Pesquisar este blog

sábado, 13 de abril de 2013

SER CRIATIVO NÃO É DOM, MAS NÃO É PRA QUALQUER UM.


 É muito estranho, risível mesmo, a mania que tem os pragmáticos de tentar minimizar a criatividade, a partir do pressuposto, ainda que com certa verdade, de que criatividade não é dom e ponto. Assim, a partir dessa máxima, eles desvalorizam os criativos.
Li recentemente reportagem, excelente por sinal, da Info, enviada a mim pela querida Tamara Araújo, onde a professora Gysela Kassoy “mata a pau”, explicando de vez que: “A criatividade pode tanto ser desenvolvida quanto bloqueada; está relacionada mais a um modo de encarar o mundo do que a um gene ou iluminação transcendental e é a capacidade de utilizar suas faculdades mentais para solucionar um problema e não um dos sinônimos para inteligência”.

Tudo verdade mesmo. Criatividade não é um dom, mas sem ponto, ok. Porque também é uma verdade, queiram ou não, que algumas pessoas, dotadas, claro, das características acima, sabedoras ou não delas, têm mais aptidão inata a desenvolver ideias criativas que outras. Ou seja, é preciso sim respeitar e admirar talentos que têm na criatividade a mola propulsora de suas ações.

Delano D’ávila e Gabriel Heusi são dois exemplos do que falo. O primeiro, diretor de Arte consagrado, o segundo fotógrafo talentoso, escolheram desenvolver, encarar o mundo de maneira especial e solucionar problemas de suas profissões com uma leveza e um toque tão especiais que se transformaram em artistas no que fazem.

Delano, hoje, vive da pintura, de traços marcantes e individuais que começaram emlayouts brilhantes de anúncios e cartazes. Ele bem podia ser hoje o diretor de Criação de qualquer agência, mas a arte o chamou de vez.

 

Já Gabriel encontrou na câmera, em cobertura de eventos como as Olimpíadas Militares, corporativos, esportivos, de design e de pessoas ângulos e luzes que surpreendem os clientes e fazem de suas fotos, mais que o registro puro e simples de momentos. Ou seja, sendo criativo, ele segue o briefing e faz melhor.

Quando perguntei o que era a fotografia para ele, me respondeu que “Era uma maneira dele se expressar e os seus olhos vendo as coisas.”

Dentro dessa “visão” ele faz magia, transcende o mundo e quero decupar melhor o que ele faz num texto mostrando melhor o seu trabalho. Aliás, quem quiser ver o que eles fazem, basta entrar nos links http://www.delanodavila.com.br e www.gabrielheusi.com

Usei esses artistas, e podia usar vários diretores de arte e redatores também, para mostrar aos pragmáticos de plantão, que tentam reduzir a criatividade a um limbo da ciência do meramente explicável e realizável, que, guardadas as devidas proporções, todos podem ser criativos sim, mas, infelizmente, só alguns o serão ao nível de terem reconhecidas suas “obras”. E estes vão ganhar um espaço de destaque, sim senhor, no mundo das descobertas, dos inventos, do belo e da vida.

Os criativos sempre foram invejados, alguns odiados, na história. Geniais e geniosos, pintores, músicos, escritores e poetas, redatores e diretores de arte, bailarinos e cantores eles nos mostram o quão pequenos somos em não encontrar no mundo uma beleza recheada de olhares mágicos.

Portanto, aos que ainda não entenderam o óbvio, aí vai nosso “toque”: onde quer que você trabalhe, onde quer que você esteja, qualquer que seja sua função, procure ser criativo. Se der, ótimo. Se não der, tenha capacidade de reconhecer que existem pessoas que são diferentes, nem melhores nem piores que você, e que podem com você (e pra você) descortinar um mundo novo e belo, gostos e admirável. Ou seja, una-se a eles, tenha-os por perto.

Bem pertinho mesmo. Na vida, no amor, na dança, no papo, no sexo (por que não?) e no trabalho eles podem fazê-lo melhor, e transformar em encanto o que era simplesmente “o normal”.

