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sexta-feira, 26 de julho de 2013

A INTERNET E OS DIREITOS AUTORAIS


 

A Internet é uma ferramenta imprescindível para a sociedade atual. Diante deste cenário, o próprio desenvolvimento tecnológico e a indispensabilidade da Internet acarretam uma integração global nos diversos níveis, seja este econômico, cultural, comercial, político e social. Sendo a Internet um meio que facilita a rápida propagação, não poderia ser diferente para os autores de obras intelectuais fazerem uso desse ambiente para também divulgarem suas obras.

Ocorre que, na contramão dos fatos, todo esse desenvolvimento tecnológico tem agravado o uso indevido de conteúdo das obras literárias no meio eletrônico e, consequentemente, pode-se dá uma ideia da banalização do direito do autor. Ou seja, a proteção dada ao autor e sua à obra valeria somente no chamado mundo “real”.

A priori, os direitos do autor têm uma tutela jurídica específica para a relação entre o autor e a sua obra intelectual, cuja proteção se dá sob o aspecto moral e patrimonial e, ainda, respalda outros direitos que lhes são conexos. Em resumo, os direitos morais são de caráter pessoal o autor, os quais permitem a ele, por exemplo, o direito de reivindicar a autoria e a integridade da sua obra, enquanto que os direitos patrimoniais se referem ao benefício econômico que advém da utilização da obra intelectual. Já os direitos conexos aos direitos autorais são aqueles destinados aos artistas, intérpretes ou executantes da obra intelectual do autor. Exemplo, um intérprete de uma música de Tom Jobim também usufrui de uma proteção legal sobre a interpretação que foi feita por ele.

A Lei dos Direitos Autorais, nº. 9.610/1998, visa proteger os direitos do autor e a sua obra independentemente do meio, seja ele virtual ou não. Assim, o meio eletrônico, no caso em análise a internet,também está contida na esfera de alcance da lei, devendo a obra intelectual ser amparada juridicamente e, para tanto, a sua utilização por terceiros deve ser feita com autorização expressa e clara do autor da obra.Caso contrário, resta evidente a violação do direito do autor.

A prova da violação do direito cabe ao autor da obra, pois essa é a regra geral. Logo, se o autor da obra intelectual tem o seu direito violado deverá comprovar a existência deste fato, utilizando-se dos  meios de provas admitidos em lei, seja através de depoimento de testemunhas, perícia, prova documental ou qualquer outra forma admitida desde que esta não viole os princípios morais e éticos.

Todavia, o grande desafio das regras de Direito está na dimensão do espaço virtual, uma vez que sem limites geográficos, a utilização indevida de obras no meio virtual, sem a autorização expressa do autor, se torna alvo fácil. O uso indevido das obras é feito de diversas maneiras, seja através do armazenamento, da distribuição, da disponibilização e do compartilhamento em nuvem, ou até mesmo através de suportes como CD e pen drive.

Não é o caso de dizer que inexistem leis que coíbem a prática da violação dos direitos do autor, mas o que falta é uma maior efetividade e mecanismos de controle/ fiscalização, a fim de facilitar uma investigação e atribuir o autor da infração à responsabilização civil e criminal e a consequente reparação dos danos. Além disso, importante repisar que, muitas vezes, o próprio autor da obra ignora que seu direito está sendo violado, em virtude do inalcançável mundo cibernético.

Ainda que a obra do autor esteja registrada nos órgãos competentes, nada impede que ela seja indevidamente utilizada. Há a proteção legal, mas a problemática está na efetividade da lei, no sentido de que não há ainda mecanismos apropriados para uma proteção efetiva que a lei se propõe a fazer. E existe ainda um outro fator importante que é a falta de estrutura do Estado na apuração de crimes virtuais.

Sob o aspecto da responsabilização no âmbito civil, fica a critério dos Tribunais mensurar o dano sofrido pelo autor e determinar um montante indenizatório, como forma de reparar o dano por ter tido seu direito de autor violado.

Algumas medidas já estão sendo tomadas, mas de maneira muito incipiente. O Marco Civil da Internet é uma das tentativas legislativas para regulamentar melhor a questão da identificação dos violadores virtuais através da guarda dos logs. A Lei 12.737/2012, também conhecida como a Lei Carolina Dieckmann, torna algumas condutas criminosas, mas ainda guarda a mesma problemática da efetividade da lei.

Não se espera que as leis acompanhem no mesmo ritmo as mudanças tecnológicas, pois pensar assim é no mínimo ilusório. Mas é devidamente apropriado pensar em obter mecanismos que proporcionem maior efetividade às leis já existentes, que somado ao trabalho dos Tribunais, já poderíamos contar com um aparato mínimo de regulação das obras intelectuais no meio eletrônico.(Por Francesca Corrêa, advogada especialista em Direito Eletrônico e sócia Construtivo.com, empresa de fornecimento de solução para gestão e processos de ponta a ponta para o mercado de engenharia, com oferta 100% na nuvem e na modalidade de serviço (SaaS), no Adnews).

