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quinta-feira, 4 de julho de 2013

HÁ MAIS DE UMA DÉCADA A POLÍTICA PASSA PELA INTERNET – E QUASE NINGUÉM VIU.


 

(Texro de Luiz Alberto Ferla é CEO da Knowtec, Talk, KeepingUp e DDBR – grupo de empresas de soluções digitais e Líder Empresarial 2012 (Fórum de Líderes). A ocorrência de protestos de grandes proporções, em diversas cidades de um país de dimensões continentais, não é exatamente um fenômeno novo, nascido da internet. A história recente do Brasil oferece dois bons exemplos de manifestações grandiosas: o movimento das “Diretas Já” e a campanha peloimpeachment do presidente Fernando Collor.

O que distancia estes dois exemplos do que se viu nas ruas do país nas últimas semanas é a forma como eles foram organizados: sem o auxílio de líderes ou agremiações políticas consagradas; sem nem mesmo permitir que se identificasse, com clareza, liderança alguma.

Se, antes, os partidos então de oposição – notadamente o PT - foram os grandes articuladores das passeatas pelo impeachment de Collor, agora amargaram uma posição tão marginal que seus militantes chegaram a ser expulsos de algumas manifestações.

Quem acompanha de perto as redes sociais pode ter se surpreendido com a proporção do fenômeno offline. Mas certamente não se surpreendeu com o estilo e a forma. A variedade de pautas e reivindicações que tomou as ruas do país reproduz, quase fielmente, as timelines das grandes redes sociais – em especial, o Facebook e o Twitter. E, como acontece nelas, houve espaço para a expressão de muitas causas – ainda que somente algumas tenham conquistado a adesão do senso comum.

Os movimentos que agora presenciamos escolhem suas lideranças ao sabor do momento. A maioria delas tem duração efêmera, a depender da ocasião. É uma nova forma de relação com o poder, herdada da internet, onde perfis de usuários podem ser lançados, de uma hora para outra, do anonimato à fama – e, depois, novamente ao ostracismo.

No que diz respeito à organização a internet é mesmo a grande protagonista: sumiram os panfletos, as chamadas de rádio e televisão, e os carros de som. Entraram em cena os tweets, as páginas de eventos do Facebook, os e-mails, e as mensagens de WhatsApp e SMS. Tudo instantaneamente, proporcionando uma estrutura de comunicação, simples e gratuita, capaz de levar, em poucas horas, milhares de pessoas a ocupar as ruas das principais cidades do país.

Outra vez: quem acompanha de perto as redes sociais não se surpreendeu com tamanha capacidade de mobilização. Mas se é verdade que há mais de uma década nenhum movimento político passa longe da internet, também é verdade que só agora alguns se deram conta disso.

Muitos magos do marketing político televisivo, por exemplo, foram pegos de surpresa por uma onda à qual sempre deram pouco crédito. Todavia, não se pode condená-los de forma implacável porque, na verdade, ninguém pode ver com clareza aquilo que insiste em ignorar, em fazer de conta que não existe.

O que aconteceu, e talvez não tenha sido percebido pela maioria dos marqueteiros políticos, foi que na última década a televisão aberta veio, paulatinamente, perdendo sua força – tanto para a internet quanto para a TV a cabo. Aliás, a internet já é a mídia líder para o público de até 25 anos.

Então, inicialmente ignorada pelo marketing político e, mais adiante, tratada como um apêndice desconectado do corpo discursivo das campanhas – quando não um mero replicador deste – a internet acaba de mostrar ao Brasil toda a sua força política.

Uma força de incontestável protagonismo e independência, aparentemente caótica, mas passível de interpretação para quem tem intimidade com ela. Uma força que, a despeito da conjuntura, será imprescindível na política e no processo eleitoral de 2014.

AS PROPOSTAS DE EMENDAS CONSTITUCIONAIS

 (Artigo escrito pela advogada do escritório Fernando Quércia Advogados Associados, Roberta Raphaelli Pioli). As recentes manifestações ocorridas no Brasil, que eclodiram com a questão do transporte público e foram incorporando diversas outras reivindicações trouxeram à tona o assunto das PECs (propostas de emendas constitucionais), como, por exemplo, a PEC 33 e PEC 37, sendo que a última foi rejeitada pela Câmara dos Deputados em 25 de junho de 2013, nitidamente devido à pressão popular.Nesse contexto, importante se faz conhecer todo o procedimento das emendas constitucionais, desde a elaboração da proposta até a efetiva aprovação e alteração constitucional.

 A Constituição Federal de 1988 é classificada pela doutrina como uma constituição rígida, haja vista que exige uma forma solene de alteração, através de emenda constitucional, e não simplesmente por lei ordinária ou complementar, justamente em razão da supremacia constitucional.

 A figura da emenda à Constituição é prevista expressamente no artigo 60 da Carta Magna, que traz os legitimados para propositura de emendas constitucionais. Estas podem ser propostas por um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal; pelo Presidente da República; ou por mais da metade das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros (maioria dos membros presentes).

 O §4º do artigo 60, que traz as chamadas cláusulas pétreas, aborda algumas matérias que sequer podem ser objeto de deliberação em caso de eventual proposta de emenda constitucional. Trata-se da forma federativa de Estado, do voto direto, secreto, universal e periódico; da separação dos Poderes e dos direitos e garantias individuais.

 Há algumas diferenças no procedimento caso uma PEC chegue ou seja criada na Câmara dos Deputados ou no Senado Federal, em razão de cada casa possuir seu Regimento Interno específico. O Regimento Interno do Senado não distingue admissibilidade de mérito, de forma que a PEC é analisada apenas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), enquanto na Câmara dos Deputados a admissibilidade da proposta é analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e o mérito é analisado por uma Comissão Especial.

 Considerando como exemplo uma PEC criada na Câmara dos Deputados, o primeiro passo da tramitação é enviá-la para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que dirá, analisando sua constitucionalidade, se a proposta pode ou não ser aceita. Se a CCJ decide pela inadmissibilidade da proposta, esta decisão tem caráter terminativo, e a PEC sequer é levada a plenário para votação.

 Se a PEC é aprovada pela CCJ o presidente da Câmara cria uma Comissão Especial para que seja analisado o mérito, o conteúdo, o texto da proposta. Apenas se aprovada nessaComissão Especial é que a PEC é submetida à votação no plenário da Câmara, e deverá obrigatoriamente ser aprovada por no mínimo 3/5 dos membros (308 votos favoráveis, tendo em vista que a casa conta com 513 parlamentares), em dois turnos de votação.

 Caso a proposta de emenda seja aprovada no plenário da Câmara com o quórum qualificado de 3/5, é então remetida para apreciação do Senado Federal, cuja Comissão de Constituição e Justiça elaborará parecer. Se a proposta for admitida, a aprovação também deverá ocorrer em dois turnos de votação, com intervalo de no mínimo 5 dias e voto favorável de 3/5 dos membros (49 dos 81 senadores).

 O Senado poderá aprovar integralmente a proposta, propor alterações ou ainda rejeitá-la, caso em que a proposta será arquivada e matéria rejeitada não poderá ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa.

 Caso sejam propostas alterações, a PEC retornará para apreciação da Comissão Especial na Câmara dos Deputados, e todo o processo se reinicia. Se, ao invés disso, a proposta de emenda for integralmente aprovada pelo Senado Federal, a Câmara dos Deputados será comunicada e será convocada sessão do Congresso Nacional para promulgação da emenda constitucional pelo Presidente da República.

TRANSPORTE GERA PREJUÍZO DE US$ 266 BILHÕES

Uso de tecnologias já disponíveis pode gerar economia de escala e melhorar qualidade de vida nos grandes centros.

Levantamento recente da Roland Berger, uma das principais empresas de consultoria em gestão empresarial do mundo, indica que a mobilidade ligada por meio de rede inteligente, que integra diversos modais de transporte e otimiza a gestão de tráfego, deve gerar economia nas 30 maiores cidades do mundo, incluindo São Paulo (SP), além de assumir um papel importante na questão ambiental.

O estudo "2025 – A Mobilidade Conectada" mostra que o deslocamento pessoal é aspecto-chave para o sucesso e prosperidade da economia de cada país. No entanto, o crescimento da população nas 30 maiores metrópoles do mundo e a quantidade crescente de tráfego estão levando-o à paralisação e, ao mesmo tempo, gerando um ônus anual de mais de US$ 266 bilhões.

"Apesar de vivermos em um mundo que está cada vez mais em rede, a mobilidade individual permanece fragmentada. No momento mais crítico, nos falta informação sobre a melhor forma para se locomover de um determinado local a outro", explica Stephan Keese, sócio da Roland Berger Strategy Consultants.

