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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O QUE OBAMA PODE ENSINAR A DILMA?


Cidadãos brasileiros, celebridades e empresas nacionais já sentiram na pele o poder e a importância das mídias sociais. Prova disso é que 67 milhões de pessoas estão registradas no Facebook somente aqui no Brasil e 88% das empresas possuem pelo menos uma mídia social como veículo de comunicação.

 

Preocupada com a queda de sua popularidade, a presidente Dilma Rousseff também não quer ficar de fora. Há algumas semanas ela tem participado de encontros com especialistas em redes sociais a fim de criar um grupo responsável pela comunicação do governo com o povo via mídias sociais. A ideia ocorreu depois que a intensa manifestação iniciada nas redes sociais resultou em manifestações por todo o Brasil em junho deste ano.

 

Em 2010, Dilma Rousseff fez um apático uso pessoal das plataformas de comunicação digital e prometeu estar mais presente em 2011, o que, infelizmente, não aconteceu. Diferentemente de Barack Obama, presidente dos EUA, eleito e reeleito maciçamente pelo inteligente trabalho nas redes sociais em 2008 e 2012, a presidente do Brasil e sua equipe ainda não sabem como operarão estrategicamente os canais desta nova comunicação. 

 

Com quase 34,5 milhões de seguidores no Twitter, 36 milhões no Facebook, 2,3 milhões de seguidores no Instagram (sem mencionar o perfil da Casa Branca), milhares de milhões de visualizações no YouTube, Barack Obama é a melhor tradução não só da conectividade, mas, principalmente da interatividade possível e necessária quando o assunto é relacionamento com o "consumidor".

 

Mídia de baixíssimo custo (Obama utilizou em sua campanha menos de 2% do seu orçamento para ações online na eleição de 2008), as redes sociais são poderosas porque são, acima de tudo, democráticas e essa é a lição mais preciosa que os governantes brasileiros devem reter: Barack Obama, entre os centenas de canais de comunicação, criou o "YouBama", canal de vídeo feito pelos usuários dizendo porque votariam, ou não, nele. Nada foi retirado, tudo foi respondido.

 

Depois de eleito, os perfis e grupos criados nas redes sociais do líder americano não foram excluídos, pelo contrário: 48 horas após ter sido eleito, já estava no ar o change.gov, site criado para receber sugestões, críticas e opiniões sobre o mandato do presidente.

 

Além disso, o site abarca um blog informando o que faz Obama e ensinando à população os princípios básicos da administração pública. Há, também, o discurso semanal do presidente no YouTube. O que Obama fez foi transformar as ferramentas eleitorais bem trabalhadas em ferramentas de comunicação política, criando um elo ativo entre seu governo e o povo.

 

A lição que fica de tudo isso, não só para nossa presidente, mas para qualquer instituição, privada ou não, é que não basta "vender o peixe": é preciso, antes de mais nada, ter interesse genuíno por quem está do outro lado da telinha para construir relacionamento e criar empatia com seu público/consumidor.

 

Buscar as mídias sociais somente em momentos promocionais ou de crise definitivamente está na contramão do universo digital. Nas mídias sociais, para alcançar os objetivos é preciso inteligência, estratégia e planejamento. Que o diga Barack Obama. (Artigo encaminhado por Acácia Lima, jornalista e fundadora da YellowA, agência especializada em mídias sociais.No Adnews)

 

AUMENTO DOS PREÇOS PESA MAIS NO OLSO DA CLASSE C


Segundo pesquisa realizada pela Hibou, pelo quarto mês consecutivo, o grande vilão continua sendo a alimentação com 76% seguido de vestuário com 13%

Neste mês, segundo pesquisa realizada pela Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, 47% dos consumidores apertaram o cinto, deixando de adquirir produtos devido à subida de preços. Destes, 54% dos entrevistados citaram os alimentos e mesmo neste frio 20% deixaram também de comprar alguma peça de roupa devido aos aumentos.

Dentro dos 54% que citaram alimentos, temos o tomate que voltou ao topo da lista mesmo com um aumento menor para 22%, seguido de carne (17%), leite (13%) e feijão (11%). “Observamos que os vilões nestes últimos três meses monitorados em SP, têm sido os mesmos, eles apenas alternam a colocação no ranking” explica Lígia Mello, sócia da Hibou e coordenadora da pesquisa.

 O grande vilão continua a alimentação, com 76% das opiniões, seguido por vestuário 13%. Transporte e higiene seguem com 4% cada. “O consumidor está comprando menos, reduzindo em quantidade para não reduzir a variedade. Isso mostra a exigência em não descer do patamar conquistado. Biscoito, bolacha e sucos prontos para beber, considerados ‘supérfluos’, sofreram mudança de marca ou redução proporcional, mas não foram trocados por sucos em pó ou biscoitos de qualidade inferior”, Complementa Lígia.

 A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa de mercado e monitoramento. Da palavra francesa “coruja”, a Hibou traz o significado do olhar além dos 180°. A empresa tem como principal diferencial a inserção dos resultados das pesquisas dentro do dia a dia do consumidor, propondo muito além do resultado objetivo, sugestões de desdobramentos e abordagens.

Gafisa, Editora Globo (Revista Marie Claire) e o grupo argentino de seguros Sancor, são alguns dos clientes da Hibou, que oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; profundidade; de campo; duble de cliente; deskresearch; datamining; e monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região (acompanhamento de plano diretor); expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo.

CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, TEMA DE CONFERÊNCIAS


A FAPESP e a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação (Intercom) promovem em agosto, setembro e outubro o ciclo de conferências “50 anos das Ciências da Comunicação no Brasil: a contribuição de São Paulo”.

O objetivo do ciclo é refletir sobre os 50 anos de estudos no campo da Comunicação, no Brasil, analisando as influências e a evolução da produção do conhecimento comunicacional brasileiro.

Com uma abordagem regional, o evento analisará obras de importantes autores que contribuíram com a evolução dos estudos em comunicação.

O evento será dividido em dois ciclos. No primeiro, que ocorrerá em agosto na sede da FAPESP, as conferências serão voltadas às obras dos autores do século XX. A Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) receberá a segunda parte do ciclo, nos meses de setembro e outubro, e abordará os autores do século XXI.

Alguns temas como propaganda antiga, comunicação de massa, jornalismo empresarial e marketing político estarão presentes nos debates. Todos serão expostos por profissionais da área e professores das principais universidades do país.

As conferências ocorrerão sempre às sextas-feiras; para participar, é necessário confirmar presença pelo  www.fapesp.br/eventos/ciclocomunicacao/inscricao. Programação completa:  www.fapesp.br/ciclocomunicacao
 

COCA-COLA VAI COM TUDO

A maior ação promocional da Coca-Cola Brasil para a Copa do Mundo da FIFA vai dar a chance a cinco pessoas de levarem, cada um, o  número de 100 amigos, com tudo pago, para assistir a um jogo do Brasil em 2014. “Cante e leve todo mundo para Copa do Mundo da FIFA 2014”, que será lançada nesta terça-feira, dia 30, terá como prêmio uma viagem com tudo pago para o vencedor e seus convidados vivenciarem de perto a maior festa do futebol mundial. A promoção será realizada no período entre 30 de julho e 28 de outubro e o consumidor poderá participar por meio da internet ou celular. 

“Cante e leve Todo Mundo para Copa do Mundo da FIFA” faz parte do projeto de música da Coca-Cola para a Copa. Como em 2010, a marca revela uma canção para o mundial e, nesta oportunidade, se chamará “Todo Mundo”. Até 2014, a música rodará o país e o planeta captando vozes, estilos e ritmos de diferentes povos. Com a energia renovada por todas as culturas para embalar todo o Mundo. 

 

“Trata-se de uma nova proposta. 'Todo Mundo' é uma musica colaborativa, que se reinventará a cada dia, a cada voz acrescentada. A música é um convite para as pessoas participarem. Ela é uma música aberta, todos poderão cantar e fazer parte”, diz Luciana Féres, diretora de marketing da marca Coca-Cola na Coca-Cola Brasil. 

 

Segundo a empresa, para esta primeira versão de “Todo Mundo”, sonoridades que representassem a música brasileira e que transmitissem, ao mesmo tempo, alegria e pluralidade foram buscadas. Para a marca, a união das vozes e ritmos de Gaby Amarantos e do Monobloco representa justamente o Brasil de Todo Mundo.

