Nos anos 1960, as empresas fornecedoras
de tecnologia para o varejo começaram a implementar o código de barras para que
os caixas pudessem identificar automaticamente o preço dos produtos. Como o
padrão unidimensional suportava uma quantidade limitada de caracteres, alguns
japoneses pensaram: "bem que poderia existir um código que suportasse caracteres
Kanji e Kana". Daí brotou a ideia do QR (quick response) Code.
Sem entrar em detalhes técnicos, o uso do QR Code pode ser uma solução tão útil quanto criativa em diversas situações. O código pode ser lido por qualquer aparelho celular ou tablet que disponha de uma câmera simples e um aplicativo específico, geralmente gratuito.
Mas a parte legal da tecnologia é que seu uso vai além da técnica: ela abrange ações de marketing, sobretudo que envolvem geolocalização, publicidade, recrutamento e até apresentação pessoal. Sim, um QR Code no cartão de visitas pega bem para o profissional.
"As aplicações dos QR Codes são muito versáteis", afirma Rodrigo Abreu, sócio-presidente da AlphaGraphics. "No mínimo, um QR Code estampado em um cartão profissional transmite uma impressão de que o profissional está antenado com relação às últimas tecnologias de crossmedia", destaca. Entretanto, seu uso não é uma obrigação: "tudo depende de qual é o objetivo e quem o usuário quer atingir".
Primeiro, o básico: como criar um QR Code?
Dependendo do uso, existem softwares bem específicos disponíveis na internet, mas no geral sites que rodam aplicações para gerar os códigos no próprio browser já suprem essas necessidades. Um exemplo é o E-lemento, que disponibiliza inúmeras opções de personalização gratuitamente. Encurtadores de links, como o bit.ly também contam com um gerador de QR Code, mas apenas para URLs.
Para essas finalidades, existem três
tipos básicos de QR Code:
- Os mais tradicionais, que trazem uma
URL;
- vCards, os mais indicados para cartões
de visitas;
- Os mais sofisticados, que permitem o
networking por meio de redes sociais.
Cuidados essenciais
A partir desse ponto, o processo já é
autoexplicativo, então nenhum usuário vai ter dificuldade em criar seu próprio
QR Code profissional. Mas antes de se empolgar, é bom lembrar alguns cuidados
necessários para não transformar a experiência de seu contato profissional em
algo desagradável.
- Primeiro, tenha em mente que tudo deve
ser pensado para tornar a experiência do usuário mais divertida e informativa;
- Verifique a superfície onde será
aplicado o código bidimensional. Papeis com muito brilho ou locais pouco
visíveis dificultam a leitura;
- Garanta que o conteúdo para onde o QR
Code direciona o usuário é compatível com dispositivos móveis;
- Teste o código em diferentes
programas, plataformas e aparelhos celulares. (Artigo publicado originalmente no Administradores e no Adnews).
Quando o sonho sumir, o que restará será a aridez. Não há como encantar sem o sonho, não há como chegar às pessoas esfregando-lhes no rosto marcas, seus produtos ou verdades. Quem casa com alguém só porque o outro é bonito, forte, grande, útil etc.?
Claro que não é assim. As pessoas nos encantam pelo sonho. Pelos sonhos que temos com elas, por imaginá-las despidas do estereótipos – às vezes, das roupas mesmo. Elas nos encantam os sentimentos, nos marcam porque nos fazem sonhar.
Marcas também são assim. Agências também deviam ser. Mas vivemos num mundo de gente seca, formada em escolas tolas, que pregam que o custo é que define os sonhos.
Se é verdade o que dizem, será que sem
sonhos existiriam o telefone, o avião, o celular, o computador, o flashmob, os apps,
o Face, o Twitter… e por aí vai. A resposta é não!
O que mudou
o mundo, o mercado, as marcas – as próprias pessoas, o que deu solução aos
impasses, o que resolveu os problemas, o que fez diferença sempre foi o sonho
de gente, ideias novas que fervilharam mentes.
