(Por Mariana Magalhães Tomio,
dsiretora executiva da In-Loco Promo) - Todo
mundo sabe que uma boa ação promocional começa por um bombriefing.
E um bom briefing começa por onde?
Alguns podem dizer que é
pela definição do problema de comunicação. Outros, pela clareza das informações
sobre produto, serviço e público-alvo. Certamente, esses são pontos da maior
relevância, mas tem um dado vital que não tem recebido a devida importância: a
verba.
Quando um cliente diz que
quer gastar “o mínimo possível”, ele deixa no ar uma das respostas mais
cruciais para quem vai planejar e criar a sua comunicação. Inicia-se aí, muitas
vezes, um cansativo processo de tentativa e erro até que se chegue a um número
real, o que pode gerar desgaste, sem contar o desperdício de tempo.
Existem mecanismos eficientes para se definir a verba de um
projeto, campanha ou ação de marketing promocional.
Antes de mais nada, o investimento tem que ser condizente com a importância do
que se deseja comunicar.
Investir o mínimo possível
nessa hora, é arriscar-se a comprometer aquilo que é mais importante em
qualquer estratégia: os resultados.
O mesmo profissionalismo
que se tem na hora de pensar todos os detalhes que cercam o seu produto ou
serviço, deve estar presente na hora de divulgá-lo para o seu consumidor.
Mensurar o investimento em
comunicação com responsabilidade, lá no início do processo, com certeza trará
resultados mais assertivos e será um balizador para que a agência desenvolva a
melhor estratégia, dentro da realidade do cliente. (Promoview)
FACE FAZ PIADA COM
ESTUDO
Um prognóstico de dois cientistas da
Universidade de Princeton ganhou ampla repercussão em diversos veículos da
mídia mundial e também virou tema de debate nas redes sociais.
Com base na ascensão e queda do
MySpace, John Cannarella e Joshua Spechler disseram que o Facebook perderia 80%
dos seus usuários até 2017.
Para chegar a tão conclusão, que
parece impensável, eles disseram aplicar um modelo epidemiológico de estudo
modificado para descrever as dinâmicas da atividade do usuário de redes sociais
online, usando dados do Google disponíveis ao público.
Muita gente se perguntou como o
Facebook reagiria a tal informação. Será que Mark Zuckerberg viria a público
contrariar tal estudo, aparentemente sem muita base e parâmetro? Mas não, a
resposta surpreendeu a todos e foi bem mais criativa que isso.
Através de um relatório chamado "desmascarando
Princeton", com base na mesma metodologia utilizada pelos pesquisadores, a rede
social publicou um estudo irônico que aponta que em 2021 a instituição
americana de ensino não terá mais nenhum aluno.
“Usando a mesma metodologia robusta
apresentada no texto, nós tentamos encontrar mais sobre a Universidade de
Princeton e você não vai acreditar no que nós descobrimos”, provocaram Mike
Develin, Lada Adamic, e Sean Taylor, cientistas de dados da empresa de
Zuckerberg.
O relatório é recheado de gráficos e
argumentações consistentes, mas tem a intenção de deixar claro que toda
pesquisa precisa ter critério, e que nem todo método se aplica a qualquer tipo
de segmento, produto ou objeto estudado.
No final, a maior tirada do
relatório; a piada do ar. “Enquanto estamos preocupados com a Universidade de
Princeton, nós estamos ainda mais preocupados com o destino do planeta.
As pesquisas no Google do termo
"ar" também caíram de forma contínua e nossas projeções mostram que
para o ano de 2060 não haverá mais ar", disseram os cientistas do
Facebook.
A resposta rápida e criativa do Facebook
está rodando o mundo nesse exato momento.
Com inteligência e equilíbrio, a
companhia de Zuckerberg transformou o que poderia ser uma pequena crise em uma
grande oportunidade de aumentar o engajamento e a admiração das pessoas pela
marca. (Adnews, com informações do Techcrunch)
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ELEVADOR INTELIGENTE DA MICROSOFT LÊ A MENTE DE PASSAGEIROS
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A Amazon promete ler a mente dos clientes no
futuro. E a área de pesquisa da Microsoft está empurrando os
limites da inteligência artificial para um nível totalmente novo.
Imagine um elevador inteligente que consegue
descobrir o andar que uma pessoa quer ir, com base em sua história e outros
fatores. Não precisa imaginar, isso já é uma realidade.