 

“O processo de escolha dos ritmos, dos músicos e da música buscou acima de tudo representar um Brasil autêntico e não estereotipado. Foi assim que chegamos à música, uma mistura de ritmos para representar o Brasil de Todo Mundo”, explica Luciana.

 

Gaby Amarantos e Monobloco estarão no filme oficial da campanha

O consumidor terá duas formas de participar promoção: enviando o código das tampinhas e anéis de Coca-Cola por SMS ou pela internet. Após cadastrar o código, o consumidor poderá cantar a música tema da promoção no site e triplicar as chances de ganhar.

 

A gravação poderá ainda ser compartilhada com os amigos nas redes sociais. Participam da promoção Coca-Cola, Coca-Cola Zero, Kuat, Sprite, Fanta e sabores e Guaraná Jesus (lata 350ml, Pet 600ml, Pet 2L, Pet 2.25L, Pet 2.5L e Multipack de lata 350ml).

 

A promoção será sustentada por uma campanha com forte atuação em TV, digital, cinema, rádio e mídia exterior, no ar a partir do dia 22 de agosto. Em 30 segundos, o comercial vai engajar o consumidor, principalmente o público jovem, a participar da promoção. O filme para a TV, assinado pela filial brasileira da agência Wieden + Kennedy, tem a participação de Gaby Amarantos e dos integrantes do Monobloco cantando a música “Todo Mundo”. Já a ação promocional foi criada e operacionalizada pela Inflama RIO. (Redação Adnews)

 

106º. FÓRUM DO COMITÊ DA CULTURA DA PAZ


O pensador francêsEdgar Morin, pai da “teoria da complexidade”, já dizia que o rumo ao abismo está nos efeitos psicológicos, emocionais e comportamentais das inúmeras guerras e conflitos do século 20 na comunidade global, somados a um modelo de desenvolvimento competitivo excludente que cada vez mais é disseminado.

Mas, de acordo com o estudioso, existe uma alternativa ao colapso – trata-se da metamorfose. Talvez encontremos modelos sustentáveis, inclusivos e criativos de organização nos incontáveis movimentos de Inovação Social que eclodem pelo mundo afora.

E é justamente para essa direção que o 106º Fórum do Comitê da Cultura da Paz - uma realização da Palas Athena com o apoio institucional da UNESCO e do MASP – se propõe a olhar. Sob o tema Inquietações-Inovações Sociais - O coletivo em busca de uma nova cara, o evento acontecerá no dia 13 de agosto de 2013 (terça-feira), às 19h, no grandeauditório do Museu de Arte de São Paulo (MASP), em São Paulo, com entrada franca.

O filme documentário Quem se importa (Brasil, 2012), da cineasta Mara Mourão, com narração de Rodrigo Santoro e participação do Prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus, retrata esse panorama por meio de exemplos de pessoas que encontraram soluções criativas para problemas sociais com impacto positivo nas comunidades em que atuaram. Mara levará ao Fórum toda sua experiência na produção e direção do filme para compartilhar com os participantes.

Já o pesquisador André Gravatá, que comporá a mesa de reflexões, apresentará novas experiências e visões educacionais que ocorrem ao redor do mundo, que concebem as escolas como lugares de estímulo à cooperação, criatividade, solidariedade e empatia e que valorizam a diversidade, permitindo o exercício de distintas inteligências.

Djalma Santos, educador social, fará significativas contribuições ao levar ao público toda sua experiência no trabalho com crianças e jovens.

A entrada é franca e não é necessário fazer inscrição antecipada, basta comparecer no dia e horário marcados. Outras informações estão disponíveis pelo telefone 11 3062-1063 ou, ainda, pelo e-mail contatocef@palasathena.org.br e por meio do site http://www.palasathena.org.br/ .

Os convidados do Fórum

Mara Mourão, diretora, roteirista e produtora de longas-metragens, documentários, comerciais e programas de TV. Dirigiu quatro longas, 22 episódios de uma série de TV e numerosos comerciais para o mercado publicitário.h

André Gravatá, jornalista, ativista da área da educação, escritor de ficção e micro revolucionário. Membro do coletivo Educ-ação, que desenvolve um livro sobre iniciativas educacionais inovadoras espalhadas pelos cinco continentes.

Djalma Santos, educador social, músico e há dez anos vice-presidente da Rede Cultural Beija-Flor, que atende cerca de três mil crianças e jovens em seus quatro núcleos de desenvolvimento socioeducativo e comunitário. 

Informações 106° Fórum do Comitê da Cultura da Paz – parceria UNESCO/Palas Athena

Data: 13 de agosto de 2013 (terça-feira)

Horário: 19 horas

Local: grande auditório do Museu de Arte de São Paulo (MASP) - Av. Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo/SP (estação Trianon-Masp do metrô)

Inscrições: as inscrições serão realizadas diretamente no local, no dia e horário do evento, não sendo necessária inscrição prévia – entrada franca

Outras informações: 11 3062-1063 – contatocef@palasathena.org.br - http://www.palasathena.org.br/  -

O PAPEL DO PROFESSOR NA ERA DA EDUCAÇÃO DIGITAL


(Por Alessandro Fonseca, gerente territorial sênior de Digital Publishing Suite para a América Latina da Adobe Systems)  - Houve um tempo em que os professores pediam para seus alunos desligarem seus telefones celulares e, recentemente, tablets em sala de aula, porém os tempos mudaram. Assim como no mundo corporativo, a moda BYOD (sigla em inglês que significa traga o seu próprio dispositivo) invadiu as salas de aula com uma avalanche de possibilidades que, se bem exploradas, têm tudo para levar a educação a um novo patamar.

Cada vez mais as tradicionais editoras de livros didáticos têm explorado as possibilidades das telas multitoque e a conectividade desses dispositivos para repensar a maneira de criar e distribuir seus livros, que contam uma história que envolve todos os sentidos dos alunos e renova o prazer de aprender.

Para os estudantes que praticamente nasceram com esses dispositivos nas mãos, trazê-lo para o dia a dia acadêmico é um processo natural e intuitivo, porém os professores têm um enorme desafio pela frente que passa, sobretudo, pela revisão do seu papel dentro e fora da sala de aula.

Tradicionalmente o professor representava a fonte de sabedoria e conhecimento, compartilhado com os alunos em aulas predominantemente expositivas às quais os estudantes se limitavam a assistir enquanto tomavam notas ou copiavam do quadro negro. As interações se limitavam à perguntas e escassas atividades pedagógicas.

Hoje convivemos com crianças e adolescentes hiperconectados, com acesso a um mundo de informação na ponta dos dedos 24 horas por dia, sete dias por semana, prontos para trazer outra perspectiva à sala de aula, colocando em xeque aquele papel tradicional do professor.

Como toda grande mudança na história da humanidade, vivemos um enorme desafio, mas também uma oportunidade que tem as mesmas proporções. É preciso repensar o papel do professor, que por mais que resista a encarar essa realidade, deixou de ser o guardião sagrado do conhecimento, apesar de sempre ter um papel crucial na educação formal de crianças e adolescentes.

Cada estudante munido de seus dispositivos conectados à rede pode, e deve, se transformar numa fonte que adiciona um pequeno tijolo ao mosaico de informações que se explora dentro e fora da sala de aula em colaboração com os demais alunos. Converter o livro didático em um organismo vivo que evolui em micro comunidades tão pequenas como uma sala de aula ou tão grandes quanto o conjunto de alunos do sexto ano do ensino médio de todo o País.

É difícil imaginar a beleza dos livros e conjuntos de objetos resultante dessa enorme teia de interações, porém a maior recompensa certamente será o conhecimento produzido e internalizado no processo. 

OPORTUNIDADES

. McDonald’s oferece 40 vagas em Florianópolis - Os restaurantes do McDonald’s localizados na cidade de Florianópolis estão com 40 oportunidades de emprego para atendentes, destinadas aos interessados em trabalhar nos períodos noturno e madrugada. Para se candidatar, é preciso ser maior de 18 anos e estar cursando ou ter concluído o 6º ano do Ensino Fundamental. Não é exigida experiência anterior, as vagas são efetivas e o início é imediato. Os candidatos devem comparecer no restaurante McDonald’s na Rua Trajano, Centro, em Florianópolis, todas as quintas-feiras, ou cadastrar o CV no site www.mcdonalds.com.br , acessando o link "Trabalhe Conosco/Cadastre seu Currículo".


