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quinta-feira, 11 de abril de 2013

VAREJISTAS DISCUTEM O MOMENTO


 O segmento varejista é o que concentra o maior volume de investimento em publicidade no mercado brasileiro. No ano passado foi responsável por uma movimentação bruta de R$ 19,6 bilhões, segundo a pesquisa do Ibope Monitor.

 
A Casas Bahia, que integra a empresa Via Varejo – da qual também faz parte o Ponto Frio –, é o maior anunciante do país pelo Ibope, com uma verba de R$ 3,523 bilhões. O Ponto Frio amplia o budget com seus R$ 488,1 milhões consolidados em 2012, também sem os descontos praticados pelos veículos de comunicação nas negociações.

 

A Via Varejo é um dos braços da holding Pão de Açúcar, liderada há três anos pelo executivo Enéas Pestana. Ele foi uma das atrações do 1º Fórum Nacional do Varejo realizado na semana passada no Guarujá, em São Paulo, com organização do Lide (Grupo de Líderes Empresariais) e da GS&MD – do consultor Marcos Gouvêa de Souza, um dos maiores especialistas em varejo do país.

 

Pestana disse que está em andamento um estudo que reavalia o papel da P.A. Publicidade, que cuida da comunicação publicitária e das ações promocionais de Pão de Açúcar, Extra, Assaí, Nova Pontocom (e-commerce da Casas Bahia, Extra e Ponto Frio) e de marcas exclusivas como Qualitá, Taeq e Club de Sommeliers.

 

“Não é nada definitivo, mas estamos olhando outro modelo. A P.A. é uma house agency bastante eficiente, mas poderemos ter um fornecedor terceirizado ou trazer uma grande marca de propaganda para agregar valor à estrutura. Temos uma ótima experiência com a Y&R, que atende a Via Varejo (Casas Bahia e Ponto Frio) e a Nova Pontocom.

Nesse caso, o foco da P.A. ficaria mais direcionado às demandas internas da rede”, afirmou Pestana. Segundo o Ibope, o Pão de Açúcar é o 12º maior anunciante brasileiro, com uma verba bruta anual de R$ 903,8 milhões. Desse montante, apenas 10% é arregimentado do chamado orçamento cooperado. “Essas marcas que participam de encartes e até em comerciais, contribuem com uma pequena fatia da nossa verba”, disse.

Casino

 

O presidente do Pão Açúcar, organização que teve receita bruta superior a R$ 52 bilhões no ano passado e emprega cerca de 160 mil pessoas, “mais do que a indústria automobilística”, e realiza cerca de 760 milhões de transações comerciais por ano, disse que as áreas de marketing e comunicação ficam com cerca de 2% das receitas do grupo.

Ele enfatizou que o Casino, conglomerado francês que controla o Pão de Açúcar, concede grande liberdade à gestão brasileira. “Temos um benchmark ativo, mas é meio a meio. Eles aprendem muito conosco e vice-versa”. Pestana revelou que os investimentos do grupo continuarão agressivos em 2013 e serão maiores que o R$ 1,5 bilhão consolidado em 2012.

A previsão é de que até 2015 sejam inauguradas 500 novas lojas, principalmente de pequeno porte. “Um hipermercado exige pelo menos R$ 50 milhões para a compra do terreno e sua construção. Outro plano, que já está em fase de testes, é o lançamento do sistema drive-thru”.

O grande desafio do varejo, na visão de Pestana, é passar confiança ao consumidor que tem mais informações, ampliou os padrões de exigência, poder, participação e demanda. “Se o consumidor está no centro, varejo e indústria precisam levar uma oferta completa, com conveniência de acesso e facilidade de escolha, além, claro, de proporcionar experiência de compra e facilitar o pagamento e o crédito.

Os desafios conjunturais no Brasil são grandes. Além de lidar com a complexidade tributária, há dificuldade de abastecimento pelas dimensões continentais do Brasil e falta de infraestrutura em rodovias, ferrovias e nos portos. Estes são os desafios na conquista do consumidor: integrar operações, entender como os clientes interagem e entender o comportamento deste consumidor é o melhor caminho para superar as resistências históricas na reconstrução da relação entre o varejo e a indústria”.

A questão tributária centralizou a maior parte dos debates no Fórum Nacional do Varejo. Flávio Rocha, presidente do grupo Guararapes, controlador da rede Riachuelo e também do IDV (Instituto de Desenvolvimento Varejo), enfatizou que o volume de impostos inibe investimentos e diminui a margem de lucros. Ele é defensor do fim da assimetria do ICMS cujas alíquotas são diferentes em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal.

 

“Pagamos técnicos exclusivamente para entender esses modelos. Se fosse unificado, não teríamos tanta estrutura a serviço de algo complexo e sem retorno, apenas para não errarmos. Muitas empresas chegam a ter dez funcionários para esse fim, um recurso que poderia ser usado em propaganda e marketing, por exemplo. O cliente precisa ser informado.

Temos 40 milhões de novos consumidores que exigem boa comunicação para conhecer marcas e serviços. Os custos de mídia, principalmente a televisão, são baixos quando consideramos o alcance proporcionado, mas os tributos e a burocracia diminuem margens e, como consequência, as verbas de publicidade”, explicou Rocha.

Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, pediu o fim da alíquota de 6% a 7% do PIS/Cofins. Além da unificação dessa contribuição social que a fundadora da rede composta por mais de 750 lojas, 24 mil funcionários e faturamento superior a R$ 7 bilhões, dos quais 5% por meio de comércio eletrônico, concorda, ela reivindica o fim da cobrança desse imposto para as ações de propaganda.

“Nossa presença nos canais de mídia poderia ser bem maior, mas o PIS/Cofins subtrai nosso orçamento em pelo menos 10%. Com tantos novos consumidores na economia, hoje 40 milhões e mais 30 milhões em três anos têm que ter poder presencial nas TVs, jornais e rádios. As margens do varejo são muito reduzidas e os impostos nos impedem de avançar. Só para dar satisfação aos governos, que instituem uma média de 36 normas por dia, que desde 2005 somam 225 mil, temos que comprometer de 1,5% a 3% do nosso faturamento. Isso é um absurdo. Temos mais de 60 tributos. Simplificação já”. O Magazine Luiza é atendido pela Etco/Ogilvy.

Demanda

Luiza Helena Trajano disse também que o varejo tem “uma grande oportunidade” com o crescimento econômico e a demanda reprimida. Segundo ela, apenas 2% da população residencial possui aparelhos de ar condicionado, 2% máquinas de lavar e 7% TV de tela plana.

 

“O crescimento de renda nos torna uma potência de consumo, impulsionada pela classe média que já corresponde a 49,3% da população. A construção de mais casas e o crédito disponível no mercado significam mais oportunidades de vendas de bens duráveis, além da possibilidade do aumento da penetração desses produtos na classe C, que ainda é considerada baixa.

 

Através do financiamento desses produtos, o segmento de varejo geralmente é responsável pela entrada da classe C nos serviços financeiros. O Brasil tem mais de um milhão de estabelecimentos e o varejo tem expansão acima da média da economia. Nós, varejistas, não sabemos muita coisa sobre carga tributária, mas precisamos aprofundar essa discussão e lutar por questões justas e que contribuam para o fortalecimento do varejo no Brasil”.

 

Na avaliação de Rocha, uma projeção do IDV indica que o varejo vai sair de uma participação no PIB (Produto Interno Bruto) de 13% para mais de 30% até o ano de 2022. O segredo é a formalização de pequenos negócios devido a incentivos tributários como o sistema Simples – que elimina parcialmente o que define como “fosso da informalidade”. “Os informais continuarão existindo, mas será um grande avanço”, resume o executivo, que enxerga novas oportunidades para os grandes varejistas.

“O lançamento de marcas próprias é irreversível. Antes, lojas como a Riachuelo eram meras distribuidoras. Hoje, controlam todo o processo. Recentemente, tivemos uma linha exclusiva que encomendamos à Daslu. Convidamos estilistas para assinar coleções. Os serviços também podem gerar novos negócios. A oferta de crédito através de financeiras próprias é um caminho oportuno porque permite crediários de produtos de R$ 10, por exemplo”.

O líder do IDV observa que o momento de transformação do comércio exige redução de intermediação e integração vertical dos setores de abastecimento e distribuição. Ele descreve o varejo em três níveis: o 1.0 (figurante), que remonta à era JK marcada pela industrialização do país; o 2.0 (coadjuvante), que tem como marca o maior volume de informações, principalmente com a adoção dos códigos de barras – em sua opinião, um bloco de pesquisas múltiplas de mercado; e a era 3.0 (protagonista), materializada com a democratização da informação.