A luz é de todos, mas o brilho, infelizmente para os pragmáticos, é de alguns mesmO. (Tony Coelho, no Promoview)

 

MÍDIAS SOCIAIS ENTRE OS CANAIS PREFERIDOS

.Em uma escala de 1 a 5, os órgãos de defesa do consumidor registram média de 4,2, na preferência dos clientes, seguidos do Facebook e do contato pessoal, empatados com 3,7. Na sequência vem o site Reclame Aqui, com 3,5, o Twitter, com 3,4, e, os jornais impressos, rádio e telefone, com 3,1, 2,9 e 2,6, respectivamente.

O estudo destaca ainda que a não resolução do problema após contato direto com a empresa leva 84% dos entrevistados a procurar entidades de defesa do consumidor, enquanto 28% preferem relatar o problema nas mídias sociais. Neste canal, a maior incidência de reclamações fica entre os jovens entre 20 a 29 anos.

A pesquisa também sugere que a iniciativa de reclamar aos jornais é tida por 4% dos entrevistados com 60 anos ou mais, – 7% dos participantes -, 8% entre os pós-graduados e 7% e 11% entre os integrantes das classes A e B, respectivamente.  (Fontes: ecommercenews e Bephex)

nUTRIAÇÃO MOSTRA AS TECNOLOGIAS DA SEMENTES MUTUCA


A Sementes Mutuca, em parceria com a Agrichem do Brasil, recebeu mais de 800 profissionais e produtores para o evento NutriAção, em abril.


Na agenda, palestras e visitas ao campo para analisar todo o conteúdo apresentado, diretamente nas lavouras, atraíram a atenção de produtores, revendas e profissionais de todo o País e da América Latina.
O evento apresentou tecnologias em nutrição de solo para aumentar a produtividade, com base em modelos bem sucedidos.

 Além do diretor técnico da Agrichem (Luis Yabase) e o diretor técnico da Sementes Mutuca (Ivo Frare), estiveram palestrando os professores-doutores Átila F. Mógor, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que falou sobre a função hormonal em plantas, e Itacir Sandini, da UniCentro, que discorreu sobre “Manejo de nitrogênio em soja”.

 
Dentre as informações apresentadas aos participantes, a questão da produtividade foi bastante debatida. Segundo Yabase: “o tratamento adequado do solo possibilita dobrar a produtividade em algumas situações. Um exemplo é a Sementes Mutuca, que alcançou 103 sacas por hectare, quando a média nacional é a metade deste número”.

O objetivo desta explanação é despertar no produtor o interesse em aderir a novas técnicas que possibilitem maior produtividade e lucratividade ao negócio. O diretor salienta, ainda, que o custo em insumos gira em torno de 30% a 40% do custo total, sendo a nutrição responsável por apenas 5% deste montante.

“Para a Sementes Mutuca é sempre muito bom contar com a presença de profissionais interessados em discutir o agronegócio. Estamos sempre aprendendo, trocando experiências e aprimorando nosso trabalho”, diz Ely da Azambuja Germano Neto, Diretor Geral da empresa. (Promoview)

 

EDUCADOR NETWAVER, EM FORUM EM S.PAULO


Educador netweaver? Para quem não sabe, netweaver significa tecelão de rede. Educador netweaver é, portanto, aquele que consegue fazer o planejamento, a gestão e a manutenção das redes sociais com o objetivo de maximizar o aprendizado de seus alunos.


Para apresentar e discutir as limitações e os caminhos para se tornar um Educador Netweaver e aumentar a competitividade, gerir relacionamentos e assegurar o efetivo aprendizado em redes sociais, além de aprofundar os conhecimentos acerca de assuntos de fundamental importância para a educação, a ABC Branding realizará, em 24 de maio, o I Fórum Nacional: Educador Netweaver, na Faculdade Sumaré, em São Paulo, contando com um quadro de profissionais altamente capacitados para palestrar e discutir a respeito do setor.  (Fontes: Blog Marketings nas IES e Jornal do Prrofessor)


 


MERCADO GANHA REGISTRO DE PROJETOS


 

Quanto vale ter um projeto ou campanha protegidos, especialmente face ao atual modelo de concorrências praticado pelo mercado? Quem nunca teve uma ideia copiada, ao menos parcialmente, depois de perder uma negociação, que atire a primeira pedra.