Cerca de 180 mil pessoas se mudam para as maiores cidades do mundo a cada dia –

um grande desafio para o transporte –, por conta disso, há a necessidade de se criar facilitadores para ampliar, ainda mais, a conectividade, como dispositivos móveis, novas tecnologias de transmissão rápida de pacotes de dados (LTE, long-term evolution na sigla em Inglês, conhecida no mercado como 4G) e serviços em nuvem. A resposta de como obter controle sobre o problema do aumento de transporte de passageiros encontra-se na mobilidade em rede. Por um sistema de inteligência que liga dados e meios de transporte, as pessoas podem rapidamente usar diferentes modelos, conforme necessário, para chegar até o seu destino.

Ao falar sobre a disseminação da mobilidade inteligente, é importante notar que muitos dos seus facilitadores já estão em vigor. A primeira é a presença difundida de smartphones. Hoje, já existe mais de 1 bilhão de aparelhos no mercado em todo o mundo e os usuários podem, portanto, acessar informações em tempo real de qualquer lugar.

Há ainda outro forte facilitador da mobilidade conectada que é a predisposição a ser parte de redes sociais e compartilhar informações – um sentimento presente na maioria da população economicamente ativa, principalmente entre os mais jovens.

Especialistas estimam que, graças ao consumo neste grupo social, o número de smartphones deve duplicar nos próximos dois anos. Outro ponto importante a ser destacado é a pulverização de tecnologias-chave que tornam possível compartilhar dados rapidamente.

"A opção de armazenamento de dados na nuvem e a implementação de tecnologia LTE já são realidade. Essas soluções formam a espinha dorsal tecnológica da mobilidade do futuro", ressalta Keese.

OPORTUNIDADE

A Universia Brasil (www.universia.com.br), maior rede ibero-americana de colaboração universitária, reuniu um pacote com 5 bolsas de estudos para quem pretende estudar mestrado nos Estados Unidos. Todas as oportunidades são para o Rochester Institute of Technology (RIT), localizado na região metropolitana de Nova York.

A primeira delas é para Mestrado em Estatística Aplicada. As aulas são disponíveis tanto no campus quanto online e o estudante pode optar por cursar outras matérias eletivas.  Outra oportunidade é para Mestrado em Tecnologia e Engenharia de Telecomunicações. O programa exige 36 horas de crédito de estudo e inclui cursos básicos que introduzem conceitos e habilidades fundamentais. Cada estudante deve completar um projeto ou tese.

A terceira opção de mestrado nos Estados Unidos divulgado pela Universia Brasil é o Mestrado em Interação Humano-Computador. O curso aborda o design, a avaliação e a implantação de sistemas de computação baseados em computação interativa para o benefício do uso humano.

Há também o Mestrado em Desenvolvimento de Recursos Humanos. O programa exige do estudante o desenvolvimento de competências relacionadas aos funcionários efetivos de uma companhia, bem como práticas de desenvolvimento de talentos. O currículo combina o programa de competências sólidas com escrita e habilidades analíticas.

Por último, a rede divulga o Mestrado em Redes e Administração de Sistemas. O curso é focado em problemas de escala empresarial e suas soluções, atendendo as necessidades de companhias de médio e grande porte.

As inscrições para as cinco modalidades vão até o dia 1 de agosto. Mais informações podem ser encontradas no portal da Universia Brasil, no link http://noticias.universia.com.br/mobilidade-academica/noticia/2013/07/02/1034144/5-bolsas-estudos-mestrado-voce-precisa-ver.html.

Além dessas cinco opções de mestrado nos Estados Unidos, o portal da Universia Brasil reúne uma série de bolsas de estudos, para diversos seguimentos e países. Para conhecer mais sobre cada oportunidade, basta acessar http://noticias.universia.com.br/tag/notícias-sobre-bolsas-de-estudo/

O E-COMMERCE E A LEI DE ENTREGA AGENDADA 

( Texto de André Jacob - Contabilista, graduado em Tecnologia da Informação, empreteco, professor, palestrante, empresário e membro do Corpo Executivo da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).Estamos diante de mais um entrave no e-commerce, agora com a Lei de Entrega Agendada. Aliás, não só para o e-commerce, como, também, para as lojas físicas. O que ainda poucos consumidores sabem é que esta Lei já existia no Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Em SP, a Lei Estadual 13.747/09 obriga o agendamento da entrega em três turnos.

Entretanto, além de o governo não esclarecer o que é o agendamento ao consumidor, e de que forma deve ser feito, ainda coloca a empresa como a descumpridora da Lei. O consumidor está pensando que pode agendar o horário de entrega quando, na verdade, é o turno da mesma.

Infelizmente, o governo não convidou as empresas de e-commerce para serem ouvidas, nem seus representantes, como a Associação Brasileira do Comércio Eletrônico (ABComm). Vale lembrar que, na Grande São Paulo, ainda existe o rodízio de veículos, mais um empecilho, principalmente para empresários PME, para solucionar estas entregas com veículos próprios.

A mais recente Lei 14.951/13, (Projeto de lei nº 682/12, da Deputada Vanessa Damo – PMDB/SP) apenas tenta se fazer cumprir uma Lei de 2009. Ou seja, aqui no Brasil, os governantes elaboram os projetos sem consultar o mercado para sua aplicabilidade ou encontrar outra solução. O mercado não corresponde, então se cria uma nova Lei para cumprir uma lei anterior. Isto é uma prova de que ainda temos que crescer, e muito, na questão cultural.

A Lei em questão prevê que as empresas tenham o seguinte procedimento: na hora da compra, o consumidor deve receber um documento informando data, turno e identificação do estabelecimento, da qual conste a razão social, o nome de fantasia, o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda (CNPJ/MF), endereço e número do telefone para contato.

Existem empresas que estão tendo uma interpretação errada da Lei, achando que pode ter duas frentes de entrega, sendo uma agendada e outra não. Infelizmente, não é assim. A empresa só pode ter opções de entrega com agendamento ou formas melhores que esta.

No descumprimento desta nova lei, o PROCON tem aplicado a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, que prevê, em parágrafo único. “A multa será em montante não inferior a duzentas e não superior a três milhões de vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência, ou índice equivalente que venha a substituí-lo."

As penalidades previstas no Código do Consumidor para quem descumprir a determinação são: multa, que pode chegar até R$ 6,5 milhões, e a suspensão temporária das atividades.

Hoje, a Unidade Fiscal do Estado de São Paulo (Ufesp), para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2013, é de R$ 19,37 (dezenove reais e trinta e sete centavos). Portanto, o mínimo de Ufesp que se pode cobrar é 200, ou seja, R$ 3.874,00 diante descumprimento da Lei, valor que pode aumentar pela reincidência.

A ABComm, vem associando empresas do setor para reunir forças, a fim de conseguir ser ouvida pelas autoridades e, assim, colaborar na elaboração de leis coerentes para o setor, empresários e consumidores.

ADOBE AMPLIA LIDERANÇA EM MARKETING DIGITAL

Aquisição possibilita o gerenciamento de diversas campanhas para oferecer a mais completa solução aos profissionais de marketing

A Adobe Systems Incorporated (Nasdaq: ADBE) anuncia a assinatura de um contrato definitivo para a aquisição da empresa privada Neolane, líder em tecnologia para gerenciamento de campanhas multicanal localizada em Paris, França, por aproximadamente US$600 milhões.

 A Neolane integra dados de marketing online e offline de todas as áreas de uma empresa  - realizando uma forte segmentação de públicos e entregando mensagens de marketing em todos os canais. A Neolane oferece a melhor plataforma da categoria para automatização e realização sofisticada de campanhas via Internet, e-mail, mídia social, centro de atendimento, mala direta e pontos de venda (POS). Para os profissionais de marketing, isso permite oferecer experiências consistentes, campanhas personalizadas e maior retorno sobre investimentos.

 “Com a aquisição da Neolane, a Adobe Marketing Cloud passa a oferecer recursos chaves para a gestão de campanhas multicanal”, disse Brad Rencher, vice-presidente sênior e gerente geral da Unidade deNegócios de Digital Marketing da Adobe. “A Adobe é uma parceira tradicional e confiável de profissionais criativos e, agora, aumentamos a nossa liderança no campo do marketing digital com a chegada da Neolane. Desde a criação da campanha até seu planejamento, execução e otimização, a tecnologia da Adobe é a plataforma para todo o processo de marketing”.

 A Neolane será a sexta solução da Adobe Marketing Cloud complementando as ofertas do Analytics, Target, Social, Experience Manager e Media Optimizer. Isso cria uma plataforma inédita para proporcionar experiências ricas e personalizadas em todos os canais e dispositivos, além de oferecer aos profissionais de marketing uma visão unificada dos consumidores. Para eles, a Adobe Marketing Cloud permite realizar campanhas que antigamente seriam incrivelmente complexas - produzindo um retorno sobre o investimento em marketing altamente mensurável.