Gente
especial, corajosa, obstinada, vanguardista e destemida que não se conteve ante
os departamentos de compras e suprimentos da vida, ante os clientes
despreparados que só viam presente, onde eles viam futuro. Gente que não se
acovardou diante dos colegas medíocres e defendeu até o fim seus pontos de
vista.
Taxados como
egocêntricos, estrelas, grossos e individualistas, foi gente criativa (não
necessariamente criativos, gente de criação. Há produtores, atendimentos,
cantores, físicos, etc. cheios de criatividade) que fez história enquanto seus
detratores sumiram no tempo ou mudaram de profissão.
Atraíram a
ira e a inveja justamente porque faziam, e fazem, o que a grande maioria
detesta fazer: trabalham incessantemente, sem horários e limites na direção de
suas ideias. Não recuam. Morrem ou conquistam.
Antigamente,
a criação das agências era assim. Cheia de gente talentosa, criativa e inovadora.
Formada por profissionais de criação de alto nível, mestres que sabiam mais que
as teorias. Aí, as universidades mediocrizaram-se na busca da grana, chamaram
mestres da academia, gente que nunca fez, portanto, igualmente medíocres (aqui
uso a palavra medíocre na sua acepção imediata – medianos, na média.), e eles
trataram de formar, e aprovar, claro, criativos medíocres para um mercado
medíocre que se formava.
Alguns
tentam, ainda hoje, insanamente, formar gente criativa de verdade como o Marcos
Silveira no seu maravilhoso IP – Instituto da Propaganda, para o pessoal de
Publicidade, e eu com o novo Curso de Formação de Criativos para Live
Marketing. Mas, pasmem, o que encheu foi a turma de Produção – nada contra, mas
há dez anos, encheria a de Criação. A turma de Criação só tem cinco inscritos…
Frustração! Os medíocres estão vencendo.
Os clientes
do custo baixo, as agências enganadoras e as universidades de terceira estão
ganhando. No Rio de Janeiro, as agências criativas estão minguando ou fechando,
os criativos, perdendo o emprego. Em São Paulo, idem.
Não admito
ver profissionais como Karine Dantas, Cesar “Lobo”, Marcio Formiga, Felipe De
Marco, Vela, Fernanda Gusmão, Alexandre Simas, Debora Tenca, Leo Pontes, Dil
Motta e tantos outros tendo que esconder sua criatividade, ganhando menos do
que deviam, ou mesmo fora de agências, por conta desses pulhas disfarçados de
criativos, que garantem ao cliente uma criação que eles fazem ser inovadora,
quando a ideia que mandam já foi usada por alguém antes, ou é uma tremenda
”chupada”, ou algo sem consistência de logística ou aplicação. Pra cliente ruim
ou desonesto tanto faz, mas para os criativos é uma m…
Como o
cliente é ruim, como disse, passa. O que não passa é a frustração, é o evento,
ação ou campanha frustrada e sem resultado, a verba mal empregada numa porcaria
sem nenhum impacto, é o sonho da marca perdido.
Criatividade
não tem preço, tem valor. Criativo preparado e ousado gera marcas e produtos
fortes e desejados, com vida. Enganam-se os que acham que as marcas surgem,
emergem, ganham valores e vendem por si só. Só idiotas que não conhecem o poder
da Comunicação imaginam isso.
Estão acabando com os sonhos em todo lugar.
Algum bobão deu uma palestra na sua empresa dizendo que devemos sonhar
acordados? Que o Planejamento e o pragmatismo são tudo? Cuidado!
Ele pode ser
um robô disfarçado, um espião tecnológico querendo acabar com o lado humano de
sua empresa ou agência? Quem sabe ele não é alguém da concorrência que está
disposto a dizer que sonhos nada constroem, que criatividade é besteira? Porque
se suas teorias são exatas, ele não deveria estar falando, porque palestra é um
sonho, devia estar ensinando ou fazendo.