 

A partir deste mês, o mercado delive marketing ganha uma nova ferramenta para inibir plágios desleais, o Care – Cadastro de Registro de Eventos, Projetos e Ideias, criada pela empresa homônima que nasce sob o comando dos sócios Sergio Bianchini e Gilberto Perussi, que também é CEO do Grupo Memories.

“São 28 anos no segmento de eventos presenciando as mais descaradas formas de plágio de campanhas e ideias que qualquer pessoa possa imaginar. Já tivemos caso de um projeto literalmente copiado sendo executado por outra empresa que venceu a concorrência pelo preço e esse tipo de prática precisa ser freada de uma vez por todas no segmento.”, afirma Perussi.

O sistema será oficialmente lançado durante o Fórum Eventos 2013, encontro internacional das empresas, entidades e profissionais de eventos realizado no Brasil, que acontece nos próximos dias 01 e 02/04, em São Paulo.

A ideia do Care surgiu para oferecer ao mercado uma forma segura, prática e acessível para registro de projetos diversos, sejam apenas ideias ou até campanhas inteiras criadas para apresentação em concorrências.

“Não existe um INPI para propriedade intelectual. Quando uma agência tem uma ideia copiada, ela não pode sequer discutir judicialmente se não houver um registro de anterioridade, ou seja, se não puder comprovar que é realmente a criadora daquele projeto ou autora da ideia.

Criamos então um sistema seguro em que o profissional pode facilmente fazer o upload da sua ideia ou projeto e manter seu conteúdo restrito pelo tempo que necessitar, com acesso exclusivo mediante senha e sem possibilidade de alteração.

Ao subir o conteúdo, o sistema gera um selo com o código relativo àquele cadastro, que pode ser anexado aos materiais apresentados nas concorrências, como um aviso de que o projeto foi previamente registrado.” em determinada data e horário, explica Perussi.

Depois de mais de um ano de estudo, análises e testes, o Care será disponibilizado ao mercado com garantias adicionais de segurança, segundo Gilberto Perussi. “Se lançássemos apenas um selo ou fornecessemos um simples laudo, ambos poderiam ser facilmente manipulados.

 Até mesmo um banco de dados pode ser passível de manipulação. Mas além de todos esses processos, os dados registrados via Care ficam gravados em um servidor exclusivamente contratado para esta finalidade. E qualquer tentativa de manipulação no servidor também fica registrada.

 Ou seja, pensamos em todas as possibilidades para a criação de um sistema fechado, que garantisse a tranquilidade das agências.”, diz.

Além de atender o mercado de eventos e live marketing, uma parceria recente com aAcademia Brasileira de Eventos e Turismo vai permitir que o Care seja integrado à primeira Biblioteca Nacional de Eventos e Turismo 100% digital, que está sendo criada pela entidade para reunir todo o acervo das mais importantes premiações do segmento, como Prêmio Caio e Ampro Globes Awards, além de conteúdos diversos nas áreas de turismo, marketing, eventos, hospitalidade, feiras e conteúdos de produção acadêmica, como teses e TCCs aprovados.

“Obtivemos a chancela da Academia para o Care, abrindo a possibilidade do registro de ideias e projetos de diversas naturezas, inclusive de conteúdo acadêmico, para evitar problemas como o caso recente do plágio de uma tese em doutorado que derrubou a Ministra da Educação da Alemanha, Annete Schavan, no último mês de fevereiro.”