REABILITAÇÃO CRIA NOVAS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS

Reabilitação - 11ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Reabilitação, Prevenção e Inclusão, acontece de 31 agra a 02 de agosto , no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

 

evento cria novas oportunidades de negócios, intercâmbio de experiências e disseminação de conhecimento entre empresas, instituições e profissionais de saúde de todo o País e do Exterior dedicados à prevenção, atendimento, reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência.

 

A feira de negócios acontece em paralelo com o fórum de discussão. O objetivo é ampliar o olhar da indústria e da sociedade sobre a realidade dos mais de 45 milhões de brasileiros e um bilhão de pessoas no mundo que têm algum tipo de deficiência e que enfrentam dificuldades de acesso à saúde, ao trabalho, a atividades culturais e sociais.

 

A proposta da feira Reabilitação é mostrar para a indústria as oportunidades de atuação neste nicho e oferecer troca de experiências para os profissionais, com foco na funcionalidade, qualidade, design, resistência e custo dos produtos disponíveis no mercado.

 

A médica e empresária Waleska Santos, presidente da Reabilitação, destaca que o evento propicia um entrosamento entre a indústria fornecedora e profissionais da área da saúde, bem como com aqueles que necessitam de equipamentos.

“A feira funciona como um ‘laboratório’ para troca de experiências e desenvolvimento de novas ações. Há um grande nicho de mercado a ser trabalhado nesta área”, declara Waleska.

Na edição de 2012, a feira reuniu cerca de cinco mil visitantes profissionais e empresários da área da saúde, além de lideranças políticas. Mais de 100 empresas nacionais e internacionais apresentaram seus produtos, equipamentos e serviços.

 

“A Reabilitação trouxe mais projeção e visibilidade para um segmento com enorme potencial de expansão no País e que necessita de maior atenção por parte dos governos e também do setor privado”, declarou Waleska Santos.

Reabilitação Feira e Fórum é uma iniciativa da Hospitalares Feiras e Congressos (empresa privada organizadora da Hospitalar, maior feira de saúde das Américas) com o apoio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo.Para saber mais informações sobre o evento acesse o site oficial. (Promoiview)

 

CIDADES PAULISTAS MAIS PROMISSORAS PARA FRANQUIAS

 A RIZZO FRANCHISE maior empresa de pesquisas do setor de Franchising da América Latina – acaba de divulgar o ranking das cidades do interior paulista mais promissoras para instalar uma franquia. O estudo, que faz parte da pesquisa: “100 melhores mercados para franquias no Brasil” aponta 32 cidades paulistas com maior potencial para franquias. São elas:

1º lugar: São Paulo
17º lugar: Franca
2º lugar: Campinas
18º lugar: Taubaté
3º lugar: Santo André
19º lugar: Diadema
4º lugar: Guarulhos
20º lugar: Mauá
5º lugar: São Bernardo do Campo
21º lugar: Carapicuíba
6º lugar: Santos
22º lugar: Limeira
7º lugar: Ribeirão Preto
23º lugar: São Carlos
8º lugar: Osasco
24º lugar: Barueri
9º lugar: São José dos Campos
25º lugar: Americana
10º lugar: Sorocaba
26º lugar: Presidente Prudente
11º lugar: Jundiaí
27º lugar: Rio Claro
12º lugar: São José do Rio Preto
28º lugar: Guarujá
13º lugar: Piracicaba
29º lugar: Marília
14º lugar: Bauru
30º lugar: Araraquara
15º lugar: Mogi das Cruzes
31º lugar: Araçatuba
16º lugar: São Vicente
32º lugar: Sumaré

 

O grande crescimento do Franchising no interior do Estado de São Paulo, que hoje conta com 485 franqueadores e  um  faturamento total R$ 50,7 bilhões em 2012, tem feito com que muitas franqueadoras coloquem as cidades do Interior de São Paulo como prioridades para expansão este ano.

O grande crescimento do Franchising nesta região, tem feito com que muitas franqueadoras coloquem as cidades do Interior de São Paulo como prioridades para expansão neste segundo semestre. São elas:

 TEVE QUEM NÃO GOSTOU DO PAPA

 A chegada do Papa ao Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), não foi vista com bons olhos por alguns usuários do Facebook e do Twitter.

Entre 4 e 21 de julho, a A2 Comunicação, em parceria com o Scup, monitorou o que foi dito sobre a chegada do líder religioso ao Brasil no Twitter e Facebook. Ao todo, foram coletados 94.341 itens, dos quais 10% foram classificados como positivos, negativos ou neutros.