Todos querem
inovação, criatividade, diferencial, mas sem imaginação? Mas como fazer isso se
algo novo não está pronto, não foi criado?
Criativos estão virando planners (nome bonito que quer dizer “Criativo
disfarçado”, criado para se justificar ao cliente a rubrica no orçamento).
Criação está virando finalização, ideia está virando cópia e criatividade está
virando pó.
Sonho que se
sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é
realidade. Já dizia Raul.
Eu sonho, como criativo, em formar novos
criativos no meu curso que começa no sábado, mesmo se tiver que dar bolsas
quase integrais para ter gente lá, porque quando sonho, acredito no futuro. Se
você quer estudar, pode me mandar e-mail(tony.coelho@cursolivemarketing.com.br)
ou ligar que a gente vê.
Sonho com
criativos respeitados e remunerados com dignidade, sonho com criativos que
honrem suas atividades e aprendam a dizer não aos idiotas (quando der, claro.).
Sonho! E realizo. Transformo sonhos em verdades. Simples assim.
Foi assim
que conquistei tudo que tenho. Meus empregos, prêmios, amigos e alegrias. Esse
texto é, ao mesmo tempo, desabafo e homenagem ao Marcio Formiga e ao Dil Motta,
amigos, criativos fora de série, que sonham, como eu, e fazem a diferença.
O sonho não
acabou! Aguardem! (Tony Coelho no Promoview)
CONCURSO DE ILUTRAÇÕES
Trabalhos devem responder à pergunta: O que é
Mobilidade Urbana Sustentável?. Prêmio para o grande
vencedor é uma bicicleta Urbana modelo Korat 3V. Inscrições até dia 22.
Para
marcar a Semana de Mobilidade Urbana, que ocorre neste mês de setembro, o Portal Mobilize Brasil promove um concurso de
ilustrações sobre o tema. O objetivo é estimular a reflexão sobre os problemas
urbanos contemporâneos e promover o trabalho de cidadãos "antenados"
na realidade das cidades.
Os
trabalhos devem responder à pergunta: O que é Mobilidade Urbana
Sustentável?
A
proposta é que as pessoas - artistas ou não - desenhem suas ideias sobre o tema
e enviem para a equipe do Mobilize. Os dez melhores trabalhos serão publicados
no portal www.mobilize.org.br.
QUANTO CUSTA PASSAR UM DIA EM CADA UMA DE 166 CIDADES
AO REDOR DO MUNNDO?
Quanto
dinheiro separar na hora de viajar? Que destino é compatível com o que sobrou
na conta bancária? O site Price of Travel – que reúne resenhas curtas e dicas
de preços de alimentos, transportes e programas pelo mundo – fez uma lista com
116 cidades e o preço que se gasta para passar um dia em cada uma.
O
levantamento foi feito com base no valor que seria gasto, durante um dia, com
as seguintes coisas: uma dormida em um hostel bom e barato, 3 refeições
baratas, 2 bilhetes de transporte público, uma entrada para alguma atração
cultural e 3 cervejas baratas.
Confira
o resultado. (Os preços estão em dólares, segundo cotação de janeiro de 2012.)