 A aquisição da Neolane está alinhada com a estratégia da Adobe de combinar inovação orgânica e aquisições chaves, para oferecer o maior conjunto de soluções ao profissional de marketing digital. Essa aquisição complementa outras compras estratégicas de marketing digital, começando com a Omniture em 2009, e seguida pela Day Software (2010), Demdex (2011), Auditude (2011) e Efficient Frontier (2012).

 “A Neolane possui mais de 400 clientes no mundo todo, muitos que também são clientes da Adobe”, disse Stephane Dehoche, CEO e co-fundador da Neolane. “A possibilidade de combinar nossas capacidades com a Adobe Marketing Cloud deve criar um nível de visibilidade que facilita o cotidiano do profissional de marketing. A Adobe possui uma visão incrível para o futuro de marketing, e uma ligação com o processo criativo que nenhuma outra empresa tem. Estamos aqui para ajudar a ampliar sua liderança de mercado”.

 A operação, que deve ser concluída em julho, está sujeita às condições convencionais de fechamento. O possível impacto financeiro dessa transação para a Adobe não foi incluído nas metas financeiras já apresentadas pela companhia. Até a conclusão da transação, cada empresa continuará funcionando de maneira independente. Com a finalização da transação, a Adobe acredita que a compra da Neolane não deve afetar materialmente a receita e os resultados não-GAAP previstos pela empresa para o ano de 2013.  O CEO da Neolane, Stephane Dehoche, mantém sua responsabilidade pela a antiga equipe, que passa a fazer parte da unidade de negócios de Digital Marketing  da Adobe.

 Sobre a Adobe Systems Incorporated

A Adobe está mudando o mundo por meio de experiências digitais. Para mais informações, visite www.adobe.com/br/.

COMO SER UM MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

A semana do Microempreendedor individual facilita e auxilia a formalização das atividades dos empreendedores

O Governo Federal criou uma lei que concede uma série de vantagens para o microempreendedor Individual, além de possibilitar condições especiais para os empreendedores inscritos na modalidade MEI – Microempreendedor Individual possam regularizar suas atividades e atuar de maneira legalizada, contando com benefícios e vantagens especiais, criados para que possam prosperar legalmente.

Para quem pretende aproveitar para formalizar seus negócios de maneira facilitada, pode aproveitar a Semana do Microempreendedor individual, que está acontecendo desde o dia 01 de julho em várias capitais do país ou acessar www.microempreendedorindividual.org.    

A semana do microempreendedor individual, evento promovido pelo Sebrae, pretende capacitar e orientar, através da realização de oficinas e palestras, mais de 93 mil microempreendedores individuais que poderão aproveitar essa oportunidade para promover o crescimento e a sustentabilidade dos seus negócios de maneira simples e fácil.

Na semana do microempreendedor individual os empreendedores receberão informações para aprender melhor a controlar o seu dinheiro, assim como serão orientados a planejar, comprar, vender, saberão mais sobre suas obrigações legais e obrigações fiscais, entre outras atividades que fazem parte do dia a dia do empreendedor e que agora terão a oportunidade de saber mais sobre empreendedorismo e como formalizar seu negócio de forma simples e fácil.

O Microemprendedor individual formalizado possui várias vantagens para prosperar atuando de maneira legalizada. Os benefícios concedidos para essa categoria contemplam desde: auxílio-doença, aposentadoria por idade, salário-maternidade após carência, pensão e auxilio reclusão, com a contribuição que será feita de maneira reduzida, até na contratação de funcionários com redução das despesas e concessão de créditos de forma rápida e facilitada.

Além disso, os microempreendedores individuais formalizados poderão contar a prestação de serviços de assessoria de algumas empresas especializadas, sem ter que pagar por esse serviço, da mesma forma, os empreendedores receberão consultoria do SEBRAE, cursos e planejamentos de negócios com o objetivo de ajudar e a capacitar os empreendedores, tornando-os mais aptos para manterem e desenvolverem seus negócios buscando sempre melhorar e aperfeiçoar suas capacidades.

Portanto, o evento da Semana do Microempreendedor individual é a oportunidade para agilizar a formalização dos seus negócios. A semana do Microempreendedor individual facilita e auxilia a formalização das atividades dos empreendedores

 O Governo Federal criou uma lei que concede uma série de vantagens para o microempreendedor Individual, além de possibilitar condições especiais para os empreendedores inscritos na modalidade MEI –Microempreendedor Individual possam regularizar suas atividades e atuar de maneira legalizada, contando com benefícios e vantagens especiais, criados para que possam prosperar legalmente.

Para quem pretende aproveitar para formalizar seus negócios de maneira facilitada, pode aproveitar a Semana do Microempreendedor individual, que está acontecendo desde o dia 01 de julho em várias capitais do país ou acessar www.microempreendedorindividual.org.    

A semana do microempreendedor individual, evento promovido pelo Sebrae, pretende capacitar e orientar, através da realização de oficinas e palestras, mais de 93 mil microempreendedores individuais que poderão aproveitar essa oportunidade para promover o crescimento e a sustentabilidade dos seus negócios de maneira simples e fácil.

Na semana do microempreendedor individual os empreendedores receberão informações para aprender melhor a controlar o seu dinheiro, assim como serão orientados a planejar, comprar, vender, saberão mais sobre suas obrigações legais e obrigações fiscais, entre outras atividades que fazem parte do dia a dia do empreendedor e que agora terão a oportunidade de saber mais sobre empreendedorismo e como formalizar seu negócio de forma simples e fácil.

O Microemprendedor individual formalizado possui várias vantagens para prosperar atuando de maneira legalizada. Os benefícios concedidos para essa categoria contemplam desde: auxílio-doença, aposentadoria por idade, salário-maternidade após carência, pensão e auxilio reclusão, com a contribuição que será feita de maneira reduzida, até na contratação de funcionários com redução das despesas e concessão de créditos de forma rápida e facilitada.

Além disso, os microempreendedores individuais formalizados poderão contar a prestação de serviços de assessoria de algumas empresas especializadas, sem ter que pagar por esse serviço, da mesma forma, os empreendedores receberão consultoria do SEBRAE, cursos e planejamentos de negócios com o objetivo de ajudar e a capacitar os empreendedores, tornando-os mais aptos para manterem e desenvolverem seus negócios buscando sempre melhorar e aperfeiçoar suas capacidades. Portanto, o evento da Semana do Microempreendedor individual é a oportunidade para agilizar a formalização dos seus negócios.

LIVROS

. Faces de Um Anjo terá distribuição para fora do Brasil! - O livro Faces de Um Anjo, do autor Hermes M. Lourenço é sucesso de vendas. Está indo para a terceira edição e vai ser distribuído nos países com comunidades de língua portuguesa.

Hermes lançou o livro em novembro de 2011 e conta a história de Letícia Lorn, uma renomada física que é chamada por um genial professor do Instituto de Tecnologia para encontrar respostas em uma pesquisa secreta: A possibilidade de viajar no tempo, através de  uma esfera de origem obscura, encontrada em Luxor – Vale dos Reis.

Enquanto envolve-se com a pesquisa, misteriosamente surge Samael, um psicopata que inicia uma verdadeira caça as bruxas, cometendo assassinatos brutais com traços da Santa Inquisição de forma a incriminar a brilhante pesquisadora e roubar a esfera, podendo assim interferir no espaço-tempo e até mesmo na história da humanidade.

De forma equilibrada o autor nos leva a um mundo mesclado de magia e suspense, desafiando o leitor ao exercício das deduções, fazendo-o mergulhar em uma nova realidade. Uma leitura capaz de envolver do início ao fim e conduzir a um final surpreendente e instigante. A chave é acreditar!

. Anna Göbel lança em Belo Horizonte Um + um + um + todos - Autora e ilustradora autografa no próximo domingo, 7 de julho, às 15h, no Café do Centro de Arte popular - Cemig. Haverá a performance de 'O Realejo', de Vanessa Campos, uma mescla de ilusionismo, teatro de bonecos e oráculo

 A artista plástica e ilustradora Anna Göbel é resultado de uma mistura de culturas: de família alemã, nasceu na Espanha, foi criada na Argentina e vive no Brasil desde 1995. Assim é também o conto folclórico da beterraba, que ela nem sabe em qual desses países escutou pela primeira vez. Como Anna, é um conto do mundo. Por isso, ela optou com recontá-lo para crianças sem usar palavras, apenas imagens, que dispensam qualquer barreira da língua e ilustram bem como a união faz a força. O divertido e original resultado pode ser conferido emUm + Um + Um + Todos, lançamento da Autêntica Editora.

Em seu 13º livro autoral, Anna Göbel descreve, só com ilustrações, uma história muito familiar para o público infantil: um passarinho deixa cair uma sementinha. Um homem planta a semente e rega, afofa a terra, cuida. Não sabe o que será, mas sabe que alguma coisa vai nascer dali. Quando nasce, ele continua cuidando… até que chega a hora de colher. E é então que começa o problema, resolvido de forma criativa e divertida. Em encadeamentos simples e claros, a autora desenvolve a narrativa de modo compreensível até mesmo para crianças bem pequenas. 

Nessa parlenda longa – conto em que as sequências narrativas se repetem e se sucedem com acréscimos e recorrências de alguns elementos, sempre na mesma ordem, até o fim – cada um que chega vai tentar ajudar o homem a colher o que vão conhecer apenas quando conseguirem: uma beterraba gigante. A história, contada e recontada para divertir, ajuda a desenvolver a oralidade dos pequenos leitores e os aproxima da leitura.

Outro grande mérito do livro são as belas ilustrações que, feitas à mão, recorrem ao princípio da xilogravura em cores, trabalhadas em camadas sobre transparências, e convidam o leitor a fazer sua própria narração, o que estimula a imaginação e o interesse pelos livros e pela leitura. 

 O Realejo faz uma homenagem aos antigos realejos que desfilavam pelos parques, praças e grandes feiras populares das cidades, tocando sua música e levando um papagaio ou mico para “tirar as sortes” das pessoas.

Esta performance mescla ilusionismo, teatro de bonecos e oráculo.

A relação do personagem/manipulador de bonecos com o público dá-se de forma interativa através da improvisação, da magia e poesia como linguagem teatral. 

Os pequenos papéis que revelam as sortes inspiradas nos antigos oráculos, como o I Ching e o Tarot, são escolhidos e retirados pelo boneco “PINGO” - um divertido e delicado pinguim que abre as asas, o bico e anda sobre a caixa musical.

Buscando referência aos antigos realejos, o figurino inspira-se em figuras folclóricas e a caixa musical, embora não seja típica de um realejo, traz a nostalgia e a sonoridade de nossos antepassados.

Detalhes: www.autenticaeditora.com.br ou pelo telefone 0800 28 31 322

. Livro investigativo discute como é viver com antidepressivos - Numa combinação de memórias, história da ciência e reportagem, a jornalista e escritora americana Katherine Sharpe discute, em 'A cura da infelicidade - Como antidepressivos melhoram, pioram e moldam a vida de milhões de pessoas', lançamento da Editora Gutenberg, problemas que afetam a vida de milhões de pessoas como ela: a depressão e o uso de antidepressivos.

 

 Há 25 anos, quando foi lançada uma nova geração de antidepressivos, a maneira como as pessoas lidam com suas infelicidades mudou profundamente, levantando várias questões, como qual é a real necessidade de se fazer uso regular de antidepressivos, em que casos são bem-indicados, até que ponto são positivos ou como esses remédios mascaram a real personalidade de alguém.

De forma consistente e esclarecedora, ela aborda essas e outras questões que afetam particularmente quem tem menos de 25 anos, cresceu tomando o medicamento e se pergunta: qual é minha verdadeira identidade? Quem sou eu sem os remédios?

Acometida por várias crises de ansiedade aos 18 anos, a autora recebeu um diagnóstico de depressão e começou a tomar antidepressivos para controlar seus lapsos emocionais. Questionando sua personalidade e autonomia diante dos medicamentos que precisou tomar por dez anos seguidos, percebeu que suas próprias perguntas eram feitas por muitas pessoas acometidas pelo mesmo problema. Aí nasceu a ideia deste livro.

Misto de biografia e pesquisa, a obra mescla a experiência pessoal da autora com extensas e profundas pesquisas médicas e históricas e dezenas de entrevistas com médicos, especialistas e portadores da doença para ilustrar muitas respostas sobre a depressão e seus desdobramentos.

De forma inédita, Katherine define sua própria história colocando-a dentro de um contexto muito mais amplo de mudanças sociais, culturais e psiquiátricas que se relacionam diretamente com a depressão.

Reflexões sobre a formação da identidade, experiências vividas e os benefícios e prejuízos do tratamento são feitas para mostrar como o uso dos remédios molda a vida de milhões de pessoas. Com texto equilibrado e fundo otimista, a autora revela meios possíveis e saudáveis de obter uma boa saúde mental, ressaltando também a importância dos exercícios físicos para amenizar os sintomas da doença.

O embasamento rico da obra serve para pais que tenham dúvidas sobre formas de tratar seus filhos adolescentes com quadros de depressão. Por colocar relatos de pessoas que convivem com a doença todos os dias e pelo fato de a autora também ter feito uso de antidepressivos, o livro é reconfortante para quem tem a doença e também para as pessoas que todos os dias convivem com quem precisa fazer uso desses medicamentos para ter uma vida equilibrada.

Detalhes: www.autenticaeditora.com.br ou pelo telefone 0800 28 31 322

. Editora Nemo lança volume que completa a Coleção Moebius - Desde 2011, a Editora Nemo vem trabalhando para trazer aos leitores brasileiros as fantásticas HQs de Moebius, pseudônimo do francês Jean Giraud, um dos maiores artistas do século XX. A primeira parte desse empreendimento se completa agora com a publicação de ‘Caos’, oitavo volume que fecha com chave de ouro a ‘Coleção Moebius’, que reúne as obras clássicas do artista, em edições de alta qualidade gráfica.

 

Um dos fundadores da revolucionária revista Métal Hurlant, Moebius transformou a estética da ficção científica, influenciando criadores de diversas linguagens artísticas em todo o mundo. Como ele próprio afirma no prefácio da obra, Caosnão trata em suas páginas de nenhum tema particular.

Neste álbum, o leitor terá a oportunidade, entre uma página e outra, de se deparar com inúmeras ilustrações, rascunhos e pequenas narrativas realizadas em diferentes fases de sua carreira, além de vários desenhos inéditos. Alguns retirados de seus cadernos particulares, outros realizados para edições publicitárias ou mesmo encomendados por amigos. Dividida em três partes, “parapsicologia”, “maravilhas do universo” e “histórias dentro de alguma coisa”, a obra tem um nome que faz jus a seu conteúdo: uma bela e caótica reunião de diversos trabalhos desse grande gênio dos quadrinhos e da ilustração.

Além de Caos, a Coleção Moebius da Editora Nemo conta com os seguintes títulos: Arzach, Absoluten Calfeutrail  & Outras Histórias, O Homem é bom?, A Garagem Hermética, As Férias do Major, O Homem do Ciguri e Crônicas Metálicas. Concluída essa fantástica coleção, os leitores poderão continuar acompanhando a obra de Moebius na nova série pela Nemo: O Mundo de Edena, que já teve seu primeiro volume lançado, Na Estrela, e tem o segundo, O Jardim de Edena, previsto para este ano.

Download da capa e das páginas iniciais do álbum Caos em alta resolução: http://migre.me/fimDx

. Livro "Medicina Intensiva: abordagem prática" será lançado hoje 


Será lançado hoje, às 10h, no Instituto Central do Hospital das Clínicas, o livro Medicina Intensiva: abordagem prática. A obra aborda os principais temas da terapia intensiva, como cardiologia intensiva e hemodinâmica, infectologia, neurointensivismo, nutrição e metabolismo, pneumologia intensiva, trauma, cirurgia, entre outros. 

  Medicina Intensiva: abordagem prática conta com a com a participação dos mais renomados profissionais da área de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e de profissionais de outras grandes instituições de saúde do Brasil. Além disso, há a colaboração de profissionais de outras especialidades médicas, que são essenciais à área de Terapia Intensiva. 

O livro está vinculado ao VIII Curso Nacional de Terapia Intensiva, que teve início em junho, mas como pode ser acompanhado on-line de qualquer computador com acesso à internet banda larga, os alunos têm direito a assistir a reprise de cada aula. As inscrições podem ser feitas pelo site:http://manoleeducacao.com.br/terapiaintensiva/.

. Escritores baianos lançam  Ao Pé do Caboclo - A tradicional Feira de Livros, da Fundação Pedro Calmon que ocorre sempre no primeiro domingo de cada mês, em julho, muda a data e acontece dentro do projeto Ao Pé do Caboclo, nos dias 3, 4 e 5, das 14h30 às 19h, na Praça do Campo Grande, centro de Salvador.

Nesta edição serão lançadas na mesa da UBE/BA, no dia 5 (sexta-feira), às 15h, as seguintes obras: Livro dos Namorados, do Movimento Cultural Artpoesia, livro que celebra os 14 anos de fundação do grupo e o centenário de nascimento do poeta Vinicius de Moraes; o "Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus 2012", livro que reúne poemas de 122 poetas do mundo inteiro, organizado pelo jornalista e escritor Valdeck Almeida e o cordel “QUEREMOS DE VOLTA O AEROPORTO 2 DE JULHO”, do poeta Antonio Barreto.

 Já no estande da Pimenta Malagueta Editora será lançado a seleta Os 7 Pecados Capitais (Gula, Preguiça, Luxúria, Avareza, Ira, Inveja e Orgulho). O livro organizado por Miriam de Sales Oliveira congrega 34 autores de diversas partes do Brasil, entre poetas, contistas, cronistas, romancistas e jornalistas e faz homenagem a Gregório de Mattos Guerra (1636-1695), o Boca de Brasa, o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período colonial. 

Os 7 Pecados Capitais foi escrito e compartilhado por novos nomes da literatura nacional e portuguesa, seu objetivo é mostrar e divulgar autores, cujo trabalho constitui uma pequena mostra do que se faz hoje, nos mais diversos gêneros literários como contos, poemas e crônicas.

 A Feira contará com a participação da Biblioteca Móvel, de editoras, distribuidores, livreiros e da União Brasileira de Escritores-UBE/BA.  Além dos lançamentos citados, na mesa da UBE, os leitores encontrarão livros dos escritores Valdeck Almeida de Jesus; Morgana Gazel; Carlos Souza Yeshua; Lucymar Soares; Marcelo de Oliveira Souza, Carlos Alberto Barreto, Varenka de Fátima, Roberto Leal, com obras da Editora Òmnira e José da Boa Morte, com livros e revistas do Movimento Cultural Artpoesia, dentre outros.

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quarta-feira, 3 de julho de 2013

AS MANIFESTAÇÕES EM NÚMEROS


 Pesquisa da Hibou e PiniOn aponta, entre outros dados, que 48% dos participantes concordam parcialmente com as ações da polícia e apenas 3% apoiam o PT


 A empresa de pesquisas e monitoramento Hibou, em parceria com o PiniOn, plataforma que combina tecnologia mobile e o crowdsourcing e capta a opinião a respeito de marcas e temas diversos, levantaram dados sobre as manifestações que tomaram conta do país nas últimas semanas. A amostragem alcançou 977 pessoas em todo o país. “Neste momento pelo qual passa o país, buscamos conhecer mais dos desejos e expectativas dos brasileiros usuários de iPhone sobre as manifestações e possíveis mudanças que esses movimentos podem trazer”, diz Ligia Mello, sócia da Hibou.

 Motivadores

 35% dos entrevistados participaram ativamente das passeatas.

 Os entrevistados podiam escolher entre mais de uma opção para justificarem adesão aos movimentos. Os principais motivos para a adesão apontados foram: 90% Corrupção; 90% Transporte Público; 85% Saúde Pública; 78% Gastos com a Copa, e 50% Impeachment de Políticos.

 “Os protestos organizados nas últimas semanas trouxeram à tona a insatisfação do povo brasileiro em relação a vários problemas que temos enfrentado há tempos e que agora ganham espaço e atenção dos nossos governantes. É muito bom ver que houve uma conscientização do público quanto ao que está errado e sobre o poder que temos de lutar por um país melhor”, diz João Paulo Faria do PiniOn.

 “A reforma política com o objetivo de reduzir a corrupção é o principal motivador, pois precisamos considerar que corrupção, impunidade e impeachment dos políticos estão interligados entre si e acumulando o maior desejo em ver mudanças pelo Brasil”, explica Marcelo Beccaro da Hibou.

 Atuação da polícia

 Dentro das manifestações viu-se a atuação da polícia de diversas maneiras.  48% dos entrevistados concordam parcialmente com a ação policial, 8% aprovam totalmente e 10% reprovam totalmente.  34% acham que a polícia agiu de forma violenta e 25% acreditam que foi violenta, porém justificada.

Voto obrigatório e movimento apartidário

A reforma política na visão dos brasileiros terá que passar pela questão do voto, que não deveria ser obrigatório para 67% dos entrevistados. 24% são a favor da obrigatoriedade e 9% considera indiferente se o caminho que o leva às urnas é ou não obrigatório.

 Na sequência, os entrevistados responderam se apoiam algum partido político, e o grande volume se considera “apartidário”, o que dá ao meio político brasileiro a chance de se posicionar de maneira transparente. Os 11% restantes se dividem: 3% ao PT/PSDB cada, 2% outros e 1% ao PSOL/PV/PMDB cada.

 “Pelas dimensões dos problemas, pelas diferentes áreas que afetam cada um, seja segurança, saúde, corrupção, etc, é que as reivindicações parecem multidimensionais”, diz Ligia. “Fato é que todas têm a mesma origem. O brasileiro quer efetividade”.

 Sobre a Hibou

A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa de mercado e monitoramento. Da palavra francesa “coruja”, a Hibou traz o significado do olhar além dos 180°. A empresa tem como principal diferencial a inserção dos resultados das pesquisas dentro do dia a dia do consumidor, propondo muito além do resultado objetivo, sugestões de desdobramentos e abordagens. PDG, Gafisa e o grupo argentino de seguros Sancor, são alguns dos clientes da Hibou, que oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; profundidade; de campo; duble de cliente; deskresearch; datamining; e monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região (acompanhamento de plano diretor); expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo.

 Sobre o PiniOn

Fundado em janeiro de 2013, o PiniOn é uma plataforma que combina tecnologia mobile e o crowdsourcing, que capta a opinião a respeito de marcas e temas diversos bem como insights criativos de seus usuários durante o momento de consumo.  Por meio do aplicativo mobile, as empresas oferecem aos usuários missões que geram recompensas aos participantes, de acordo com a complexidade de cada atividade. O PiniOn possibilita que os tomadores de decisão das companhias possam ter uma visão dinâmica e continua da opinião dos consumidores e seus públicos, e fornece dados para as empresas que podem ser decisivos na elaboração de suas estratégias . A plataforma já conta com 17 mil usuários cadastrados e mais de 70 mil missões aprovadas.

O MUNDO VIRTUAL E AS PEQUENAS EMPRESAS


Os smartphones e tablets impulsionaram o acesso à banda larga móvel no Brasil. De acordo com pesquisa recente, divulgada pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), em março deste ano, houve um crescimento de 54% em acessos móveis, se comparado com o mesmo período em 2012. Considerando os acessos fixos e móveis, a banda larga no Brasil totalizou 93,6 milhões de conexões em março, um aumento de 43% sobre o mesmo período do ano passado.

E se até os anos 1990 as pessoas usavam câmeras analógicas para registrarem momentos e se deslocavam até lojas físicas para revelar suas fotos, hoje elas fotografam por celular e enviam as imagens imediatamente por Bluetooth para sua rede de contatos. Em menos de cinco minutos, as fotos são compartilhadas por meio das redes sociais, que ganham cada vez mais adeptos em decorrência da expansão da banda larga.

A tecnologia impulsiona a mudança de comportamento dos consumidores, cada vez mais interativos na sociedade com a ajuda das mídias sociais. Além de alterar a dinâmica das relações humanas, as redes sociais modificam também o modelo dos negócios e as estratégias de marketing das empresas, que precisam ingressar na plataforma virtual para se destacarem no mundo dos negócios.

Para Gil Giardelli, especialista em cultura digital e um dos palestrantes do Seminário Desafios do Crescimento, que será promovido pelo Sebrae/PR em Londrina, no próximo dia 10 de julho, todos os negócios estão em rede e a colaboração humana é o ‘novo ouro’, é o maior ativo de qualquer empresa. “Em décadas passadas, o cliente estava em primeiro lugar, depois foi a vez do produto e, hoje, são os valores que estão em primeiro lugar. Estamos vivendo a era da generosidade coletiva”, observa Gil Giardelli.

Sobre as oportunidades para as micro e pequenas empresas na sociedade em rede, o especialista frisa que hoje é possível deixar uma loja 24 horas aberta e utilizar a  conectividade para vender para qualquer parte do mundo. “Vivemos a era da ‘aldeia global’ na qual o negócio é entrar na rede, ter um bom serviço, e se comunicar para vender”, destaca. 

De acordo com a consultora do Sebrae/PR, Simone Millan, a tecnologia é algo presente e que está modificando as relações humanas pelo saber, conhecimento e mercado. “Nesse cenário, as redes sociais se transformam em verdadeiras ‘vitrines’ interativas, onde os consumidores avaliam, em forma de comentários, os produtos e serviços”, destaca.

