LEIA TAMBÉM:
.
Oportunidades
. SUPERBIKE
SERIES BRASIL DIVULGA CALENDÁRIO 2014
.
Contagem regressiva para as 500 milhas de Interlagos
. Netfx
pode criar novas opções
. PITBULL, JENIFER JONES E
CLÁUDIA LEITE CANTARÃO WE ARE ONE
.
Cros-channel: recado para os bancos
. PARA
PENSAR NA EVOLUÇÃO DO E-COMMERCE
. Por uma
Universidade classe mundial
. MATERIAL
PODERÁ REALIZAR CÁLCULOS COM A LUZ
.
Concurso: os melhores gifs na Internet
. PARA ENTENDER O
ROLEZINHO
. Livro
. FACE TESTA ANÚNCIOS EM APPS DE TERCEIROS
. Evento
Estudos e mais estudos mundo afora
falam sobre o crescimento de penetração da internet e consequentemente das
redes sociais.
Ente elas, o Facebook tem o maior
prestigio e números de usuários ativos, sem dúvida alguma. Mesmo assim,
cientistas americanos afirmam que a empresa de Mark Zuckerberg está
experimentando um ápice antes de uma queda vertiginosa.
Com base na ascensão e queda do
MySpace, John Cannarella e Joshua Spechler disseram que o Facebook deve perder
80% dos seus usuários até 2017. Eles são doutorados em engenharia mecânica e
aeroespacial da Universidade de Princeton.
"Assim como acontece com as
doenças, as ideias parecem se disseminar como infecções entre as pessoas antes
de acabar morrendo, o que tem sido descrito com sucesso em modelos
epidemiológicos", redigiram.
Eles aplicaram um modelo
epidemiológico de estudo modificado para descrever as dinâmicas da atividade do
usuário de redes sociais online, usando dados do Google, disponíveis ao
público.
Atualmente o Facebook conta com 1,1
bilhão de usuários em todo o mundo e completa 10 anos de atividade no mês que
vem.
A afirmação dos cientistas não é tão
sem pé e nem cabeça assim, já que mesmo a rede social se apresentando tão
sólida assim, o universo digital é extremamente rápido e dinâmico e
praticamente sem barreiras para a entrada de novos players.
Quem, por exemplo, não se lembra do
quão rápido “desapareceu” o Orkut com o crescimento do Facebook aqui no Brasil?
(Redação
Adnews, com informações da AFP e do portal Exame
OPORTUNIDADES
. Shopper
Experience recruta clientes secretos para avaliação de lojas de aeroportos - A Shopper Experience,
empresa pioneira e líder no Brasil na avaliação do atendimento ao consumidor
por meio da metodologia de pesquisa “cliente secreto”, está recrutando
consumidores com mais de 20 anos interessados em avaliar lojas em aeroportos,
instaladas nas áreas de embarque e desembarque internacional nas cidades de
Recife, Fortaleza, Florianópolis, Natal, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e
Porto Alegre.
Nas avaliações nos terminais internacionais, a
remuneração é de até R$ 100 (incluindo R$ 30,00 em compras). Mais informações e
inscrições: www.shopperexperience.com.br
A remuneração para as avaliações em lojas instaladas nas áreas de
embarque e desembarque internacional é de até R$ 100 – incluindo R$ 30 em
compras. Segundo Cissa Perez, gerente de atendimento da Shopper Experience, a
empresa tem por proposta incentivar as pessoas a conciliar uma viagem de férias
ou a trabalho com um ganho extra, em uma atividade divertida.
“Para atuar como clientes secretos, os selecionados serão
capacitados em um treinamento on-line. O primeiro passo é a inscrição no site
da Shopper Experience, que selecionará os colaboradores de acordo com o perfil
de consumo e as viagens agendadas”, detalha a executiva, acrescentando que
cerca de 600 pessoas devem ser incorporadas ao projeto de avaliação.
Na base, a Shopper Experience conta com mais de 53 mil “clientes
secretos” ativos, que avaliam o atendimento ao consumidor em todo o Brasil e na
América Latina. Mais informações e inscrições: www.shopperexperience.com.br
Shopper Experience
Com produtos e serviços exclusivos, a Shopper Experience produz
conhecimento sobre a experiência dos clientes com produtos e marcas.
Com uma equipe formada por especialistas experientes na avaliação
do atendimento ao consumidor por meio da metodologia de pesquisa baseada no
cliente secreto – conceito que foi implementado no Brasil por Stella Kochen
Susskind, fundadora e presidente da Shopper Experience –, a empresa possui uma
área de negócios para atuar com a diversidade, ou seja, investir na formação e
no treinamento de uma rede de clientes secretos diferenciada que traz para os
gestores a sensação retrô, mas eficiente, de “barriga no balcão”.
Entre os principais ativos da Shopper Experience está o profundo
conhecimento do universo do consumidor e dos clientes. Com o maior banco de
dados composto por clientes secretos do país, a Shopper Experience desvenda o
emocional com a razão, aliando pioneirismo e inovação constante – o que torna a
empresa uma referência nacional no mercado de pesquisas.
Entre os produtos da Shopper Experience, destacam-se Secret
Shopper/Cliente Secreto, Customer Experience e Pesquisas ad hoc
(qualitativas e quantitativas). Stella Kochen Susskind, presidente da
Shopper Experience é autora do livro “Cliente secreto – A metodologia que
revolucionou o atendimento ao consumidor”. www.shopperexperience.com.br
. Unesp de Marília abre vagas para professor
substituto
O
Departamento de Ciências Políticas e Econômicas da Faculdade de Filosofia e
Ciências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Marília está com
inscrições abertas, até dia 29 para concursos que visam preencher duas vagas de
professor substituto, para contratação emergencial.
Os
docentes serão contratados sob regime da CLT, em jornada de 12 horas semanais,
com remuneração mensal de R$1.138,28. Para participar do processo seletivo, o
candidato precisa ter titulação mínima de mestre.
Uma
das vagas é para atuar no conjunto de disciplinas “Introdução à Economia”,
“Comércio Internacional” e “Internacionalização de Empresas”. O programa exige
conhecimentos de relações econômicas internacionais, princípios do marketing
internacional, entre outros.
A
outra vaga envolve as disciplinas “Introdução ao Estudo das Relações
Internacionais”, “Geopolítica e Segurança Internacional” e “Métodos e Técnicas
de Pesquisa nas Relações Internacionais”.