1 –
Pokhara, Nepal – US$15.83
2 –
Hanoi, Vietnã – $16.54
3 –
Ho Chi Minh City, Vietnã – $17.36
4 –
Chiang Mai, Tailândia – $18.59
5 –
Hoi An, Vietnã – $18.70
6 –
Goa, Índia – $18.80
7 –
Kathmandu, Nepal – $19.33
8 –
Phnom Penh, Camboja – $19.95
9 –
Luang Prabang, Laos – $19.96
10
– Quito, Equador – $20.30
11
– La Paz, Bolívia – $21.55
12
– Bangkok, Tailândia – $22.29
13
– Kuta, Bali, Indonésia – $22.92
14
– Manila, Filipinas – $24.01
15
– Sófia, Bulgária – $24.19
16
– Cracóvia, Polônia – $25.53
17
– Cidade do México, México – $25.56
18
– Siem Reap, Camboja – $25.70
19
– Kuala Lumpur, Malásia – $25.72
20
– Phuket, Tailândia – $25.87
21
– Belgrado, Sérvia – $26.00
22
– Vientiane, Laos – $26.03
23
– Deli, Índia – $26.08
24
– Cairo, Egito – $26.23
25
– Lima, Peru – $26.23
26
– Pequim, China – $26.37
27
– Cusco, Peru – $26.51
28
– Riga, Letônia – $26.60
29
– Amman, Jordânia – $26.70
30
– Fez, Marrocos – $27.71
31
– Cidade do Panamá, Panamá – $27.90
32
– Kiev, Ucrânia – $28.56
33
– Marraquexe, Marrocos – $28.89
34
– Sarajevo, Bósnia-Herzegovina – $29.39
35
– Antigua, Guatemala – $29.65
36
– Taipei, Taiwan – $29.90
37
– Dakar, Senegal – $30.29
38
– Cartagena, Colômbia – $31.15
39
– Bucareste, Roménia – $32.28
40
– Budapeste, Hungria – $32.55
41
– Mumbai, Índia – $32.69
42
– San Jose, Costa Rica – $33.44
43
– Montevideu, Uruguai – $33.59
44
– Varsóvia, Polônia – $33.77
45
– Shanghai, China – $33.91
46
– Antália, Turquia – $34.33
47
– Seoul, Coreia do Sul – $34.60
48
– Beirute, Líbano – $34.74
49
– Santiago, Chile – $36.81
50
– Bratislava, Eslováquia – $36.84
51
– Macau, China – $38.94
52
– Hong Kong, China – $38.94
53
– Istambul, Turquia – $40.11
54
– Buenos Aires, Argentina – $41.15
55
– St. Petersburg, Rússia – $42.02
56
– Cingapura, Cingapura – $42.54
57
– Cancun, México – $43.90
58
– Zagreb, Croácia – $44.10
59
– Praga, República Checa – $45.03
60
– Cidade do Cabo, África do Sul – $45.59
61
– San Pedro, Belize – $47.29
62
– Moscovo, Rússia – $47.67
63
– Las Vegas, EUA – $48.40
64
– Tenerife, Espanha – $49.87
65
– Rio de Janeiro, Brasil – $51.16
66
– Tallinn, Estônia – $55.05
67
– Tel Aviv, Israel – $55.91
68
– Lisboa, Portugal – $57.08
69
– Nova Orleans, EUA – $58.90
70
– Berlim, Alemanha – $61.58
71
– Auckland, Nova Zelândia – $62.30
72
– Atenas, Grécia – $62.50
73
– Dubai, Emirados Árabes Unidos – $62.56
74
– Bruges, Bélgica – $63.16
75
– Montreal, Canadá – $63.76
76
– Nápoles, Itália – $63.82
77
– Ibiza, Espanha – $64.74
78
– Madrid, Espanha – $64.74
79
– Caracas, Venezuela – $64.80
80
– São Francisco, EUA – $65.40
81
– Reykjavik, Islândia – $65.56
82
– Londres, Inglaterra – $67.19
83
– Washington DC, EUA – $67.80
84
– Dublin, Irlanda – $67.89
85
– Dubrovnik, Croácia – $68.47
86
– Los Angeles, EUA – $68.56
87
– Honolulu, EUA – $68.60
88
– Vancouver, Canadá – $69.15
89
– Florença, Itália – $69.61
90
– Nice, França – $70.00
91
– Barcelona, Espanha – $70.26
92
– Galway, Irlanda – $71.58
93
– Chicago, EUA – $71.60
94
– Cidade de Luxemburgo, Luxemburgo – $71.71
95
– Munique, Alemanha – $73.95
96
– Edimburgo, Escócia – $74.38
97
– Hamburgo, Alemanha – $74.61
98
– Miami Beach, EUA – $76.20
99
– Queenstown, Nova Zelândia – $77.21
100
– Toronto, Canadá – $77.75
101
– Paris, França – $81.12
102
– Milão, Itália – $81.32
103
– Viena, Áustria – $81.84
104
– Helsínquia, Finlândia – $82.50
105
– Roma, Itália – $82.50
106
– Copenhague, Dinamarca – $82.65
107
– Melbourne, Austrália – $85.96
108