Entre os posts analisados, 7,9% continham mensagens positivas sobre a visita, enquanto 19,3% se mostravam contrários, impulsionados principalmente por notícias de gastos do dinheiro público com o evento. 72% dos itens analisados traziam mensagens consideradas “neutras” ou apenas repercutiam notícias da imprensa sobre a visita. (Redação Adnews)

AS DISCUSSÕES SOBRE POLÍICA NO TWITTER

 

A proporção de tweets sobre política no Brasil mais que triplicou entre março e junho deste ano. Responsável por 7% das discussões no Twitter (contra 2% no primeiro trimestre), o tema foi impulsionado especialmente pelas manifestações populares nas ruas e também pela MP dos Portos. As informações são do estudo “Trending Topics Brasil”, realizado pela E.life, que analisou os assuntos mais comentados pelos usuários do microblog no país durante o segundo trimestre deste ano. 

 

Publicações sobre eventos esportivos também tiveram aumento expressivo no período – pularam de 10% para 19%. Além da disputa da Copa das Confederações, a reabertura do Maracanã, a “adiantada” de Rogério Ceni nas cobranças de pênaltis contra o Corinthians e as finais da NBA geraram grande buzz na rede. 

 

Já o clube espanhol Barcelona motivou o segundo maior número de comentários de brasileiros sobre esporte no Twitter. A surpreendente eliminação para o Bayern de Munique na Liga dos Campeões e a contratação de Neymar foram os grandes responsáveis. 

 

De acordo com o estudo, a televisão continua como o grande propulsor de debates entre os usuários do microblog no Brasil. Embora a categoria figure atrás de “música” (26% e 31%, respectivamente), a análise mostra que os comentários musicais, em sua maioria, são movidos pelas aparições dos artistas em programas televisivos.

 

Realizado trimestralmente pela E.life, o estudo “Trending Topics Brasil” é produzido por meio do Buzzmonitor, software criado pela empresa capaz de analisar o buzz nas redes sociais. A cada 2 horas, a E.life monitora quais são os Trending Topics do Twitter no Brasil para compreender os temas que mais engajam os brasileiros. Os posts coletados foram divididos em nove categorias: Música (31%), Televisão (26%), Esporte (19%), Política (7%), Notícias (5%), Cinema (4%), Datas Comemorativas (3%), Eventos (3%), e Internet e Tecnologia (3%). (Adnews)


AS 100 MARCAS MAIS VALIOSAS DO BRASIL

Todas as marcas desejam ser reconhecidas, tanto pelo consumidor final como pelo próprio universo corporativo. Todos os valores intangíveis que compõe uma empresa são também aqueles materializam o seu valor de mercado. Quer saber quais são as marcas mais valiosas do Brasil? A Brand Finance Brasil divulgou o ranking do ano de 2013.

A lista é liderada pelo segmento bancário, que possui forte presença entre as Top 10 seguido pelo setor de Telecomunicação. O setor de eletricidade foi o mais afetado no ranking, sobretudo devido ao futuro impacto nas receitas causado pela mudança estabelecida pelo governo no ano passado, essa é a avaliação da Brand Finance.

O diretor de novos negócios da Brand Finance América do Sul Pedro Tavares comenta que “neste momento, o Brasil está em alerta para o risco de uma desaceleração e contenção do crescimento da economia, sendo prioritário a adoção de políticas que não abandonem a sustentabilidade, e apoiem a recuperação da demanda econômica e do crescimento no médio prazo.”

Segundo Flavio Andrade, analista da Brand Finance Brasil em Londres, embora as marcas brasileiras possuam forte presença na América do Sul, a maior parte delas ainda são dependentes do mercado local e acabam sentido o efeito no curto prazo quando a economia se encontra em ritmo moderado. Para evitar este tipo de risco, é necessário haver um aumento no investimento de novos planos estratégicos para expandir a marca fora do país no intuito de mitigar riscos ligados a cenários instáveis.

O estudo é produzido com base em um levantamento financeiro sobre as empresas e em questionários com clientes e especialistas em medir a força de marcas. O método usado é o do Royalty Relief, amplamente usado no mundo e reconhecido por autoridades legais, tributárias, financeiras, entre outras.