A consultora do Sebrae/PR acrescenta que as empresas de pequeno porte precisam ingressar no mercado digital para se manterem competitivas e não perderem espaço para a concorrência, que hoje é global. “Nossos concorrentes não são somente nossos vizinhos, eles podem estar do outro lado do mundo. A ‘Era da aldeia global’ exige que os empresários façam parte da rede, tenham um bom serviço e saibam utilizar a plataforma virtual para se comunicar bem com os clientes”, avalia Simone Millan.

 O Seminário

 O Seminário Desafios do Crescimento, que integra ações do Sebrae Mais – Programa Sebrae para Empresas Avançadas, está na sua terceira edição. O evento acontecerá,  no próximo dia 10,  em Londrina, sob o tema  Interatividade & Conectividade.

O Seminário terá uma programação intensa. A primeira palestra será “Marketing Digital – dicas e benefícios”, ministrada por Henrique Mendes Pereira, especialista em gestão estratégica. Outro tema que será debatido na ocasião será o e-commerce. Vivianne Vilela, diretora executiva do E-commerce Brasil, profere a palestra “E-commerce: cenários, desafios e oportunidades”. E, para encerrar o Seminário com ‘chave de ouro’, Gil Giardelli, que acumula 14 anos de experiência na era digital, vai abordar o tema “E agora: como aproveitar as oportunidades na sociedade em rede?”. Detalhes:  (43) 3373-8000.

GOOGLE EMPRESTA MOCHILA PARA VOCVÊ MAPEAR O MUNDO


Para mapear lugares no Street View onde carros não chegam, o Google usa uma mochila especial chamada Trekker. E agora, a empresa quer emprestá-la para outras pessoas, para expandir seu serviço de mapas.

As inscrições estão abertas, e aceitam pessoas de todo o mundo – incluindo o Brasil. No entanto, não é qualquer um que pode participar. O Google vai emprestar o Trekker para “órgãos de turismo, organizações sem fins lucrativos, agências do governo, universidades, órgãos de pesquisa ou outras entidades”.

Para se cadastrar, basta preencher um formulário. A parte principal é descrever o interesse no projeto, e quais locais irá mapear. Como o Street View ainda não cobre boa parte do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, esta é uma oportunidade incrível de mostrarmos nossas florestas, chapadas e o Pantanal – locais onde o Trekker seria indispensável.

 

O Trekker é uma mochila com um sistema de câmeras no topo, que captura imagens em 360 graus em lugares onde só é possível ir a pé. Ele é ativado usando-se um smartphoneAndroid. O equipamento tem 1,21m de altura e pesa quase 18kg.

A primeira entidade a receber a mochila do Street View foi o HVCB, grupo de turismo no Havaí. O Google forneceu treinamento a eles, e trabalhou em conjunto para escolher os locais a serem mapeados, entre praias, parques, observatórios e mais. Agora a empresa está pronta para expandir o projeto.

No formulário, o interessado também responde se precisará de apoio financeiro para realizar o mapeamento, mas não fica claro se realmente haverá algo do tipo. O Google diz que publicará o resultado – e as entidades escolhidas – “nos próximos meses”. (Promoview)

 

EDITAL PARA O EXAME DO SISTEMA BRSILEIRO DE ACREDITAÇÃO


está disponível no Portal ONA o edital para o Exame do Sistema Brasileiro de Acreditação/ONA - Edição Agosto/2013. Esta será a quarta prova realizada este ano, dirigida aos interessados em candidatar-se a habilitação de avaliador do sistema de acreditação ou para os profissionais que já atuam na área e precisam renovar a habilitação, que tem validade de dois anos, para continuar exercendo a atividade.

Para participar é necessário ter o certificado de conclusão do curso preparatório e as inscrições podem ser feitas no período entre 8 a 19 de julho. A prova, on line, será realizada em 10 de agosto (sábado), das 8 às 12 horas. Para mais informações, acesse: www.ona.org.br/Pagina/136/Exame-SBA-ONA-Editais

Agenda

Atividade
Período
Horário
Inscrição para o processo de seleção
08/07/2013 à 19/07/2013
Das 8hs do 1o dia às 18hs do último dia
Matrícula
22/07/2013 à 02/08/2013
Das 8hs do 1o dia às 18hs do último dia
Testes no Sandbox (ambiente da prova)
05/08/2013 à 09/08/2013
Das 12hs do 1o dia às 12hs do último dia
Prova on line
10/08/2013
Das 08hs às 12hs
Prazo para divulgação dos resultados
Até 4 semanas após a prova
 

 

INFELIZMENTE, INFELIZMENTE, PASSAR BEM!

Essa é a história que aconteceu com amigo meu, e que perfeitamente poderia ser sua ou minha. Tomei partido neste tempo de manifestações e usei nomes fictícios — a quem couber a carapuça, que preste bem atenção.

No papel de fornecedor, o Sr. A., da empresa Ah!, solicitou para o seu cliente Sr. O., da empresa Oh!, uma revisão de seus valores de remuneração considerando que algumas variáveis de vendas haviam deflacionado os recebimentos frente o volume de trabalho efetivado.

Depois de algumas reuniões e apresentações entre a equipe do Sr. A. e a equipe do Sr. O, novo processo, explicando todos os detalhes — o cenário macroeconômico, o motivo do reajuste, o aumento da demanda —, o Sr. A. recebeu o e-mail abaixo:

“Sr. A., bom dia. Estou escrevendo este e-mail para falarmos sobre o ajuste solicitado. Infelizmente, após várias análises e discussões internas, infelizmente não temos condições de reabsorver um reajuste no valor atual. Desde já me coloco à disposição. Obrigado!”.

Ipsis litteris. Sem tirar nem por nenhuma palavrinha, apenas corrigindo as palavras desacentuadas.

Vamos fazer uma análise do discurso do Sr. O., numa era em que o mercado preza pelos bons relacionamentos e por parcerias e negociações transparentes e sustentáveis.

Começa desejando um pseudo “bom dia” seguindo de dupla infelicidade, culminando em um “não” ocluso e uma disponibilidade “desde já” cujo prazo de validade expira no “obrigado”, considerando que ele já disse o que tinha que dizer e agradece a vã tentativa sem dar explicações para além de “várias análises e discussões internas”, evitando um novo contato. E, vale dizer, uma linha é desperdiçada com o inútil “Estou escrevendo este e-mail para falarmos sobre”.

O Sr. O., considerado eficiente, deu o recado de forma curta, pouco elaborada, redundante e vazia: “Infelizmente, infelizmente, passar bem!”. Poderia ser também “Infelizmente, infelizmente, dane-se!”. E, cá para nós, palavrinha infeliz esta “infelizmente”. Não justifica nada, a não ser a sua infelicidade. Negócios são definidos por estratégias ou por felicidades e infelicidades? Onde está a objetividade, as análises, os comparativos, as justificativas?

Bem… Poderia ser eu, poderia ser você.

No dia-a-dia de trabalho, na cadeia alimentar dos negócios, todo mundo pode estar na posição de cliente ou de fornecedor, atuando como Sr. A ou como Sr. O.

Para todos, aqui vai o recado: para negociar é preciso saber lidar com pessoas. Nunca ouvi dizer de alguém que tenha conversado com notas de dinheiro, talões de cheque, cartões de crédito ou fundos de investimento e estes tenham respondido com soluções.

As conversas são com pessoas. Logo, são a aplicação prática dos dons e dádivas de uma marca, para além das crenças, visões e missões impressas em belos cartazes enquadrados na recepção de seus escritórios.

E mais: tudo são elos. O dinheiro da empresa Oh! não é dela; é dos seus clientes. O dinheiro da empresa Ah!, também não: vai para outros fornecedores e parceiros também. E assim por diante. Todos os processos são interconectados em rede.

Ouviram falar de Gift Economy? Ainda é tempo: clique aqui.

Quanto ao e-mail do Sr. O., pena que não veio aos meus cuidados. Eu responderia com muito estilo, utilizando uma clássica e sábia parlenda infantil. Um texto bem intencionado, escrito na medida certa para que ele reflita sobre descaso e arrogância num tempo em que os mais badalados festivais de criatividade, comunicação e promoção valorizam campanhas que estimulem um mundo melhor para se viver, conviver, trabalhar.

Mais ou menos assim:

“Deixa estar, jacaré. Um dia a lagoa há de secar, os peixinhos hão de morrer e — felizmente, felizmente — você há de pagar!”

Por isso, dear all, ofereçam sempre o que tiverem de melhor, em todas as situações. Uma marca é tudo aquilo que ela oferece, inclusive nos e-mails de negociação.

Gifted inspirations para vocês, especialmente para o Sr. O. (Texto de Marina Pechlivanis, sócia-diretora da Umbigo do Mundo, mestre em comunicação e consumo pela ESPM e coautora do livro Giffing)

 

COMO NASCE UM VENDEDOR


(Por Enio Klein, gerente geral nas operações de vendas da SalesWays no Brasil e professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo). Com frequência, tenho citado em alguns dos meus artigos o livro “The Birth of a Salesman”, de Walter Friedman, e creio ter chegado o momento de agradecer ao autor por tantas referências, escrevendo uma resenha sobre este fantástico livro.