– Sydney, Austrália – $88.30
109
– Amsterdã, Holanda – $88.95
110
– Nova York, EUA – $89.30
111
– Tóquio, Japão – $89.31
112
– Bruxelas, Bélgica – $91.32
113
– Veneza, Itália – $92.63
114
– Estocolmo, Suécia – $98.37
115
– Oslo, Noruega – $106.53
116
– Zurique, Suíça – $121.36 (Fonte:
Catraca Livre)
MOSTRE SUA CARA PARA A IMPRENSA
Você já deve ter ouvido alguém dizer algo como: “Se não está no Google, não existe”. Apesar de parecer um exagero, para muitas pessoas o Google é o primeiro lugar em que elas vão para fazer buscas. E mais, se elas encontram alguma coisa por ali, as chances de simplesmente não recorrerem a outros meios é muito grande.
Com tantas mudanças e avanços tecnológicos, não espere que procurem por você nas páginas amarelas, a não ser que o seu nicho de mercado realmente tenha esse hábito já meio antiquado. Mas independente de ser o Google a ferramenta de busca, o que importa mesmo é que você seja “encontrável”, ou seja, que a pessoa possa chegar até você no momento em que ela precisar.
Jornalistas formam um público que costuma se atualizar bastante sobre as ferramentas que usam. Alguns mais ainda, são “early adopters”, aqueles que estão sempre de olho nas novidades e testam tudo que é lançado.
Para os mecanismos de busca existem técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para ajudar a melhorar seu posicionamento nos resultados. Mas apesar disso, ninguém vai fazer milagre se você não tiver realmente algum conteúdo para mostrar no seu site.
Por isso mesmo que muitos especialistas sugerem a criação de blogs. Blogs facilitam a publicação de novos conteúdo e a formação de uma base de conteúdo crescente, junto com o cuidado de construir uma reputação adequada, são grandes aliados para tornar uma instituição facilmente encontrável na internet.
Para a imprensa, você precisa fazer um pouco mais do que simplesmente deixá-los encontrarem seu site. Você precisa indicar de forma fácil e simples como eles podem entrar em contato com você se precisarem.
Muitas empresas possuem assessores de imprensa, que deveriam ser facilitadores na comunicação, mas é triste ver que boa parte dos sites corporativos não aponta para os contatos desses assessores. O jornalista chega até o site da empresa, mas não sabe como falar com ela.
As empresas investem recursos em assessorias para fazer contato ativo com os jornalistas, mas na hora de receberem o contato passivo, que aparentemente seria mais simples, não facilitam.
Faça um repórter feliz e não deixe de apontar exatamente como ele pode entrar em contato. Caso contrário, você pode estar perdendo uma ótima oportunidade de relacionamento. (Fonte: ajude um repporter)
PARA QUEM QUER
INFORMAÇÕES SOBRE DÍVIDAS
. Cinco passos para negociar com os bancos - Atrasar o pagamento de um empréstimo, de um financiamento ou mesmo da fatura do cartão de crédito
são situações que podem acontecer.
Se as contas saíram do controle por algum motivo e está
difícil pagar o valor atual da dívida, é importante negociar o quanto antes com
o banco.
Confira cinco passos sugeridos pelo coordenador do Núcleo
de Superendividamento do Procon-SP, Diógenes Donizete, para fazer esta
negociação:
1. Conheça
seus gastos. Anote quanto dinheiro entra na sua conta e separe as despesas essenciais daquelas que
podem ser cortadas. Assim, você sabe qual a sua situação financeira, quanto
dinheiro consegue separar para pagar essa dívida e faz propostas que possa
cumprir.