Questões clássicas e contemporâneas
do imperialismo e análise de cenários de integração econômica regional
contemporânea são alguns dos temas exigidos no programa do concurso.
Os
dois processos seletivos envolvem a análise curricular, que considerará as
atividades de formação didática e científica, e a realização de uma prova
didática, na qual o candidato deverá apresentar uma aula teórica em nível de
graduação, sobre um tema a ser sorteado.
As
inscrições serão recebidas na Seção Técnica de Comunicações, da Faculdade de
Filosofia e Ciências da Unesp, situada na Avenida Hygino Muzzi Filho, 737, em
Marilia (SP). Mais detalhes:
SUPERBIKE SERIES BRASIL
DIVULGA CALENDÁRIO 2014
O SuperBike Series Brasil apresenta
calendário da temporada 2014. Com novas categorias, o maior campeonato de
motovelocidade da América Latina segue presente nos principais autódromos do
País e promete mais disputas emocionantes, grids cheios e
arquibancadas lotadas.
Ao todo serão dez datas com programação intensa, em quatro
circuitos, até o mês de dezembro. A atividade inicial está marcada para o dia
23 de fevereiro, noAutódromo de
Interlagos, com uma novidade, a recém-criada Copa Pirelli SuperBike,
competição composta por duas etapas, que antecedem o início da temporada.
A soma das duas provas
definirá o campeão do evento, que não conta pontos para o SuperBike Series
2014.
Além de sediar a abertura
do campeonato no dia 13/01, Interlagos será palco de outras quatro etapas
durante o ano, inclusive a de encerramento. O SuperBike Series Brasil também
passará por Curitiba (PR), Cascavel (PR) ou Santa Cruz do Sul (RS) e Brasília
(DF).
Entre os destaques deste
ano estão duas categorias que estreiam na competição: a Copa Honda CBR 500R e a
Copa Kawasaki Ninja ZX-6R. O atrativo é o baixo custo, preparação limitada
(motos stock) e visual padronizado.
Em 2014, o SuperBike Series
Brasil seguirá com a SuperBike Pro, principal categoria do campeonato, com
motos de 1.000 cilindradas; 600cc SuperSport; SuperBike Light; Copa Kawasaki
Ninja 250R/300cc e Honda Junior Cup, categoria-escola para crianças entre dez e
16 anos de idade.
Pré-calendário 2014 –
SuperBike Series Brasil
Copa Pirelli SuperBike
1ª etapa Copa Pirelli
SuperBike – 23/02 – Interlagos/SP
2ª etapa Copa Pirelli SuperBike – 09/03 – Interlagos/SP
2ª etapa Copa Pirelli SuperBike – 09/03 – Interlagos/SP
SuperBike Series Brasil
1ª etapa – 13/04 – Interlagos/SP
2ª etapa – 04/05 – Interlagos/SP
3ª etapa – 08/06 – Interlagos/SP
4ª etapa – 20/07 – Curitiba/PR
5ª etapa – 17/08 – Interlagos/SP
6ª etapa – 21/09 – Cascavel/PR ou Santa Cruz do Sul/RS
7ª etapa – 30/11 – Brasília/DF
8ª etapa – 14/12 – Interlagos/SP
2ª etapa – 04/05 – Interlagos/SP
3ª etapa – 08/06 – Interlagos/SP
4ª etapa – 20/07 – Curitiba/PR
5ª etapa – 17/08 – Interlagos/SP
6ª etapa – 21/09 – Cascavel/PR ou Santa Cruz do Sul/RS
7ª etapa – 30/11 – Brasília/DF
8ª etapa – 14/12 – Interlagos/SP
* As datas podem sofrer
alterações.
O SuperBike Series Brasil
tem patrocínio Silver Honda, ELF e Pirelli. Patrocínio Bronze Premium de
Kawasaki, Ducati e MotoSchool. Patrocínio Bronze de Shark, Roncar, Diafrag,
Alpinestars, Tutto Moto e Dimep. (Promoview)
CONTAGEM REGRESSIVA PARA A 500 MILHAS DE
INTERLAGOS
O Autódromo José Carlos Pacereceberá nos dias 07,
08 e 09/02, uma das provas mais tradicionais de motociclismo no Brasil, a 500 Milhas de Interlagos. A 17ª edição da
competição, que reunirá os melhores pilotos brasileiros e equipes da
atualidade, faz parte das comemorações do aniversário da cidade de São Paulo.
Os pilotos têm até o dia
31/01, para fazer as inscrições com descontos especiais. Nas categorias
Superbike e Supersport, que terão 185 voltas e cerca de seis horas de duração,
o valor é de R$ 3.500,00.
O custo é para cada moto,
com mínimo de dois e máximo de quatro participantes. Após o período
promocional, a inscrição sobe para R$ 4.000,00.
.Os interessados em participar da categoria 250/300cc, que
contará com 35 voltas, pagarão R$ 650,00 até o dia 31/01. Depois disso, passa a
custar R$ 800,00. Lembrando que essa categoria tem o limite de 60 motos no
grid, isto é, as inscrições podem se encerrar a qualquer momento.
O apaixonado por
motovelocidade que quiser acompanhar de perto provas acirradas e grandes
disputas já pode reservar seu ingresso. A entrada para arquibancada deve ser
trocada por um quilo de alimento não perecível.
Para não ficar de fora, basta acessar o site, preencher o formulário e retirar
o ingresso na bilheteria, no dia do evento. Todos os alimentos
arrecadados serão doados às ONG’s Cacau e Cenha.
A organização da 500 Milhas
disponibiliza outras opções de entradas: Paddock, que custa R$ 40,00, e Paddock
Exclusiva (que inclui buffet com café da manhã, almoço e café da tarde e
bebidas não alcoólicas), à venda por R$ 120,00.
Recentemente adquirida por empresários, a 500 Milhas de
Interlagos 2014 está sob o comando de Terlange Souza, sócio em várias empresas
de turismo e eventos, e por Danilo Andric, piloto profissional e
que atua no ramo de comércio de motocicletas, equipamentos e acessórios.
A 500 Milhas de Interlagos 2014 conta com o patrocínio
da Michelin, e apoio de Moto Adventure, CNT (Central de Negócios
Turísticos) e Dimep Sistemas. (Promoview)
NETFIX
PODE CRIAR NOVAS OPÇÕES
Segundo pesquisa conduzida pela
Bloomberg, o Netflix deve anunciar, em breve, o número de 33,1 milhões de
assinantes no quarto trimestre de 2013.