Em entrevista à Bloomberg, o responsável pela Microsoft Research, Peter Lee explica
que a IA é o maior foco da empresa no momento.
Lee elaborou como uma equipe uma série de sensores na frente dos
elevadores. Estes, por sua vez, assistiam o que as pessoas faziam, e, sem
qualquer programação adicional ou software de reconhecimento
facial, por cerca de três meses.
Durante esse período, o sistema de
inteligência artificial aprendeu como as pessoas se comportavam e começou a
adivinhar as suas intenções.
Após o período de testes, a parte de
aprendizagem foi desligada e o sistema inteligente conseguiu controlar o
elevador e agir em nome do usuário.
Um exemplo prático: se o ambiente sabe
em qual horário é o almoço, que uma pessoa comentou no dia anterior sobre almoçar
com um colega do segundo andar, e, então, percebe que você parece sair do
escritório para ir para o elevador, este então pode ser inteligente o
suficiente para levá-lo, sem necessidade de operar qualquer coisa, ao encontro
do colega.
O trabalho de Lee é pensar mais à
frente do que apenas o que será o próximo dispositivo inédito a chegar ao
mercado.
A maioria de nós atualmente se senta
diante de um computador ou tira o telefone em movimento para utilizá-lo, mas a
Microsoft Research está olhando para a próxima era da computação:
“Pensamos no futuro, um futuro onde os
computadores não estarão apenas em funcionamento, mas sim estarão trabalhando
em seu nome. ” (Via: Bloomberg e The Next Web. Promoview)
ACONTECIMENTOS DO ORKUT QUE DEIXARAM SAUDADE
O Orkut está fazendo 10 anos este ano. A rede social de
Orkut Büyükkökten completa uma década em 2014. Ela foi criada no dia 24 de
janeiro de 2004.
O site, que já foi a maior rede social do Brasil,
continua com visitantes. Dados do Serasa Experian apontam que a rede é a quarta
maior do Brasil (0,97% de participação em outubro de 2013).
Grande parte dos 73% que fazem o Facebook liderar a lista
da consultoria devem se lembrar de momentos marcantes da rede de Büyükkökten. O
Adnews separou 5 acontecimentos que marcaram a rede.
1 - O scrap da Katilce
Em 2006, o U2 se apresentou no Brasil. A bancária Katilce
não imaginava que seu perfil no Orkut ganharia ares de chat do UOL durante o
show. Tudo porque a moça subiu no palco, dançou e beijou o vocalista Bono Vox.
O scrap da garota virou bate-papo e teve até gente
utilizando a página como classificados.
2 - A solidão de seu Calixto
Quem usou Orkut sabe que ele era uma ótima ferramenta
para encontrar antigos amigos. Calixto Silva sabia disso e resolveu procurar os
formandos de 1981 na comunidade da Uni Sant'Anna.
Ele criou um tópico no dia 11 de setembro de 2004.
"Fazem (sic) 4 anos que criei esse tópico e não aparece ninguém",
lamentou em post de 2008, depois de retornar ao tópico em 2006 e 2007. Triste.
O tópico ainda está no ar,.
3 - Deu tchau no Google Earth e
descobriu que não era ao vivo
Rodrigo foi um grande troll do Orkut. Ele entrou na
comunidade do Google Earth para postar a confirmação de suas suspeitas: a
ferramenta não exibe imagens ao vivo.
"Mandei meu irmão ficar lá fora de
casa por mais de uma hora e eu fiquei abrindo e fechando o google earth o tempo
todo... E ele não apareceu!", escreveu o garoto. Tudo não passava de uma
brincadeira.
O rapaz também ficou "revoltado" ao saber que
existia um livro de "O Senhor dos Anéis".
4 - Quando fecharam a Discografias
Em 15 de março de 2009, a comunidade discografias, reduto
daqueles que gostavam de baixar álbuns sem utilizar torrent e acessando um
então Mega Upload em plena força, foi fechada por problemas que envolviam
direitos autorais. Um dia triste.
5 - Lindomar, o SubZero Brasileiro
E para fechar, que tal lembrarmos "Lindomar, o
SubZero Brasileiro"? Um clássico que ninguém esquece. (Por
Leonardo Araujo)
NEGÓCIOS
PARA EMPRESAS NACIONAIS TÉXTEIS PARA O LAR
O Brasil está entre os 10 principais mercados têxteis do mundo com
120 mil empresas instaladas e um faturamento anual de US$ 57 bilhões, segundo
dados da Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.