Confira o ranking:

Rank 2013
Marca
Setor
Valor da Marca 2013 (USD m)
Classificação da Marca 2013
1
Bradesco
Bancos
13.610
AAA-
2
Itaú
Bancos
12.442
AA+
3
Banco do Brasil
Bancos
9.883
AAA-
4
Petrobras
Oléo&Gás
7.015
AAA-
5
Caixa
Bancos
6.349
AA-
6
Pão de Açúcar
Alimentos
4.328
AA
7
Vivo
Telecomunicações
3.386
AA-
8
Vale
Ferro/Aço
3.381
AA+
9
Oi
Telecomunicações
3.232
AA
10
Gerdau
Ferro/Aço
2,349
AA-
11
Skol
Bebidas
2.240
AA
12
Sadia
Alimentos
2.085
AA
13
BNDES
ServiçosFinanceiros
2.057
A-
14
Casas Bahia
Varejo
1.934
AA
15
Natura
Cosméticos
1.849
AA+
16
Perdigão
Alimentos
1.815
AA-
17
Americanas
Varejo
1.593
A+
18
Brahma
Bebidas
1.533
AA+
19
Ipiranga
Químicos
1.462
A+
20
TAM
Linhasaéreas
1.450
AA
21
Embratel
Telecomunicações
1.405
A
22
Souza Cruz
Tabaco
1.358
AA
23
Unimed
Seguros
1.272
A-
24
Net
Mídia
1.145
A
25
Raizen(Cosan)
Alimentos
1.138
AA-
26
Embraer
Aeronáutico/Defesa
1.124
AA-
27
RedeGlobo
Mídia
1.086
A-
28
Schinchariol/Nova Skin
Bebidas
1.065
A-
29
Correios
ServiçosComerciais
1.058
A+
30
Magazine Luiza
Varejo
947
A
31
AES Eletropaulo
Elétrico
834
A-
32
Amil
Saúde
761
A+
33
Riachuelo
Vestuário
690
A
34
Eletrobras
Elétrico
662
A+
35
Submarino
Internet
634
A-
36
CSN
Ferro/Aço
614
A+
37
Cemig
Elétrico
606
AA
38
Braskem
Químicos
596
AA
39
Renner
Varejo
591
AA-
40
CPFL Energia
Elétrico
589
AA-
41
BTG Pactual
ServicosFinanceiros
571
AA
42
JBS
Alimentos
549
AA-
43
Casas Pernambucanas
Varejo
536
A+
44
Ponto Frio
Varejo
517
A
45
Cielo
ServiçosComerciais
506
A+
46
Redecard
ServiçosComerciais
499
AA-
47
Usiminas
Ferro/Aço
490
AA-
48
Gol
Linhasaéreas
479
AA-
49
Ultragaz
Utilidades
472
A-
50
Light
Elétrico
445
A
51
Banrisul
Bancos
442
A+
52
Suzano
Papel&Celulose
436
A
53
ALL
Logistica
415
A+
54
Sanasa
Utilidades
410
A-
55
RaiaDrogasil
Varejo
409
A
56
ElmaChips
Alimentos
403
A-
57
Minerva
Alimentos
403
A
58
Tractebel
Elétrico
391
AA-
59
Sabesp
Saneamento
391
AA-
60
Cyrela
Imóveis
360
AA-
61
Odebrecht
Engenharia&Construção
331
A-
62
Comgas
Gás
310
A
63
Banco do Nordeste
Bancos
308
A+
64
BM&F Bovespa
ServiçosFinanceiros
301
AA-
65
Marisa
Varejo
293
A
66
Positivo
Varejo
292
A
67
Fibria
Papel&Celulose
287
A-
68
Abril
ServiçosComerciais
285
A
69
Semp Toshiba
Eletrônicos
274
A-
70
Sao Martinho
Alimentos
267
A
71
Klabin
Papel&Celulose
265
A
72
PDG Realty
Imóveis
265
A+
73
Tecnisa
Construtoras
263
A-
74
Saraiva
Varejo
260
A-
75
Copel
Elétrico
254
AA-
76
Dasa
Saúde
240
A+
77
FertilizantesHeringer
Químicos
237
A
78
Havaianas
Vestuário
231
A-
79
Elektro
Elétrico
226
A
80
Duratex
Materiais de Construção
220
A+
81
BancoMercantil do Brasil
Bancos
219
A-
82
Totvs
Software
218
A
83
Marfrig
Alimentos
213
AA
84
Hering
Vestuário
204
A
85
MRV Engenharia
Construtoras
204
A+
86
PanAmericano
Bancos
202
A
87
Localiza
ServiçosComerciais
194
AA-
88
Tigre
Materiais de Construção
185
A-
89
AmplaEnergia
Elétrico
176
A
90
Gafisa
Imóveis
166
AA-
91
Arezzo
Varejo
151
A
92
CESP
Elétrico
150
A+
93
Estacio
ServiçosComerciais
146
A
94
Itautec
Eletrônicos
144
A-
95
Rossi Residencial
Construtoras
142
A+
96
CTEEP
Elétrico
141
A+
97
Multiplan
ServiçosComerciais
139
A
98
AnhangueraEducacional
ServiçosComerciais
138
A+
99
Bicbanco
Bancos
135
A+
100
Copasa
Saneamento
132
A+

Redação Adnews

FUNCIONÁRIOS QUE ENVERGONHARAM MARCAS

Philip Kotler, considerado pelo Management Centre Europe o maior dos especialistas na prática do marketing, costuma dizer que se você criar um caso de amor com seus clientes, eles próprios farão sua publicidade. Mas e quando a relação "empresa vs. funcionário" está afetada, como isso irá se refletir no cliente final?

