E ainda: Estão de olho nA Propaganda . Prêmio
PRÊMIO TALENTO UNIVERSITÁRIO
O Talento Universitário é um evento realizado anualmente por alunos do 8º semestre de Publicidade e Propaganda da FURB, na disciplina de Técnicas de Relações Públicas em Publicidade e Propaganda e vem há quase duas décadas estimulando a criatividade e a habilidade dos futuros profissionais da área.
O evento tem como objetivo integrar as diversas universidades do estado, promover e premiar os melhores trabalhos acadêmicos dos cursos como: Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Moda e Design.
Detalhes:: www.talentouniversitario.com.br
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O LIVRO DO ANO
Todos os domingos, às 5h35, a REDE GLOBO transmite a missa rezada por PADRE MARCELO. Nessa missa, e desde o final do ano passado, MARCELO empunha e lê o livro de sua autoria ÁGAPE. Desde seu lançamento, agosto de 2010 a agosto de 2011, vendeu 6 milhões de exemplares. Sua missa na GLOBO é vista por mais de 200 mil lares só na Grande São Paulo.
Os 7 volumes de HARRY POTTER precisaram de mais de 10 anos para venderem 3,6 milhões de unidades, e o CÓDIGO DA VINCI, depois de muitos anos, contabiliza 1,8 milhão de exemplares. Assim, PADRE MARCELO e seu ÁGAPE bateram todos os recordes de lançamentos de livros desde o início dessa indústria em nosso país.
Recentemente SONIA RACY, em sua coluna, noticiou que MARCELO doou R$ 25 milhões de sua fortuna pessoal para a construção de um santuário em Interlagos, na cidade de São Paulo. Muitos se perguntaram, como é possível? É possível! Vendendo 6 milhões de exemplares em 13 mesas e milhões de discos no correr da última década, MARCELO é o autor, artista, celebridade, mais bem sucedida do país nos últimos anos. Mais até que IVETE.
E aí a FOLHA foi entrevistar o PADRE MARCELO, que recentemente nas amarelas de VEJA reclamou da desconsideração dos organizadores da visita do PAPA ao Brasil, que simplesmente o desqualificaram na ordem hierárquica dos compromissos de sua Santidade. E conhecer das razões de seu sucesso.
- HOSPITALIDADE – começou enaltecendo o quanto é importante você receber bem todos os que o procuram. “Missa é vida. O que mais primo é pela acolhida. Se eu o acolho mal, você vai ficar com má impressão”.
- ATENDIMENTO – “O que vale mais: a qualidade, o preço ou o valor de uma caneta, por exemplo? As pessoas buscam qualidade. O que é mais importante: atendimento, preço ou qualidade? Atendimento. Se você for mal atendido, não volta”.
- TEORIA E PRÁTICA – “A Renovação Carismática é um movimento que faz parte da Igreja. Eu me dou bem com o Opus Dei, mas com a Teoria da Libertação não muito – acham que sou midiático. Ficam no debate teórico sobre ricos e pobres. É uma teologia que, com todo o respeito, é pobre. Tem o lado social, é importante. Mas nossa missão principal é pregar o evangelho e eles se perderam nesse ponto”.
- VAIDADE – “sou formado em educação física, trabalhei muito o culto ao corpo quando jovem. Isso é passado. Estava ficando calvo, e um amigo recomendou o uso dos remédios finasterida com minoxidil. Vários casos relatam impotência, mas esse problema não tenho, pois sou celibatário”. (MadiaMundoMarketing)
ESTÃO PATRULHANDO A PROPAGANDA
Vem aumentando o cerco sobre a atividade publicitária em nosso País.
Além dos mais de 200 projetos de lei em tramitação no Congresso, contendo restrições de toda ordem – a maioria bizarra – ao exercício da propaganda, iniciou-se recentemente uma onda de denúncias visando constranger e desvalorizar o ferramental publicitário perante a opinião pública.
Dentre esses ataques, em forma de denúncias, ganhou força quando surgiu a crítica aberta ao comercial “Pôneis Malditos”, da Nissan, que acaba de ser arquivado pelo Conar.
O trabalho chegou ao Conar sob a alegação de associação negativa entre figuras infantis e a palavra “malditos”. Nas últimas semanas, tivemos uma representação, de autoria de um publicitário de Brasília, contra uma peça de campanha divulgando a mostra de trabalhos inscritos no Prêmio Colunistas daquela regional, que se utilizou do caminho criativo do humor (luta de vale-tudo) para atingir seus objetivos.
Nas duas últimas semanas, outras duas denúncias transformaram-se em polêmica midiática, por envolverem celebridades públicas, uma já falecida e a outra no auge de vitoriosa carreira de top model.
A primeira delas insurgiu-se contra o uso de um ator branco, parecidíssimo com Machado de Assis, que era mulato claro. A campanha, suspensa pelo anunciante (Caixa) para evitar maiores discussões sobre o que teria sido um absurdo, no entender da Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República, foi criada por agências com sede em São Paulo e escritórios em Brasília.
No seu pacote, apresentou dois comerciais com um ator representando o mais completo escritor brasileiro e, ao ser notada o que seria uma falha de produção e acabou se transformando em discriminação e desrespeito raciais, alimentou-se uma polêmica que durou vários dias sobre o caso.
Não temos conhecimento se as duas versões de comerciais da campanha foram representadas junto ao Conar, mas informações que nos chegaram através de boas fontes asseguram ter se tratado de conflito com viés político e não racial. Melhor explicando, grupos interessados na mudança das agências que atendem a Caixa alimentaram a celeuma.
Na última semana, explodiu outra bomba: a Secretaria de Políticas para Mulheres, do governo federal, enviou nota de repúdio ao anunciante Hope, requerendo a suspensão da campanha “Hope Ensina – Errado e Certo”, com Gisele Bündchen em situações domésticas, contando ao marido (em cada uma delas) ter batido o carro, estourado o cartão de crédito e que a mãe dela vai morar com eles.
No primeiro momento das três situações, ela se apresenta vestida de forma “errada”, segundo cada vídeo, adotando em seguida a forma “certa”, que é estar usando peças íntimas (lingerie).
Além dos mais de 200 projetos de lei em tramitação no Congresso, contendo restrições de toda ordem – a maioria bizarra – ao exercício da propaganda, iniciou-se recentemente uma onda de denúncias visando constranger e desvalorizar o ferramental publicitário perante a opinião pública.
Dentre esses ataques, em forma de denúncias, ganhou força quando surgiu a crítica aberta ao comercial “Pôneis Malditos”, da Nissan, que acaba de ser arquivado pelo Conar.
O trabalho chegou ao Conar sob a alegação de associação negativa entre figuras infantis e a palavra “malditos”. Nas últimas semanas, tivemos uma representação, de autoria de um publicitário de Brasília, contra uma peça de campanha divulgando a mostra de trabalhos inscritos no Prêmio Colunistas daquela regional, que se utilizou do caminho criativo do humor (luta de vale-tudo) para atingir seus objetivos.
Nas duas últimas semanas, outras duas denúncias transformaram-se em polêmica midiática, por envolverem celebridades públicas, uma já falecida e a outra no auge de vitoriosa carreira de top model.
A primeira delas insurgiu-se contra o uso de um ator branco, parecidíssimo com Machado de Assis, que era mulato claro. A campanha, suspensa pelo anunciante (Caixa) para evitar maiores discussões sobre o que teria sido um absurdo, no entender da Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República, foi criada por agências com sede em São Paulo e escritórios em Brasília.
No seu pacote, apresentou dois comerciais com um ator representando o mais completo escritor brasileiro e, ao ser notada o que seria uma falha de produção e acabou se transformando em discriminação e desrespeito raciais, alimentou-se uma polêmica que durou vários dias sobre o caso.
Não temos conhecimento se as duas versões de comerciais da campanha foram representadas junto ao Conar, mas informações que nos chegaram através de boas fontes asseguram ter se tratado de conflito com viés político e não racial. Melhor explicando, grupos interessados na mudança das agências que atendem a Caixa alimentaram a celeuma.
Na última semana, explodiu outra bomba: a Secretaria de Políticas para Mulheres, do governo federal, enviou nota de repúdio ao anunciante Hope, requerendo a suspensão da campanha “Hope Ensina – Errado e Certo”, com Gisele Bündchen em situações domésticas, contando ao marido (em cada uma delas) ter batido o carro, estourado o cartão de crédito e que a mãe dela vai morar com eles.
No primeiro momento das três situações, ela se apresenta vestida de forma “errada”, segundo cada vídeo, adotando em seguida a forma “certa”, que é estar usando peças íntimas (lingerie).
Nada absolutamente demais em trabalhos dessa natureza, lembrando-se no caso que o anunciante é Hope, fabricante de calcinhas e sutiãs.
A acusação da Secretaria de Políticas para Mulheres é de que o trabalho publicitário é sexista e prega a subserviência feminina. Logo, entidades e pessoas que se autointitulam defensoras das mulheres fizeram coro com a acusação, pressionando a Hope e sua agência (Giovanni+DraftFCB) a retirarem a campanha do ar, o que foi recusado.
O mercado publicitário não deve estar nem um pouco preocupado com esse tipo de crítica, observando-se inclusive que alguns setores do mesmo apreciam quando isso ocorre, porque valoriza ainda mais os produtos e serviços oferecidos e as marcas dos anunciantes. Mas tem que ser admitido por detrás dessa postura repreensiva dos acusadores o total desprezo pela liberdade de expressão, o que, aliás, é a marca registrada do segmento.
O que mais choca, porém, nesse tipo de atitude, é sabermos que uma minoria insensata, geralmente inculta, atrevida e intolerante, está sempre disposta a nos ditar – milhões que somos – como devemos conduzir nossas vidas, o que devemos ver ou deixar de ver, comer, beber, falar e ouvir.
Suas regras, que podem mudar a cada instante, devem ser as nossas regras.
Patrulhando a propaganda comercial e a comunicação em geral, querem patrulhar cada um de nós, como donos do mundo, sob o surrado disfarce de apregoar liberdades. (PropMark)
A acusação da Secretaria de Políticas para Mulheres é de que o trabalho publicitário é sexista e prega a subserviência feminina. Logo, entidades e pessoas que se autointitulam defensoras das mulheres fizeram coro com a acusação, pressionando a Hope e sua agência (Giovanni+DraftFCB) a retirarem a campanha do ar, o que foi recusado.
O mercado publicitário não deve estar nem um pouco preocupado com esse tipo de crítica, observando-se inclusive que alguns setores do mesmo apreciam quando isso ocorre, porque valoriza ainda mais os produtos e serviços oferecidos e as marcas dos anunciantes. Mas tem que ser admitido por detrás dessa postura repreensiva dos acusadores o total desprezo pela liberdade de expressão, o que, aliás, é a marca registrada do segmento.
O que mais choca, porém, nesse tipo de atitude, é sabermos que uma minoria insensata, geralmente inculta, atrevida e intolerante, está sempre disposta a nos ditar – milhões que somos – como devemos conduzir nossas vidas, o que devemos ver ou deixar de ver, comer, beber, falar e ouvir.
Suas regras, que podem mudar a cada instante, devem ser as nossas regras.
Patrulhando a propaganda comercial e a comunicação em geral, querem patrulhar cada um de nós, como donos do mundo, sob o surrado disfarce de apregoar liberdades. (PropMark)
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