A Região Sul concentra mais da
metade do número de empresas nacionais e do faturamento têxtil anual. Neste
cenário, Santa Catarina destaca-se como o principal polo nacional de cama,
mesa, banho e têxteis para o lar, sendo responsável pela produção das marcas
mais notórias deste segmento.
Atento ao potencial de negócios da região, o Sintex – Sindicato das
Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário promove de 2 a 6 de fevereiro a
1ª TMT – Turnê do Mercado Têxtil SC 2014.
O evento apresenta ao mercado varejista brasileiro um novo formato de
negócios, com visitas “in company” a 10 das mais qualificadas fabricantes de
moda casa, mesa, banho e têxteis para o lar de Blumenau, Brusque, Joinville e
São Bento do Sul.
“Este encontro entre o centro criador e produtor mostra a força e
vitalidade do segmento, unindo cada vez mais os canais de distribuição e as
forças produtoras”, destaca o presidente do Sintex, Ulrich Kuhn.
Representantes de cerca de cem grandes lojas e redes comerciais estão
confirmadas em rodadas de negócios nas empresas Altenburg, Atlântica, Bella
Janela, Bouton, Buettner, Buddemeyer, Hedrons, Karsten, Lepper e Teka.
TVS INTELIGENTES PEDEM ESTRUTURA
COMPATÍVEL
Imagem nítida e agradável, economia
de energia de até 40%, conectividade, acesso a aplicativos, design moderno.
Diferenciais e vantagens não faltam nas chamadas “Smart TVs”.
O processo de modernização,
compactação e transformação em processo de desejo que aconteceu com os
celulares nos últimos anos, agora vem atingindo os televisores.
Os aparelhos de última geração também
caminham para uma evolução a passos largos e se aproximam dos sonhos de compra
dos consumidores.
Ainda não é possível dizer que as TVs
mais modernas já estão acessíveis a toda a população, mas essa mudança vem
acontecendo e os consumidores já estão em alerta para aproveitar as primeiras
oportunidades.
Assim como aconteceu com os
celulares, o foco das TVs modernas é a conectividade e o compartilhamento de
dados e experiências.
A variedade de entradas
diferenciadas, conexões wi-fi, processadores e sistemas operacionais fazem da
televisão mais um computador em casa.
Conectar-se às redes sociais, jogar
online, baixar aplicativos e programas, além de interagir com o celular e o
tablet já faz parte da realidade.
Alguns consumidores mais ansiosos já
aguardam o momento em que será possível interagir também com a geladeira e
outros aparelhos da casa.
No entanto, da mesma forma que para
um computador, a televisão de última geração também necessita de uma
infraestrutura.
A aquisição do aparelho é somente o
primeiro passo para entrar nesse mundo de conectividade. Como o foco do
aparelho é a interatividade, é essencial que a rede wi-fi seja estável e com
uma boa velocidade. Essa garantia começa no uso de um bom roteador.
Hoje são vários os aparelhos que
“disputam” o uso da internet dentro de uma casa: o celular, o tablet, o
notebook, e agora, a televisão.
Com isso, o roteador precisa
trabalhar muito mais para dividir a velocidade da internet para cada um dos
dispositivos.
Para uma televisão de última geração,
um roteador comum – que funciona com 150Mb de entrada – não será suficiente
para assistir a um filme, por exemplo.
Os portais e aplicativos fornecedores
de streaming necessitam de um roteador com 300Mb ao menos para que os vídeos
rodem normalmente.
Caso contrário, será como ver um
filme online pelo computador, que trava e altera imagem e áudio.
Atualmente existem também roteadores
com capacidade de qualidade do serviço direcionado ao multimídia, ou seja, que
percebem quando a pessoa está utilizando a rede para multimídia ou somente para
e-mail e sites.
Dessa forma, ele direciona mais banda
de rede para o dispositivo multimídia. Nos Estados Unidos, já surgem os
roteadores com 1,8GHz que possibilitam a criação de um ambiente multimídia e
outro só para a tecnologia.
