tem de saber o que as outras moléculas estão fazendo e cada molécula deve ser capaz de receber mensagens, devendo, por assim dizer, ser suficientemente disciplinada para obter ordens e em muitos casos transmitir mensagens.




Já neste ponto, é importante ressaltar que a biologia moderna se compõe de dois grandes ramos: a biologia molecular ou celular e a biologia evolutiva. A cronologia cósmica, a natureza foi conseguindo estocar mais e mais informações na molécula de ADN, e assim conseguiu organismos mais e mais complexos na escala evolutiva.





Se pudéssemos perguntar a Peirce sobre os fatos da História que ninguém conhece, por estarem perdidos na noite dos tempos, ele nos responderia com inúmeras indagações:




– Deixarão essas coisas de realmente existir por inexiste qualquer esperança de o nosso conhecimento alcançá-las?




– Depois da morte do universo e depois de a vida ter cessado para sempre, não continuará a colisão de átomos, conquanto já não exista espírito que possa notar isso?




E responderia:




– Há uns poucos anos, não sabíamos de que substâncias são constituídas as estrelas, cuja luz para atingir-nos pode ter exigido tempo superior ao da existência da raça humana. Não se pode dizer, enfim, que haja uma questão que não possa vir a ser resolvida. Seja o que for que pensemos, temos presente à consciência ou sensação, imagem, concepção ou outra representação, servindo de signo. Mas segue-se da nossa própria existência que tudo aquilo que nos é presente constitui manifestação fenomenal de nossa pessoa.




E O RÁDIO SOBREVIVE

Quarta-feira passada foi  comemorado o Dia do Rádio no Brasil. A importante data marca o nascimento de Roquete Pinto, considerado o Pai do Rádio Brasileiro, que em 1923 fundou a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Desde então muitas ondas já rolaram, desde a longínqua discussão do fim do rádio com a criação da televisão, até a mais recente convergência com as novas mídias. O Adnews ouviu alguns profissionais, que diretamente ou indiretamente acompanham e trabalham com o meio todos os dias.

O fim não está próximo

Uma das questões mais inquietantemente discutidas sobre o rádio é justamente a sua longevidade. Muitos apostaram alto que o veículo morreria com a popularização da televisão, o que não esteve nem próximo de acontecer. Logo depois veio a internet, o suposto novo vilão que poria fim a velha mídia de radiodifusão.

“Embora as previsões datassem a morte do rádio, ele é o único meio de massa capaz de penetrar em todas as camadas de forma instantânea. A capilaridade, a penetração e cobertura do rádio fazem deste, ainda, o meio mais abrangente nos dias de hoje”, justifica Márcio Canzian, Chief Media Officer da Dim&Canzian.

Silvio Soledade, diretor financeiro da APP (Associação dos profissionais de propaganda) e diretor associado da PlanoGestão Consultoria, também resalta as qualidades do rádio.

“Em cidades pequenas o rádio é o companheiro diário, como se fosse mais um membro da família. Tem lugar cativo nas residências, porque interage, mesmo que numa via única, com o seu ouvinte. Nos grandes centros o rádio é o companheiro do trânsito, da sala de espera. Se há um veículo dinâmico, com credibilidade e que chega aos confins, este veículo é o rádio. Por isso, falarmos do fim do rádio me soa como utópico”. 

Toninho Rosa, presidente da Dainet, conselheiro editorial do Adnews e sócio da produtora Infiniti fala sobre alguns desafios no caminho de uma sobrevivência saudável para a “velha mídia”. “Poucas pessoas acompanham a evolução do meio. Mesmo os empresários e executivos do rádio nem sabem que hoje ele é o meio mais consumido pela população. Mais até do que a TV. Realmente parece impossível. Esse é o problema do Rádio. A falta da união das empresas fragiliza um processo de marketing e comunicação”, opina.

As principais mudanças nos últimos anos

O rádio tem muitas décadas de estrada, mas algumas das mudanças mais significativas de sua história aconteceram nos últimos anos, sobretudo com a sua entrada em novos dispositivos tecnológicos e a convergência com as novas mídias.  

“Diria que a principal mudança foi a integração com os demais meios, como por exemplo, a internet, que não só fizeram do rádio um multiplicador de conceitos como ampliaram sua característica e diferencial de chegar a muitos lugares com uma atualização quase real time de dados e notícias”, defende Respostas Kito Siqueira, presidente Aprosom. Já Silvio Soledade, também lembra que muitos programas de rádio se pautam pelas discussões que seus ouvintes travam nas redes sociais.

Toninho Rosa também acrescenta na discussão a segmentação de público e notadamente o avanço das emissoras com naming rights, como a Sul América Trânsito e Bradesco Esportes.

“Algumas não sobreviveram, caso da Rádio Oi e da Rádio Mitsubishi, mas aí o problema era de programação”, acredita. Voz dissonante nessa discussão, Rosana Souza, sócia e produtora executiva da VOZ do Brasil, acha que o País mudou muito mais do que o rádio. “Já prestou atenção no conteúdo do rádio? Na verdade, precisamos modificá-lo e muito. O Brasil mudou, as pessoas mudaram, mas o rádio ainda não viu nenhuma mudança efetiva” critica.