Anualmente, a Arcos Dourados investe R$ 40 milhões em treinamento e capacitação pessoal. Com 91 % de seu quadro de funcionários formado por jovens com até 25 anos, a Arcos Dourados é reconhecida como porta de entrada para o mercado de trabalho. A empresa não exige experiência, por isso representa uma importante porta de entrada para quem busca seu primeiro emprego formal.

Características como dinamismo, facilidade de comunicação e de trabalho em equipe são diferenciais para o jovem que sonha em fazer parte da equipe da rede. Pessoas com deficiência também podem concorrer às oportunidades. Entre os benefícios oferecidos pela empresa estão: alimentação no local, seguro de vida, assistência médica e odontológica, vale-transporte, treinamento inicial e contínuo e plano de carreira.

O McDonald’s foi duplamente reconhecido. A revista ÉPOCA e o Instituto Great Place to Work ® (GPTW) elegeram pela décima quarta vez o McDonald´s como a Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil. O McDonald’s ficou entre as 25 primeiras neste ano na lista das 100 Melhores Empresas para Trabalhar, no ranking das companhias com mais de mil funcionários. Com isso, a empresa está na lista das empresas que estão há mais tempo entre as melhores do país. Além disso, a rede é uma das empresas brasileiras que mais reúnem jovens e que mais cresceram em oportunidades de trabalho.

A Arcos Dorados é a maior franquia McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela.

Diretamente ou por meio de franquias, a Companhia opera mais de 1.880 restaurantes da marca McDonald’s na região, com mais de 100.000 funcionários atendendo cerca de 4,3 milhões de clientes todos os dias. Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO).  Para saber mais sobre a Companhia visite nosso site www.arcosdorados.com

. Sertrading seleciona profissionais para diversas áreas- A Sertrading , uma das maiores e mais especializadas empresas de comércio exterior do País, recruta profissionais com experiência nos setores de importação, fiscal, financeiro e de tecnologia da informação para atuação nos níveis júnior, pleno e sênior.


“Procuramos por pessoas pró-ativas, comunicativas, com comprometimento e que estejam em busca de novos desafios para compor o nosso quadro de colaboradores e fazer parte de uma das maiores tradings do País”, afirma Marcela Machado, Gestora de Recursos Humanos da Sertrading.

A contratação será feita em regime de CLT, com salário compatível ao mercado e benefícios como vale-refeição, vale-transporte, seguro de vida e seguro saúde. Para se candidatar, os interessados devem encaminhar seus currículos para o e-mailrh@sertrading.com. 

MARKETING AO VIVO PROMETE ESTREITAR CONTATOS

Para alguns, ir ao supermercado nem sempre é uma tarefa prazerosa, mas há anos empresas do setor varejista vêm pontuando formas de tornar esse momento mais interessante. Entre um corredor e outro, o cliente encontra não só um, mas vários demonstradores de produtos.

Queijos, vinhos, pães, entre outros produtos, são apresentados aos consumidores ali mesmo, no momento da compra. E a estratégia funciona: quem nunca experimentou uma dessas novidades e aproveitou o embalo para levar o produto para casa?

A demonstração de produtos no ponto de venda é apenas um dos vieses possíveis do chamado live marketing ou marketing vivo, como prefere chamar o presidente daAssociação de Marketing Promocional (Ampro), Kito Mansano. No ano passado, esse mercado movimentou no Brasil nada menos de R$ 40 bilhões, 17% a mais em relação aos valores de 2011.

Quem achou que evolução do comércio digital poderia acabar com os pequenos prazeres das compras, se enganou. Segundo Mansano, o que acontece é justamente o contrário. “O consumidor está cada vez mais comprometido com a experiência”, diz.

Essa mudança tem a ver com a realidade imposta pelas mídias sociais. Muito mais participativo e exigente, o consumidor abandonou a posição passiva e usufrui desse canal para dividir suas experiências, sejam elas boas ou ruins.

“O maior desafio não é só levar o consumidor até o ponto de venda, mas fazer com que ele sinta essa experiência de forma positiva”, explica Mansano.

O caminho? Realidade e transparência, daí o maior destaque da experimentação em detrimento à publicidade convencional. “Se a publicidade vender uma realidade que não existe, hoje o consumidor tem canais suficientes para criticar e prejudicar a imagem da marca em escalas gigantescas”, afirma

Mudança de Posicionamento

 

Na esteira dessa mudança de perspectiva para o mundo da publicidade que aconteceu o primeiro Congresso Brasileiro de Live Marketing. Ao longo dos dias 29 e 30/07, profissionais como Patrick Flynn, diretor técnico do Cirque Du Soleil, Fernando Chacon, diretor de marketing do Itaú, e Roberta Medina, idealizadora do Rock in Rio, se reuniram para debater o assunto em São Paulo. Segundo Mansano, a ideia é reestruturar as divisões deste mercado, dada relevância estratégica do contato pessoal na rotina deste novo consumidor. O chamado marketing promocional ficou pequeno. Agora, eventos, campanhas, encontros, entre outros, fazem parte do planejamento. “Estamos falando da parte viva e ao vivo do marketing”, diz.

Com isso, Mansano deverá encabeçar após o congresso a formação do Sindilive, Sindicato que reunirá empresas de live marketing.

( Bárbara Ladeia/economia.ig.com.. No Promoview)

 

CONFERÊNCIA NACIONALDE MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS

Abertas as inscrições para a Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais (Conclima), evento que ocorre entre os dias 9 e 13 de setembro, em São Paulo.

Realizado em parceria pelo Programa FAPESP de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), pela Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima), pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC), a conferência apresentará resultados de pesquisas e o conhecimento gerado por esses programas e projetos, por meio de palestras e discussões em mesas-redondas.
A comunidade científica, lideranças públicas, meios de comunicação e interessados em geral são esperados para o encontro.
O evento ainda contará com a exibição de pôsteres, que deverão apresentar pesquisas já estabelecidas e relevantes sobre temas como extremos climáticos e hidrológicos, desastres naturais, aspectos climatológicos, vulnerabilidade e adaptação aos extremos climáticos na América do Sul. O prazo para a submissão de trabalhos é 20 de agosto.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do evento. Detalhes: http://conclima.ccst.inpe.br 

QUEM PAGA A CONTA?

11 de julho de 2013, 10 horas em Brasília, o marcador aponta que aproximadamente R$ 822 bilhões já foram pagos em impostos do começo do ano até esse exato momento. A exorbitante quantia soma as taxas tributárias recolhidas de pessoas físicas e pessoas jurídicas nas três esferas: municipal, estadual e federal.
De acordo com o estudo “Paying Taxes”, feito em parceria com o Banco Mundial e a consultoria PricewaterhouseCoopers, o Brasil ocupa a incomoda 137ª posição, entre 183 países, no ranking que classifica os países de acordo com a complexidade do sistema tributário, o que faz com que as empresas nacionais sejam as últimas da lista daquelas que gastam mais tempo para pagar impostos. A pessoa jurídica brasileira gasta 2,6 mil horas (108,3 dias) para estar em dia com as questões fiscais, quase o dobro da média mundial que fica em 56 dias.
Todos esses assustadores números só remetem a uma pergunta: para onde vai todo esse dinheiro pago?
Melhorias urbanas? Transportes? Saúde? Educação? Infraestrutura em geral?  Nada! Dizem que as arrecadações são reinvestidas, mas na realidade só ouvi falar dessas ações, ver o que acontece já é outra história.
Exemplo clássico. São Paulo, manhã de quarta-feira, chuva. A soma desses três fatores irá causar um verdadeiro caos. Linhas de metrô e trem param de funcionar, os ônibus lotam rapidamente, o trânsito para de fluir, as pessoas não conseguem chegar ao trabalho. E agora?
Sabe aquele número de 108 dias? Pode adicionar mais um, em meio a uma semana cheia, ao menos parte do expediente já se passou sem o corpo profissional da empresa estar completo. E se a agora começarmos a falar das tantas manifestações que ocorrem pelo país?
Por conta da falta de infraestrutura que a tríplice Cidade, Estado e União oferece, sua empresa deixa de render, não atende plenamente o cliente. Cliente esse, que por mais que sofra dos mesmos problemas, exige o trabalho bem feito, afinal ele paga por isso. Mas você também paga seus impostos, vai reclamar para quem? Eis que surge outra grande pergunta: Quem paga essa conta?
Vamos deixar os impostos de lado agora. Falta um ano para começar a Copa do Mundo, o país inteiro está orgulhoso. Quando digo país, leia-se, governo. E o cidadão? Ele está contente por expor as falhas estruturais da nação para o mundo inteiro? Quem nunca passou por qualquer problema em um aeroporto que atire a primeira pedra.
Criando mais um cenário, seu cliente promove um evento em outro estado. Você desloca um profissional para acompanhar a atividade. Claro, não há problemas nisso. O voo sai de Congonhas às 18:00h. É preciso estar no local às 17:00h, mas claro, os problemas de São Paulo não lhe permitirão chegar ao aeroporto em menos de uma hora, logo terá que liberar o colaborador às 16:00h. Mas tudo bem, isso pode ser reflexo de estar em uma megalópole. Mas e quando, o que casualmente acontece, o voo atrasa? 30 minutos, 45 minutos? Uma ou duas horas já se somaram e foram jogadas ao lixo. Quem paga essa conta?
A saúde pública funciona? Não! Qual foi a opção? Convênio particular. As rodovias federais são boas? Não! As estradas estaduais, verdadeiros tapetes, são todas cuidadas por concessionários. Problemas em aeroportos? Eis que o governo começa a cedê-los para a iniciativa privada. 
Se a solução para todos os problemas estruturais do país será resolvida pelas empresas, por que então essas mesmas empresas precisam trabalhar 108 dias para pagar os impostos? Essa é a penúltima questão.
E a última, repito: Quem paga essa conta? (Texto de Fabiano Andrade,  Diretor Financeiro da NB Press Comunicação, agência de comunicação voltada para assessoria de imprensa e comunicação institucional)
PESQUISA SOBRE CONSUMO
 