 Não conhecia Walter Friedman até que, uns meses atrás, pesquisando sobre o aprendizado de vendas através dos tempos e lendo outro livro interessante, “The Art of The Sale”, de Philip Broughton, me deparei com uma citação do Professor Friedman que me chamou a atenção. Ela dizia: “enquanto escolas de negócio continuam a oferecer algum tipo de instrução em gestão de vendas, normalmente em cursos de marketing mais abrangentes, não oferecem cursos em habilidades para o vendedorismo. O tópico continua tal como em 1910, mais adequado a livros de como fazer ou em memórias de um vendedor bem sucedido do que para cursos acadêmicos”.

 Entre outras coisas, o que me chamou a atenção e me levou a ler o livro de Friedman foi a palavra vendedorismo (salesmanship, em inglês). Embora não seja propriamente um neologismo, não tinha ainda visto esta palavra ser usada da mesma forma que a frequente empreendedorismo.

 A evolução da produção em larga escala é conhecida, mas em “The Birth of a Salesman” foi o primeiro livro que li a preencher a lacuna de conhecimento pelo lado marketing e vendas da revolução industrial.  Nele, o vendedorismo é apresentado como um conceito paralelo, surgido no início do século XX, à então “nova ciência”  da produção em massa. 

 Em um ambiente onde pessoas tornam-se prospectas, suas casas transformam-se em territórios onde desde os primeiros vendedores de livros até os esforços da Ford e Chevrolet em desenvolver discursos eficazes para seus vendedores, passando pelas estruturas em pirâmide de John Patterson na NCR, Friedman descreve, com habilidade, a transformação da atividade de vendas de arte para ciência. 

 Bem escrito e bem documentado, o livro conta a história e a importância da atividade de vendas e do profissional de vendas na construção da moderna economia americana e de como as atuais práticas de venda, que hoje usamos, foram criadas e desenvolvidas, e da metamorfose do vendedor americano do amadorismo itinerante ao profissional especializado e treinado.  O próprio estudo da atividade de vendas em si acabou por se tornar uma indústria, produzindo disciplinas acadêmicas voltadas ao estudo do comportamento e psicologia do consumidor e marketing.

 Quando hoje falamos em automação de vendas, a leitura torna-se ainda mais intrigante, pois fica bem claro que as bases metodológicas que suportam as atuais iniciativas foram construídas no início do século passado. A pergunta que fica é: será que não está na hora de darmos o próximo passo?

 Recomendo a leitura a todos aqueles que, de alguma forma, estão envolvidos com a atividade de vendas. É um livro que mostra que o vendedorismo é uma profissão e uma carreira. Exige preparo e capacitação, mas, acima de tudo, é uma carreira fundamental para o crescimento e desenvolvimento de nossa sociedade.

 Sobre a SalesWays


A SalesWays é especializada em potencializar a sinergia existente entre tecnologia e metodologias que apoiam as estratégias e os processos de vendas. Seus produtos são desenhados para aumentar a capacidade dos profissionais de venda em prever e realizar receitas com precisão. A oferta da SalesWays, baseada na metodologia descrita no livro Automação de Vendas Aplicada com Precisão, escrito por Keith T Thompson (fundador e chairman da SalesWays); é composta pela família de aplicativos Sales Cycle Manager e pelo programa de capacitação em vendas OPM (Opportunity Portfolio Management).

DOMINGO, MOBILIZAÇÃO PELA SEGURANÇA


No próximo domingo, 7 de julho, a ONG Brasil Sem Grades promoverá uma mobilização pacífica pela segurança no Brique da Redenção, boxes 1 e 2, localizados em frente ao Colégio Militar, em Porto Alegre. A ação ocorrerá das 10h30 às 15h30.

“Queremos mostrar para os governantes que quem está vivendo atrás das grades somos nós, cidadãos de bem. Exigimos justiça e segurança. Não queremos mais viver presos e com medo em nossas próprias casas, enquanto os bandidos andam soltos pela rua. Queremos punição para os criminosos”, destaca o presidente e fundador da ONG, Luiz Fernando Oderich.

A prisão da sociedade será encenada por um grupo de teatro que representará uma família na sala de casa e profissionais em um escritório. Ambas as situações serão simuladas dentro de uma cela em formato de casa.

Na oportunidade, os visitantes poderão assinar a campanha Pelo Fim da Impunidade, em prol da revisão do Código Penal; conhecer a Lei Estadual de proteção, auxílio e assistência às vítimas (Lei 11.314) e a Cartilha Nacional de propostas à revisão do Código de Processo Penal, com o objetivo de acabar com as inúmeras brechas que facilitam a impunidade. Criada em parceria com os promotores do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Fabiano Dallazen, Fábio Sbardellotto, Mauro Fonseca Andrade e Mauro Luís da Silva, o documento apresenta as seguintes propostas/medidas:

• Acabar com os embargos infringentes;
• Produção de provas contra si;
• Travar a prescrição;
• Acabar com a figura do crime continuado;
• Nova lei para o combate ao crime organizado;
• Fim do Regime Semiaberto e Aberto;
• Impor restrições legais ao decreto do indulto;
• Bloqueio do patrimônio dos réus e inversão do ônus quanto à origem do patrimônio;
• Contagem da Progressividade da Pena;
• Posse de drogas para uso próprio;
• Proibir a importação de drogas;
• Aumentar para seis anos a medida socioeducativa do estatuto da criança e do adolescente;
• Permitir a prisão temporária de menor;
• Internação compulsória de dependentes químicos;

Para confirmar presença no evento pelo Facebook, acesse: https://www.facebook.com/events/186525171509960/?notif_t=plan_user_joined

Em caso de chuva, a mobilização será transferida.

Sobre a ONG Brasil Sem Grades

A Brasil Sem Grades foi fundada em 2002 pelo empresário Luiz Fernando Oderich, após ter seu filho assassinado em um assalto, em Porto Alegre. A entidade atua com três grandes focos determinantes para evitar que crianças e jovens entrem na delinquência: o planejamento familiar, a paternidade responsável e a segurança e criminalidade, com a revisão do Código Penal brasileiro.

NESTLÉ PROCESSA DANONE


A Nestlé entrou com uma ação judicial contra a Danone para impedir que a marca venda o iogurte Grego, segundo informações da coluna Radar, da Revista Veja.


A acusação é de que a embalagem do produto da Danone, lançada seis meses depois, possui as mesmas cores e formatos da embalagem do iogurte da Nestlé. Segundo aNestlé, o iogurte Grego é mais consistente, possui menos açúcar e mais proteínas que o produto comum.

 

A Danone Brasil disse que “a Justiça de São Paulo já negou o pedido de liminar solicitado pela empresa concorrente, afastando de forma categórica o argumento de concorrência desleal, já que os elementos supostamente coincidentes entre as embalagens constituem um padrão de mercado e as marcas estão em destaque nas embalagens”. (Promoview)

 

NÃO É POR CAUSA DE 20. É POR 75 OU 120

Estava me incomodando um certo silêncio de empresários da comunicação quanto às barbaridades dos clientes.

Tanto a galera do advertising quanto do live marketing pareciam anestesiados ou mesmo procurando caminhos negociados, isolados, para ver se livravam suas agências dessa desonestidade, que é pagar por trabalho já feito em entre 75 e 120 dias. Como se esse fosse um problema de cada um. Aí, leio hoje no Promoview entrevista do Martin Sorrel, CEO da WPP Group, a maior agência de Publicidade (Comunicação) do mundo, com mais de 3.000 escritórios, em 110 países, empregando mais de 162.000 profissionais, dona de Grupos como a JWT, a Young & Rubican e da grande vencedora de P&A de Cannes, a Ogilvy, assumir de público que não somos Bancos e não podemos aceitar essa palhaçada.

A questão, como bem ressalta Sorrel, está no efeito cascata dessa barbaridade de financiarmos indústrias e empresas em suas ações de comunicação como se delas fizéssemos parte, fôssemos um apêndice financeiro.

Pior, açoitados por suas áreas de suprimentos e compras que, além de nos imporem recebimentos em prazos aviltantes, ainda pedem, exigem, descontos. mais imbecil, e desonesta, lógica financeira de mercado: você antecipa o pagamento de uma atividade que é minha, estratégica e importante (eu o contratei para isso), leva bronca e esporro o tempo todo de gente incompetente e despreparada para entender o que fazemos, recebe entre três e seis meses depois de ter pago todo evento, campanha ou ação que era do meu interesse, e que eu devia ter  pago, e ainda temos que ver se damos um desconto para esse pagamento. Que Banco ou agiota faria isso pra você?