Atitudes como a de Ian Jett e Cameron Boggs, agora ex-funcionários da rede Subway (veja a explicação abaixo), chocam a todos. Marca, clientes, até mesmo quem não gosta dos sanduíches da rede se mostra perplexo com tal ato.

Mauro Segura, diretor de Marketing da IBM Brasil, defendeu em um artigo de seu blog, A Quinta Onda, que o compromisso e a cumplicidade do funcionário com determinada empresa não termina quando ele sai do trabalho no final do expediente. "Para todos os efeitos, mesmo fora das paredes da empresa, ele continua sendo funcionário".

O Adnews relembra abaixo casos em que um funcionário foi demitido, pois na visão da empresa, fez algo errado.

Veja o que aconteceu e como a companhia em questão lidou com o assunto.

Subway

O que aconteceu?

Ian Jett e Cameron Boggs decidiram postar no Instagram algumas peripércias que tinham aprontado durante o expediente no Subway. Um deles postou uma foto colocando seu órgão sexual sobre o pão da rede. Outra imagem dizia que ele havia congelado sua urina na geladeira da empresa.

O que a empresa fez?

Disse, num comunicado, que tal conduta não era digna dos "artistas do sanduíche" que trabalham na rede e que este tipo de ação não é tolerada. A Subway demitiu os dois.

KFC

O que aconteceu?

Um estudante, que não teve o nome revelado, aparele lambendo um purê de batata na cozinha do KFC.

O que a empresa fez?

Demitiu o autor da foto e o protagonista da imagem. Fez outro treinamento para os funcionários.

"A investigação confirmou que as fotos foram tiradas depois de o restaurante estar fechado e nenhum daqueles pratos foi servido", disse um porta-voz da empresa à época.

Taco Bell

O que aconteceu?

Um funcionário da rede chamado Cameron Jankowski publicou uma foto urinando num lanche.

O que a empresa fez?

O Taco Bell declarou à época que o rapaz seria demitido. A empresa alegou ter achado a "brincadeira absolutamente inaceitável" e iria solicitar a ajuda das autoridades locais para prosseguir com as punições a Jankowski.

Domino's

O que aconteceu?

Este talvez seja o melhor caso da postura da empresa. No vídeo, funcionários da rede aparecem cuspindo e atirando secreções nasais em sanduíches da marca.

O que a empresa fez?

A Domino's modificou todo seu processo de confecção dos alimentos e divulgou vídeos para mostrar a mudança aos internautas. Obviamente, não relembrou o episódio dos funcionários mal educados que acabou culminando na mudança, mas pediu desculpas, também via Youtube, pelo incidente.

Starbucks

O que aconteceu?

Este case é interessante, já que a grande maioria dos internautas gostou do que o funcionário fez. Christopher Cristwell publicou um vídeo cantando sobre sua rotina no Starbucks. A canção viralizou e recebeu boa avaliação dos usuários do Youtube.

O que a empresa fez?

A Starbucks não achou graça e demitiu Cristwell. Não adiantou o funcionário dizer que não havia feito o para os clientes, os quais, declarou, amava profundamente. E também não foi para os gerentes, a quem Cristopher respeitava. "Fiz para os meus colegas de café". (Redação Adnews)

APPLE VENDEU 31 MILHÕES DE iPHONES EM TRÊS MESES!

A Apple divulgou esta semana seus resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2013, encerrado em 30 de junho. O lucro líquido da companhia de Cupertino foi de US$ 6,9 bilhões. O número é 22% menor que o lucro de US$ 8,8 bilhões registrado no mesmo período do ano passado. A empresa vendeu 31,2 milhões de iPhones no período, número recorde para os três meses até junho. Foram 26 milhões no mesmo período do ano passado.  

A receita da companhia subiu levemente para US$ 35,3 bilhões, ante US$ 35 bilhões em 2012. A margem bruta da Apple recuou para 36,9%, em comparação com 42,8% há um ano, enquanto as vendas internacionais representaram 57% da receita da companhia.

 

Já as vendas de iPads tiveram queda para 14,6 milhões, de 17 milhões há um ano, e as vendas de Macs totalizaram 3,8 milhões, de 4 milhões no mesmo trimestre do ano passado.

 

Para o quarto trimestre fiscal de 2013, a Apple projeta receita entre US$ 34 bilhões e US$ 37 bilhões.

ONDE VAI PARAR A MTV?