O site do Care estará disponível para navegação a partir do dia 1º/04. Para cadastrar projetos ou ideias é necessário preencher um formulário on-line e fazer o upload do projeto, que pode ser gravado em arquivo PDF, JPG ou ZIP. (Promoview)

QUANTO É MUITO¿


 


Estamos estabelecidos em um mercado em transformação, fato, e com demandas muito pouco uniformes quando se trata de implementar novas práticas de comércio eletrônico em uma operação que já está nos canais tradicionais.


Desprezando as variáveis naturais de porte, maturidade e natureza do segmento de negócios nos quais as empresas podem se enquadrar, vamos nos focar no momento de desenvolvimento destas para a oferta e disponibilização de seus produtos e serviços em meio digital e encontrar demandas muito diferentes.


 

Imagine que determinada empresa varejista, estabelecida com sucesso em seu segmento e com negócios rentáveis, ainda não vendeu um alfinete sequer que não fosse pelos meios tradicionais, ou seja, sua rede de lojas físicas.

Imagine agora que essa mesma empresa além de não vender não está presente na internet, tem no máximo uma homepage institucional, e quase estática.

Imagine então que essa empresa bem sucedida e nada familiarizada com os meios digitais carece de melhorias na gestão de seus bancos de dados, e na integração do caixa de suas lojas com a sua tesouraria, e nos seus registros contábeis e fiscais como um todo.

Agora imagine que este bem sucedido grupo ainda distribui seus estoques entre as lojas de maneira quase empírica, sem um controle eficiente das vendas e, consequentemente, com uma reposição lenta e pouco atenta às vendas diárias. Por fim, considere que essa empresa, dada a sua relação muito íntima e direta com seus clientes, não tem um SAC como conhecemos, disponibiliza o atendimento de suas lojas e um telefone em cada uma delas para as necessidades várias da rotina de vendas.

Essa empresa, com a totalidade ou parte dessas características, existe, e é comum entre nós. Diria que é uma parte significativa da economia desse país. É legal, formal e goza da nossa confiança, prestígio e vai indo muito bem, diga-se de passagem. No entanto, gerida por gente responsável e ciente das mudanças de comportamento do consumidor, pretende estar presente também na WEB em curto espaço de tempo.

Montar e manter um bom site parece ser a primeira e mais urgente providência a tomar, e vender na sequência, e muito, e daí a primeira dúvida após as mais básicas: quanto é muito?

Seguramente essa empresa varejista sabe fazer contas e planejar o investimento necessário para uma nova loja física seja em que lugar for nesse país, e o quanto esta nova loja tem que vender para trazer os resultados esperados. No caso da indústria, saberia sim projetar preço e volumes necessários para atender ao novo cliente, idem para o setor de serviços, mas a dificuldade é grande quando se trata de atuar no novo canal, onde as referências são desconhecidas.

Poucas são as premissas válidas para os dois meios, algumas sequer se repetem nas duas planilhas. Conceitos como custo de ocupação, frete, hosting e política reversa não farão o menor sentido se alocados na planilha errada, e mesmo as referências de investimento em linhas comuns a ambas, como, por exemplo, mídia e marketing, não serão as mesmas, nem na natureza das ações, nem no modelo de alocação e cobrança, nem nos volumes. No grande e tradicional varejo, o investimento em marketing oscilará com naturalidade entre 1% e 3% das receitas totais de venda, mas chegará tranquilamente a mais que o dobro disso dentro da lógica das campanhas remuneradas por desempenho da versão eletrônica.

Construído o site (fácil, não?), desenhado o plano de negócios, parte-se para a efetivação do empreendimento. Onde alojar equipes, servidores, estoques, estrutura administrativa? Terceirizar, internalizar, verticalizar? Quais ferramentas contratar, como integrá-las aos atuais sistemas da empresa? Como acionar os clientes? Ganhar visibilidade e mercado? Como mensurar estoques e venda? Mantemos a gestão de compras com a mesma equipe? E promoções? E o financeiro?