O número é mais significativo ainda,
por que o serviço de vídeos sob demanda apresentou um crescimento de
aproximadamente 2,1 milhões de usuários apenas nos últimos três meses.
Ainda assim, a empresa não quer parar
de crescer e já planeja os próximos passos para abocanhar uma fatia ainda maior
de mercado.
De acordo com o site americano
GigaOm, o Netflix deve reestruturar o seu modelo de precificação e oferta de
produtos. O objetivo é introduzir um novo sistema com três camadas para os seus
clientes.
Através de uma carta, escrita para
seus acionistas no quarto trimestre, o CEO da empresa Reed Hastings e o CFO,
David Wells, explicaram:
"Desde o ano passado temos
testado três fluxos de streaming variantes, bem como variações SD/ HD, que pode
ser classificadas em vários preços. Eventualmente, esperamos ser capazes de
oferecer aos novos membros uma seleção de três opções simples para caber em
todos os bolsos e gostos".
Os executivos acrescentaram que
"não há nenhuma pressa para implementar tais planos e que a empresa ainda
está pesquisando a melhor maneira de proceder".
Eles também explicaram que, por hora,
a diferença de pacotes não seria relativa ao conteúdo, mas a quantidade de
itens para acessar, assim como o número de dispositivos conectados ao mesmo
tempo na conta, entre outras funções. (Adnews, com informações do Gizmodo)
PITBULL, JENIFER JONES E
CLÁUDIA LEITE CANTARÃO WE ARE ONE
A FIFA e a Sony Music Entertainment anunciaram hoje que “We Are One (Ole Ola),” do superastro mundial Pitbull, com participação da estrela Jennifer Lopez e da artista brasileira Claudia Leitte, foi escolhida como Canção Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™ no Brasil.
A canção será executada por Pitbull, juntamente com Jennifer Lopez e Claudia Leitte, na Cerimônia de Abertura da Copa do Mundo da FIFA™ no dia 12 de junho na Arena de São Paulo.
“É uma honra me juntar a Jennifer Lopez e Claudia Leitte na Copa do Mundo da FIFA para unir o mundo”, diz Pitbull.
“Eu realmente creio que esse grande evento e o poder da música ajudarão na nossa união, pois somos melhores quando somos apenas um”.
“Eu cresci numa casa que amava futebol, por isso estou muito empolgada pela oportunidade de me apresentar na Cerimônia de Abertura da Copa do Mundo com o Pitbull e a Claudia Leitte”, diz
Jennifer Lopez.
“Essa é uma celebração maravilhosa da união, da competição e do esporte mundial”.
“Estou muito feliz e empolgada por representar meu país na Copa do Mundo da FIFA juntamente com dois maravilhosos artistas que admiro e respeito. Adoro compartilhar minha cultura e meu país com as pessoas através da música!”, diz Claudia Leitte.
“A Copa do Mundo da FIFA é um dos maiores eventos do planeta, e mal posso esperar para sambar com o Pitbull e a Jennifer Lopez no Brasil – we are one!”.
O Secretário Geral da FIFA Jérôme Valcke diz que “a FIFA e a
Sony Music estão bastante animados de poderem trabalhar com artistas de renome nacional como Pitbull e Jennifer Lopez, assim como compartilhar o intenso talento brasileiro de Claudia Leitte com o mundo.
Ao reunir esse brilhante grupo, estou certo de que, assim como eu, milhões de fãs de música e futebol do mundo todo estarão aguardando ansiosamente pelo lançamento da canção”.
“We Are One (Ole Ola)” estreará este ano, antes da Copa do Mundo da FIFA™, e será incluída no “Álbum Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™”, a ser lançado pela Sony Music Entertainment.
Um vídeo de “We Are One (Ole Ola)” está também sendo desenvolvido e será disponibilizado em definição-padrão e em 4K.
Sobre Pitbull
Natural de Miami, Armando Christian Perez, mais conhecido como Pitbull, mas também como Mr. Worldwide e Mr. 305, é um músico, empresário, ícone da moda e ator de sucesso internacional, em cuja carreira já vendeu mais de 5 milhões de álbuns e 50 milhões de singles no mundo todo.
Uma sensação mundial, Pitbull tem sucessos nos topos das paradas de mais de 15 países, e começou o ano por cima, faturando a 1º posição da Billboard Hot 100 Chart com a música “Timber”, que conta com a participação de Ke$ha.
Atingindo quase 1 bilhão de acessos mensais nas mídias sociais, seus vídeos já foram visualizados mais de 3 bilhões de vezes; só o vídeo do single Give Me Everything recebeu mais de 300 milhões de visualizações no YouTube e é seu primeiro sucesso nº 1 nas rádios.
Sua turnê mundial foi de shows completamente lotados nos Estados Unidos, Canadá, América Latina, Europa, China e Japão.
O mais recente álbum de Pitbull, Global Warming, traz sucessos monumentais como Feel This Moment, com participação de Christina Aguilera, e Don’t Stop The Party, além de Back In Time, cujo single vendeu mais de 2 milhões de cópias.
Dia 25 de novembro de 2013, Pitbull lançou uma edição de luxo intitulada Global Warming: Meltdown, que inclui o single Timber, com participação de Ke$ha, juntamente com outras quatro novas colaborações, com Kelly Rowland, Mayer Hawthorne, Mohombi e Inna.
Global Warming é o sucessor de Planet Pit, que foi aclamado pela crítica e obteve enorme sucesso comercial, vendendo mais de 1,7 milhão de álbuns e 19 milhões de singles.
Sobre Jennifer Lopez
Jennifer Lopez é uma premiada cantora e atriz, que se firmou tanto na música quanto no cinema.
Ela é uma artista de sucesso gravando e fazendo turnês, com vendas de álbuns ultrapassando 75 milhões de dólares e receita bruta de mais de 2 bilhões de dólares.
Jennifer é uma das artistas femininas mais influentes da história.
Como artista, ícone da moda, empresária e filantropa, Jennifer Lopez foi eleita pela Forbes a celebridade mais poderosa, e pela People Magazine a mulher mais bonita do mundo.
Jennifer Lopez é um ícone mundial e o maior nome em termos de música, dança e atuação.