2. Separe
os comprovantes de renda. “Pegue as últimas faturas do cartão, o extrato da
conta corrente com o limite do cheque especial ou as cópias do contrato”,
aconselha Diógenes. É importante levar esses papeis na negociação para
comprovar suas condições de pagamento.
3. Entre
em contato com o credor. Você pode ligar para o autoatendimento do banco ou
ir até a agência e marcar a negociação.
4. Tenha
soluções em mente. Ao sentar com o credor na mesa de negociação, seja
honesto, exponha sua situação financeira e quanto pode pagar. Sugira
alternativas que mostrem ao banco que você está disposto a quitar a dívida. Para
isso, você pode propor uma diminuição de juros, um aumento no número de
parcelas ou o pagamento de um valor à vista para que as outras mensalidades
caibam no seu bolso.
5. Analise
com cuidado a proposta que receber. Não aceite o novo valor sem pensar a
respeito. Ouça com atenção e veja se você pode pagar a dívida nas novas
condições. “Não adianta fazer um acordo, pagar uma ou duas parcelas, e voltar a
ser inadimplente”, diz o coordenador do Procon-SP. E mais: assine o papel
apenas quando tiver certeza que a nova proposta cabe no seu bolso, isso porque
ele tem validade como uma nova dívida.
Receba ajuda
Órgãos de defesa do consumidor podem ajudar nesta
negociação. O Procon-SP, por exemplo, oferece um serviço de orientação,
planejamento financeiro e apoio na reunião da negociação. Clique para saber mais.
. Saia das
dívidas com ajuda do Procon-SP - Para
ajudar quem perdeu bastante o controle das contas e está superendividado, o Procon-SP, em parceria com o Tribunal de
Justiça de São Paulo, criou o Programa de Apoio ao Superendividado (PAS).
Como funciona o projeto
Esta é uma ajuda gratuita para as pessoas que têm intenção
de quitar as dívidas, mas não conseguem.
Para isso, o Procon oferece palestras e dicas de
planejamento financeiro para o superendividado, que deve informar quais são os
detalhes de suas pendências. Depois, esta pessoa precisa se reunir com o credor
e fazer uma renegociação com a presença de representantes do Procon.
Quer
participar?
Você não precisa morar na cidade de São Paulo para se
candidatar, mas se a sua casa fica longe, a locomoção pode sair cara porque o
processo é todo presencial.
O passo a passo para se inscrever:
- Vá até o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e
Cidadania do Poder Judiciário (CEJUSC). Lá, é feita uma triagem para saber se o
interessado é mesmo um superendividado. Se você for aprovado, o processo
continua.
- Será marcada uma palestra e uma entrevista no Núcleo
de Tratamento do Superendividamento.
- Por fim, acontece uma reunião entre o devedor e o(s)
seu(s) credor(es) no CEJUSC, com participação do Procon.
Informações
úteis:
Procon-SP
Telefone: 151 (de segunda a sexta, das 7 às 19h). www.procon.sp.gov.br
Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania
do Poder Judiciário (CEJUSC)
Rua Barra Funda, 930. 2º andar. Barra Funda – SP Atendimento:
de segunda a sexta, das 9h às 17h. Telefone: (11) 3661-4487
Núcleo de Tratamento do Superendividado Rua Barra
Funda, 1032. Barra Funda – SP
Dicas para decidir qual dívida pagar primeiro - Ficar
atrapalhado com as contas é um problema que pode acontecer com qualquer pessoa.
O importante é encarar a situação e se livrar das dívidas o quanto antes.
Se você tem mais de uma conta para quitar, é importante
priorizar o que deve ser pago primeiro. Confira!
As dívidas que você deve pagar primeiro
1. A dívida com juros
mais altos. Tente acabar com as contas que cobram muitos juros, como cheque
especial e cartão de crédito. Afinal, o valor que você tem que pagar só vai
aumentar.