O 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing apresentou no dia de ontem (30/07), pesquisas exclusivas feitas pelo Grupo Consultores, Nielsen e trendwatching.com sobre como clientes e marcas decidem seus atuais negócios e como estes públicos estão investindo, decidindo e avaliando os resultados.
 
Os dados foram divulgados durante os debates do Comitê de Pesquisa e Evolução do Mercado, liderado por Marcelo Heidrich, da agência Ponto de Criação.
 
A diretora geral do Grupo Consultores, Graziela Di Giorgi, mostrou os resultados do agencyScope, um estudo sobre tendências do mercado publicitário para a área de promo. A pesquisa, que contou com 323 executivos de marketing, entrevistados de maio a agosto de 2012, apontou que a prioridade na escolha de uma agência é o planejamento estratégico (72%), seguido pela criatividade (64,5%).
 
Quando questionados sobre motivos que os levam a mudar de fornecedor, mais da metade (53%) aponta a falta de envolvimento da agência com o negócio da empresa.
 
Já a Nielsen, representada pelo diretor de novos negócios e à frente da divisão NielsenSports, Mário Riggiero, revela os hábitos e atitudes de shoppers, informando que 60% deles buscam promoções, principalmente aquelas associadas a pontos de venda. E esse percentual tende a ser ainda maior se o foco são as classes C, D, E, que concentram o crescimento de 57% das marcas líderes de mercado.
 
A pesquisa mostra também como os shoppers consomem em mais de um canal, de acordo com a sua conveniência. Por exemplo, em relação a produtos de beleza e higiene, 97% dos lares compram em mais de um canal; 55% deles compram em três canais diferentes; e 16% chegam a comprar em até quatro canais.
 
E mostrando as tendências globais e regionais sobre o comportamento de consumo e recomendações para os negócios, a trendwatching.com, liderada pela diretora da empresa nas Américas do Sul & Central, Luciana Stein, finalizou o comitê.
 
Completaram ainda a mesa de debates, Claudio Xavier, da NewStyle, e Marcio Franco, da Simple. Paulo Macedo e Marili Ribeiro, jornalistas com experiência na cobertura do mercado publicitário, participam das discussões.
 
 GOVERNO ADIA FIM DO SINAL ANALÓGICO DE TVs
 
O governo publicou hoje (30), no Diário Oficial da União, decreto que formaliza o adiamento do prazo para o desligamento do sinal analógico das emissoras de TV.
 
Em maio, o governo já havia dito que o processo seria adiado para dezembro de 2018. Antes, a mudança estava prevista para junho de 2016.
 
No texto antigo, o período de transição da televisão analógica para a digital era de dez anos, contando a partir de junho de 2006. O governo afirma que mudou o decreto para que o analógico não acabe de um dia para o outro e diz ainda que "a transmissão digital de sons e imagens incluirá, durante o período de transição, a veiculação simultânea da programação em tecnologia analógica". 
 
Entretanto, o processo de desligamento obrigatório deverá começar, de maneira gradual, a partir de 1º de janeiro de 2015.
 
No que diz respeito à exploação da tecnologia antiga, as outorgas serão concedidas somente até 31 de agosto, no caso de emissoras de TV. Já para as retransmissoras, a data dependerá de um cronograma que ainda vai ser estabelecido pelo Ministério das Comunicações. (Redação Adnews)
 
ESTRATÉGIAS DE MARCA
Especialista em estratégia e branding com mais de 25 anos de mercado e experiência internacional, o gaúcho Arthur Bender é palestrante sobre temas como personal branding, estratégia de marca, negócios, comunicação, tendências e comportamento do consumidor.
Premiado por três anos como Profissional de Planejamento do Ano no Rio Grande do Sul, Bender é autor de dois livros que falam sobre marca, Personal Branding – Construindo sua Marca Pessoal e o segundo lançado em março, Paixão e Significado da Marca – Ponto de virada de marcas pessoais, marcas corporativas e organizações.
Em entrevista ao Promoview Bender fala sobre seu livro a relação das marcas com omarketing promocional.
 
Promoview: Fale um pouco do seu livro para nosso público de marketing promocional. 
 
Arthur Bender: Eu digo que o meu novo livro Paixão e Significado da Marca é um livro de negócios que trata essencialmente de pessoas. É um livro sobre comportamento da sociedade que mostra a transformação que estamos vivendo, nossas contradições e paradoxos e as implicações sobre o papel das marcas.
No livro defendo a tese que de que o significado da marca pode funcionar como estratégia para romper o ruído da sociedade e se conectar com seus públicos. É a marca com uma função maior que sua própria promessa. Marcas com propósitos maiores que o negócio que representam como uma forma de serem percebidas como diferenciadas e valiosas para os seus públicos.
Promoview: Qual é a função de uma marca atualmente?
 
Arthur Bender: As marcas continuam tendo um papel fundamental nos ajudando a tomar decisões. Marcas nasceram para nos ajudar a fazer escolhas porque marcas nasceram com a função primária de criar desigualdade entre coisas aparentemente iguais.
Num mundo com muita oferta como o que vivemos atualmente, elas são essenciais para podermos fazer escolhas. Sem elas travamos na hora da escolha, porque a tecnologia e o acesso à informação acabou comoditizando tudo.
E acredito mais. Acredito que as marcas além de nos ajudarem a fazer escolhas como sempre fizeram, passarão também a ocupar um papel vital nas nossas vidas: elas serão nossas guias em meio ao caos de ruídos e promessas do mercado atual. Defendo a ideia que as marcas precisarão se reinventar a partir de causas e propósitos e que este significado dará novo sentido a ideia de posicionamento.
Promoview: No mercado de hoje, qual é o real poder da marca x preço?
 
Arthur Bender: Defendo a ideia de que muito em breve existirão apenas duas possibilidades de mercados a serem disputados: o mercado que será regido pela disputa de preço e que exigirá escala e extrema competência na gestão de custos, e, um outro mercado, que será regido pela ideia de propósitos.
 
Neste, o que as marcas pensam, como agem e o que defendem é o que fará toda a diferença. E é aí que entra o “significado” da marca. É da força desse significado a possibilidade de criarmos para as marcas seguidoras, defensores e fãs ao invés de apenas clientes.  
 
Promoview: A relação das marcas com as mídias sociais pode ser considerada apenas uma forma de marketing de relacionamento? E qual a importância da proximidade da marca com seu público alvo? 
 
Arthur Bender: A proximidade que possibilita alguma chance de relacionamento é resultado de confiança. Confiança é o grande valor a ser construído e perpetuado. Confiança é o bem precioso que somos tão carentes numa sociedade cheia de excessos e ruídos como a nossa. Não existe relacionamento sem ela. Não importa o meio ou a ferramenta.
O importante é que as marcas digam a que vieram e o que defendem. É o “porque” existimos como marca que fará toda a diferença para a adesão junto aos seus públicos. E nesse sentido, não importa a forma como vamos nos conectar. Todas os meios e ferramentas são válidos, desde que nossa proposta seja relevante para os nossos públicos.
Promoview: As ações de marketing promocional, que buscam engajamento ao vivo, como participação em eventos ou ações no ponto de venda, podem ajudar nesse processo?
 