Sobre Claudia Leitte
Claudia Leitte é uma cantora de sucesso e superstar brasileira, reconhecida por seu talento, estilo de performance, inovação e carisma.
Em pouco mais de uma década, Claudia Leitte se tornou um dos maiores nomes da música brasileira, ganhando prêmios no Brasil e arrecadando mais de 15 milhões de seguidores nas mídias sociais.
Em 2003, Claudia Leitte começou sua carreira como vocalista de uma banda na Bahia, na região nordeste do Brasil, coração do Carnaval, uma celebração que atrai 3 milhões de pessoas todo o ano.
Em 2008, Claudia começou sua carreira solo com o lançamento de seu primeiro álbum, intitulado Ao Vivo em Copacabana.
O álbum ao vivo e o DVD do show filmado na lendária Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em frente a um público de mais de 1 milhão de fãs, foi um tremendo sucesso, sendo disco de platina triplo e transformando Claudia em uma estrela pop brasileira.
Seu segundo álbum, As Máscaras, recebeu indicação ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo.
2012 foi particularmente significativo para Claudia, com o lançamento do aclamado álbum Negalora-Íntimo. No mesmo ano ela também foi um dos técnicos do programa de TV brasileiro The Voice.
Claudia recentemente lançou um novo álbum intitulado “Axemusic”, uma homenagem ao axé, o ritmo que é a base de seu estilo musical.
Sobre a Sony Music Entertainment
A Sony Music Entertainment é uma gravadora musical mundial que conta com uma ampla seleção de artistas locais e superstars internacionais.
A empresa possui um vasto catálogo, que inclui algumas das mais importantes gravações da história.
Abrange importantes selos, que representam a música em todos os seus gêneros, incluindo Arista Nashville, Beach Street/Reunion Records, Bystorm Entertainment, Columbia Nashville, Columbia Records, Day 1, Epic Records, Essential Records, Kemosabe Records, Legacy Recordings, MASTERWORKS, Polo Grounds, RCA Inspiration, RCA Nashville, RCA Records, Sony Classical, Sony Music Latin, Star Time International, Syco Music, Vested in Culture e Volcano. A Sony Music Entertainment é subsidiária integral da Sony Corporation of America.
PARA PENSAR NA EVOLUÇÃO DO E-COMMERCE
(Artigo
encaminhado ao Adnews por Fátima Bana, mestre em comportamento digital do
consumidor pela UCLA/USA. Certificada EFMD (European Foundation for Management
Development) com o selo CEL. Mais de 10 anos de experiência em estratégia e
inteligência de marketing digital e offline no varejo. Pós-graduada em
comunicação com o mercado pela ESPM. Possui diversos cursos de especialização e
MBAs, entre eles: neuromarketing, varejo, e-commerce marketing, branding e
pricing, ballanced scorecard, omni-channel, entre outros, sempre realizados nas
melhores instituições de ensino do país e do exterior (ESPM, UCLA, Harvard,
FGV, etc.).
Feliz Ano Novo! É assim que começo esse artigo, aproveitando para plantar a pimenta e perguntar: será um ano feliz para nós, do e-commerce?
Participei de uma pesquisa internacional
sobre o nosso mercado online, para uma universidade americana, e tivemos um
resultado bastante positivo e surpreendente, quando falamos sobre a integração
de canais.
Isso porque os grandes players têm
feito uma excelente lição de casa no pós-venda, e o exemplo vem sendo seguido
pelos pequenos players (guardadas as devidas proporções), o que acaba nos
remetendo à necessidade da integração de canais.
E quando falo em lição de casa, quero
dizer que os grandes aprenderam que existe muito mais a fazer depois da venda,
do que no ato da venda propriamente dito. Conseguimos, dentro do e-commerce,
gerar experiência de compra, e isso não foi fácil.
Penso que um belo dia vamos nos
deparar com lojas físicas, conceituais, de quase todos os grandes players do
comércio eletrônico, tudo em nome de uma experiência mais completa para o
cliente, sendo que o contrário já vimos acontecer com quase todos os grandes do
mercado físico.
Com o aparecimento de uma grande
quantidade de lojas online, também passa a existir uma grande preocupação com a
falta da mão-de-obra qualificada, já que estamos na época dos especialistas no
mercado digital, sem nenhuma formação, e com pouca experiência no mercado.
Vejo profissionais com benchmark de
uma única empresa, já se apresentando como um sênior no mercado online, e isso
tem assustado bastante.
Essa realidade reflete no nosso custo
operacional, que sofre com a perda de mão-de-obra todos os dias, à custa de
alguns tostões a mais. No marketing digital isso é ainda mais difícil.
Não existem recém-formados pelas
universidades de ponta com esse foco, e também não temos muitos profissionais
pensando em mídia digital, por exemplo.
Além disso, o big data é outro fator
que compromete a nossa felicidade em 2014. Temos muita informação na internet,
mas as ferramentas ainda são muito caras, e tirar as informações da tela, para
a efetiva estratégia, vem sendo um grande desafio.
Todas as lojas online, sites e tudo
mais, hoje, pensam em mobile como grande sucesso para 2014, e acho que deve ser
mesmo.
Cada vez mais o consumidor vai se
conectar por dispositivos móveis, para trabalhar, se relacionar e comprar! Mas
como mensuramos resultados?
Ainda não temos ferramentas
suficientes para isso, e os valores de implantação daquelas que existem são altos,
sem ainda provar os resultados nas mídias, por exemplo. E quando pensamos em
mídia, falamos de target. Mas como vão nos apresentar os resultados?
Dentro do nosso negócio, SEO não é
mais diferencial, mas um quesito obrigatório. Ao exibir o código fonte de uma
página, vemos se temos um trabalho feito ou não, e cada vez mais estamos nos
profissionalizando nisso.
O desafio do conteúdo relevante tende
a ficar gigante e ser cada vez mais desafiador. Vejo “cases” para isso em
breve, e o principal desafio para o momento: a criação de mais marcas sólidas.
Já temos grandes players, e neste ano
temos que mostrar que o meio da cadeia (os médios) também tem potencial para
crescer e ganhar relevância de marca.
Temos muitos candidatos nessa
situação, e este é um ano decisivo para eles. Eu acredito no sucesso e vamos
ter muito assunto em 2014. Boas vendas!