No Brasil, ainda não chegamos a
tanto, mas já é possível montar uma boa infraestrutura multimídia em casa para
que a televisão inteligente nos mantenha ainda mais conectados. (Artigo
encaminhado ao Adnews por Wagner Fontenele, diretor-geral da Belkin para
América do Sul)
M|CHECON
PRODUZIRÁ CENOGRAFIA DA COPA
Depois de um ano de 2013 movimentadíssimo, com
centenas de cenários, ambientações para pontos
de venda e estandes produzidos – com destaque para
os espaços no Rock in Rio e para a Jornada Mundial da Juventude – a M|Checon cenografia inicia o ano com toda a equipe
mobilizada para o maior evento
esportivo do mundo.
Após processo de cotação, a maior fábrica de cenários
voltados para o live marketing no Brasil foi escolhida pela agência
Spirit para produzir a cenografia dos eventos de abertura e encerramento
do Copa do Mundo de 14.
“Trata-se de uma produção especial. Mesmo sendo
um evento presencial, o mundo todo estará acompanhando pela TV, e, portanto, os
detalhes têm que ser cuidados em dobro. O prazo e a qualidade são alguns dos
mais importantes.”
“E, neste quesito, a M|Checon realmente é
imbatível e conta com a estrutura que nos deixa tranquilo” declara Alan
Spirit, diretor da Agência
Spirit.
“Estamos felizes com esta escolha da Spirit. É
muito bacana a versatilidade da nossa equipe, que absorve rapidamente os
projetos, entregando as estruturas no tempo programado”.
“E isso vale para um show de rock (desde 2010 a
M|Checon é responsável pela cenografia do Rock in Rio), ao mais importante
acontecimento religioso dos últimos tempos aqui no Brasil e se repetirá na Copa
do Mundo”.
“Acredito no sucesso de mais este projeto por
causa de todos os craques que formam o grupo da M|Checon”, completa Marcelo que
não esconde o orgulho na execução deste job.
“A função das nossas empresas nesse evento
consiste na montagem das estruturas ao redor dos estádios, espaços internos e
gramado, a partir de um projeto já desenvolvido e que nos será entregue para
execução.
A M|Checon
São Paulo vai cuidar do
Itaquerão na abertura e a M|Checon Rio cuidará
do Maracanã no evento de encerramento, mas a produção envolverá também as
outras empresas do grupo, Santa Luzia, Localitá, NCA e Plataforms,
cada uma na sua especialidade.”, revelou Marcelo
Checon em comunicado ao mercado. (Promview)
O QUE É SER
PUBLICITRÁRIO EM S. PAULO?
A cidade de São Paulo completou 460 anos de história.
Principal polo econômico do País, ela também é a mais desenvolvida e
competitiva em diversas áreas de atividade, incluindo a propaganda.
Se o mercado publicitário brasileiro é um dos maiores do
mundo com faturamento anual de mais de R$ 44 bilhões, não é nenhum exagero
dizer que a “cidade que não para” tem grande participação nesse cenário.
Rico, intenso e exigente, além de temperado pela regionalidade
de todos os cantos do Brasil, o mercado paulistano é vasto e multifacetado, um
grande retrato de sua cultura e economia.
Mas será que as oportunidades são tão grandes quanto os
seus desafios? O que tem a dizer quem está no olho desse furacão? O que
significa ser publicitário e atuar em São Paulo?
“São Paulo é o centro de negócios do País. Logo, é onde
as principais agências estão. Trabalhar aqui significa fazer parte desse
circuito.”
“O nível de exigência e competitividade é altíssimo. Num
lugar com tantas oportunidades não existem desculpas para não fazer.”
“Aqui, o principal obstáculo são os nossos próprios
limites e as nossas ambições”, explica Pedro Cappeletti, Diretor-Geral de
Criação da Grey Brasil.
Outra peculiaridade vista por Cappeletti está nos
contrastes.
“Aqui se produz propaganda de primeiríssimo e de
terceiríssimo mundo. O contraste entre a extrema riqueza e a pobreza, as
diferenças absurdas de qualidade e de preços e a diversidade cultural estão
todos representados pela produção publicitária”, pontua.
Para Pedro Barbastefano, sócio-diretor da Meta 29, estar
no mercado paulistano é o suprassumo da pressão e do reconhecimento ao mesmo
tempo.
“A principal diferença de São Paulo está no gigantismo da
megalópole. Tudo rola aqui. O ambiente é muito mais competitivo do que em
outros mercados do País.