Arthur Bender: Sim. Marcas são o resultado de todas as experiências proporcionadas. Se estas experiências forem coerentes com o propósito da marca e relevantes para os seus públicos, o valor da marca é reforçado a cada nova experiência.
O desafio aqui para os gestores é produzir resultados imediatos nestas ações, e, ao mesmo tempo, levar em consideração que a soma de curtos prazos faz o longo prazo e o valor estratégico das marcas. Coerência e consistência deve ser o mantra das marcas na busca de conexão e significado. (Pomoview)
 
ABERTAS INSCRIÇÕES PARA MISSÕES NA CHINA
 
 
A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) está com inscrições abertas para missões empresariais à China. Em setembro, a entidade levará empresários catarinenses do setor moveleiro à China Internacional Furniture Expo, uma das maiores feiras mundiais do setor de móveis, realizada em Xangai.
A missão ocorrerá de 8 a 15 de setembro. A exposição reunirá compradores e fornecedores de móveis personalizados, infantil, para salas de jantar e estar, quarto, escritório e cozinha, além de acessórios decorativos e componentes para o setor. Participarão 3 mil expositores de 140 países.

De 10 a 20 de outubro, a Federação lidera missão brasileira à Feira de Cantão, o maior evento de negócios do mundo, realizado em Guangzhou, no Sul do país asiático. A programação também prevê visitas técnicas a empresas locais. A exposição será realizada de 15 a 19 de outubro e reunirá fornecedores de máquinas e equipamentos pesados, pequenos maquinários; hardware; eletroeletrônico; autopeças, ferramentas e ferragens. A última edição da feira, realizada em abril, teve quase 25 mil expositores e 202 mil visitantes estrangeiros.
(fonte: Fiesc)

A TEORIA DE RESPOSTA AO ITEM NO ENEM 2013


 

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) este ano acontecerá em 26 e 27 de outubro. Com a proximidade da prova, os alunos cada vez mais se dedicam aos estudos.

E para auxiliar os jovens na preparação para o grande dia, a Universia Brasil (www.universia.com.br ), maior rede ibero americana de colaboração universitária, tem desenvolvido ao longo dos últimos anos uma série de estudos e dicas para o Enem. Esta semana a rede explica como funciona a Teoria de Resposta ao Item (TRI).

A TRI é o método de avaliação do Enem que tem por objetivo evitar que o candidato utilize o fator sorte na hora de responder as questões. Segundo o professor Tadeu da Ponte, em entrevista ao portal, a TRI é uma forma mais justa de avaliação, já que exige mais preparo para a prova. 

“O Enem utiliza metodologias mais modernas e avançadas em larga escala. A TRI não é passível de falhas no sentido de calcular a nota errada e prejudicar alguém. A metodologia produz um ranking preciso que classifica os alunos e lança mão de probabilidades e estatísticas para chegar mais próximo do score verdadeiro”, explica Tadeu.

Para que a TRI seja utilizada é feito um pré-teste das questões da prova com alunos do 2° ano do Ensino Médio e 1° do Superior para analisar os parâmetros da questão, não sendo possível aplicar a prova e fazer a TRI depois. “As questões devem passar pelo pré-teste por conta do processo chamado de calibragem das questões, o que determina a curva de dificuldade das perguntas”, conta o professor Tadeu da Ponte.

Essas questões são misturadas e não sinalizadas, portanto, o aluno não tem como saber qual pertence a cada grupo de dificuldade. Por meio de estatísticas e teorias matemáticas, a TRI analisa as respostas de cada aluno. Se um determinado candidato acertou questões “difíceis”, mas errou algumas “fáceis”, o fato é constatado como improvável e supõe-se que o aluno “chutou”. A média, nesse caso, então, será mais baixa do que um aluno que erra questões difíceis, mas acerta as fáceis.

Vejacomo construir argumentação e o que são os eixos cognitivos do Enem  http://noticias.universia.com.br/atualidade/noticia/2013/07/23/1038169/enem-2013-entenda-significa-construir-argumentaco.html . Para ter acesso a todas as inúmeras dicas produzidas especialmente pela rede Universia Brasil para o Enem 2013, acessehttp://noticias.universia.com.br/tag/enem-2013/ .

NOVA CÂMERA APPLE COM TRÊS LENTES

A Apple acaba de registrar uma patente que sugere uma nova câmera para seus dispositivos. Descoberta pelo site AppleInsider, a patente número 8.497.897 mostra um desenho de uma câmera com três lentes e três sensores.

 

De acordo com o Mashable, dois sensores seriam destinados à cor e o terceiro, à luminosidade. Cada sensor também possui sua própria lente correspondente. Ao usar duas lentes destinadas à cor, o processamento de imagem será capaz de comparar os dados das duas para criar uma imagem com mais cor.

 

Além disso, o uso de três lentes na posição "cor-brilho-cor" evita o chamado "ponto cego", o que geralmente prejudica a qualidade final das fotos. Sendo assim, quando um sensor não for capaz de captar as cores ou a iluminação correta de uma determinada região, o outro compensaria a falha.

 

Resumindo, tal patente promete fotografias com cores mais fiéis ao ambiente.

 

Enquanto a patente da câmera foi descoberta, outros rumores circulam a respeito das novidades Apple, principalmente em relação ao próximo iPhone. Ontem (30), a Apple liberou a quarta versão do iOS 7 beta. O hacker Hamza Sood investigou os arquivos internos de sistema e achou uma pasta que indicaria um leitor biométrico no botão Home.

 

Outra especulação recente a respeito do iPhone é que sua próxima versão seria "popular" e se chamaria iPhone 5C, fazendo relação à modelos coloridos na letra "C", do inglês "colors". (Redação Adnews)

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

QUANTO VALE UMA STARTUP


(Entrevista exclusiva que Sami Haddad, CEO da Ideiasnet, empresa pioneira de venture capital no Brasil, investidora de empresas como Moip, Ciashop, Zura, Braspag, Site Blindado, entre outras, concedeu à Revista Wide).

WIDE: Além dos grandes fundos de investimento, dos investidores-anjo e das aceleradoras, grandes empresas passaram também a investir em startups. Somente no último ano, mais de R$ 1,7 bilhão foi injetado em mais de 90 startups brasileiras, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). Telefonica, Microsoft e TOTVS são algumas das empresas que estão criando fundos milionários para esses investimentos, visando sempre a possibilidade de trazer tecnologia de ponta por meio dessas aquisições (http://migre.me/fqb8h). Sobre esse cenário, Sami Haddad, esclarece nossas questões:

WIDE: Podemos afirmar que esse seria um novo caminho para fomentar a inovação dentro das grandes corporações?


SAMI HADDAD: Investimento em startups é certamente um caminho comprovado que permite fomentar e acelerar ciclos de inovação e desenvolvimento de novos modelos de negócios. Muitas das principais economias mundiais como as dos EUA e de muitos segmentos da economia como de Tecnologia, Internet e biotecnologia devem seu vigor em parte aos modelos bem sucedidos de investimentos em startups através de fundos de Venture Capital, iniciativas públicas, incubadoras universitárias e iniciativas privadas de empresas maduras e multinacionais.


Com a proliferação de empreendedores, de oportunidades para investimentos e de ciclos de crescimento destas startups cada vez mais encurtados, as grandes corporações estão estruturando iniciativas próprias que as permitem uma atuação direta. Adicionalmente, em muitos casos, estas iniciativas visam reter e canalizar talentos empreendedores dentro da empresa em vez de perdê-los para o mercado.

"Estas iniciativas visam reter e canalizar talentos dentro da empresa em vez de perdê-los para o mercado"

WIDE: Quais as vantagens dessa estratégia? 


SAMI HADDAD: Além do ponto de retenção de talentos mencionado acima, as grandes corporações podem se beneficiar (por meio de investimentos em startups) com a aquisição direta de novas tecnologias ou componentes tecnológicos e de inovação que muitas vezes apresentam ameaças e/ou oportunidades para seus principais negócios. Investimentos diretos permitem direcionar estas startups para aplicações, áreas e modelos de negócios mais alinhados com o seu "core business".


Além desta possível vantagem competitiva é provável também que o custo de aquisição da inovação seja menor num investimento inicial direto na startup que quando se trata de uma aquisição de uma empresa mais desenvolvida ou melhor estruturada para competir com as grandes corporações.

WIDE: Você acredita que essa tendência chegará também às empresas brasileiras de médio porte? 


SAMI HADDAD: É difícil prever. As empresas de médio porte, quando inseridas em setores que exigem elevado grau de inovação para serem bem sucedidas, já têm incorporado ao seu "DNA" o espírito do empreendedorismo, e pensariam normalmente em construir isto internamente antes de investir em startups de terceiros.


Por outro lado, do ponto de vista das startups, sinergias de negócios e clientes e capacidade de ampliar o faturamento são os principais atrativos em receber investimentos de corporações. A capacidade de alavancar estes negócios fica mais reduzida quando se trata de empresas de porte médio ou pequeno.

"É provável também que o custo de aquisição da inovação seja menor num investimento inicial direto na startup"

WIDE: Para as empresas menores, qual seria o capital mínimo necessário para embarcar nessa iniciativa?


SAMI HADDAD: Para empresas menores, mecanismos de investimento em incubadoras ou aceleradoras de startups (ligadas ao mundo acadêmico ou privado) podem representar oportunidades mais adequadas às suas necessidades. Nestes casos investimentos menores (100-500 mil Reais) podem ter um efeito multiplicador mais ampliado nos casos onde há sinergias claras com a empresa investida.


FORTALECIMENTO DO LIVE MARKETING EM DEBATE


 

O 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing começou ontem segunda-feira, com uma discussão sobre o novo posicionamento do setor promocional no mercado, que sentiu um fortalecimento nos últimos anos, ganhando papel estratégico dentro das campanhas de grandes marcas no País.

 

Veja os depoimentos de Kito Mansano presidente da Rock, Fernando Figueiredo presidente do Grupo Talkability e Marcelo Heidrich presidente da Ponto de Criação e os comentários de Tony Coelho sobre o 1º dia do Congresso.

 

Os debates do primeiro dia foram liderados por Paulo Focaccia, do Canal Promojuris do Promoview e Marcel Sacco, da Holding Clube.

A discussão mostrou como as experiências ao vivo combinadas com a interação e engajamento da era digital conquistaram uma relevância maior dentre as ferramentas de marketing.

“A experiência ao vivo toca corações e mentes de maneira mais forte e gera um envolvimento mais intenso e duradouro dos consumidores com as marcas”, afirmou Sacco durante sua apresentação.

“Em um mundo onde a mobilidade digital ganha espaço, promover experiências com produtos e marcas passa a ser essencial para geração de valor”, ressaltou o executivo.

Roberta Medina, diretora geral do Rock in Rio; Rafael Davini, diretor geral do Portal Terra no Brasil; e Renato Meirelles, presidente do DataPopular, foram os debatedores convidados que discutiram o tema.

 

O Comitê de Live Marketing ainda contou com o depoimento do apresentador da TV Globo, Luciano Huck, gravado exclusivamente para o evento, onde deu sua perspectiva sobre a importância estratégica do live marketing no dia a dia da comunicação.

 

Normas Legais Mais Atuais e Modernas

 

O sócio do escritório Focaccia Amaral e Salvia Advogados, Paulo M. Focaccia liderou o debate que fechou o primeiro dia do 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing. A atual cadeia tributária do setor, as leis e a criação de valores na atividade foi o tema da discussão, que fez parte do Comitê de Legislação e Tributação em Live Marketing.

 

Um dos objetivos do comitê foi o de trazer à tona questões complexas que envolvem a realização de ações promocionais, como a atual regulamentação do setor, os entendimentos normativos sobre promoções comerciais, a tributação que classifica os serviços de live marketing, bem como discutir o papel das agências na perspectiva de segurança e compliance com as normas ligadas à realização de eventos.

 

O painel contou também com palestra de Edilson Vianna, gerente nacional de loterias e promoções da Caixa Econômica Federal, que abordou a legislação aplicada ao setor.

 

Vianna foi o responsável pelo grande anúncio do dia: mudança do prazo para agilizar a emissão do Certificado de Autorização para realização de promoções no País. Segundo o especialista, a análise do processo e a emissão do certificado sairá em até sete dias, desde que não exista pendências de documentação.

A palestra fechou com um debate importante sobre a segurança  e as documentações necessárias nos eventos. A discussão contou com importantes participações, como o Dr. Marcos Gallardi, advogado atuante na área de eventos; Tenente Coronel Miranda, representante do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo; Márcio Caran, da Vida Nova Seguros; e Guilherme Hinrichsen, da Icatu Seguros.

Dicas do Diretor do Cirque du Soleil para Estimular a Criatividade

Patrick Flynn, diretor do Cirque du Soleil, abriu na manhã de ontem (29/07),  o 1° Congresso Brasileiro de Live Marketing, mostrando como a companhia artística utilizaestratégias de live marketing nas cidades em que se apresenta. “O que eu quero fazer hoje é inspirar, compartilhar segredos do Cirque du Soleil no campo da criatividade e no uso dos recursos do live marketing”, disse.

O diretor apresentou como exemplo um projeto de live marketing do Cirque du Soleildesenvolvido no Canadá, em parceria com a Trident. Nele, bailarinos e acrobatas do grupo foram para as ruas de Quebec, interagindo com as pessoas, enquanto realizavam performances ao vivo.

“Vimos que usar televisão, rádio, jornais já não funciona mais sozinho para vender espetáculos. Temos que ser mais e mais criativos na maneira de vender os espetáculos. E, para isso, nos inspiramos nos antigos circos, que faziam cortejos pela cidade”, diz.

Um dos recursos utilizados hoje pelo Cirque du Soleil é alugar ônibus turísticos e percorrer com seus integrantes as ruas das cidades. Em pontos turísticos, no meio dos carros, em praças e calçadas bailarinos e acrobatas improvisam uma coreografia – envolvendo pedestres, automóveis, bicicletas e motos. “Fazer o que sabemos fazer e simplesmente achar plataformas diferentes para isso, fazendo uma coisa inesperada. É o que ainda consegue surpreender”, afirma.

Relembrando os sucessos da companhia nos últimos anos, o diretor artístico mostrou também como a criatividade é essencial para colocar cada conceito em cena, transformando uma ideia num grande espetáculo encenado ao vivo, a cada dia em uma nova cidade de um novo país.(Promoview)

O ESCAMBO EM TEMPOS DE INTERNET

Na Antiguidade, quando não havia a moeda, trocava-se peixes por sacos de grãos, cavalos por tecidos, ferramentas por galões de água. Até mesmo a palavra “salário” tem origem no latim, para a expressão “pagamento em sal”, a forma que os soldados eram remunerados. Tudo acontecia na base do escambo.

Mesmo com a criação e circulação da moeda, esta forma de negociação é utilizada até hoje. Trata-se da permuta, uma forma de troca direta, transação ou contrato, no qual cada uma das partes entrega um bem ou presta um serviço para receber em retorno outro bem, serviço ou crédito para futuras negociações, sem que envolva dinheiro ou qualquer outra aplicação monetária.

Aproveitar o estoque existente para comprar algo que seja necessário é uma forma interessante de negociação, inclusive no e-commerce. A troca de mercadorias por créditos pode ser vantajosa em muitas situações, desde que realizadas corretamente.

Atualmente, com a massificação da Internet, é possível realizar permutas em sites de negociação e até mesmo em redes sociais. Essas novas ferramentas da web permitem trocar produtos e serviços em diversas frentes, prática que é conhecida como uma permuta multilateral.

Ou seja, o usuário, seja pessoa física ou jurídica, pode oferecer um produto de seu estoque em troca de outra mercadoria, e utilizar o material ou créditos adquiridos em outra negociação. Tudo isso entre e-commerces. As lojas online têm, ainda, a possibilidade trocar produtos por moedas virtuais em redes sociais, a serem utilizadas para a compra de outros produtos.

O escambo moderno traz diversas possibilidades de negociações sem a utilização de dinheiro, ideais para quem está com o estoque cheio ou com orçamento apertado. Basta saber fazê-las adequadamente, com as lojas certas, adquirindo itens de real necessidade. Desta forma, sua loja só vai sair ganhando.(Cassio Krupinsk, sócio-fundador da Oxibiz, primeira e única rede social de e-commerce do país.No Adnews).