CROSS-CHANEL:
RECADO PARA OS BANCOS
(Artigo
encaminhado ao Adnews por André Ricardo Leão, Head de TI para o segmento
financeiro da Wipro Brasil, uma empresa global líder em Tecnologia da
Informação, Consultoria e Outsourcing)
Segundo estudo da consultoria E-bit, no Brasil pelo
menos 42, 2 milhões de pessoas já realizaram algum tipo de compra online. E em
2014, a previsão é de que, mundialmente, o setor movimente mais de US$ 24
milhões.
Números que não se restringem apenas ao setor
varejista.
Cada vez mais o consumidor também utiliza
ferramentas digitais para adquirir produtos e serviços bancários.
Por isso, para a indústria financeira, reconhecer a
necessidade de investir em soluções multicanal e incrementar o portfólio de
serviços móveis e online ficou evidente.
Para se ter uma ideia, segundo um estudo da Forrester
Research, 50% dos bancos em todo o mundo estão investindo mais de US$10
milhões para melhorar a sua presença na internet, enquanto os investimentos em
mobilidade podem atingir até US$ 25 milhões.
Em serviços bancários o cross-channel é
uma vantagem competitiva, tanto para clientes físicos quanto para jurídicos,
visto que uma das maiores causas de perda de negócios em bancos é a dificuldade
no acesso aos serviços pelos canais tradicionais.
Além disso, soluções multicanal devem permitir a
integração e otimização das áreas de marketing e vendas, o que vai facilitar
também a segmentação das ofertas de serviços, além de viabilizar o alcance de
clientes em novas plataformas. Adquirir um serviço bancário através das redes
sociais? Por que não?
O m-payment, ou mobile
payment, é uma das promessas de 2014. Neste ano entrará em vigor o
marco regulatório dos meios eletrônicos de pagamento, que normatizará as
transações financeiras por serviços móveis.
Com isso, além de já ser possível viajar com
passagens compradas via smartphones e realizar outras
transações através do celular, será possível, apenas com a aproximação do
aparelho em um terminal de pagamento, também fechar a compra do mês no supermercado.
Em breve o mobile banking será tão
usual quanto o internet banking. O uso de aplicativos vai permitir
que pessoas não se preocupem com o cartão de crédito na carteira ou com as
notas perdidas dentro da bolsa, mas apenas com a bateria do celular.
E as empresas financeiras deverão se atentar cada
vez mais ao uso dos dispositivos móveis e à tendência do BYOD (Bring Your
Own Device), já que possibilitarão acompanhar os investimentos e fluxo de
caixa dos clientes, ou mesmo acessar soluções de gestão como a de CRM via tablets.
POR UMA UNIVERSIDADE
CLASSE MUNDIAL
(Texto de Karina Toledo, distribuíddo pela Agência
FAPESP) – Ao mesmo tempo em que a excelência de
ensino deve ser a meta de todas as universidades brasileiras, algumas poucas
instituições do país teriam hoje condições de dar um salto de qualidade e
tornarem-se de classe mundial em pesquisa científica.
Para
que isso ocorra, as universidades vocacionadas precisam receber investimentos
diferenciados para desenvolver planos institucionais ousados, afirmaram
especialistas durante a abertura do simpósio Excellence in Higher Education.
O
evento, que teve início nesta quinta-feira (23/01), é uma iniciativa da FAPESP
em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e tem como objetivo
debater os determinantes da excelência no ensino superior no Brasil e
formular recomendações que poderão embasar políticas públicas.
A diferenciação
no sistema de ensino, reconhecendo as instituições com vocação para desenvolver
pesquisa de nível internacional, tem sido apontada pela ABC há pelo menos uma
década, quando foi publicado o documento “Subsídios para a Reforma do Ensino
Superior”, lembrou
Hernan Chaimovich, vice-presidente da ABC e assessor especial da Diretoria
Científica da FAPESP.
“Diferenciar
não quer dizer que uma parte do sistema é melhor ou pior que outra. Mas um
sistema em que todas as partes são iguais em geral não funciona. Um sistema se
caracteriza pela excelência de todas as suas partes, embora cada uma tenha
função distinta da outra”, avaliou Chaimovich.
Para
a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena
Nader, o peso da ciência que cada universidade produz é um fator relevante e,
portanto, o investimento não pode ser o mesmo para todas as instituições.
“A
ciência, para ser de ponta, precisa de um investimento superior ao que está
sendo feito no país. A sociedade precisa decidir em quais áreas devem ser
feitos investimentos pesados e quais instituições têm perfil para trilhar esse
caminho da internacionalização.
Cada
uma deve ter um perfil e uma área de excelência. Somente assim o Brasil vai se
tornar capaz de pautar a ciência internacional e não apenas ser pautado”,
opinou.
Cursos
de nível internacional
Na avaliação do presidente da Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, um dos
possíveis critérios de seleção das instituições vocacionadas a atingir o status
de classe mundial é o percentual de cursos de pós-graduação com conceitos
6 ou 7 – considerados de excelência em nível internacional – na Avaliação
Trienal dos Programas de Pós-Graduação.
“Temos
a USP [Universidade de São Paulo] na frente, com 89 cursos [com
conceitos 6 e 7], seguida pelo grupo formado pela UFRJ [Universidade
Federal do Rio de Janeiro], UFMG [Universidade Federal de Minas Gerais],
Unicamp [Universidade Estadual de Campinas] e UFRGS [Universidade
Federal do Rio Grande do Sul], que tem em torno de 30.
Todas
essas têm uma proporção de 40% dos cursos com conceito 6 e 7. Depois despenca.
Se considerarmos apenas o conceito 7, a situação é ainda mais dramática”,
afirmou.
Ao
comentar os desafios que terão de ser enfrentados pelas instituições no caminho
para desenvolver pesquisa de classe mundial, Guimarães destacou a necessidade
de maior autonomia e sistemas eficientes de governança, internacionalização das
operações de ensino e pesquisa (o que inclui aumentar o número de colaborações
internacionais efetivas, maior mobilidade de alunos e pesquisadores, aumentar o
número de cursos regulares oferecidos em outras línguas, atrair estudantes e
pesquisadores estrangeiros e aumentar o número de publicações com parceiros
internacionais), redução no número de horas que o estudante passa em sala de
aula, investimentos em residências estudantis dentro do campus.