Mas isso eu já tinha falado em textos anteriores. A questão agora é a posição de quem bem poderia ficar calado. Um gigante da comunicação que poderia se omitir pelo volume que tem e pela condição de negociação, mas que já entendeu o nível do estrago que isso pode causar no mercado.

Ele faz uma convocação implícita a seus pares ao usar a frase “Você é tão fraco ou tão forte quanto seu elo mais fraco”, na sua entrevista. É isso mesmo. O nosso silêncio, na perspectiva de que o problema é das agências pequenas, das que não têm lastro, das concorrentes mais fracas, apenas mostra o nosso elo mais fraco: o da desunião.

Lições recentes nas ruas do Brasil já mostraram que, quando nos unimos, não há como os poderosos ficarem indiferentes. Se as vozes discordantes saírem dos grandes, médios e pequenos, dos empresários, profissionais, fornecedores, enfim, de toda cadeia que move o mercado da comunicação, podemos mudar isso sim. E muito mais.

Absurdo moral, jurídico e ético, o que está acontecendo pode ser questionado. Inicialmente por agências em Fóruns apropriados, como o Congresso Brasileiro de Live Marketing, por exemplo, mas também pode ser objeto de manifestações legitimas de agências e profissionais por e-mails, via redes sociais dos clientes, em entrevistas de grandes líderes e textos constantes como este, também por exemplo.

Não somos fracos. Podemos mudar hábitos de pessoas, podemos fazer marcas serem desejadas, podemos interferir no consumo de produtos e serviços e, como dizia uma das frases do Palais em Cannes: “… Por que não podemos mudar o mundo?” Podemos sim, basta nos unirmos.

E não é por 20. É por 75 ou 120… dias. E todo mundo já sabe o que pode acontecer quando se dá motivos justos a quem pode mudar as coisas. (Tony Coelho no Promoview)

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE REFORMA POLÍTICA


A Fundação Perseu Abramo (FPA) lançou nesta segunda-feira, 1º, a pesquisa de opinião pública sobre Reforma Política. A pesquisa “Reforma Política – 3ª Avaliação” é uma realização do Núcleo de Estudos e Opinião Pública (NEOP) da Fundação Perseu Abramo.

Tendo por objetivo principal investigar o atual grau de envolvimento e adesão da população brasileira a propostas de reforma política em debate no Congresso Nacional, retoma temas como o grau de confiança nas instituições e poderes públicos, o apoio a formas diferentes de pensar e a importância da reforma política no Brasil, com destaque para as questões do financiamento de campanhas, das coligações eleitorais, do voto proporcional ou distrital, do voto nominal ou em lista e da alternância de gênero garantindo participação proporcional na representação das mulheres.

Foram realizadas 2.400 entrevistas junto a uma amostra representativa da população brasileira com 16 anos e mais – probabilística nos primeiros estágios (sorteio de municípios, setores censitários, quarteirões e domicílios), com controle de cotas de sexo idade no estágio final (seleção dos indivíduos) – cobrindo as áreas urbana e rural de 120 municípios (estratificados em pequeno, médio e grande porte), das cinco macro-regiões do país.

As entrevistas foram realizadas por meio de questionário estruturado, com cerca de 80 perguntas,  (duração aproximada de 40 minutos de aplicação), em abordagem domiciliar, no período de 20 de abril a 06 de maio de 2013.  A margem de erro prevista é de 2 pontos percentuais para os resultados com o total da amostra e varia de 3 a 5 pontos percentuais para os resultados nas macrorregiões brasileiras.

Visão Geral

Ampla maioria da população brasileira é favorável a uma reforma política (89%), sendo que três quartos (75%) a considera muito importante, mantendo a tendência observada em estudos anteriores -  2006. E 65% preferem que sejam eleitos novos representantes exclusivamente para fazer a Reforma Política.

Esses dados são muito significativos, pois mostram, por um lado, o anseio por mudanças no sistema político e suas instituições; bem como as demandas pelo seu aprimoramento.

 

O QUE ACONTECEU COM A ARTE? – II


(Ignacio Oreamuno, Diretor Executivo do Art Directors Club) - Definitivamente, alunos e escolas que produzem esses alunos estão fazendo algo muito errado: a atual ausência do trabalho manual nos portfólios não poderia ser mais óbvia.

 De um ponto de vista comercial, é fácil entender que as escolas se viram forçadas a reestruturar seus currículos para passarem uma imagem mais moderna e fazerem a transição da produção de livros impressos a livros digitais com a integração de mídias e redes sociais. É uma faca de dois gumes, porque apesar das agências procurarem alunos que entendam a loucura digital que interessa ao mundo agora, isso fez com que todos se esquecessem da arte.

 Três ou quatro anos atrás, os portfólios começaram a ser inundados com imagens de iPhones em todos os projetos. Os calouros colocavam tudo o que é ideia de aplicativo e integração com social media naquela tela de iPhone. Até funcionou no primeiro ano, e também no segundo, mas já está saturado. Portfólios publicitários viraram lugar-comum para geeks e aficionados por tecnologia.

 Sim, eu também sou maluco por tecnologia, mas sou “macaco velho” e entendo a importância do trabalho manual, artesanal, e da arte. Ideias, sejam digitais ou "tradicionais", precisam de certo trabalho manual. Tudo, de um simples banner a um microsite, precisa de cuidado com a tipografia, o equilíbrio, a paleta de cores e os espaços em branco.

Ou seja, as mesmas coisas nas quais prestávamos atenção com conteúdo impresso desde sempre. Quem estudou direção de arte e já trabalhou com grades de impressão, sabe do que estou falando. Não há diferença entre um pôster e uma tela. Ambos são peças planas que contêm arte e cujo objetivo é chamar a atenção e provocar uma reação.

 Por um certo tempo, todos ficaram com uma espécie de "saída livre da prisão" porque era um tanto quanto difícil trabalhar com fontes em layouts online. "Flash isto e flash aquilo", html5, blah, blah, blah... Isso está mudando, e estamos vendo mais web kits que possibilitam o uso prático de belas tipografias online. Kerning e leading estarão em tudo, de um aplicativo para iPad a um banner.

 Estudantes, é importante que vocês entendam que há pouca literatura sobre como aplicar o conhecimento em tipografia online porque tudo está mudando muito rapidamente. Bom, mesmo assim, você pode procurar alguns livros e técnicas sobre tipografia para praticá-las online. É provável que o resultado seja uma campanha chamativa que deixará seu portfólio mais forte que os outros.

 Quer uma prova disso? A Apple acaba de realizar uma grande reformulação da arte e design dos seus aplicativos para iOS. É sempre assim, não é? O design sempre volta à simplicidade, ao equilíbrio e a uma coisa mais organizada e clean.

 Além de tudo isso, outro aspecto muito importante é a fotografia. Era aceitável que o portfólio de um estudante tivesse uma foto mais ruinzinha ou uma imagem de acervo de internet em baixa resolução, toda pixelada e com marca d'água. Isso tudo já era. Há empresas de bancos de imagens ótimas (como a iStockphoto, uma das nossas parceiras) que cobram tarifas bem razoáveis por fotos de altíssima qualidade. E se você quiser fazer isso por conta própria, bem, só precisa ter um conhecido com uma SLR e outro que tenha um bom equipamento de iluminação. Os dias das fotos borradas acabaram há muito tempo, e é melhor que seu portfólio reflita isso.

 Outro elemento que foi esquecido há muito tempo na era digital é o espaço em branco e os designs "clean". Dê uma rápida olhada nos seus aplicativos favoritos. Eu aposto que os aplicativos que você mais usa são os que têm design e aparência mais simples e organizados. Um bom designer não é só aquele que sabe onde colocar belos elementos, mas também onde não colocá-los. Um portfólio com bom uso do "espaço em branco" em todas as mídias demonstra confiança, atenção aos detalhes e capacidade para saber onde parar.

 Finalmente, lembre-se de que o trabalho artístico deve estar em cada detalhe do seu portfólio. Mesmo que você tenha uma apresentação bastante digna no iPad, confira se a tipografia das descrições, títulos, seu currículo e seu cartão estão coesos e "clean". Dez anos atrás, o que todos queriam era trabalhar para as grandes marcas. Bom, hoje em dia, espera-se que você se comporte como as grandes marcas.

 A regra de ouro é muito simples, na verdade: se for muito fácil, deve estar errado; se dói um pouco, se você acha difícil, aí sim deve estar na direção certa. Então vá com tudo para o futuro do digital, mas não se esqueça de levar consigo uma grande dose de boa arte manual lá de trás.

 Nunca perca a inspiração e longa vida à arte.
 

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