 

BRASILEIROS PREFEREM COMPRAR PEIXES EM SUPERMERCADOS
  • Pesquisa realizada pela Nielsen aponta que 42% dos brasileiros preferem comprar peixes em supermercados, percentual acima da média da América Latina, com 36%
  • Por tal preferência, a Nativ Pescados define sua estratégia em oferecer seu portfólio de tilápias, tambaqui e pintado da Amazônia às lojas de autosserviços
  • Na contramão, população de países como Venezuela e Argentina optam por comprar em peixarias com, respectivamente, 40% e 51% de preferência
 Oferecer seus produtos em lojas de autosserviços, sempre foi uma das estratégias da Nativ Pescados (www.nativpescados.com.br), desde a sua fundação em 2006. Empresa de pescados de aquicultura, que atua em toda a cadeia, desde a reprodução das espécies, até a industrialização e comercialização dos seus produtos, sabe que o consumo de peixes atualmente está muito ligado à praticidade. “Com a correria do dia a dia, todo consumidor busca lojas de fácil localização, sem abrir mão da qualidade do produto. Hoje é difícil você encontrar peixarias disponíveis nos bairros o que faz os consumidores optarem pelos supermercados”, esclarece Alessandra Kushikawa, diretora de operações da Nativ Pescados. 
Tal estratégia vem ao encontro dos números da última pesquisa de Alimentos Frescos, realizada pela Nielsen, que apontou 42% da população brasileira preferindo comprar peixes e frutos do mar em lojas de supermercados. Peixarias atingem a preferência de apenas 21% dos brasileiros. Mas essa opção é bem local, pois outros países da América Latina, como Venezuela e Argentina, vão na contramão desse cenário, com respectivamente 40% e 51%, optando por peixarias.
A praticidade de localização e lojas limpas e higiênicas são as duas principais razões pela prioridade por supermercados. “Comer peixe está diretamente ligado à questões de saúde e bem-estar, por isso lojas que ofereçam ambientes limpos terão a preferência dos clientes”, pontua a diretora.
 Além disso, a pesquisa também apresenta a frequência de compras de peixes e frutos do mar pelos brasileiros, 22% compram uma vez por semana e 16% quase que diariamente. A Nativ Pescados busca exatamente este potencial mercado ainda a ser trabalhado. No Peru, por exemplo, 35% da população compra peixes uma vez por semana e 34% quase que diariamente.
Mercado - De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a previsão é de que em 17 anos a demanda internacional de pescado aumente em mais 100 milhões de toneladas por ano. A expectativa é que o Brasil se torne um dos maiores produtores do mundo até 2030, ano em que a produção pesqueira nacional teria condições de atingir 20 milhões de toneladas, a produção mundial hoje é da ordem de 126 milhões de toneladas. E ainda segundo a Organização o Brasil é um dos poucos países que tem condições de atender à crescente demanda mundial por produtos de origem pesqueira, sobretudo por meio da aquicultura. 
 

MERCADO GANHA NOVO MODELO DE CONCORRÊNCIAS

 

Agilidade, segurança e economia de tempo para anunciantes e agências. A proposta do novo módulo do C.A.R.E. – Cadastro de Registro de Eventos, Projetos e Ideias, que será lançado oficialmente durante o 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing, é facilitar a relação entre as empresas que solicitam cotações e agências de live marketing e tornar mais ágil a análise e aprovação das propostas.

“Os processos tradicionais de concorrência são desgastantes para ambos os lados porque podem levar até 15 dias entre a seleção das empresas participantes, reuniões de briefing, solicitação de documentos e apresentações das propostas. A partir de agora, todo esse processo pode ser feito de forma on-line, em um painel de controle com todas as etapas para a gestão e o controle das cotações.” explica o sócio-diretor do C.A.R.E, Gilberto Perussi.

 

O novo módulo conta com uma página exclusiva para a abertura dos processos pelas empresas interessadas e o credenciamento das agências participantes, com espaço para o upload do briefing e da relação de documentos solicitados.

Mediante senhas individuais, as agências poderão acessar o processo via sistema C.A.R.E., e fazer o download dos arquivos disponibilizados pelo anunciante. Para evitar que qualquer participante seja privilegiado, todos os projetos terão deadline para upload.

 

O sistema ainda prevê um chat público para esclarecimentos de dúvidas comuns e informará a cada agência participante a data e a hora que o seu projeto foi acessado pela empresa solicitante.

Após recebidas todas as propostas, o anunciante seleciona os trabalhos que mais interessarem e só então agenda a reunião para a explanação dos projetos.

“Além da rapidez que a ferramenta oferece, quisemos que fosse um meio para tornar a relação entre marketing, compras e eventos mais amigável e confiável, já que o sistema desenvolvido garante sigilo e segurança de todos os documentos disponibilizados em servidor próprio, sem eventuais erros de informação ou desencontros, comuns nos processos tradicionais.”, enfatiza Perussi.

Outra vantagem do sistema é a possibilidade de cadastrar as cotações já registradas pelo próprio C.A.R.E., para inibir possíveis plágios de conteúdos que não forem oficialmente selecionados. “Esse é um problema recorrente em 100% das empresas especializadas que consultamos antes de lançarmos o selo de registro. Há casos de plágios de projetos inteiros e essa é uma prática que precisa ser inibida em caráter de urgência.”, diz.

Além do novo módulo, o C.A.R.E.,anunciará, durante o Congresso, uma parceria inédita com o Sindilive – Sindicato das Empresas de Live Marketing (antiga Ampro – Associação de Marketing Promocional), em benefício das empresas associadas.

O C.A.R.E é um dos principais fornecedores especializados apoiadores oficiais do 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing, ao lado de outras empresas consolidadas, como M|Checon, Maxi Áudio, TeleEventos, Leograf e TV1 Vídeo.

O evento também tem copatrocínio da Vale Presente e apoio de várias empresas, como Opção X, World Trade Center, DigiPronto, Benefício SP, Cara de Conteúdo, Grupo Capuzo, TAM e rede Blue Tree, além do apoio de veículos, como Promoview, Revista Eventos, Revista Marketing, Revista Propaganda, jornal Propmark, jornal Meio & Mensagem,  Tempos & Movimentos.(Promview)

 

APPLE PERDE TERRENO NO MERCADO DE TABLETS

Segundo dados da consultoria Strategy Analysts referentes ao segundo trimestre, a participação dos dispositivos Apple no mercado de tablets é despencou para menos de um terço, já a de dispositivos Android disparou.

Os tablets com Android, como os da Samsung e Sony, por exemplo, foram responsáveis por 67,2% do mercado global no segundo trimestre de 2013. No mesmo período em 2012, respondiam por 51,4%.

 

Já o sistema iOS, do iPad e iPad Mini, caiu de uma posição de 47,2% no segundo trimestre de 2012 para 28,3% no mesmo período deste ano.

 

Se o assunto for venda de tablets, elas alcançaram 51,7 milhões de unidades no segundo trimestre de 2013, um aumento de 43% em relação aos 36,1 milhões do mesmo período do ano anterior.

 

A queda pode ser justificada visto que o sistema operacional da Apple é utilizado apenas por tablets da empresa da maçã. Já o Android é livre e utilizado por diversos dispositivos, entre eles os de marcas desconhecidas.

 (Redação Adnews).

 

PRINCIPAIS ERROS DE QUEM QUER ESTAR NA LISTA DO GOOGLE

 

Pressa, falta de especialização e desconhecimento podem prejudicar o investimento em SEO

 

As estratégias de SEO (Search Engine Otimization ou otimização para motores de busca) estão sendo cada vez mais usadas por empresas, profissionais, veículos de comunicação e outras entidades que desejam uma coisa: visibilidade. Mas, na ânsia de estar entre os primeiros resultados do Google, muitos erros são cometidos e o investimento pode não ter retorno algum. “É, de fato, muito importante estar bem ranqueado na página de resultados do buscador: pesquisas mostram que 70% da navegação do usuário se restringe aos sites que aparecem na primeira tela e que os primeiros resultados são intuitivamente considerados pelo público como ‘as melhores empresas’. Entretanto, como qualquer estratégia de marketing digital, é fundamental planejamento e profissionalismo”, explica José Matias, diretor da Redsuns (www.redsuns.com.br), agência de performance online.

 

Entenda algumas ideias equivocadas da estratégia de SEO e a importância evitá-las.