“Os
alunos do Ciência Sem Fronteiras estão nos mostrando a necessidade de não
passar mais do que 14 horas em sala de aula por semana, desenvolver muitos
trabalhos experimentais, ter tempo para estudar sozinho e convivência com
colegas do mundo inteiro nas moradias do campus”, afirmou o presidente da
Capes.
Ao
falar sobre os desafios para alcançar a excelência em
pesquisa, o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz,
comentou que, embora a produção científica brasileira tenha crescido
significativamente nos últimos anos, o impacto dos artigos publicados continua
abaixo da média mundial – atrás de países como Argentina, Espanha, China e
Coreia do Sul.
“O
que estamos fazendo de errado? Em algum momento o sistema parece ter entrado
em um desvio buscando multiplicar a quantidade e não a qualidade”, avaliou
Brito Cruz.
Segundo
Brito Cruz, a exceção é a área de Física, na qual os artigos com participação
de autores brasileiros apresentam impacto cerca de 60% maior que a média
mundial.
“A
área de Física se beneficiou de colaborações internacionais em tópicos de
interesse mundial, como o projeto do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla
em inglês), da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern), o Projeto
Pierre Auger e outros da área de partículas elementares", avaliou.
Para
mudar a tendência de queda observada nas curvas de impacto da ciência
brasileira, Brito Cruz aponta quatro estratégias.
A
primeira é proteger o tempo do pesquisador contra atividades burocráticas, como
gerência dos projetos de pesquisa, o que as universidades deveriam
garantir oferecendo escritórios de apoio análogos aos Grants Management Offices de universidades estrangeiras.
Brito
Cruz também ressalta a necessidade de desenvolver mais cooperações
internacionais, aumentar a visibilidade e o impacto das revistas científicas
brasileiras e estimular a qualidade e o mérito nos processos de seleção de
financiamentos e de promoção de professores.
“Isso
significa, por exemplo, valorizar mais as citações que o artigo
recebeu do que o fator de impacto da revista em que ele foi publicado na hora
de analisar a produção científica de um pesquisador”, afirmou.
Renato
Pedrosa, do Centro de Estudos Avançados (CEAv) da Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp), defendeu a necessidade de autonomia para que as
instituições definam internamente a forma de contratação e promoção de docentes,
bem como a estruturação da carreira acadêmica.
Para
Pedrosa, as instituições não devem ficar presas ao modelo de estatuto do
funcionalismo público e deveriam poder desvencilhar, quando necessário, as
atividades de ensino e de pesquisa, criando diferentes modelos de carreira
acadêmica de acordo com a vocação de cada instituição.
“É
possível ter um sistema grande no qual as universidades tenham missões
diferentes e ainda continuem a ser universidades. Nós temos um modelo único e a
avaliação do MEC [Ministério da Educação] é que todo mundo tem de virar
algum dia a USP ou a UFMG ou a UFRJ. Mas não é possível fazer isso com todas as
universidades brasileiras. Em nenhum lugar do mundo isso acontece”, afirmou
Pedrosa.
Convênio
entre FAPESP e Capes
Durante
a cerimônia de abertura do simpósio, o presidente da FAPESP, Celso Lafer,
anunciou a assinatura do convênio firmado entre a fundação paulista e a
Capes visando à execução de um programa de concessão de bolsas de mestrado e
doutorado em programas de pós-graduaçãostricto sensu e bolsas de pós-doutorado em
instituições públicas e privadas sem fins lucrativos de ensino superior do
Estado de São Paulo.
“O
convênio representa uma convergência de recursos e de visão sobre a formação de
pessoas altamente qualificadas para gerar conhecimento, sem o qual não há
excelência no ensino superior. Estou convencido de que o conhecimento é uma
variável crítica para a sociedade brasileira enfrentar seus desafios e de que a
excelência em matéria de ensino superior é um componente essencial nesse
processo”, disse Lafer.
Ainda
durante a abertura, o vice-presidente da FAPESP, Eduardo Moacyr Krieger,
destacou a preocupação da instituição com a excelência das universidades
brasileiras.
“Cerca
de 80% da pesquisa feita no Estado de São Paulo e no Brasil ocorre no setor
universitário. Portanto, temos a preocupação de que haja ambiente para isso.
Espero que o resultado deste simpósio se some a outras vozes que clamam por
mudança na estrutura das universidades brasileiras”, disse.
FACE TESTA ANÚNCIOS EM APPS DE TERCEIROS
FACE TESTA ANÚNCIOS EM APPS DE TERCEIROS
O Facebook quer expandir suas vendas
de publicidade. Na quarta-feira (22), a empresa anunciou a exibição de
propagandas em aplicativos de outras companhias. A ação ainda está em fase de
teste e se restringe a um pequeno número de anunciantes.
O novo modelo de negócios mostra que
a rede social esta cada vez mais perto de formar sua própria rede de anúncios,
assim ampliando suas opções de venda de mídia e obtendo novas fontes de
receita.
“Nossa meta é demonstrar que é
possível ter ainda mais alcance por meio do Facebook para anunciantes dentro e
fora do Facebook”, disse a empresa em publicação oficial.
Não é a primeira vez que o Facebook
promove esse tipo de teste, no ano passado a empresa se associou com outras
redes de anúncios e fez um experimento com a Zynga. (Redação
Adnews, com
informações do Link
MATERIAL
PODERÁ REALIZAR CÁLCULOS COM A LUZ
(Texto de Elton Alisson, distribuído pela Agência
FAPESP) – As indústrias de telecomunicações, óptica
e aeroespacial, entre outras, começam a apostar em metamateriais para
desenvolver estruturas com capacidades sem precedentes, tais como lentes
planas, estruturas que curvam a luz e dispositivos ópticos capazes de manipular
a luz, a exemplo de circuitos eletrônicos que controlam o fluxo de elétrons.
Um
estudo publicado no início de janeiro na revista Science demonstrou que essas estruturas
compostas de materiais comuns, dispostos de forma específica a fim de modificar
suas propriedades eletromagnéticas e criar comportamentos inexistentes na
natureza, também podem ser projetadas para realizar cálculos matemáticos
avançados com ondas eletromagnéticas como a luz.
Os
cálculos fotônicos são obtidos pela manipulação do perfil das ondas
eletromagnéticas ao atravessar um bloco metamaterial – semelhante à operação
realizada pelos antigos computadores analógicos.