As dúvidas não se esgotam e as respostas não são únicas. Elas dependem basicamente de uma análise criteriosa de dois importantes pontos de referência nos planos de qualquer empresa: onde estamos e onde queremos chegar com essa iniciativa? Avaliando-se com honestidade e precisão os recursos disponíveis, a vocação da empresa e o seu comprometimento com o novo plano, estabelecemos condições para buscar as respostas necessárias.

Uma empresa com recursos de gestão já bem desenvolvidos, práticas e processos questionados e bem desenhados em todas as suas áreas, certamente terá mais facilidade de absorver a nova prática e dimensionar os recursos necessários.

Do contrário, o caminho certo é estabelecer um cronograma de revisão dos atuais processos. O mercado é competente e irá oferecer versões espetaculares de plataformas de comércio eletrônico com recursos de CRM, IM, vendas por dispositivos móveis etc, mas nada disso fará sentido se a empresa não conseguir disponibilizar seus estoques organizados de maneira a atender as demandas da nova plataforma, e se não mantiver a sua base de dados e captação de clientes uniforme em todas as suas frentes.

Pouco fará também a traquitana tecnológica mais perfeita do mundo se o serviço de atendimento ao cliente não se dispuser a ouvir e atender com presteza aos queixosos, ou se as ofertas alardeadas não estiverem disponíveis e entregues no prazo prometido. Há muito mais a fazer do que simplesmente construir uma nova e bela versão eletrônica da sua loja. Já disse isso aqui antes e repito: construir um site não é a mesma coisa que construir um negócio.

O novo e acelerado mundo digital é real e concreto como nenhum outro, e cruel com os equívocos de gestão. É o bom e velho mundo de negócios na economia de sempre, dependendo de pessoas e competências como sempre as conhecemos, apenas adaptados a um novo canal e a um novo estilo de comportamento.

 As demandas então, que num primeiro momento se concentram na base tecnológica do negócio, rapidamente migram para as questões relacionadas à gestão do negócio em si e no dimensionamento dos recursos necessários para o alcance das metas. É muito trabalho e investimento para o inevitável ingresso no mundo virtual, que nos seduz com sua promessa de resultados positivos em muito pouco tempo ainda que a dúvida persista: Quanto é muito? (Fontes: ecommercenews e Bephex)

UNIVERSIDADES ABREM ESCRITÓRIO EM S. PAULO


O mundo acadêmico vai se estreitando e o ensino superior brasileiro ganha com esse novo cenário. Duas IES estrangeiras, uma norte-americana e outra europeia, fincaram pé recentemente em São Paulo. A Universidade do Sul da Califórnia (USC) inaugurou seu primeiro escritório na América Latina. A instituição, particular, quer melhorar o recrutamento de estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação e ampliar a colaboração entre pesquisadores dos dois países. Já a Universidade de Edimburgo, da Escócia, abriu seu “Escritório das Américas”, que tem como objetivo aumentar a colaboração entre a instituição, que atualmente é a 21ª melhor do mundo, segundo o QS World University Rankings, e os setores de educação, comércio e governo dos países latino-americanos. (Fontes: O Estado de S. Paulo,  Portal Porvir e Jornal do Professor)


 

UM LIVRO PARA COMEMORAR 10 ANOS


 


Há dez anos, o Líderes em Campo vem colocando executivos de alto nível para atuar ao lado de grandes ex-craques do futebol. Os melhores momentos desta primeira década do projeto idealizado por Décio Clemente estão registrados em livro comemorativo  que reúne fotos, curiosidades e a trajetória do evento.


 


Tudo começou com um sonho de infância, conta Clemente. “Descobri que vários executivos tinham esse sonho e nunca tinham a oportunidade de jogar como verdadeiros atletas. Trata-se de uma categoria de empresários de nível muito alto que merecem esse tratamento”, diz. Criou-se, então, um evento que não apenas colocou empresários lado a lado dentro das quatro linhas, mas também formou uma rede de relacionamentos para que negócios e parcerias fossem fechados.