 

- “Faz um SEO para mim”: “Muitas empresas não entendem o que é a otimização e nos procuram achando que podemos ligar para o Google e negociar para elas aparecerem em primeiro lugar”, conta Matias.

 

É fundamental que os gestores de marketing ou mesmo os próprios donos das empresas – no caso das micro e pequenas – entendam o que é a estratégia e quais são os benefícios de investir nela. “Todas as empresas deveriam investir na otimização, pois isso tem como premissa trazer conteúdo relevante para o seu cliente e este deveria serum compromisso do mercado como um todo.”

 

- “Eu sou melhor que meu concorrente”: Sua empresa pode prestar um serviço mais eficiente ou qualificado, mas o Google se importa com sua atuação virtual e não real. “Sua página deve ser relevante, tanto no conteúdo quanto em suas conexões na web. O buscador precisa ser ‘informado’ sobre sua importância para melhor ranquear seu site”, comenta.

 

- “Só por três meses”: SEO é um investimento de médio e longo prazo. Além de o reflexo em vendas, contatos ou acesso não ser sentido de imediato, a manutenção da estratégia é importante para garantir a constância dos bons resultados. “É um erro muito comum achar que o SEO pode ser feito hoje e não precisa ser feito amanhã. Mudanças no mercado, investimentos de concorrentes e alterações no algoritmo de busca do próprio Google podem levar à perda da posição conquistada.”

 

- “Para ter conteúdo basta eu criar um blog?”: Criar conteúdo relevante é passo fundamental na estratégia de SEO. “Só que isso não significa só criar um blog e encher de textos. Você precisa ser relevante para seus clientes. As pessoas buscam informações, comparações de produtos, histórico e outras informações que muitas empresas não oferecem. Você pode resolver as dúvidas do seu cliente e ser relevante sem necessariamente ter um blog. Essa também é uma estratégia, mas não é tudo”, observa Matias.

 

- “Meu conteúdo está OK. Já dá para ser o primeiro?” Seria ingênuo admitir que só conteúdo basta, mas já é o começo ideal. “Depois de ter conteúdo de qualidade, vem o próximo passo com as técnicas de SEO, como link building (utilizar links tanto internos como externos para mostrar relevância) e SEO On-page (melhorar código do site para que o Google o leia com mais ‘facilidade’)”, explica Matias.

 

- “Meu sobrinho é heavy user. Deixa que ele faz para mim” O Google considera diversos fatores para o ranqueamento, sendo que só poucos são divulgados, e ainda mudam periodicamente. Entre eles, estão aspectos como idade do domínio, quantidade e qualidade de links apontando para o site, código semântico, velocidade de carregamento da página, entre outros fatores.

 

 “A visão profissional – técnica e estratégica – é fundamental para o sucesso do SEO. Considerando a importância que o Google tem hoje na busca por empresas, fornecedores e parceiros, o investimento nesse canal não pode ser subestimado”, conclui.

 

Sobre a Redsuns (www.redsuns.com.br)

A Redsuns é uma agência de comunicação digital com foco em performance on-line.Especializada em criação de sites, gerenciamento de mídias sociais e gestão de campanhas com links patrocinados, a empresa oferece soluções digitais personalizadas para atingir os resultados desejados para cada cliente.

 

DIRETOR CONTA COMO FEZ O FILME JOBS

O filme "JOBS" (lembrando que a grafia "jOBS" não foi acatada pela Open Road Films) chega aos cinemas brasileiros em 6 de setembro, com distribuição da PlayArte. O Adnews já divulgou pôster, trailer, vídeo e fotos da cinebiografia de Steve Jobs.

Agora, marcando o lançamento do site oficial do longa (veja aqui), confira abaixo uma entrevista com o diretor do filme, Joshua Michael Stern. No bate-papo, ele fala sobre as inspirações para produzir a obra e diz que, em dado momento, se sentiu numa "máquina do tempo" ao ver Ashton Kutcher na pele do saudoso ex-CEO da Apple.

Como você se envolveu com este projeto?

Um amigo meu me contou sobre um empresário e editor em Dallas, que tinha encomendado um roteiro para um filme que ele estava realmente apaixonado. Mark Hulme, me disse que havia um projeto muito ambicioso e surpreendente, ele gostaria de fazer uma cinebiografia sobre Steve Jobs, para a qual ele já tinha um roteiro - fiquei intrigado instantaneamente.

Ali estava alguém, completamente fora da indústria cinematográfica, que desejava fazer algo arriscado e embarcar num projeto carregado de personalidade. E assim, surgiu a parceria de recriar a essência de Jobs nos cinemas.

Como foi a tua abordagem para fazer o filme?

Minha abordagem foi derivada de duas vertentes. A primeira capta o início de vida do Jobs, datado entre os anos 20 a meados dos anos 40 - o que a maioria das pessoas não conhecem, foi realmente a nossa responsabilidade de contar a história como aconteceu, sem informá-lo demais ou embarcar na especulação.

 Acho que o longa destacará pontos realmente interessantes sobre Jobs, e mostrará o que a maioria das pessoas não sabem em relação ao que este homem passou.

A segunda vertente, engloba o personagem em si, ele tem que viver no filme, respirar e existir, não importa o quão icônico ele ou ela é. Então, primeiramente passei a ignorar a pressão que havia em contar a história de um homem tão mítico, e apenas contar a história de um homem que fez uma coisa incrível e inspiradora - que é como eu iria abordar qualquer personagem em qualquer filme.

É a história da luta e da ambição de alguém que, contra todas as probabilidades, consegue uma visão e introduz algo que nunca existiu antes. Algo que agora se tornou parte do tecido da nossa cultura, o que não podemos imaginar ficar sem - e essa é a história de Steve Jobs.

Quais as fontes que você usou para obter informações básicas?

Mark Hulme, nosso produtor, contou com uma equipe especializada de pesquisadores a vasculhar todos os registros públicos e entrevistas que tinham alguma coisa a ver com Steve Jobs. Matt Whiteley, roteirista, entrevistou pessoalmente inúmeras pessoas que trabalharam na Apple ou com Jobs em outras empresas.

Armado com esta pesquisa meticulosa, Whiteley começou a trabalhar no sentido de levar esta história de sucesso exclusivamente americana para a vida.

Quais foram os seus maiores desafios no desenvolvimento do filme?

Acho que o desafio quando se trata de uma figura tão conhecida e pública, está em introduzir e transpassar a natureza enigmática da pessoa em si.  Ele (Jobs) era maior que a vida, portanto, o meu desafio como cineasta foi de apresentá-lo sem explicar sobre o que você não pode explicar, ou arriscar um palpite que pode ser impreciso.

Então, eu realmente acho que o maior desafio era expor a pura e honesta pessoa que ele era, pincelando com o que ele tinha de divertido e interessante.

Steve Jobs é um ícone mundial e fonte inspiradora para muitos jovens e adultos. O que você acha que pode ser extraído do filme, e servir de estimulo para o público?

Acho que o que Steve Jobs fez, vindo de uma família de classe média-baixa, começando um negócio com Steve Wozniak numa garagem, serve por si só como inspiração para todos alcançarem o que desejam. “JOBS” vai realmente aumentar o espírito de inovação e mudanças nas pessoas, tanto quanto conseguir algo que se poderia pensar, que era impossível. E isso é o que ele realmente fez. E ele tinha muitos obstáculos.

Você pode falar sobre Ashton Kutcher no papel de Steve Jobs?

Quando eu conheci Ashton, obviamente não demorou muito para perceber que há uma semelhança física impressionante com o Steve Jobs. Mais do que isso, quando me sentei com ele, eu senti que ele já estava canalizando o personagem, após essa reunião, a cada pergunta que eu tinha como diretor foi respondida. Ashton é alguém que está muito envolvido na indústria de tecnologia e tem um monte de contatos, sendo úteis para que ele mesmo pudesse fazer a sua própria investigação. Eu realmente não poderia pedir mais.

Qual foi sua parte mais memorável de rodar o filme?

 A parte mais memorável de rodar o filme para mim foi filmar a “West Coast Computer Faire, de 1977”, que foi a festa de debutante para o Apple II, bem como a introdução de Steve para o mundo. Quando Ashton entra como Steve, e faz o discurso - me senti em uma cápsula do tempo, uma viagem ao passado diante dos meus olhos. Muitas vezes, quando você está filmando, até mesmo um filme de época, você está sempre um pouco do lado de fora e distante da vida real. (Redação Adnews).

 

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