As
descobertas abrem a perspectiva de criação de dispositivos computacionais
menores e com maior velocidade de processamento do que os existentes, destacam
os autores do estudo, liderado por um brasileiro e realizado por pesquisadores
das Universidades da Pensilvânia e do Texas, em Austin, nos Estados Unidos, e
de Sannio, na Itália.
“Não
havia, até então, um estudo como esse, no qual realizamos cálculos matemáticos
com ondas eletromagnéticas no seu perfil espacial, e não somente temporal”,
disse Alexandre Manoel Pereira Alves da Silva, primeiro autor do artigo, à Agência FAPESP.
“Ao
iniciar o pós-doutorado na Universidade da Pensilvânia sob orientação do
professor Nader Engheta, ele me apresentou esse desafio”, disse Silva, que
realizou doutorado em Engenharia Elétrica na Faculdade de Engenharia Elétrica e
Computação (FEEC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), vinculado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Fotônica para
Comunicações Ópticas (Fotonicom) – um dos INCTS apoiados pela
FAPESP no Estado de São Paulo.
O
pesquisador foi orientado no doutorado na Unicamp pelo professor Hugo Enrique
Hernandez-Figueroa,
pesquisador do Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica
de Campinas (CePOF), um dos Centros de Pesquisa,
Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.
De
acordo com Silva, uma onda de luz, quando descrita em termos de espaço e de
tempo, tem um perfil como o de uma curva em um plano cartesiano.
O
pesquisador e seus colaboradores projetaram e simularam em computador blocos
metamateriais com a propriedade de modificar o perfil de uma onda luminosa
incidente.
Ao
propagar-se pelo interior do metamaterial, que mede menos de um comprimento de
onda, o perfil da onda luminosa incidente é alterado naturalmente.
Dessa
forma, obtém-se na saída do bloco metamaterial um perfil equivalente ao
resultado de operações matemáticas específicas, como primeira ou segunda
derivada da função descrita pelo perfil da onda de entrada.
“Quando
uma onda de luz atravessa esses blocos de metamateriais, na saída ela tem a
forma do resultado de uma operação de cálculo, como uma derivada, integral ou
convolução do perfil da onda na entrada”, explicou Silva.
Aplicações
Segundo
o pesquisador, uma das possíveis aplicações desses metamateriais computacionais
estaria no processamento de imagens.
Para
realizar processamento de imagens hoje, as ondas de luz são capturadas,
convertidas em sinais eletrônicos na forma de informação digital e só então
processadas de acordo com a operação desejada.
Os
metamateriais computacionais propostos pelos pesquisadores poderiam realizar
essas operações quase que instantaneamente e diretamente na onda de luz
incidente original – como a luz que entra através da lente de uma câmera –, sem
a necessidade de convertê-la em sinais digitais, explicou Silva.
“Esse
tipo de material reduziria consideravelmente o tempo de processamento das ondas
eletromagnéticas pelos equipamentos de imageamento médico, por exemplo”,
afirmou Silva.
De
acordo com o pesquisador, os metamateriais computacionais podem ser úteis para
agilizar a detecção de bordas – técnica de processamento de imagem muito comum
hoje, que auxilia softwares a identificar pessoas e objetos em imagens de
exames diagnósticos, por exemplo.
Pelas
técnicas de processamento de imagem disponíveis a detecção de bordas é feita
digitalmente, pixel por pixel, comparando com os pixels próximos – um processo
custoso computacionalmente, explicou Silva.
Com
uma câmera feita com o metamaterial computacional seria possível, no futuro,
realizar a detecção de bordas da imagem toda de uma só vez, estima o
pesquisador.
“O
conceito de metamateriais é relativamente novo, em termos de ciência, mas a
tecnologia já está madura o suficiente para ser utilizada pela indústria”,
disse Silva.
Atualmente,
o pesquisador e os demais participantes do estudo tentam construir
metamateriais projetados para testá-los em laboratório.
Se
os testes forem bem-sucedidos, eles pretendem desenvolver metamateriais que
realizem outras operações matemáticas e até mesmo resolvam equações
diferenciais e integrais.
A
partir desses metamateriais, segundo os pesquisadores, seria possível
desenvolver dispositivos de ordem de grandeza menor do que os à base de lentes
convencionais.
“Se
conseguirmos mostrar em laboratório que esses metamateriais funcionam no plano
real, isso abre a possibilidade de construção de dispositivos computacionais
muito menores, da ordem de alguns comprimentos de onda, com maior velocidade de
processamento e menor consumo de energia do que os existentes hoje”, disse
Silva.
O
artigo Performing mathematical
operations with metamaterials (doi:
10.1126/science.1242818), de Silva e outros, pode ser lido na Science emwww.sciencemag.org/content/343/6167/160.
CONCURSO: OS MELHORES GIFS NA INTERNET
CONCURSO: OS MELHORES GIFS NA INTERNET
Um concurso promovido pela agência
Crispin Porter + Bogusky de Los Angeles quer premiar os melhor Gifs da
internet.
Especialistas do Mashable, Gawker,
Buzzfeed, entre outros, elegeram os finalistas em 12 categorias. O site da
premiação, o thegifys.com, mostra também os finalistas na
categoria Melhores do Ano.
Os vencedores não ganharão nada, mas
serão imortalizados no próprio site. A votação vai até o fim de janeiro.
PARA ENTENDER O
ROLEZINHO
“Você vale o que tem.” Essa música de MC Guimê pode
resumir bem o que está por trás do polêmico rolezinho: a autoexpressão por meio
do consumo.
Neste trabalho, o time de planejamento da F.biz buscou
transitar nas mesmas vias desses jovens, entre redes sociais e corredores de
shopping, para traçar um retrato do rolezinho pela ótica do consumo.
O rolezinho não se trata de uma tentativa de ocupar
espaços elitizados com pretensões sociais, tampouco de uma expressão do
discurso político de direita ou esquerda.
Na cabeça dos jovens da periferia, o rolezinho tem
objetivos muito simples: encontrar os amigos, paquerar, cantar funk e comer um
lanche. Tudo isso embalado por dois ingredientes fundamentais: uso de marcas e
muita ostentação.
O fenômeno traz à tona novos questionamentos e pontos
pouco conhecidos sobre o consumo da periferia − seus valores, espaços e
comportamento digital.
Hábito comum na sociedade de consumo, o passeio no
shopping nunca esteve vinculado a determinada classe social ou região da
cidade. Por oferecer um ambiente seguro de lazer, esse espaço de convívio
sempre foi eleito pelos jovens como um ponto de encontro. Até aí, o rolezinho
não traz nada de novo.
A internet é uma importante ferramenta para o rolezinho,
tanto para juntar pessoas quanto para divulgar o ritmo que faz a cabeça dos
jovens da periferia paulistana: o funk ostentação.
Em dezembro de 2013, o encontro de jovens atingiu seu
possível ápice e virou pauta na mídia mundial. A ação da Polícia Militar para
dispersar os 6.000 participantes concentrados no Shopping Metrô Itaquera
colocou o assunto na televisão, nos jornais e na
mesa dos administradores
desses estabelecimentos comerciais.
O Shopping JK Iguatemi obteve, em janeiro de 2014, uma
liminar na justiça para proibir um rolezinho organizado no Facebook. A partir
daí, estabelecimentos em outras cidades do Brasil também obtiveram autorização
judicial para coibir eventos como esse e impor um controle mais rigoroso na
entrada de menores.
Compreendendo a decisão dos administradores dos shoppings
como uma atitude de preconceito e segregação racial, entidades e grupos sociais
organizaram manifestações como resposta. O maior desses atos, realizado no
Shopping JK, não foi protagonizado pelos frequentadores dos rolezinhos.
Usados para registrar o encontro com ídolos e amigos,
máquinas fotográficas e smartphones são itens obrigatórios no rolezinho. O
conteúdo por eles gerado alimenta os perfis dos frequentadores nas redes
sociais, reforçando seu estilo de vida e consumo.
Hiperconectados, os jovens frequentadores investem tempo
em redes que proporcionam melhor impacto visual (Instagram) e maior
visibilidade (Facebook e YouTube). Afinal, números grandiosos de likes, amigos
e visualizações são sinônimo de prestígio.
O funk ostentação faz referência a bens de consumo
relacionados à aparência e ao estilo de seus artistas. Roupas de grife, bebidas
finas e carros de luxo são usados nas letras para criar uma imagem de
poder.
Influenciado por esse cenário musical, o rolezinho também
faz parte do fenômeno da ostentação. Nele, é preciso vestir o que há de melhor
para atrair olhares e provocar inveja nos demais frequentadores. Na busca pelo
status, os meninos são os mais empenhados em ostentar.
O desejo desses consumidores se volta para os produtos
reconhecidamente caros e cujos modelos são facilmente identificáveis, seja por
suas cores vibrantes ou logomarcas grandes, por exemplo. O foco desse tipo de
consumo está no valor do produto em si, e não em sua funcionalidade.
O consumo é tão intrínseco ao comportamento dos jovens
que os organizadores dos rolezinhos adotaram o espaço como primeira opção para
a realização dos eventos. Nesse momento, o local é tanto um ambiente de consumo
quanto uma vitrine para a autoexpressão desse grupo.
Esses jovens têm dinheiro disponível para gastar com
aparência e beleza e estão dispostos a consumir sem pensar no amanhã.
Salários inteiros são utilizados em uma compra, que pode
ser comparada a valores gastos pela classe A em um dia no shopping.
Parcelado
ou à vista, o importante é adquirir o produto original das marcas mais
cobiçadas.
Contrariando a lógica de target ou marketing, marcas
desenvolvidas com o ideal de luxo dialogam − e muito bem − com a galera do
rolezinho. Engana-se quem acha que elas são só para a classe A: a classe
emergente também é um importante consumidor. (Adnews)
LIVRO
A
Qualitymark Editora acaba de lançar o livro de Artur Coutinho, Vice-Presidente
da Embraer S.A. Vivências sobre liderança, que apresenta prefácio do
filósofo e escritor Mário Sérgio Cortella, é uma reunião de contos sobre
liderança, vivenciados por Artur Coutinho durante 36 anos atuando como líder
O livro é composto por três capítulos divididos
entre as três competências que o autor considera essenciais: competências
relacionadas a pessoas e novos líderes; empresariamento de processos e
resultados e autoempresariamento. Dentro desses três capítulos, o leitor irá
encontrar um agrupamento de lições que mesclam vida pessoal e profissional,
apresentando o líder em sua integralidade.
Escrito
na primeira pessoa, a idéia do livro surgiu exatamente da necessidade do autor
em compartilhar as lições que aprendeu sobre liderança ao longo de quase
quarenta anos de carreira.
Nesta
jornada, o autor entendeu a importância da liderança como catalizadora de todas
as transformações nas empresas, o que o tornou um desenvolvedor de novos
líderes, fato constatado em cada conto de suas "Vivências".
Segundo
as palavras de Mário Sérgio Cortella presentes no livro, a essência da
liderança consiste em recusar-se a guardar para si o que importa demais ser
partilhado.
Sobre o autor
Artur Coutinho é engenheiro formado pelo
Instituto Tecnológico da Aeronáutica, com Mestrado em Análise de Sistemas pelo
INPE – Instituto de Pesquisas Espaciais. Trabalhou no Grupo Engesa, de onde
saiu em 1987 para ingressar na Embraer como Gerente de Produção, onde chegou à
vice-presidência da empresa, hoje Embraer S.A.
Nesta última organização pôde empresariar
áreas de produção, qualidade, pessoas e treinamento, entre outras. Como COO
também lidera a Engenharia e os programas de excelência na empresa,
principalmente os processos ligados à Tecnologia da Informação, à Inovação, à
Gestão do Conhecimento e à Adoção da Filosofia Lean.
EVENTO
. Encontro
Regional da Associação Brasileira de Educação Médica
A
Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp) sedia, no dia 22 de fevereiro, o Encontro Regional da Associação
Brasileira de Educação Médica (Abem).
A
reunião é destinada a docentes, estudantes e residentes da área médica e terá
como tema “Saúde mental do estudante e residente, assédio e violência na escola
médica”.
A
programação inclui palestras dos professores Marco Akerman, da Faculdade de
Medicina do ABC (FMABC), de Santo André; Maria Cristina Pereira Lima, da
Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu; e Patrícia Tempski, da
Universidade de São Paulo (USP).
A
FCM/Unicamp fica na Rua Tessália Vieira de Camargo, 126, na Cidade
Universitária Zeferino Vaz, em Campinas (SP). Mais Detalhes:
Nenhum comentário:
Postar um comentário