Classifico o mercado paulistano como a capital onde tudo
acontece e funciona '29 horas'. São Paulo é para a publicidade o que a Copa do
Mundo é para o futebol. Todos querem”, explicou.
“Em produção, por exemplo, há vários bons diretores
disputando pelos bons filmes do mercado e obviamente não há filmes suficientes
para todos eles.”
“Então a concorrência é muito acirrada pra quem gosta da
coisa”, acrescenta Andre Ferezini, diretor de cena da Dinamo Filmes.
Mesmo com toda essa competição, produzir em São Paulo é
mais rentável na opinião dele.
“Sinto que o mercado em outros estados é muito dependente
de contas do governo e também de algum grande cliente local.”
“Produzir filmes não é uma tarefa fácil e barata, exige
equipes grandes, profissionais especializados, equipamentos, elenco,
finalização, sonorização e etc.”
“Aqui em São Paulo, a possibilidade de gerar negócios é
muito maior, porque a maioria das empresas que investem um valor considerável
com publicidade está aqui e fica mais fácil para fechar essa conta”, defende.
Tentando imaginar um personagem e suas peculiaridades,
Barbastefano descreve o publicitário paulistano com um cara multifacetado,
formado pelo acesso, vivência e conhecimento da diversidade cultural oferecida
pela cidade. “Como não ser criativo vivendo aqui?”, questiona.
André Ferezini também ressalta essa abundância de
referências e informações que está no cotidiano da cidade, assim como o quanto
esse traço pode ser rico para um publicitário.
“A publicidade
exige olhos e ouvidos bem treinados e a formação disso vem de um repertório
cultural e estético que é formado ao longo da vida toda. Saber processar tudo
isso e combinar diferentes referências são fundamentais para executar um bom
trabalho”.
Mas será que mesmo com tantas referências para criar,
tamanho nível de exigência por prazo e lucro não atrapalham o processo
criativo? As vozes são dissonantes nessa questão.
“A necessidade por
performance ajuda e atrapalha sempre.
Vivemos em um mundo cruel e consumista,
que associa criatividade com lucratividade. Está é a nossa 'loucura', o que
prejudica um pouco o trabalho do publicitário”, avalia Pedro
Barbastefano. Cappeletti pensa diferente.
“A criatividade é uma ferramenta para ajudar os
resultados e o lucro. Eles não atrapalham. Se atrapalharem é porque não era
criatividade, era outra coisa. Criatividade em publicidade almeja e compreende
um resultado”, finaliza. (Por
Renato Rogenski)
VENCEDOR DO
PULITZER MANIPULA IMAGEM E É DEMITIDO
Narciso Contreras, fotógrafo mexicano que ganhou o prémio
Pulitzer em Abril de 2013, foi demitido da Associated Press após alterar uma de
suas fotografias. Além da demissão, todo trabalho de Contreras foi apagado dos
arquivos da agência.
À época da premiação, o profissional compartilhou o
Pulitzer com mais cinco colegas de trabalho. O troféu reconheceu as imagens
produzidas pelo grupo durante a guerra na Síria. A fotografia alterada pelo
fotógrafo foi tirada meses depois, em setembro.
]
De acordo com a AP, a demissão é justificável, pois o
fotógrafo falhou em mostrar a verdade e a exatidão exigidas nas fotografias da
agência.
O vice-presidente e diretor de fotografia da AP, Santiago
Lyon, disse que a agência reage "vigorosamente" quando ocorrem violações
ao código de ética da empresa. "Remover deliberadamente elementos de
nossas fotografias é completamente inaceitável”, explicou.
Na imagem original, é possível observar uma câmera de
televisão no canto inferior esquerdo. Ela pertencia a um dos colegas de
Contreras.
PROFECIAS SOBRE A
MÍDIA IMPRESSA
A
recente palestra do diretor de criação da Agência África, Sérgio Gordilho, no
Festival do Clube de Criação de São Paulo, na qual salientou a importância e
eficácia da comunicação impressa, corroborou opinião de numerosos especialistas
no tema em todo o mundo.
Dentre
eles, o grande escritor e linguista italiano Umberto Eco, que, em numerosas
oportunidades, vem expressando sua convicção de que o livro de papel e os meios
gráficos serão perenes, pois agregam imensa credibilidade e podem ser
arquivados durante séculos.