A MTV conseguiu emplacar com muito sucesso o VMB no Brasil. O evento sempre foi um sucesso nos Estados Unidos, mas também virou a principal premiação da música brasileira. Entretanto, segundo os principais rumores de imprensa especializada, a grande festa corre o risco de não acontecer em 2013, como afirmou o jornalista Daniel Castro, em seu blog.

Tudo porque o Grupo Abril, dono das concessões, e a Viacom, dona da marca MTV, ainda negociam um desfecho para o futuro da emissora no País. Como já é de conhecimento público, embora tenha um contrato para o uso da marca até 2018, a Abril estuda devolver a emissora para a Viacom, que por sua vez, avalia posicionar a MTV com um canal pago.

As negociações precisam andar mais depressa, já que normalmente o VMB acontece em julho e até agora não há nenhuma divulgação ou promoção do evento na mídia.

A premiação não está descartada, mas, de acordo com o blog, o que pode ocorrer é uma versão mais econômica do VMB 2013, embora as cotas de patrocínio e a casa de espetáculos já estejam fechadas. (Adnews,com informações da coluna de Daniel Castro)

NIELSEN VAI MENSURAR VENDAS DE LIVROS

A Nielsen, provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra, anuncia o início da medição de vendas do mercado de livros no Brasil.

“Chegamos ao país com uma bagagem de quase 160 anos de experiência na análise do segmento livreiro. Reconhecida no mundo todo e incorporando a expertise dos criadores do ISBN ( International Standard Book Number), a solução Bookscan já atua em 09 países, como Reino Unido, Estados Unidos, Índia e Austrália e chega ao Brasil atendendo às necessidades específicas do mercado nacional”, afirma Luiz Gaspar, Gerente da solução Bookscan na Nielsen Brasil. International Standard Book Number

Diferencial brasileiro

Aliado ao conhecimento e tradição global, a solução Bookscan Brasil conta também com a parceria do I-Supply, para o fornecimento das informações bibliográficas, e com a experiência do consultor Gerson Ramos, profissional da área há cerca de 30 anos, referência no segmento livreiro nacional.

No Brasil, primeiro país da América Latina a lançar a solução, a Nielsen contará com o detalhamento de informações sob a óptica da classificação de gênero em três níveis com mais de 130 subníveis.

“Os dados de Bookscan são fundamentais para um mercado carente de informações qualificadas, como o brasileiro, e que atua com a consignação. Com dados semanais provenientes diretamente do ‘balcão de vendas’, seja das capitais ou das pequenas cidades do interior, esse cenário muda a visão da indústria, uma vez que entenderemos o verdadeiro interesse do leitor”, explica Gerson.

O lançamento da solução acontece em Agosto de 2013. (Redação Adnews)

A SOLUÇÃO DOS SONHOS

Tenho lutado continuamente para me reinventar e reinventar o meu negócio. Fiz um grupo de comunicação justamente porque tinha e tenho consciência de que às vezes a melhor campanha de publicidade é um bom plano de relações públicas. Ou um trabalho de marketing direto. Ou uma ação digital.

Em tese, todos concordam com isso. Mas colocar isso em prática é como fazer dieta. Dificílimo.

Eu não corro duas horas por dia porque eu amo. Mas porque preciso disso para ter pique e ter bom sono.

As pessoas ferem suas empresas brigando com o novo. E querendo ter razão.

Eu não quero ter razão, eu quero ter sucesso. Cerco-me de mentes jovens que sabem mexer, fazer e ver coisas que eu não sei. Mas também adoro gente de cabelo branco.

Sou uma pessoa que adora falar. Mas eu também adoro ouvir. Não tenho medo de voltar atrás, de desdizer e desfazer em segundos a bobagem que eu fiz. É melhor aprender com os erros dos outros. Mas, se você errar, erre logo e corrija mais rápido ainda.

Faço parte de uma equipe digital que tem produzido alguns dos trabalhos mais "likados" do mundo digital do Brasil. Mas não adianta olhar só para o novo em busca do novo. Velhos elementos funcionam muito bem em novos tempos.

A roda e a alavanca não perderam sua utilidade séculos e séculos depois de descobertas. Elas ainda oferecem muitas soluções para o mundo de hoje e o mundo de amanhã.

Adoro criar para o rádio, um meio burramente desprezado por muitos hoje em dia. E acabo de comprar de uma só vez mais de 500 páginas de anúncio para um cliente porque mídia impressa é uma grande oportunidade, com uma grande (relação com sua) audiência. Tem coisas que só existem no papel. Assim como tem coisas que só existem na internet.

Estamos naquele momento Santiago de Compostela. Foco no essencial. Escolha um cajado, leve o mínimo possível e, acima de tudo, cuidado para não molhar os pés e não criar bolhas.