2. A dívida que tem um
bem como garantia. Se você corre o risco de perder
um carro ou imóvel, deve se empenhar para pagar essa dívida primeiro.
3. A dívida que pode
deixar seu nome sujo. Caso já tenha sido notificado que seu nome será
encaminhado para a Serasa ou SPC, tente se livrar dessa dívida e limpar o nome.
4. A dívida maior.
Se você negociar a dívida mais cara, vai se acostumar a pagar uma parcela todo
mês. E quando terminar, as próximas dívidas e parcelas serão menores.
5.
A dívida com um serviço essencial. Muitas vezes, vale quitar primeiro a
dívida com aquela empresa ou serviço que você sabe que vai precisar de novo no
futuro.
. Como saber se meu nome está sujo? - Se a pessoa tem uma dívida e seu nome vai
ficar sujo (negativado), o SPC ou a Serasa enviam uma carta avisando. Mas como
nem todos se atentam a isso, é comum descobrir que o CPF está bloqueado só ao
tentar fazer uma compra e não conseguir.
Por isso, você deve ir pessoalmente a uma agência da Serasa e do
SPC e pedir a consulta. É só levar seu CPF e um documento de identificação: RG,
carteira de trabalho ou carteira nacional da habilitação (CNH) com foto.
O serviço é gratuito e eles imprimem tudo que existir de
negativação em seu nome, além do valor e as empresas para as quais você deve.
Se você preferir, também pode fazer a consulta online na Serasa.
Nesse caso o serviço é pago – mínimo de R$ 19,90 / mês. Acesse aqui e confira.
Consigo conferir todas as minhas dívidas?
É importante saber que só aparecem as dívidas negativadas.
Outras dívidas em atraso que você tem e que ainda não foram notificadas para a
Serasa ou para o SPC não vão aparecer no relatório.
Outro
ponto importante: se a dívida foi repassada para outra empresa, ela também vai
constar nesse relatório.
.
O que é e
qual a diferença entre Serasa e SPC? – A Serasa Experian e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) são empresas que possuem um grande banco de dados com
informações das pessoas que têm dívidas vencidas e que não foram pagas.
Ou seja, quando
você deve e não paga, seu nome entra no banco de dados. Depois, essas empresas
vendem a lista de maus pagadores para as lojas e bancos consultarem antes de
fazer empréstimos e pagamentos parcelados.
Mas qual é a
diferença entre elas?
A diferença é que a
Serasa é uma empresa criada e patrocinada pelas instituições financeiras
(bancos), enquanto o SPC é patrocinado pelas associações comerciais.
De qualquer forma, a finalidade das
duas empresas é a mesma: dar mais segurança para as lojas e bancos na hora de
emprestar dinheiro e fazer
financiamentos.
. O passo a passo para limpar o nome sujo por carnê de loja - Quem
divide as compras em muitas parcelas precisa saber se esse novo pagamento não
compromete o orçamento do mês. Afinal, como estes parcelamentos costumam ser
longos, muita gente se atrapalha após algum tempo.
E, ao entrar nesse endividamento, seu nome entra na lista do
Serasa e do SPC. Por isso, confira o passo a passo para limpar o nome no carnê e
ter outra chance de quitar essa pendência.
1. Conheça o valor da dívida
Se você não tem certeza de quanto deve, consulte as informações
no SPC ou na Serasa. Para isso, você deve ir até uma das agências dessa empresa
com a identidade e CPF em mãos. Também dá para consultar online, mas pagando uma
taxa.
Prepare-se porque muitas vezes o valor pode ser maior do que o
esperado: as lojas cobram até 1% de juros mensais de atraso, além de uma multa
de 2% do valor total da dívida.
Fique ligado: algumas lojas
só informam no contrato os juros por dia de atraso e, assim, você fica com a
impressão de que eles são pequenos. Mas quando esse valor é multiplicado pelos
30 dias do mês, a porcentagem fica muito maior do que o limite de 1% mensal.