O que significa a chegada das webrádios?

Nos últimos anos a qualidade da internet evoluiu e o mercado viu crescer uma série de webrádios, que inclusive, já conquistaram o seu espaço não apenas com volume de audiência, mas até mesmo ocupando posição em premiações de mídia e jornalismo.  

“A internet facilitou a propagação do rádio e fez com que sua voz fosse levada ao mundo. Eu, por exemplo, a cada semana, faço um comentário de rádio que é levado em média para 300 rádios brasileiras através da Radioweb, uma agência de notícias que distribui matérias para pequenas rádios de todo o país”, comenta José Maurício. Para Márcio Canzian, já é possível acessar na web um conteúdo bem alinhado com o discurso do rádio, mas ainda assim há espaço para tornar ambas as plataformas mais interativas.

Perspectivas para o futuro

O assunto rádio percorre um longo caminho, mas sempre dá vazão a mesma pergunta. Qual será o seu futuro? Silvio Soledade acredita que coisas boas virão pela frente. “As rádiowebs já são uma realidade. Em breve teremos as rádios digitais com maior interatividade.

E as rádios de periferia, que antes eram comunitárias, atualmente são oficiais e chegam onde outros veículos não conseguem chegar em termos de proximidade com o ouvinte e com a comunidade. Com o advento da internet, os rádios se modernizaram em termos de geração de conteúdo, mas continuarão desfrutando da credibilidade que sempre tiveram”.

Rosana Souza preferiu elencar os desafios e lembrar que a área comercial do rádio precisa evoluir, e que o meio precisa falar a língua dos publicitários, criar propostas mais criativas e ousadas. Toninho Rosa fecha o debate com um prognóstico positivo.

“O meio rádio tem um enorme futuro pela frente. Imagine que todas as emissoras AM, em 2016, passarão para o VHF. Ou seja, com a saída da TV aberta do ar, permite-se a ampliação dos canais FM. Isso já é realidade nos EUA. Teremos uma sobrevida das AM e o dobro de emissoras FM, o que dará ao público enormes opções. Como gosto de dizer, o rádio tem 90 anos, mas com corpinho de 18”, finaliza. ( Renato Rogensk, no Adnews)

DICAS DA CULTURA FORA DO MAINSTREAM

Com um mês de vida completado em setembro e mais de 1,1 mil fãs, uma nova página no Facebook vem se transformando em ponto de referência para atividades culturais. O perfil Kultme (www.facebook.com/kultme) oferece em média de 10 a 15 dicas de eventos por dia, de todo o País. 

Shows, lançamentos de discos, teatro, livros e cinema estão no foco da página. Embora publique de tudo um pouco, a página tem dado especial destaque à publicação de notas sobre atividades artísticas fora do “mainstream” cultural, como shows e performances de novos talentos e de eventos em espaços alternativos, que não alcançam os guias da grande imprensa. 

“A ideia”, diz um manifesto na própria página, “é que a própria pessoa ou grupo que cria cultura - qualquer tipo de atividade cultural, de qualquer região - tenha uma ferramenta para divulgar diretamente o que anda criando”. 

Segundo os autores de Kultme, a página ainda é “experimental”, mas já está em desenvolvimento um APP para smartphones com uma nova abordagem.

LANÇADA A  PRIMEIRA ESCOLA GRATUITA DE EMPREENDEDORISMO DO BRASIL


Para promover a disseminação da cultura empreendedora, o Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) anuncia a criação da primeira escola gratuita de empreendedorismo do Brasil. As inscrições para o processo seletivo já começam na primeira semana de outubro.

 

O projeto é uma parceria da entidade com o Centro Paula Souza, autarquia do Governo do Estado de São Paulo, responsável pelas escolas técnicas (Etecs) e faculdades de tecnologia (Fatecs).


Chamada de Escola de Negócios Sebrae-SP, a iniciativa inédita irá formar e capacitar gratuitamente futuros e atuais empreendedores por meio do ensino técnico e tecnológico, nas áreas de Administração, Gestão, Logística e Marketing.

 

O projeto prevê, além da escola sede na capital, a implementação de uma rede profissionalizante em todo o Estado e um sistema de ensino a distância em meados de 2014.


“ Para ter uma verdadeira Escola de Negócios modelo reunimos o conhecimento, a credibilidade e a experiência das valorosas e reconhecidas equipes do Sebrae-SP e do Centro Paula Souza”, afirma Alencar Burti, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP.

 

“Certamente será um marco para a construção de uma sociedade do conhecimento não só de São Paulo, mas do Brasil”, enfatiza.


Localizada nos Campos Elíseos, região central de São Paulo, a Escola de Negócios vai integrar práticas de trabalho, educação e pesquisa em um único ambiente, o que permitirá ao aluno vivenciar situações reais que ele poderá enfrentar no mercado de trabalho e no comando da própria empresa.