Se você me perguntar o que eu estou fazendo neste momento pela minha empresa, eu respondo prontamente: controle de custos e muito exercício. Eles não melhoram a realidade, mas a percepção.

No fim do dia, vou novamente à academia Bodytech me exercitar. Grandes empreendedores que conheço fazem atividade física intensa, e hoje, para mim, é fácil entendê-los. Ajuda a despertar, a dormir e a sonhar. E, quando a realidade está difícil, o melhor caminho é sonhar.

Como disse lindamente o mestre Oscar Niemeyer: a linha reta não sonha.

Pois é o sonho do chinês que sustenta o desenvolvimento chinês. Sua aspiração pessoal conectou-se de alguma forma à aspiração nacional. É o sonho americano que inspira o sonho do americano. O Brasil ainda não sonha assim. No futebol, talvez. É um caminho. Temos orgulho daquela camisa amarela. A força que projetamos nela, sentimos em nós. Entramos em
campo para ganhar. Precisamos construir esse sonho grande e essa força para o país. O povo nas ruas caminha por isso e para isso.

A nova classe média não ia mesmo ficar parada. Ela sonha ascender mais e prover mais para si, para seus filhos e para seus netos. Seu movimento é impossível de ser detido e empurra o país.

Antes a brasileira tinha cinco filhos em média, e a maioria mal frequentava a escola. Hoje ela tem em média menos de dois filhos, que estão na escola e com probabilidade cada vez maior de chegar à universidade. Formarão uma geração muito diferente e muito mais preparada do que os seus pais para exercer e cobrar a cidadania econômica e social.

Por isso, e para isso, nós precisamos dar o próximo passo, superar as próximas barreiras. Elas ficam cada vez maiores à medida que se avança. Mas nós também crescemos.

Philippe Starck me disse certa vez que todas as vezes que ele tem um problema para resolver ele dorme. Dormindo, ele se sente uma impressora de ideias. Não é uma imagem genial?

Está difícil dormir? Vamos sonhar. (Por Nizan Guanaes, publicado originalmente na Folha de S. Paulo e transcrito pelo Adnews).

IRREGULARIDADES NO SEITEC

O Tribunal de Contas de Santa Catarina multou sete gestores do Estado, da área do turismo, cultura e esporte e também da Secretaria de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, por irregularidades na transferência de recursos financeiros do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, Turismo e Esporte (Seitec). O total das multas chega a R$ 18 mil e os responsáveis têm o prazo de 30 dias, a partir da data da publicação da decisão no Diário Oficial Eletrônico do TCE/SC, prevista para o dia 2 de agosto, para a sua quitação (Ver quadro).

Além das multas, o Pleno do Tribunal de Contas, em decisão aprovada no dia 3 de julho, fez várias determinações que visam regularizar os procedimentos de repasses financeiros dos fundos do turismo, da cultura e do esporte, além de estabelecer o acompanhamento, por parte da Diretoria de Controle da Administração Estadual (DCE), das futuras transferências de recursos.

A auditoria realizada pela DCE na Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e Esporte (SOL) teve por objetivo verificar, por amostragem, a regularidade das transferências de recursos efetuadas no ano de 2010 pelos fundos do Seitec (Funturismo, Funcultural e Fundesporte), a partir da análise dos processos de aprovação de projetos que originaram os Contratos de Apoio Financeiro.

Dentre as irregularidades apontadas pela equipe de auditores do TCE/SC, estão: a aprovação de projetos sem análise fundamentada do mérito e menção dos critérios adotados para julgamento dos mesmos; aprovação de projetos sem a manifestação dos conselhos estaduais de Turismo, de Cultura e Esporte; celebração de contratos com entidades que não comprovaram capacidade para execução de projetos propostos; não homologação da documentação cadastral de proponentes de projetos e suas condições estatutárias em relação a sua finalidade e os fundos do Seitec; e a omissão, por parte da SDR da Grande Florianópolis, em supervisionar as atribuições da consultoria jurídica que, por sua vez, deixou de homologar a documentação cadastral dos proponentes.

O relator do processo RLA 10/00511542, auditor Cleber Muniz Gavi Gavi, considera que os achados da auditoria “são bastante graves, aptos a suscitar a atuação punitiva desta Corte de Contas”, ao destacar que “a gravidade das restrições se vislumbra na medida em que as evidências que as fundamentaram não foram pontuais”. Além disso, destaca que o montante de recursos públicos inclusos na amostragem da auditoria é significativo, girando em torno de R$ 9 milhões, transferidos nos anos de 2009 e 2010 a apenas 12 entidades fiscalizadas. “Face à atuação ineficiente dos órgãos responsáveis pela análise e projetos, não há parâmetros para aferição do uso regular dos recursos públicos”, concluiu, afirmando que “se não há provas de dano ao erário, tampouco há elementos para afirmação peremptória do bom e regular uso do dinheiro público”.

 

Irregularidades

Segundo Gavi, “a homologação do cadastro, como condição prévia para as entidades sem fins lucrativos que solicitarem financiamentos de projetos, tem por objetivo verificar se o proponente comprova a capacidade profissional, administrativa e financeira para realizar os programas de governo e ações dos fundos da Cultura, Turismo e Esporte”. Outra finalidade do cadastramento, citou o relator, é verificar se a finalidade estatutária da entidade que recebe o recurso é compatível com as funções de governo. Ao se constatar que não houve homologação, por parte da SDR, do cadastro dos proponentes, fica demonstrado que “não existiu análise da legitimidade do proponente para obtenção de recursos perante o Seitec, no que diz respeito à finalidade estatutária compatível com a área passível de aprovação pelo Fundo”, disse Gavi.

Com relação à celebração de contrato de apoio financeiro com entidades que não comprovaram capacidade de execução de projetos, o relatório dos técnicos da DCE, destaca que “a maioria das entidades não possuía sede própria, ou seja, uma estrutura física que atendesse aos objetivos da própria entidade, tampouco recursos humanos, materiais e financeiros próprios”. A auditoria constatou ainda que os recursos do governo são quase sempre a fonte exclusiva dos projetos; que as entidades são criadas com a finalidade exclusiva de executarem projetos no âmbito do Seitec; que a execução dos projetos é integralmente terceirizada; e que muitas entidades são criadas para executarem os mesmos projetos de outras entidades que foram impossibilitadas ou bloqueadas de receberem recursos públicos.

O relator do processo salienta que “a omissão dos setores competentes na análise da capacidade do proponente em executar o projeto acarreta a responsabilidade dos ordenadores primários (secretários de estado) que no presente caso aprovaram e homologaram os projetos e, ao final, assinaram os contratos de apoio financeiro sem observar as providências previstas na lei.” Segundo Gavi, as secretarias de estado deveriam verificar a viabilidade de execução dos projetos, a capacidade da entidade realizar aquilo a que se propôs, os recursos humanos, materiais, técnicos e financeiros disponibilizados para a execução da proposta, a exequibilidade dos prazos propostos e outros elementos indispensáveis para a análise técnica de um projeto que busca financiamento público.

 

Quadro: Gestores penalizados com multa

1. Valter José Gallina – ex-secretário de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis.
Valor da multa: R$ 1.000,00.
Motivo: omissão no dever de supervisionar as atribuições do Consultor Jurídico, que deixou de homologar a documentação cadastral dos proponentes, analisando os documentos, informações e a condição estatutária das entidades em relação a sua finalidade e os fundos do Seitec.
 
2. Aristides Niehues – presidente do Conselho Estadual de Turismo em 2009.
Valor da multa: R$ 1.000,00
Motivo: aprovação de projetos sem análise fundamentada do mérito e menção dos critérios para julgamento dos mesmos.
 
3. Hercílio Paraguassu Antunes de Freitas – presidente do Conselho Estadual de Esportes em 2009.
Valor da multa: R$ 1.000,00
Motivo: aprovação de projetos sem análise fundamentada do mérito e menção dos critérios para julgamento dos mesmos.
 
4. Edson Bush Machado – presidente do Conselho Estadual de Cultura em 2010.
Valor da multa: R$ 1.000,00
Motivo aprovação de projetos sem análise fundamentada do mérito e menção dos critérios para julgamento dos mesmos.
 
5. Gilmar Knaesel – ex-secretário de Turismo, Cultura e Esporte.
Valor da multa: R$ 3.000,00
Motivo: aprovação de projetos sem a manifestação dos conselhos estaduais de Turismo, de Cultura e Esporte, acerca do julgamento quanto ao mérito dos projetos e demais aspectos requeridos legalmente.
Valor da multa: R$ 4.000,00
Motivo: celebração de contratos com entidades que não comprovaram capacidade para execução dos projetos propostos.
 
6. Valdir Rubens Walendowsky – ex-secretário de Turismo, Cultura e Esporte.
Valor da multa: R$ 1.000,00
Motivo: aprovação de projetos sem a manifestação dos conselhos estaduais de Turismo, de Cultura e Esporte, acerca do julgamento quanto ao mérito dos projetos e demais aspectos requeridos legalmente.
Valor da multa: R$ 4.000,00
Motivo: celebração de contratos com entidades que não comprovaram capacidade para execução dos projetos propostos.
 
7. Guilberto Chaplin Saavedra – ex-secretário de Turismo, Cultura e Esporte.
Valor da multa: R$ 2.000,00
Motivo: celebração de contratos com entidades que não comprovaram capacidade para execução dos projetos propostos.

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