De
fato, parece exagerado e despropositado o vaticínio, que se tem observado na
imprensa e debates sobre o assunto, relativo à extinção do impresso e sua
substituição pelo eletrônico.
A
rigor, como se pode concluir de modo mais isento, numa ilação com as análises
de Umberto Eco e Gordilho, é que sequer há antagonismo entre ambos.
São
eles complementares na missão civilizatória essencial de democratizar o acesso
à informação e ao conhecimento, na qual se ancora a maior e mais concreta
esperança de corrigirmos os problemas da sociedade globalizada e viabilizar um
futuro melhor.
É
preciso romper o paradigma do canibalismo de uma mídia tecnologicamente
revolucionária contra as anteriores.
A
história mostra que não tem sido assim, pois até hoje nenhuma dessas profecias
fatídicas concretizou-se. Jornais, livros e revistas não acabaram devido ao
surgimento do rádio. Do mesmo modo, todos esses meios e o cinema não sucumbiram
ao advento da televisão!
A
predição da vez é relativa à comunicação gráfica, que tem sido um dos
principais canais do conhecimento, informação e cultura.
Não
há dúvida de que o e-book e demais meios eletrônicos são irreversíveis. Porém,
isso não significa o fim dos impressos. Sempre haverá público para todas as
modalidades dentre os sete bilhões de terráqueos.
Seria
impertinente e até ingênuo, por parte das editoras, indústrias gráficas,
jornalistas, publicitários, publishers e amantes da palavra expressa no papel,
negar ou resistir ao avanço do e-book e tecnologias eletrônicas.
Tampouco
é desnecessário discorrer sobre as vantagens do livro e a comunicação gráfica
em geral, sua magia, preço, peculiaridades inerentes às artes da impressão e
outros diferenciais.
O
importante é ter consciência de que o mercado da comunicação, do jornalismo, da
publicidade e do entretenimento tem espaço para todos os meios.
Cabe
a cada um deles desenvolver-se, agregar novas tecnologias, ampliar sempre a
qualidade e se adequar às demandas de uma civilização cada vez mais inquieta e
dependente da informação.
Felizmente,
todos têm sido eficazes no enfrentamento desses desafios.
No
cinema, só a pipoca e o insubstituível encanto da telona são os mesmos. Imagem
e som digitais, três dimensões e poltronas confortabilíssimas, algumas até
acompanhando os movimentos dos filmes, ajudam a seduzir espectadores.
O
rádio, incansável prestador de serviços, atingiu níveis excepcionais de
qualidade. Os livros estão cada vez mais bonitos, bem impressos, com
diagramação atrativa e capas instigantes.
Suas
tiragens, graças à tecnologia da impressão digital, que também não extinguiu o
offset, adaptam-se às mais distintas demandas, títulos e mercados.
O
mesmo se aplica a jornais, revistas e as infinitas possibilidades da propaganda
e da publicidade impressas, como enfatizou o diretor de Criação da África e
como tem preconizado Umberto Eco.
O
impresso não acabará!
Afinal,
sucumbiria com ele o universo lúdico e confiável da tinta sobre o papel, no
qual a humanidade convive há séculos, de maneira muito íntima, com sua
história, cultura, literatura, ciência e todo o conhecimento que lhe permitiu
sair das cavernas e conquistar o cosmo! (Artigo encaminhado por Fabio Arruda Mortara, empresário, é presidente da Associação Brasileira da Indústria
Gráfica (ABIGRAF Nacional) e do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de
São Paulo (SINDIGRAF).
30 ANOS DE MACINTOSH!
Há 30 anos, o mundo conheceu o primeiro Macintosh. A intenção
de Steve Jobs era criar o "computador perfeito", e para a época em
que os computadores eram máquinas caras e de uma linguagem quase
incompreensível, pode-se dizer que ele conseguiu.
O lançamento do Mac inovou o mercado da informática ao
introduzir uma interface gráfica e o mouse. Com 128 k de memória e pelo preço
de US$ 2.500, o computador se tornou muito mais acessível à população – só nos
primeiros 100 dias, 50 mil unidades foram vendidas.
O aparelho tinha um monitor CRT de 9 polegadas e um drive
de disquete de 3,5 polegadas que armazenava 400 KB de dados.
O processador era Motorola 68000. Uma grande falha do
Macintosh era a ausência de um sistema de ventilação, que dificultava a
utilização do sistema por muito.