A escolha do Centro Paula Souza para compor o projeto, pelo Sebrae-SP, ocorreu em função do consagrado modelo de ensino e do corpo docente qualificado.


"A parceria com o Sebrae-SP permitirá capacitar profissionais com foco em duas frentes fundamentais: a inovação e o empreendedorismo", destaca Laura Laganá, di retora-superintendente do Centro Paula Souza.


De acordo com Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, o projeto vem suprir a demanda do empresariado brasileiro por um ensino formal que integre teoria e prática e contribua para o fortalecimento das micro e pequenas empresas.


“Hoje quase 45% dos brasileiros sonham em ter a própria empresa. Com a Escola de Negócios, nossa missão será cada vez mais preparar o futuro empreendedor e ajudá-lo a transformar seu sonho em realidade. A Escola será um ambiente criativo para fomentar o empreendedorismo paulista”, completa.


Sebrae-LAB: um novo modelo de ensino


Em seus 10 mil m², a Escola de Negócios abrigará o Sebrae-LAB, espaço destinado a apoiar a aprendizagem do aluno e incentivar o surgimento de novos negócios criativos e inovadores.


Composto por quatro processos complementares - Núcleo de Atendimento, Biblioteca Especializada, Espaço Criativo e Hotel de Ideias, o Sebrae-LAB tem o objetivo de proporcionar uma experiência de aprendizagem que agregue os conhecimentos práticos de gestão de negócios aos conceitos teóricos da sala de aula.


Por este motivo, o espaço foi desenhado com um Núcleo de Atendimento que reunirá uma equipe de especialistas do Sebrae-SP, que além de apoiar os alunos oferecerá consultoria e orientação aos empresários de pequenos negócios.


A Escola abrigará também a Biblioteca Especializada com um acervo físico e digital de 50 mil títulos. Já o Espaço Criativo foi configurado para estimular a busca de soluções individual ou coletivamente e o debate sobre novos negócios. O Hotel de Ideias funcionará como incubadora de projetos para abrigar e apoiar empresas em sua fase de concepção e formatação.


Processo seletivo


Para ingressar na Etec, o pré-requisito é a conclusão do ensino fundamental ou do 1.º ano do ensino médio, dependendo do curso escolhido. Para entrar na Fatec, é preciso ter terminado o ensino médio.

 

O processo seletivo será o mesmo dos outros cursos do Centro Paula Souza. As inscrições para vestibular da Fatec deverão ser feitas de 8 de outubro a 7 de novembro (detalhes no  www.vestibularfatec.com.br). O vestibulinho para a Etec terá inscrições de 1º a 24 de outubro.


Para o ciclo de aulas 2014/2017, serão disponibilizadas quase 2 mil vagas para os ensinos técnico e tecnológico, com entrega de certificados e diplomas.

 

A duração dos cursos varia entre 18 (técnico) e 36 meses (técnico integrado ao médio integrado e tecnológico).


Mais informações sobre cursos, inscrições e requisitos estão disponíveis em www.centropaulasouza.sp.gov.br e www.sebraesp.com.br.
Fonte: Andrea Guedes | Grupo Máquina PR | (GC)

 

APLICATIVOS POSSUEM FALHAS CRÍTICAS

O estudo do N-Stalker Labs, laboratório de investigação da N-Stalker, especializada em segurança de aplicações web, analisou mais de mil aplicativos web, em organizações de diferentes segmentos da indústria, sendo 50% US/Canada, 30% Europa e 20% de outros países, em 2012 e 2013.

Os resultados são preocupantes: foram encontrados, em média, 40 vulnerabilidades por aplicativo; 75% dos aplicativos possuíam falhas críticas e 50% tinham pelo menos uma falha no padrão aberto e disponível para desenvolvedores, o Open Web Application Security Project – OWASP. A maior incidência de vulnerabilidades foi encontrada no comércio eletrônico.

Segundo o pesquisador e CTO da N-Stalker, Thiago Zaninotti, que coordenou a pesquisa, em todas as aplicações existiam oportunidade de melhorias na segurança. Mesmo assim, 60% das organizações só realizaram testes depois de incidentes e, destas, 20% já sabiam dos problemas antes dos testes. “Percebemos que há problemas em toda a fase de desenvolvimento dos aplicativos web,” comenta.

As três principais vulnerabilidades encontradas nos apps foram: cross-site scripting ou XSS (refletido e baseado na especificação DOM ou modelo de objetos de documentos, da W3C que padroniza a www); exposição de informações sensíveis e controle de acesso insuficiente. Zaninotti explica que as vulnerabilidades XSS ativam ataques maliciosos ao permitir a manipulação de páginas web e a injeção de instruções de script que são executadas no computador do próprio usuário.

“A exploração de vulnerabilidade cross-site (XSS) permite que atacantes executem scripts no navegador de usuários para obter dados confidenciais, sequestrar sessões, redirecioná-los para sites maliciosos etc.”, explica e acrescenta: “a segunda vulnerabilidade mais encontrada em apps expõe informações sensíveis como dados de cartões de crédito e de credenciais de autenticação, o que permite roubar a identidade de usuários, fraudar cartões de crédito, entre outros crimes.