Para Clemente, o Líderes em Campo cresceu nos seus dez anos de vida, o que se revela na adoção do formato “futebol corporativo” por parte de empresas que o usam como programa de incentivo para seus funcionários – aqueles que conseguirem o melhor desempenho ganham uma vaga na escalação dos times que vão bater uma bola nos grandes estádios brasileiros. “A mesma mágica que fazemos com o nosso projeto está acontecendo também nos jogos customizados das empresas”, completa.

O ex-goleiro Gilmar Rinaldi é um dos grandes nomes do esporte que participa do projeto desde a sua criação, em 2003. Atleta de seleção brasileira, está acostumado a entrar em campo, mas diz se comover ao perceber a emoção daqueles que estão pisando no gramado de palcos sagrados do futebol pela primeira vez.

“Essas pessoas que são lideres do ramo empresarial sempre quiseram saber como é que funcionam as coisas dentro do campo, como se muda a história de uma partida em poucos segundos. Como o futebol é um esporte coletivo, em que você depende de outras pessoas, conseguem transportar esse pensamento para o ramo deles. Sabem que se a equipe não funcionar, não basta ser muito bom, pois o time não vai pra frente”, diz o ex-jogador.

Líderes dentro e fora de campo

 

Os executivos próximos do projeto também acreditam que o universo esportivo tem muito a ver com o corporativo. “Quando se fala em liderar alguma coisa, se impõe também a responsabilidade”, afirma Laércio Albino César, ex-vice-presidente do Bradesco, uma das empresas que acompanha o Líderes em campo desde o início. “Líderes em Campo têm a obrigação de integrar as pessoas, fazer o relacionamento, ajudar a fechar negócios”, completa.

O coordenador de vendas e marketing da Lexus, José Luis Bruno, compartilha dessa opinião. Segundo ele, o líder tem atribuições muito importantes e “a todo momento é cobrado e tem que guiar os demais integrantes da equipe”. “Ser líder não é apenas ter uma responsabilidade a mais, é deixar um legado para aqueles que estão vindo”, finaliza. 

 

O próprio Clemente acredita que as situações dialogam. “Tanto no campo empresarial quanto no futebol, é a mesma coisa. O líder tem que ter disciplina, tem que planejar, tem que treinar e cumprir as metas. Tem tudo a ver”, avalia, completando que a sinergia entre esses dois ambientes é uma das responsáveis pelo sucesso do projeto.

 

Marco Nonis, diretor da unidade de chocolates da Nestlé, é outro que aprova a fórmula do Líderes em Campo. Sua empresa é uma das que se inspirou no projeto e tem usado jogos de futebol como uma plataforma de incentivo para a produção e o desempenho dos funcionários.

“Para nós é muito bom, pois além do divertimento de jogar com atleta profissionais, que todos nós já pensamos um dia em ser, existe a questão de trabalhar uma relação muito com boa com quem está atuando no mercado”, diz. O executivo já atuou representando a companhia em algumas partidas durante os seis anos de participação e não esconde a sensação de jogar nos grandes estádios: “Para os que gostam de futebol como eu, é indescritível”. (Propmark)

MANHÃ DA INOVAÇÃO


 O Grupo de Apoio à Inovação e Aprendizagem em Sistemas Organizacionais (Gaia) do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) realizará, no dia 18, uma Manhã da Inovação com o tema Valoração de capital intelectual nas indústrias intensivas em conhecimento.


O objetivo do encontro é discutir e incentivar a prática de atividades inovadoras voltadas à sustentabilidade de sistemas organizacionais. Haverá três palestras e uma mesa-redonda no final.

Edmundo Inácio Júnior, da Unicamp, ministrará a palestra  Diferença entre o desempenho organizacional de PMEs inovadoras e não inovadoras; Johan Poker, da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp, falará sobre Capital intelectual: desafios da mensuração; e Leonardo Basso, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, exporá sobre o tema Visão clássica e neoclássica para o capital intelectual.

Detalhes: gaia@cti.gov.br e (19) 3746-6138. 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário