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sábado, 20 de abril de 2013

AFINAL, O QUE É BRANDING?


Muito cuidado quando se lê o termo “branding” por aí. De cada dez empresas que usam esse bonito termo no seu nome, quatro são organizações de pesquisa, quatro são agências de design, uma provavelmente não sabe o que diz e talvez apenas uma trabalhe efetivamente com branding. Lembrando que a pesquisa de mercado e o design podem ser, e geralmente são, importantes etapas desse processo, mas construção de marca é um conceito um pouco mais amplo. Papo reto!
Branding nada mais é do que uma postura empresarial, ou uma filosofia de gestão, que coloca a marca no centro de todas as decisões da organização. Lembrando que a marca vai muito além daquele símbolo no topo da sua loja, ou aquele logo no canto superior esquerdo de seu site.
A sua marca é o sentimento que seus consumidores têm por você. É composta por dezenas de elementos: nome, símbolo, slogan, mascote, fama, tradição, história, jingle e embalagem, dentre outros. Nosso desafio, como donos de marcas, é como calibrar todos esses elementos, no sentido de que todos estejam devidamente alinhados.
E o significado estratégico de se fazer uma devida gestão de sua marca torna-se um dos desafios mais vitais no atual contexto empresarial. Seja qual for a indústria, tipo de cliente, segmento de mercado ou país de atuação, as estratégias de branding devem ser cada vez mais encaradas como um dos passos mais importantes no processo de gestão de uma empresa.
Basicamente, ele prega que as interferências sobre uma marca devem ser cuidadosamente planejadas e executadas, e as ações bem ou mal sucedidas são automaticamente sentidas e refletidas na imagem que uma marca tem na mente do consumidor. E todos os passos que sua empresa dá devem sempre levar em conta resultados de longo prazo, pois uma marca não constrói em semanas, ou em seis meses. Ela se consolida em anos e décadas de trabalho consistente.
Puxando a brasa para o nosso contexto brasileiro, vemos que pouquíssimas marcas praticam o branding em sua forma mais plena. A forte concorrência e uma exigência cada vez maior dos consumidores no País, forçando os empresários a não insistirem em uma identidade única por muito tempo. De seis em seis meses, elas adquirem uma cara nova, um posicionamento novo e associações novas.
Todos esses movimentos até podem ser muito bem intencionados logicamente, mas vão ao contrário do que prega o branding. Todo mundo quer ver resultados rápidos, claro, mas geralmente não funcionam na mesma velocidade e ansiedade que o mercado responde.
O branding prega que tudo comunica a sua marca. Por exemplo, a cor que você pinta os caminhões de sua empresa; a forma como seus funcionários se vestem; o jeito que sua recepcionista atende o telefone; o que você conversa sobre a empresa com seu colega durante um chope. Ou seja, absolutamente tudo comunica a sua marca.
Quer entender mais de branding e mergulhar no fascinante, promissor e viciante mundo das marcas? Capacite-se! (Texto de Marcos Hiller).

A ISENÇÃO DE TRIBUTOS NA MÍDIA

 

O  ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, outro dia,   duas medidas que desoneram os tributos de 14 setores da economia, entre eles os de mídia e comunicação, beneficiando diretamente os setores de jornais, revistas, livros, rádio, televisão e internet. O projeto é parte da reforma tributária, que já desonerou outros 42 setores econômicos. As novas medidas entram em vigor somente em 1º de janeiro de 2014, pois não foram previstas no orçamento da União de 2013.

O Ministério divulgou a expectativa de que o setor economize R$ 1,2 bilhão a partir da substituição da cobrança de 20% sobre a folha de pagamento pela arrecadação de 1% sobre o faturamento das empresas. Além das companhias de mídia, foram desonerados também os setores de transporte e construção. “Sou totalmente favorável a esta desoneração para nossos parceiros de mídia.

Os profissionais desses  veículos são os responsáveis pela qualidade, isenção e independência do conteúdo. Este conteúdo é fundamental à livre iniciativa e à democracia em nosso Brasil, ajuda a disseminar e desenvolver a cidadania e a cultura nacional. A desoneração permite o desenvolvimento desses veículos e poderá até gerar mais impostos com a substituição proposta”, comemora Luiz Lara, presidente da Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade).

De fato, no caso das emissoras de rádio e televisão, a redução na folha de pagamento vem em boa hora. A Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) vinha pleiteando essa exoneração faz tempo. Conseguiu a simpatia do Congresso Nacional, mas a emenda na MP 582 foi vetada no dia 2 de abril pela presidente Dilma Rousseff. No dia 5 de abril, no entanto, o governo incluiu a radiodifusão no projeto.

“O setor de radiodifusão vive um momento complicado. Há um investimento muito forte na digitalização. Só de investimento industrial são R$ 5 bilhões. Na TV, estamos na metade do caminho, as TVs operam duas emissoras ao mesmo tempo – uma analógica e uma digital. Esse cenário deve durar, ainda, uns cinco anos”, explica o diretor-geral da Abert, Luis Roberto Antonik.

Para ele, a desoneração chega em boa hora. “Para o setor de rádio também está complicado. O momento é de transição, também para a digitalização. O governo estuda transformar a faixa AM em FM devido à baixa frequência da AM, que lhe causa uma série de problemas. Para algumas rádios, isso representa a troca completa de equipamentos. E além dessa mudança há a migração para a digitalização no ano que vem. Estamos felizes”, conclui Antonik.
A projeção da Abert é de uma economia para o rádio da ordem de R$ 70 milhões e para a TV, de R$ 330 milhões. Os valores são bem diferentes daqueles divulgados pelo próprio Ministério da Fazenda.
De acordo com o Ministério, as economias seriam da seguinte monta: Impressão de Jornais, Livros, Revistas e Outras Publicações Periódicas, de R$ 155 milhões; Edição de Livros, R$ 37 milhões; Edição de Jornais, R$ 40 milhões; Edição de Revistas, R$ 32 milhões; Edição Integrada à Impressão de Jornais, R$ 262 milhões; Edição Integrada à Impressão de Revistas, R$ 39 milhões; Atividades de Rádio, R$ 127 milhões; Atividades de Televisão Aberta, R$ 565 milhões; e Portais, Provedores de Conteúdo e Outros Serviços de Informação na Internet, R$ 9 milhões.
Paulo Tonet Camargo, diretor do Comitê de Relações Governamentais da ANJ (Associação Nacional de Jornais), não confirma os valores divulgados pelo Ministério e diz que a entidade não tem essa estimativa exata, mas afirma que a mudança é essencial para o setor de jornais que, como os demais, encontra-se em processo de transição tecnológica. “O objetivo da desoneração da folha de pagamento é garantir competitividade e empregabilidade. É um grande incentivo ao setor. Conversamos muito com o governo e eles foram sensíveis à nossa demanda”, diz Tonet.
Segundo o executivo, que é também diretor do jornal O Globo em Brasília, a mídia impressa mantém sua posição no país, diferente de vários outros mercados mundiais em que há quedas importantes de investimentos publicitários e circulação.
“Diferente de outros mercados, no Brasil mantemos a circulação estável e o jornal segue como um veículo importante para atingir o formador de opinião. Além disso, os leitores se mantêm fiéis às marcas na internet, algo muito importante. O movimento é pendular e o consumidor está demonstrando que está disposto a pagar pelas informações de qualidade na internet. As fórmulas serão variadas, mas estou otimista que vai dar certo”, destaca Tonet.
No caso da Abranet (Associação Brasileira de Internet), há um posicionamento contrário à lei da desoneração da folha de pagamento. Segundo comunicado da entidade, a desoneração prejudica empresas familiares e grandes organizações do setor com o aumento da carga tributária. “Isso porque, com a nova lei, utilizada como estratégia para recuperar a competitividade da economia brasileira e, consequentemente, o setor de TI, a arrecadação patronal para o INSS foi transformada na cobrança de um imposto sobre o faturamento das empresas, o que favorece somente grandes empresas. A Abranet continuará acompanhando os desdobramentos sobre o caso, defendendo os interesses e perspectivas de seus associados” (Propmark).
OS SISTEMAS ENERRGÉTICOS E O JUDÔ
(Texto de  Elton Alisson, distribuído pela Agência FAPESP) O conhecimento sobre a contribuição dos  sistemas energéticos do corpo humano no fornecimento da energia requerida por um atleta para a prática de um esporte pode contribuir para seu treinamento e aumentar sua aptidão física.
Ao utilizar um equipamento portátil, que permite ao atleta se movimentar sem ter fios ligando-o a um computador, pesquisadores da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram determinar a contribuição dos diferentes sistemas energéticos durante o treinamento de judô.
Os resultados da pesquisa, realizada com apoio da FAPESP, foram publicados no Journal of Visualized Documents, de acesso aberto, que se autointitula o “primeiro videojornal científico”. E ganharam destaque no site da revista Science.
Os pesquisadores avaliaram por meio de um analisador de gases portátil e por telemetria, além de coletas de sangue para dosagem de lactato, a contribuição dos sistemas energéticos durante a execução de técnicas de braço, quadril e pernas utilizadas no judô para projeção do adversário na luta em pé, por cerca de 20 atletas de faixas marrom e preta que praticam o esporte há mais de dez anos e que participam de competições estaduais e nacionais.
As análises revelaram que a contribuição do sistema de fosfagênios (substratos estocados na musculatura e prontamente disponíveis para serem degradados e transferir energia para contração muscular) é crucial para os atletas. E que a participação do sistema aeróbio (que depende do consumo de oxigênio para converter alimento em energia) é maior do que o esperado.
“Quando se tem um melhor conhecimento do que ocorre com o atleta ao realizar determinadas ações em sua modalidade, é possível direcionar de maneira mais adequada o treinamento, realizando alguns ajustes fisiológicos e elaborando uma dieta específica para que ele atinja os objetivos almejados”, disse Emerson Franchini, professor da EEFE da USP e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.
O pesquisador realizou doutorado com Bolsa da FAPESP e além de ser professor da USP também treina atletas da seleção brasileira de judô. Entre eles estão Leandro Guilheiro, medalhista olímpico e primeiro colocado no ranking internacional na categoria até 81 quilos; Tiago Camilo, sétimo no ranking até 90 quilos; e Rafael Silva, quarto colocado mundialmente na categoria acima de 100 quilos.
Franchini explica que o organismo humano possui três sistemas energéticos, sendo um oxidativo (que depende de oxigênio) e dois sistemas anaeróbios (que independem de oxigênio) – divididos em sistema glicolítico e sistema de fosfagênios –, que convertem alimento em energia.
“Os estímulos físicos realizados nos treinamentos esportivos têm o objetivo, basicamente, de melhorar o funcionamento de um ou mais desses sistemas, possibilitando aumentar o ritmo de transferência de energia – para que o atleta consiga realizar ações mais intensas – ou aumentar o estoque de energia – para que ele consiga manter a intensidade de um exercício por um período mais prolongado, dependendo da modalidade esportiva praticada”, explicou.
No caso do judô, segundo o pesquisador, é necessária a combinação das duas estratégias, uma vez que a aplicação das técnicas na luta depende de uma intensidade física bastante elevada por um período muito curto de tempo.
“Se o atleta consegue transferir energia mais rapidamente em uma luta de judô, ele é capaz de realizar uma ação mais potente e, provavelmente, tem mais chance de obter sucesso na execução de um golpe”, disse Franchini.
“Por outro lado, em uma competição em que o atleta pode chegar a seis ou sete lutas em um único dia, com cinco minutos de duração cada, sem considerar a possibilidade de prorrogação, é importante que ele também tenha uma capacidade elevada de manter a repetição do exercício”, disse.
De acordo com Franchini, é difícil fazer comparações entre o gasto calórico de um atleta do judô com o de outras modalidades esportivas, porque isto depende da intensidade do exercício e ainda há poucos dados sobre o gasto calórico em ações competitivas.
Entretanto, em comparação com outras modalidades de artes marciais, como o taekwondo, o pesquisador estima que o gasto energético de um atleta de judô seja maior em função da duração das lutas e da intensidade das ações.
“Em uma luta de judô, a todo momento há disputas de pegada, ações de puxar e empurrar o oponente e as paralisações são mais curtas. Já em outras modalidades, muitas vezes o atleta mantém uma distância intermediária entre ele e o oponente e as ações são de intensidade mais reduzida”, comparou.
Um dos indicadores utilizados pelos pesquisadores para avaliar a intensidade das ações nas lutas de artes marciais é a relação esforço-pausa. Enquanto uma luta de taekwondo é caracterizada por esforços de, em média, 8 a 10 segundos, com 60 segundos de ações menos intensas, no judô os atletas realizam esforços de cerca de 20 segundos, seguidos de 10 segundos de intervalo. “Isso também acaba resultando em algumas diferenças em termos de demanda energética”, disse Franchini.
Segundo os pesquisadores, o modelo que o grupo da USP utilizou para avaliar o gasto energético de atletas de judô já foi utilizado para estimar a contribuição dos sistemas energéticos em outras modalidades esportivas.
Com base na avaliação, os cientistas pretendem realizar alguns ajustes fisiológicos no treinamento de atletas de judô e comparar essas adaptações com outros métodos de treinamento já adotados pelos esportistas em suas rotinas normais de exercícios.
“Com base na compreensão mais clara do que ocorre com o organismo do atleta no momento em que ele treina, será possível desenvolver protocolos de treinamento mais eficientes do que os que existem hoje para melhorar a aptidão física”, disse Franchini. (O artigo Determining the contribution of the energy systems during execise, de Franchini e outros, pode ser lido e visualizado no Journal of Visualized Experiments em www.jove.com/video/3413/determining-the-contribution-of-the-energy-systems-during-exercise?access=ybyomkk0).

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA

 Abertas até 30 de abril as inscrições para a 35ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). A competição é dividida em quatro níveis e aberta a estudantes dos ensinos fundamental (a partir do 6º ano), médio e universitário, da rede pública e privada.

Além de promover a melhoria do ensino de Matemática, a competição selecionará estudantes para as equipes que participarão de olimpíadas internacionais. Em 2012, mais de 3,5 mil escolas e 155 instituições de ensino superior participaram da olimpíada, envolvendo mais de 200 mil estudantes e seus professores.
A inscrição para a OBM deve ser feita pela escola, mediante o preenchimento de uma ficha de cadastro disponível no site do evento. As inscrições são gratuitas.
A aplicação da prova da primeira fase será no dia 15 de junho nas próprias escolas inscritas. A segunda fase, também nas escolas, está programada para 21 de setembro. A terceira e última fase ocorrerá em 26 e 27 de outubro, em locais ainda a serem definidos.
As provas do nível universitário, diferentemente dos outros níveis, ocorrem apenas em duas fases: em 21 de setembro e em 26 e 27 de outubro.
Realizada desde 1979, a OBM é uma iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), do Ministério de Educação (MEC) por intermédio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT-Mat). Detalhes : www.obm.org.br 

UM NOVO FORMATO DE PUBLICIDADE VIRTUAL

 

As empresas não precisam mais colocar seus produtos fisicamente num set de produção se quiserem que sua marca apareça na tela da TV. Pelo menos, não se estiverem anunciando na nova série do canal da AXN, Hannibal.

O canal pago da Sony Pictures Television trouxe para o Brasil um novo formato, o virtual product placement, que insere publicidade nas produções já finalizadas, com recursos de pós-produção.

“Conseguimos colocar lata de refrigerante em cima de uma mesa, notebook numa estação de trabalho, desodorante no armário do banheiro, cereal numa mesa de café da manhã. E com acabamento super-realístico”, garante Mauricio Kotait, vice-presidente de ad sales da Sony no Brasil.

A primeira marca a anunciar nesse formato é a Mitsubishi, em estratégia intermediada pela Africa, sua agência de publicidade. De acordo com Fernando Julianelli, diretor de marketing da montadora, ela decidiu ser a primeira por experimentação.

“É uma proposta inovadora e queremos entender o retorno ao longo da série”, diz. Com a ação, os carros da companhia japonesa irão aparecer durante 150 segundos dentro da primeira temporada de “Hannibal”, composta por 13 capítulos.

Sem revelar investimentos, a Sony afirma que desenvolveu o produto para que clientes com operações globais tivessem a possibilidade de escolher exatamente em quais mercados querem anunciar. Assim, se a Mitsubishi não quiser fazer publicidade no México, por exemplo, o mesmo espaço publicitário pode ser comercializado para outra marca no país hispânico. “Como a série é produzida nos Estados Unidos, essa é uma possibilidade para vender anúncio local”, explica Kotait.

A tecnologia para a inserção dos anúncios via computação gráfica foi desenvolvida pela Sony com um parceiro, que a companhia declina em revelar por “questões estratégicas”, e com o seu estúdio, em Los Angeles (EUA). Para cada série, serão comercializadas cinco cotas de patrocínio. Uma nova produção, chamada “Crossing Line”, tem estreia prevista para o segundo semestre.

Second Screen

Um aplicativo para mobile funcionará de forma sincronizada ao conteúdo da série, no momento exato de sua exibição, por reconhecimento do áudio digital. Bastidores das cenas exibidas e informações sobre o ator no momento em que ele aparece na tela são alguns exemplos do conteúdo. O aplicativo também tem integração com redes sociais, como Facebook e Twitter. (Propmark)

O VOLUNTÁRIO ANÔNIMO
Assistimos todos os dias um índice crescente de aspectos sociais negativos, com seqüelas e soluções de continuidade imensuráveis na saúde, educação e segurança pública.
Assistimos também o comodismo de muita gente que, acreditando ser invulnerável a todo e qualquer sinistro, esquivam-se de compartilhar, estão sempre com pressa, ignoram colaboração coletiva e omitem-se no próprio egoísmo. Lamentavelmente essas pessoas inertes ainda comungam aquela máxima de que: “pago meus impostos e exijo meus direitos”.
 Está na hora de rever seus conceitos. Está na hora de ver o que se passa na sua rua e no seu bairro. Há muita atividade que poderia melhorar o convívio e a vida das pessoas se cada uma delas absorvesse o espírito do voluntariado. De uma simples ajuda a grandes mutirões se consegue resultados espetaculares e os beneficiados são para todos, sejam crianças, jovens e adultos.
Quem ainda comunga que o governo é culpado daquilo ou disso está vendo a vida passar e não se coaduna com a cidadania plena entre seres humanos. Há pessoas que são capazes de destinar horas passeando com cães, mas não se oferecem para levar os idosos num dia de sol na pracinha mais perto de casa. Solidarizam-se com semelhantes somente na época do natal e acreditam que estão aumentando seus créditos com Deus para após a morte entrarem no céu. Ora, está na hora de se trabalhar o hoje. Viver e atuar com espírito de grupo, compartilhando e ajudando no que for possível. Bem perto da sua casa há um posto de saúde, um hospital, uma escola, uma creche. Por que não ajudar com uma hora por dia como voluntário. Há tantas maneiras de colaborar que você vai se surpreender quando conhecer o interior dessas repartições.
No Instituto dos Cegos de Londrina, estado do Paraná, por exemplo, os voluntários anônimos, gravam fitas de livros inteiros, poesias, contos, crônicas, para que todos os deficientes visuais possam ter a “leitura auditiva”. Um trabalho emocionante porque proporciona uma viagem pelo universo da imaginação.  
Nos hospitais que tratam do câncer em vários pontos do país, o expediente administrativo pode ser auxiliado com o mínimo de domínio do computador, para ajudar no preenchimento dos formulários, por exemplo. Ou ainda auxiliar na cozinha, recolher donativos, levar uma palavra aos doentes ou simplesmente visitar as pessoas que estão internadas. 
Nas creches, que tal servir a merenda para as crianças uma vez por dia? Compartilhar do momento do recreio e voltar no tempo, para que a dormência lúdica que existe em cada um de nós floresça novamente e produza em nosso metabolismo as boas endorfinas da alegria e felicidade.  
Pessoas aposentadas e felizes, em muitas partes do país, se solidarizam com escolas de periferia e lá ensinam crianças a jogar xadrez, dama, dominó e a montar os deliciosos quebra-cabeças. São essas atividades que fazem as crianças e os jovens terem a boa disputa esportiva e conhecer a verdadeira relação de vitória e derrota. Molda-se o caráter através da prática do raciocínio. Não há agressões de impactos.
Ações voluntárias fazem muita diferença porque estreitam laços, resgatam convívios de amizade, eliminam a vaidade humana e aproximam as pessoas no entendimento de que o bom mesmo na vida é ser e não ter.
 Aos que desejarem orientações para encontrar uma vaga de serviço voluntário ou outras informações sobre o tema, podem procurar o Planeta Voluntários é um site não governamental, apartidário e ecumênico, criada em maio de 2009 por iniciativa do empresário Marcio Demari, da empresa  Guia Publicidade ,  sediada em  Londrina, Paraná,  com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado, que leva o serviço voluntariado a auxiliar  milhões de brasileiros e entidades que necessitam de  todo tipo de ajuda.O site conta com uma Rede Social que cruza as informações dos voluntários com  as instituições cadastradas, sendo um elo entre elas. www.planetavoluntarios.com.br (Texto de WILMAR MARÇAL,
professor universitário, assessor e palestrante educacional.Ex-Reitor da Universidade Estadual de Londrina, Paraná).

APOSTA EM IMERSÃO DE CONTEÚDO
Jorge Brivilati, diretor de arte, e André Castilho, redator, trabalharam juntos na Y&R e, há pouco mais de seis meses, se uniram para a criação da produtora de storytelling La Casa de La Madre, em São Paulo.
Na empresa, Brivilati é responsável pelo núcleo de direção e Castilho, pelo núcleo de criação. “Achamos que este é um lugar onde ouvimos e contamos muitas histórias, daí a escolha por um nome familiar. Mas também creio que La Casa de La Madre remete a um contexto artesanal, particular – e isso é exatamente o que buscamos mostrar em nossos trabalhos”, explica Castilho, que já atuou em agências como McCann Erickson e Euro RSCG.
Segundo ele, o nome atribuído à produtora facilita a aproximação com clientes de toda a América Latina. No entanto, inicialmente, o foco tem sido o Brasil, com trabalhos esporádicos no exterior, entre eles um curta-metragem gravado no Deserto do Atacama (Chile), em fase de pós-produção.

Projetos recentes incluem filmes para a Lacta, em comemoração aos 100 anos da marca; Jeep, gravado no Colorado; e Chery, um manifesto bem-humorado que brinca com a ideia de carros “pelados” (carentes de acessórios), feito em parceria com a agência Guapa. Em comum, todos têm a união do racional com o emocional.

“Quando opta por contar uma história, a marca ganha empatia e identificação por parte do consumidor. Esse resultado está diretamente relacionado ao fato deste último ser tratado como pessoa, e não apenas como um elemento do processo de compra e venda. Há uma imersão no universo da marca e o chamado consumidor consegue se colocar nesse mundo. Histórias sempre cativam”, afirma Castilho. Na produtora, ele e o restante da equipe trabalham com diversos modelos e técnicas: filmes, webséries, documentários, animações, comerciais e vídeos interativos.
Os anos passados em agências (Brivilati passou pela AlmapBBDO, JWT e WMcCann, entre outras) renderam à dupla de criativos uma grande rede de contatos. Essa teia de relacionamento facilitou a comunicação entre a La Casa de La Madre e possíveis clientes e, segundo Castilho, ajudou a promover parcerias. Atualmente, a produtora está envolvida em um projeto para a Hyundai e em um documentário sobre a população ribeirinha da Amazônia. (Propmark)
 EM MAIO, A JORNADA DA INDÚSTRIA
A segunda edição da Jornada Inovação e Competitividade da Indústria Catarinense já está com data marcada e ocorre entre os dias 20 e 24 de maio no Centro de Eventos Sistema FIESC, em Florianópolis, para debater os temas qualidade de vida, educação, inovação, tecnologia e ambiente para negócios.
Além de palestras, painéis e mesas redondas, o evento também contará com a Feira da Indústria para reunir grandes marcas do setor industrial e promover novos negócios entre os participantes.

Na edição do ano passado, a Feira da Indústria somou cinco mil visitantes e reuniu grandes expositores de produtos, serviços e novidades do setor industrial.
Na rodada de palestras, foram mais de mil inscrições para assistir os 20 palestrantes. Neste ano, os temas serão separados por dia e o debate começa com qualidade de vida, no dia 20, segunda-feira. Ruy Shiozawa, CEO do Great Place to Work Brasil, irá falar sobre ambientes saudáveis e, após, Nuno Cobra, autor do livro A semente da vitória e instrutor de Ayrton Senna falará sobre saúde e qualidade de vida.

Na terça-feira, 21, o ministro da educação, Aloizio Mercadante fará palestra sobre educação e desenvolvimento econômico no Brasil. Na quarta-feira, 22, o tema será tecnologia e inovação e entre os convidados está Marcio Schaefer, empresário do Estaleiro Schaefer, e na sequência diversos cases de sucesso de inovação na indústria catarinense.

No dia 23, quinta-feira, o tema central será ambiente para negócios. Paulo Rabello de Castro, doutor em economia, abordará sobre "O eclipse do Brasil" e porque a imagem do País se deteriorou tanto. Na sequência, Nilson Teixeira, economista-chefe do banco Credit Suisse no Brasil, fará a sua palestra sobre o crescimento econômico brasileiro. Para encerrar o evento, na sexta-feira, 24, ocorre a entrega da Ordem do Mérito Industrial e Mérito Sindical.

Interessados em participar podem se inscrever pelo portal do Sistema FIESC (
www.fiescnet.com.br/jornada) e preencher o formulário. A rodada de palestras não tem custo e pode ser feita separadamente para cada dia, de acordo com o interesse de cada participante. Mais informações pelo telefone 0800 48 1212. (Fonte: Fiesc)
AS OPORTUNIDADES PARA A MARCA
A Umbigo do Mundo e a labCorp se uniram para lançar o serviço Dádivas da Marca, metodologia de avaliação de resultados e planejamento estratégico para amplificar a atuação da marca de forma integrada em diferentes canais. 
O sistema estuda comportamentos de consumo, diagnostica pontos e formas de ativação e integra a comunicação da marca em diversas plataformas, dando "consistência para além das fronteiras do branding", diz Marina Pechlivanis, sócia-diretora da Umbigo do Mundo.
Marina e Paulo Voltolino, sócio-fundador da labCorp, defendem que a capacidade das marcas de “auscultar” o mercado para entender como são percebidas é ampliada com o Dádivas da Marca, uma vez que o serviço identifica qual é a repercussão dessas marcas na mídia num primeiro momento e, posteriormente, apresenta soluções sobre qual a melhor forma de expandir essa atuação. 

Segundo os executivos, a ferramenta preenche uma lacuna no mercado ao compreender quando cada meio pode e deve agregar na construção de marca e na condição de identificar, convencer, se relacionar, reter e fidelizar clientes (Propmark) 

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