Já o controle de acesso insuficiente pode facilitar o acesso a perfis de usuários sem a necessidade de credenciais ou até mesmo a funcionalidades administrativas dos aplicativos, permitindo o roubo de dados sensíveis ou confidenciais”, finaliza o pesquisador. (Redação Adnews)

PUBLICIDADE CATARINENSE ULTRAPASSA UM BILHÃO


Estudo divulgado ontem pelo Instituto Mapa informa que o mercado de veiculação atingiu, em Santa Catarina, R$ 1,07 bilhão em 2012. Mais de 70% dessa verba provém de anunciantes locais. Mais de 9 mil empregos diretos foram oferecidos pelos meios de comunicação.


BRASIL, PARCEIRO-CHAVE DO REINO UNIDO


(Texto de Karina Toledo, distribuído pela Agência FAPESP) – O Brasil é considerado no Reino Unido um parceiro-chave na área da ciência, afirmou Paul Boyle, membro da Science Europe – associação que reúne as 53 maiores instituições europeias de fomento e de desenvolvimento de pesquisas –, durante a abertura da FAPESP Week London, na quarta-feira (25/09).

Realizado pela FAPESP, com apoio do British Council e da Royal Society, o simpósio mostrará, até o dia 27 de setembro, resultados de pesquisas conduzidas em diversas instituições de ensino superior e de pesquisa do Estado de São Paulo. A transmissão ao vivo pode ser conferida pelo site:www.fapesp.br/week2013/london.

A cerimônia de abertura na Royal Society – a mais antiga academia de ciências do mundo, com sede no Reino Unido – teve início com o anfitrião da casa Martyn Poliakoff, vice-presidente da Royal Society, que destacou o grande avanço observado na ciência brasileira nos últimos anos. “Visitei a FAPESP este ano e estive no Brasil três vezes recentemente. É possível perceber que a ciência está se desenvolvendo rapidamente. Sentimos que há reais oportunidades de desenvolver laços entre o Reino Unido e a FAPESP”, afirmou.

Em seguida, o embaixador do Brasil para o Reino Unido, Roberto Jaguaribe, apontou a intensificação das relações bilaterais entre instituições acadêmicas e tecnológicas dos dois países nos últimos cinco anos e disse que o Brasil tem muito a aprender com os britânicos.

“O Reino Unido tem instituições de muito prestígio e políticas adequadas para a disseminação da ciência e da tecnologia. Houve um aumento dos recursos alocados no Brasil para ciência e tecnologia nos últimos anos e estamos preenchendo um vazio existente entre a produção científica e o planejamento do país. Mas ainda não somos bem-sucedidos no próximo passo, que é a introdução de tecnologia e de produtividade em vários setores de nossa economia”, analisou.

Jaguaribe destacou a tradição científica brasileira no setor de agricultura, forte desde o século 19, e afirmou que o Estado de São Paulo é o mais avançado tanto em termos de produção industrial como de pesquisa tecnológica.

“E a FAPESP é uma das instituições mais importantes do Brasil nesse aspecto. Tem tradição de mais de 50 anos e se beneficia desde 2007 com a liderança do professor Celso Lafer, período em que houve grande avanço”, disse Jaguaribe.

Em seguida, o presidente da FAPESP, Celso Lafer, mencionou a preocupação da instituição em promover a internacionalização da pesquisa em São Paulo. “Sabemos que é importante promover oportunidades para pesquisadores de São Paulo interagirem com os de outros países. Por isso, além de acordos com universidades e os diversos conselhos de pesquisa do Reino Unido, a ideia de realizar esse workshop tem o objetivo de formar redes, de criar um entendimento sobre a importância da ciência e de reunir pessoas com os mesmos valores e visão de mundo”, disse.

Boyle, que também é presidente do Economic and Social Research Council (ESRC), do Reino Unido, afirmou que os sete conselhos de pesquisa britânicos consideram o Brasil como um parceiro-chave.

“Estive na delegação que visitou o país recentemente e fiquei impressionado com a qualidade e a força da pesquisa e da inovação que está ocorrendo por lá. Nós (britânicos) nos consideramos fortes em ciência, mas temos muito a aprender uns com os outros e nossa parceria até o momento tem sido muito equânime. Não há dúvida de que o Brasil é um país com oportunidades reais de colaboração”, disse.

Boyle destacou as oportunidades no campo das ciências biológicas e também na área de ciências sociais – principalmente relacionadas a pesquisas voltadas ao desenvolvimento de boas práticas para a realização de grandes eventos em grandes cidades, como as Olimpíadas e a Copa do Mundo.

O chefe-executivo do British Council, Martin Davidson, destacou que atualmente a ciência é vista como ferramenta-chave para lidar com grandes desafios globais. “Ciência é um esporte de equipe e a criação de bons times científicos me parece vital. Estou aqui para ressaltar o compromisso do British Council de trabalhar com a FAPESP para o fortalecimento da colaboração internacional”, disse.

Promovendo a cooperação

O diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, salientou os mecanismos criados pela FAPESP para permitir a cooperação entre cientistas de São Paulo e de outros países.

“Temos acordos muito especiais com universidades britânicas e com os Conselhos de Pesquisa, os RCUK”, disse Brito Cruz. “A FAPESP e as instituições britânicas também trabalham juntas para selecionar os revisores encarregados da avaliação e seguimos os trâmites de cada parte para a seleção”, acrescentou. 

“Temos um bom número de projetos em andamento com os RCUK, nos conselhos de Biotechnology and Biological Sciences (BBSRC), Natural Environment (NERC), Medical (MRC), Economic and Social (ESRC), e estamos trabalhando em propostas no âmbito dos conselhos de Arts and Humanities (AHRC) e Engineering and Physical Sciences Research Council (EPSRC)", disse.

A FAPESP também tem acordos com universidades no Reino Unido, que oferecem recursos para instigar pesquisadores a elaborar uma proposta de pesquisa e submetê-la à FAPESP e ao Research Council relacionado à área do projeto. “Podem ser organizados workshops e todo tipo de intercâmbio para isso”, disse Brito Cruz.

Durante a FAPESP Week foram anunciadas acordos de cooperação com a BG Brasil – membro da BG Group –, e o Imperial College London; o resultado de chamada de propostas do acordo FAPESP-British Council; a primeira chamada de propostas de pesquisa no acordo FAPESP-University of Edinburgh; e uma nova chamada de propostas no âmbito do acordo FAPESP-King´s College. Nesta quinta-feira, será assinado um acordo com a Universidade de Manchester. 

Conferência de imprensa

Antes da cerimônia de abertura, os diretores da FAPESP e alguns cientistas brasileiros e britânicos que fazem parte da programação da FAPESP Week London participaram de uma conferência de imprensa.

Entre os pesquisadores estavam Eunézio Antonio Thoroh de Souza, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Jeremy Woods, pesquisador do Imperial College London, David Murphy, da Bristol University, e Siu Mui Tsai, da Universidade de São Paulo.

Representando a FAPESP, além de Celso Lafer, esteve Brito Cruz, que anunciou a assinatura dos novos acordos entre a FAPESP e instituições inglesas. A Fundação já tem acordos firmados com as universidades de Surrey, Southampton, Nottingham, Keele, London, Bangor, Birmingham, Bath, East Anglia, York, Edinburgh e Cambridge. (Colaboraram Fernando Cunha e Carlos Eduardo Lins da Silva). 

BRASIL ENGATINHA NO MARKETING ESPORTIVO

Às vésperas de sediar dois grandes eventos esportivos, Copa do Mundo (14) e Olimpíadas (16), o Brasil vê crescer o interesse das marcas no esporte. Entretanto, o segmento de marketing esportivo ainda engatinha no País, de acordo com os principais especialistas no tema.

O momento é de grande oportunidade e, evidentemente, há um longo potencial pela frente. Para discutir essas e outras questões que permeiam esse universo, o Adnews na TV entrevistou Fábio Wolff, sócio diretor da agência Wolff Sports, campeã no quesito fechamento de patrocínios no País.

“O marketing esportivo está se desenvolvendo de forma mais profissional e acelerada, mas é um segmento onde há muito para fazer no País. O Brasil ainda engatinha perto do que já acontece nos Estados Unidos e na Europa”, analisa Fábio Wolff.

O especialista em marketing esportivo também falou sobre a cultura (ou a falta dela) do esporte no Brasil, um dos problemas que freiam o progresso do mercado. “A falta de base e investimento no esporte não atrapalha apenas o desempenho dos atletas, mas também na parte do marketing, no desenvolvimento do atleta como produto de mídia. Hoje temos poucos atletas considerados atletas de mídia. Os poucos que temos são mal trabalhados”, explica.

Confira a entrevista completa:

1º Bloco – Amadurecimento do marketing esportivo no Brasil

2º Bloco – A falta de Investimento na cultura do esporte

3º Bloco – Formatos de patrocínio e o leque de oportunidades (Redação Adnews)

US$ 20 MILHÕES EM PESQUISAS SOBRE GÁS NATURAL

(Texto de Fernando Cunha distribuído pela Agência FAPESP) – A FAPESP e a BG Brasil (membro do BG Group, sediado no Reino Unido) assinaram na quarta-feira (25/09), em Londres, um acordo de cooperação que prevê investimentos de até US$ 20 milhões em pesquisas sobre produção e consumo de energia limpa. Os resultados esperados poderão ajudar o Brasil a utilizar de forma sustentável seu potencial de produção de óleo e gás natural.

O documento foi assinado na Embaixada Brasileira em Londres por Celso Lafer, presidente da FAPESP, e John Grant, vice-presidente-executivo do BG Group. A cerimônia ocorreu durante o evento de inauguração da Brazilian Nature: Mystery and Destiny, no primeiro dia de atividades da FAPESP Week London, simpósio realizado pela FAPESP entre 25 e 27 de setembro, com apoio do British Council e da Royal Society.

O objetivo do acordo é a criação de um Centro de Pesquisa para Inovação em Gás, no Estado de São Paulo, por meio da seleção de propostas voltadas para os seguintes temas: consumo de energia limpa para a redução da emissão de gases de efeito estufa; desenvolvimento de gás natural como combustível para transporte marítimo; melhoria das técnicas de engenharia para a produção de gás natural; e a conversão de gás em matérias-primas para a indústria química, incluindo hidrogênio. Cada um dos parceiros investirá US$ 10 milhões ao longo de um período de cinco anos.

Para Celso Lafer, “os projetos de pesquisa apoiados no âmbito do acordo irão contribuir para a criação de competências e novos conhecimentos em área estratégica, além de gerar resultados com grande potencial de aplicação no setor energético”.

De acordo com ele, a colaboração é importante por tratar de temas de interesse da empresa e de uma instituição de financiamento à pesquisa e porque lida com uma grande preocupação da FAPESP, que é contribuir para estimular a inovação tecnológica e aumentar a competitividade da indústria no Brasil.

"À medida que o Brasil emerge como um produtor global de energia, o centro ajudará a fortalecer a reputação do país em relação a práticas responsáveis de consumo de energia", acrescentou Lafer.

John Grant destacou que a BG tem o compromisso de não ser uma empresa britânica no Brasil e sim uma empresa brasileira. “Pesquisa e desenvolvimento é uma parte extremamente importante do trabalho que buscamos desenvolver no Brasil. Já somos muito ativos nessa área e estou muito contente de termos a sorte de contar com a parceria de uma organização com a reputação e o sucesso da FAPESP.”

“A parceria com a BG Brasil passa a integrar o forte portfólio de apoio à investigação conjunta universidade-empresa da FAPESP. A ação de longo prazo do Centro de Pesquisa para Inovação em Gás, a ser constituído por meio de chamada pública, permite estabelecer objetivos ousados na criação de novos conhecimentos e suas aplicações, bem como a formação de cientistas e engenheiros”, destacou o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz.

A seleção de projetos será feita por meio de chamadas de propostas de pesquisa, preparadas pelo Comitê Gestor da Cooperação, composto por quatro representantes, sendo dois nomeados pela FAPESP e dois pela empresa. Os projetos de pesquisa terão a participação de pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo, pesquisadores de outros países e cientistas e engenheiros da BG Brasil.

Os temas de interesse das chamadas estarão agrupados em três núcleos. O primeiro trata da geração e arrefecimento de gás natural e combustível de hidrogênio para transporte e desenvolvimentos associados. Outro núcleo, em físico-química, envolve a combustão avançada e mais limpa de gás natural; desenvolvimento de células a combustível; e conversão de gás em produtos químicos. No terceiro, os temas são políticas para desenvolvimento de gás em sistemas de energia e desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento de gás em áreas remotas.

LANÇADO O ACELERÔMETRO

Com o objetivo de entreter e facilitar a vida dos amantes de motocicletas, a Moto Honda lança um aplicativo com todos os modelos da linha e que ainda conta com um recurso exclusivo: o "Acelerômetro". Com ele, o usuário consegue sentir a emoção de acelerar todas as motocicletas da linha. Criado pela Y&R, o app também traz um mapa com a localização de mais de 1.200 lojas da marca, em todo o território nacional, e traça o trajeto entre o usuário e a loja mais próxima dele.

O aplicativo Moto Honda é gratuito e está disponível para download na Apple Store e no Google Play. Nele você ainda pode ver toda a variedade de cores dos 30 modelos de motos e as especificações técnicas de cada uma. “O aplicativo foi concebido para fortalecer o vínculo dos consumidores com a marca através da experiência digital e para auxiliar os vendedores, que aliam as ferramentas tecnológicas cada vez mais aos seus argumentos de vendas”, afirma Claudia Rodrigues Canazza, Gerente de Marketing da Moto Honda. 

A criação é de Roberto Kilciauskas, Renato Butori e Evandro Soares, sob direção de criação de Rui Branquinho. Motion graphics são de Dalton Uehara. O desenvolvimento do app é da On Interactive.  Você também pode acessar o canal do Youtube para descobrir como usar o aplicativo através dos tutoriais disponíveis (
Redação Adnews)

O QUE OS JOVENS QUEREM DA EDUCAÇÃO

Recentemente, uma pesquisa feita pela consultoria McKinsey mostrou que jovens, instituições de ensino e universidades não falam a mesma língua.

 

Outra, feita numa parceria entre a Fundação Telefonica e o jornal Finantial Times, mostrou as maiores preocupações dos jovens de todo o mundo e como a chamada geração dos “milleniuns” está conectada com a tecnologia.

 

Uma terceira, feita pela Companhia de Talentos, tentou avaliar como é a empresa dos sonhos das pessoas que estão ingressando no mercado de trabalho. Em comum, todas essas pesquisas trazem dados sobre educação.

Mas como além dessas, muitas outras pesquisas, levantamentos e estudos vêm trazendo informações interessantes separadamente, o Porvir resolveu dar uma mãozinha.

 

Compilamos dados de uma série de estudos que apontam caminhos sobre os anseios dos jovens hoje e trazemos algumas das principais tendências no universo educacional que, de alguma forma, estejam propondo formas de responder a esses desejos.

 

Por exemplo: parte dos jovens brasileiros acha que o que aprendem na escola não lhes é útil na vida. Diante desse desafio, algumas escolas vêm procurando meios de tornar o ensino mais personalizado às demandas do aluno.

 

Isso pode ocorrer pela adoção de tecnologia, quando o aluno usa ambientes virtuais de aprendizado para estudar da forma que lhe é mais eficaz (por vídeo, fórum, game ou outras possibilidades). Pode também ser por meio analógico, quando os alunos recebem uma espécie de tutoria, em que o tutor ajuda os alunos a desenvolverem habilidade nos temas por que se interessam. Ou ainda pela junção das duas formas.

 

OPORTUNIDADES

 

SAS ABRE VAGAS DE ESTÁGIO E PARA DEFICIENTS FÍSICOS - O O SAS, líder de mercado em soluções de business analytics, busca novos profissionais para integrar seus times em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ). A companhia possui vagas de estágio no escritório paulista para atuação nas áreas de Consultoria e Suporte Premium. As oportunidades são destinadas a universitários dos cursos de Ciência da Computação, Sistema da Informação, Análise de Sistemas, Engenharia da Computação e relacionadas, que possam estagiar nos dois últimos anos antes da sua formação.


O SAS oferece aos jovens estudantes uma bolsa-auxílio mensal no valor de R$1.400, além de benefícios como plano de saúde, seguro de vida, auxílio transporte, vale refeição e subsídio para idiomas e cursos. Os estágios terão duração de 24 meses, em regime de trabalho de segunda à sext a-feira, no período de seis horas diárias ou de acordo com sua grade de cursos acadêmicos.


“O SAS possui a cultura de desenvolver e formar novos talentos e nossa proposta com este programa é de contribuir para que esses jovens se tornem extremamente capacitados no segmento que optarem por atuar”, explica Tato Athanase, gerente de Recursos Humanos do SAS Brasil. “O índice de estagiários efetivados pelo SAS nos últimos anos é de aproximadamente 70%”, completa.


Para selecionar os novos talentos, a equipe de RH do SAS fará um mapeamento dos currículos recebidos e, posteriormente, pré-entrevistas por telefone para alinhar a expectativa dos candidatos. Em seguida, têm início as entrevistas presenciais com o RH e o gestor de equipe, além das provas de inglês, raciocínio lógico, testes técnicos e, eventualmente, dinâmicas em grupo.


Vagas PCD


Além dos novos estagiários, o SAS está em busca de profissionais qualificados e portadores de deficiência. Estão a bertas vagas em São Paulo para pessoas com formação em Ciências da Computação ou similares, e outra para no escritório do Rio de Janeiro para profissionais com formação na área administrativa (oportunidades com vínculo CLT).


Os interessados em concorrer às vagas devem enviar seus currículos, até o dia 15 de outubro, para Regiani Silva, da equipe de Recursos Humanos do SAS Brasil, pelo e-mail regiani.silva@sas.com ou no site da empresa (www.sas.com/br), pelo link trabalhe conosco.
Fonte: Juliana Mezzato, Milla Delfino e Rafael Ryuiti Akao | SAS Brasil – Public Relations | (GC)


 . FAPESP e University of Edinburgh lançam chamada de propostas  – A FAPESP e a University of Edinburgh, do Reino Unido, anunciaram no dia 25 de setembro, em Londres, durante a FAPESP Week London, a primeira seleção pública de propostas para intercâmbio de pesquisadores e bolsistas de pós-doutorado, no âmbito do acordo de cooperação científica firmado entre as instituições.

Podem participar como proponentes na chamada pesquisadores da University of Edinburgh e pesquisadores apoiados pela FAPESP, que apresentem proposta conjunta a ser realizada em colaboração, nos termos estabelecidos no edital.

A FAPESP e a University of Edinburgh apoiarão as propostas selecionadas com até 5 mil libras esterlinas anuais de cada parte, pela vigência estabelecida na concessão. Os recursos serão destinados a despesas de mobilidade, nos termos do acordo entre as instituições.

As propostas devem ser apresentadas simultaneamente pelo pesquisador do Estado de São Paulo à FAPESP e pelo seu colaborador do Reino Unido à University of Edinburgh, de acordo com as normas e documentos exigidos por cada parte. Somente as propostas aprovadas por ambas as partes serão financiadas. As propostas deverão ser submetidas em inglês.

A chamada está aberta a todas as áreas de conhecimento científico e tecnológico. O prazo para recebimento das propostas dos interessados termina em 10 de fevereiro de 2014.

A chamada está publicada (em inglês) em: www.fapesp.br/en/8107.

. FAPESP e King´s College publicam nova chamada - – A FAPESP e o King’s College London (KCL), do Reino Unido, anunciaram, durante a FAPESP Week London, nova seleção pública de propostas para intercâmbio de pesquisadores e bolsistas de pós-doutorado, no âmbito do acordo de cooperação científica entre as instituições.

FAPESP e KCL apoiarão as propostas selecionadas com recursos de até 6 mil libras anuais de cada parte, pela vigência estabelecida na concessão. Esses recursos são destinados a despesas de mobilidade, nos termos do acordo entre as instituições.

Podem participar da chamada pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior ou pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo, que sejam pesquisadores responsáveis por auxílios apoiados pela FAPESP e vigentes nas modalidades Auxílio à Pesquisa – Regular, Auxílio à Pesquisa – Projetos Temáticos, Apoio a Jovens Pesquisadores, Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), Programa de Melhoria do Ensino Público e Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE). No caso específico de Projetos Temáticos, CEPID ou PITE, pesquisadores principais também podem apresentar propostas.

Pelo lado do King’s College London, a chamada está aberta a pesquisadores vinculados à instituição.

A chamada está aberta a todas as áreas de conhecimento científico e tecnológico. O prazo para recebimento das propostas termina em 27 de janeiro de 2014.

As propostas devem ser apresentadas simultaneamente pelo pesquisador do Estado de São Paulo à FAPESP e pelo seu colaborador do Reino Unido ao Kings’s College London, de acordo com as normas e documentos exigidos por cada parte. Somente as propostas aprovadas por ambas as partes serão financiadas. As propostas deverão ser submetidas em inglês.

A chamada está publicada (em inglês) no www.fapesp.br/en/8092.

ACORDOS COM UNIVERSIDADES DO REINO UNIDO

(Texto de Fernando Cunha, disrribuído pela Agência FAPESP) – A FAPESP anunciou na quarta-feira (25/9), em Londres, a assinatura de memorandos de entendimento (MoU, na sigla em inglês) para pôr em execução a cooperação científica e tecnológica entre pesquisadores do Estado de São Paulo e do Imperial College London. Foi também anunciado um acordo de cooperação em pesquisa com aUniversidade de Cambridge, assinado no dia 2 de setembro. Nesta quinta-feira (26/09) será assinado acordo com a Universidade de Manchester. 

O anúncio ocorreu durante o primeiro dia de atividades da FAPESP Week London, simpósio organizado pela FAPESP que acontece até 27 de setembro, na Royal Society, com apoio do British Council e da Embaixada Brasileira em Londres.

“A forte cooperação da FAPESP com universidades britânicas mostra a densidade do intercâmbio científico promovido pela Fundação no Reino Unido, tanto em termos absolutos como comparativos”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP.

O MoU assinado com o Imperial College, com duração de cinco anos, prevê o investimento anual por projeto selecionado de até 6 mil libras por parte do Imperial College, contribuindo a FAPESP com valor equivalente em reais. O limite do desembolso para os projetos selecionados em cada chamada de propostas é de 50 mil libras.

O MoU entre a FAPESP e a Universidade de Manchester prevê um aporte anual de até 100 mil libras divididos igualmente pelas duas instituições ao longo de cinco anos.

Os dois documentos destacam o compromisso das instituições envolvidas em promover a cooperação entre pesquisadores dos dois países por meio de reuniões científicas de interesse mútuo e identificação de áreas para futura atuação conjunta em projetos, que serão divulgadas em Chamadas de Propostas de Pesquisa.

Roberto Jaguaribe, embaixador brasileiro no Reino Unido, afirmou que “a cooperação em ciência e tecnologia tem sido uma das razões pelas quais a relação entre Brasil e o Reino Unido se intensificou tanto nos últimos dois a três anos, e isso se deve à atuação da FAPESP”.

Cooperação ampliada

A FAPESP assinou em 2 de setembro um Acordo de Cooperação em Pesquisa com a Universidade de Cambridge, também com o objetivo de promover a colaboração bilateral e o desenvolvimento de projetos conjuntos entre cientistas ligados às duas instituições.

As atividades de implementação de projetos, organização de reuniões científicas e intercâmbio serão desenvolvidas inicialmente na School of Biological Sciences, da universidade.

Para cada um dos projetos aprovados, a Universidade de Cambridge e a FAPESP assumirão o financiamento de suas equipes de pesquisadores até o total de, respectivamente, 30 mil libras esterlinas e seu equivalente em reais. O acordo tem validade de três anos.

SEMINÁRIO DE ÉTICA E DIREITO ANIMAL

O Diversitas - Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), promove, nos dias 3 e 4 de outubro, o 7º Seminário de Ética e Direito Animal: Biopolítica e a Condição Animal.

Pesquisadores de diferentes universidades brasileiras ministrarão palestras sobre questões relacionadas à exploração de animais e o seu uso pela sociedade. “A composição de relações como invenção de modos de viver” e “Animais e Biopoder” são alguns dos títulos das palestras.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail diversitas@usp.br.

O evento será realizado no auditório da Casa da Cultura Japonesa, que fica na Avenida Prof. Lineu Prestes, 159, na Cidade Universitária, em São Paulo. Detalhes:  http://diversitas.fflch.usp.br/node/3518
 

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