Por isso, leia com atenção as condições de pagamento da loja antes de fazer o
próximo crediário.
2. Procure a loja para negociar
Entre em contato pelo autoatendimento da loja ou vá até uma
unidade física. Explique sua situação e procure uma forma de renegociar o valor
que deve.
Importante:
Depois de fazer o acordo e o pagamento, seu nome deve ser retirado da lista de
inadimplentes em até cinco dias úteis. Peça um comprovante de que pagou a dívida
para usar no caso de futuras cobranças.
. Saiba como consultar grátis e online se seu nome está sujo - Quem
tem uma dívida que não foi paga corre o risco de ficar com o ‘nome sujo’. Ou
seja, ter o CPF cadastrado em uma lista de maus pagadores.
Mas agora dá para consultar se seu nome está sujo na praça pela
internet! É que o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) disponibilizou
esse serviço, e de graça!
Como consultar?
É só entrar no site da Boa Vista e fazer um cadastro.
Depois, o sistema vai enviar um número para o seu celular e, com esse número,
você consegue acessar o site.
Aí é só clicar em ‘consulte seus débitos’ e verificar se o CPF
tem alguma restrição.
Caso tenha, o site também mostra para quais lojas você está
devendo. Isso facilita caso você queira negociar diretamente com quem está
devendo. J
Vale para a Serasa e SPC?
Não. O site mostra se seu nome está na lista de maus pagadores
do SCPC, que é outra empresa de proteção ao crédito.
Mas isso não quer dizer que você precisa sempre procurar em
todas. Pois se o nome for negativado, você receberá uma cartinha da própria
empresa avisando.
Ou
se você tentar fazer uma compra e não conseguir, a loja pode te informar onde o
seu CPF foi incluído. Não esqueça de perguntar. (Fonte: Konkero)
CONGRESSO INTERNACIONAL DE DESIGN DA INFORMAÇÃO
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) vai sediar o sextoCongresso Internacional de Design da
Informação (Cidi 2013), de 10 a 13, no auditório do
Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) e em salas da Biblioteca Central.
Simultaneamente, acontecem também o quinto Congresso Brasileiro de Design da Informação (5º InfoDesign Brasil) e
o sexto Congresso Nacional de Iniciação Científica em
Design da Informação (6º Congic).
Os eventos são uma ação conjunta da Sociedade
Brasileira de Design da Informação (SBDI) e do Programa de Pós-Graduação em
Design da UFPE, com apoio da Capes, Facepe e Propesq.
Nesta edição, serão comemorados os dez anos da primeira
edição do Cidi, e também os 11 anos de atuação da SBDI, retornando ao local
onde a SBDI foi fundada e à instituição de origem destes eventos: a
UFPE/Design.
O Cidi2013 conta com a presença
de pesquisadores de renome no mundo e no Brasil, tais como Peter Simlinger
(Áustria), Aaron Marcus (Estados Unidos), Jorge Frascara (Canadá/México),
GuillerminaNöel (México), Richard Meyer (Estados Unidos), Carla Spinillo (UFPR)
e Silvio Meira (UFPE/Cesar).
Quanto aos trabalhos que vão
ser apresentados, foram submetidos mais de 500, vindos de 18 países além do
Brasil, e 187 foram selecionados dentro dos cinco eixos temáticos propostos
para a edição 2013 dos eventos.
Os eixos temáticos são
Comunicação (aspectos e questões relacionados à eficácia comunicacional de
sistemas informacionais), Educação (aspectos e questões referentes ao papel do
design da informação na educação), Sociedade (aspectos e questões do design da
informação relativos à produção e utilização de artefatos por indivíduos e seus
efeitos na sociedade), Tecnologia (aspectos e questões do design da informação
relativos à produção e utilização da tecnologia por indivíduos) e Teoria e
História (contribuições históricas e teóricas ao design da informaçã
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