Além disso, o Mac não é um marco apenas para os produtos
de alta tecnologia da Apple, mas também para seus memoráveis anúncios.
Dois dias antes do lançamento do aparelho, a empresa
veiculou um vídeo durante o SuperBowl que falava que o mundo seria muito diferente
do livro "1984" de George Orwell. O comercial, dirigido por Ridley
Scottt, é um dos mais aclamados da história da publicidade.
Para festejar a data, a Apple lançou um vídeo
comemorativo. (Redação
Adnews)
GOOGLE,
ADWORDS, FACEBOOK: ONDE ANUNCIAR?
Sempre
me perguntam qual tipo de anúncio na internet é o melhor:
O Google com seu
sistema de busca e sua gigantesca rede de displays ou o Facebook Ads e suas
ferramentas de segmentação de público?
Não
é possível dar uma resposta a essa pergunta sem antes entender qual é o
objetivo desejado na ação. Neste artigo tentarei explicar de uma forma
simplificada como funcionam esses dois tipos de publicidade digital e o retorno
que se pode esperar com cada um deles.
Definindo
qual é o objetivo.
A
maioria das empresas que investem em marketing digital têm o mesmo interesse:
aumentar o faturamento.
Quando
se faz uma ação de venda, de produtos ou serviços, o raciocínio do empresário é
simples: gastei X com publicidade e vendi 2X, então valeu a pena. Se a conta
não fechar, quer dizer que o investimento não foi bom.
Mas
também pode se ter a intenção de fortalecimento e/ou posicionamento da marca no
mercado. Esse tipo de ação é chamada de “Brand Marketing”. Quando o objetivo é
esse, não é possível fazer com tanta facilidade a conta “retorno VS.
investimento”.
O
importante é definir qual tipo de ação será executada, afinal, somente assim, é
possível planejar e decidir os próximos passos.
Facebook
Ads e Google AdWords: quando eu quero é vender.
O
Google consegue, por meio de seu sistema, entregar os anúncios a um público que
está interessado naquele momento por algo similar ou igual ao produto ou
serviço que o contratante quer oferecer.
Por
exemplo: você está pesquisando sobre uma viagem que irá fazer, buscando pontos
turísticos, opções de lazer etc..
O
Google, já sabendo em que você está interessado, irá lhe oferecer anúncios
relacionados a sua busca.
Pela
lógica, alguém que procura informações sobre viagens e turismo pode ter
interesse em alugar um carro, comprar passagens aéreas, fazer reservas em
hotéis e por aí vai.
As
empresas conseguem oferecer seus produtos e serviços diretamente ao público
interessado. E isso dá muito retorno.
Em
pouco tempo é possível calcular quanto está sendo gasto em anúncios por cada geração
de novos negócios e vendas, e a conta “investimento VS. retorno” fica fácil de
ser feita.
Já
o Facebook Ads não consegue ter esse mesmo retorno quando a intenção é “vender
mais”. A ferramenta conhece as pessoas que estão vendo os anúncios muito melhor
do que o Google, mas não sabe o que os usuários estão querendo naquele momento.
Gosto
de comparar o potencial de venda das duas plataformas da seguinte forma:
O
Google funciona como se fosse um “shopping”. As pessoas quando vão até lá,
geralmente, estão com a intenção de fazer compras. Sendo assim, quando é
oferecido um produto as chances de sucesso são bem maiores.
Já
o Facebook se comporta como um “ambulante” quando a intenção é vender.
Se
alguém está em uma praia, em um bar ou em outro lugar público, não tem
necessariamente a intenção de comprar, mas é abordado por “ambulantes” que
oferecem os mais variados tipos de produtos e serviços.
E
eles acabam vendendo, só que bem menos do que uma loja ou um shopping.
Quando
queremos executar alguma ação de venda no Facebook, a única coisa que podemos
fazer é tentar segmentar o público.
É
possível selecionar idade, localização, estado civil e outras informações que
segmentam os usuários.
Mas
mesmo que já se tenha um perfil traçado do cliente potencial, o Facebook Ads
ainda continua sem saber o que esse internauta quer naquele momento.
Então
se o assunto é aumentar as vendas, o melhor serviço para se investir, sem
dúvida, é o Google AdWords. (Artigo encaminhado por Pedro
Guadalupe, diretor da Satis Marketing Digital e editor do Portal Bhaz)
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