“Hoje, o consumidor está com a palavra e no centro do poder. Ele compara preços em tempo real e busca as melhores oportunidades. Portanto, temos que buscar elos nessa cadeia. A Dell fabrica computadores que têm o sistema Windows, com equipamentos Sony e dispositivo da Adobe que acessa o Picasa. É uma cadeia que conversa. O varejo tem que buscar integração porque nosso negócio não é mais unidirecional.

O ‘empoderamento’ do consumidor habilita o varejo a exercer um novo papel. O varejo está puxando o crescimento da economia e assumindo um papel de precursor. Vivemos uma feliz combinação de políticas públicas bem-sucedidas com destaque para a área fiscal que está fazendo com que o varejo brasileiro viva uma década de consolidação”, argumentou Rocha, referindo-se à desoneração de alguns tributos, como o IPI para linha branca, mobiliário e automóveis. Ao final do fórum, foi emitida a “Carta do Guarujá”, cujo teor evoca “menos impostos e mais eficiência”.

Digital

 

O Fórum Nacional do Varejo também contou com palestras de Artur Grynbaum, presidente do grupo O Boticário, e Alexandre Szapiro, da Amazon.com. “No meio digital, precisamos repensar como se comunicar com o consumidor. As empresas estão conquistando isso, gerando aplicativos que facilitem sua vida. Somos um varejista, prestador de serviço e um canal de mídia. Nosso papel é ter a certeza de que estamos cada vez mais prestando serviço aos nossos consumidores”, afirmou Szapiro.

“Compartilhar histórias, gerar experiências e elevar o conhecimento do consumidor são forças que precisamos gerar no nosso dia a dia para ter sucesso. Mas, hoje, o país tem pouca mão de obra disponível, baixa formação educacional e, infelizmente, ainda sofremos a sombra de que trabalhar no varejo é um emprego transitório”, finalizou Grynbaum.

O fórum também premiou empresas em diversas categorias do segmento. Luiza Helena Trajano foi eleita Personalidade do Ano. (Propmark)

 

GAROTO VOLTA À MÍDIA

 

Após quatro anos sem investir em ações institucionais na mídia, a Garoto destina uma verba de cerca de R$ 200 milhões em um trabalho que envolve campanha publicitária, redes sociais, patrocínios e desenvolvimento de novos produtos. Tudo para ativar seu apoio à Fifa e à CBF, em torno da Copa das Confederações, este ano, e da Copa do Mundo de 2014.Construído sobre o posicionamento “Provoque aquele garoto que existe em você”, o projeto “Todos garotos” tem como alicerce um filme na TV e ações na internet, com criação da WMcCann.

 

No comercial, um jovem adulto, em uma quadra, faz embaixadinha enquanto come um Baton, tradicional chocolate da marca. Nisso, a câmera já mostra o rosto dele, mas de menino. Ele chuta a bola para o meio da rua e sai atrás. Não só ele, como adultos e crianças que passam e trabalham nas ruas, sempre interagindo com alguns dos produtos mais famosos da empresa, também aparecem na peça.

 

A locução, em off, ressalta o posicionamento e lembra que Garoto é o chocolate oficial da Copa do Mundo da Fifa. O filme tem produção da BossaNovaFilms, com direção de cena de Gonzo e trilha da YB. Assinam a criação, pela agência, Victor Martins, Fabiano Gomes, Lusa Silvestre e Mauro Villas, com direção de Washington Olivetto, Carlos Murad “Ia” e Sergio Franco.

 

Chairman da WMcCann e CCO da McCann Worldgoup América Latina e Caribe, Olivetto diz que seu cliente lançará uma estratégia de mídia interessante durante a Copa das Confederações, integrando o on e offline. “Teremos o filme institucional, na versão de 60 segundos. Logo em seguida entre um comercial de outra marca e, na sequência, mais uma produção – só que de apenas 10 segundos – da Garoto, onde o menino que protagoniza o filme irá convidar o consumidor a entrar na fanpage da empresa e ver outras versões do comercial”, explica. “No total, são cinco finais diferentes”, completa.

 

Outra ação na internet convida o consumidor para que ele seja um cocriador dos produtos da Garoto, por meio da promoção “Chocolate Oficial da Copa”, criada pela G2 e que irá promover um concurso para eleger o novo sabor a ser lançado pelo anunciante em alusão ao evento. O vencedor ganhará uma viagem para conhecer a fábrica da companhia, no Espírito Santo.

 

Retorno

 

Olivetto também se diz feliz por essa volta da Garoto à mídia com força total. “Tenho uma ligação emocional muito grande com eles. Eram meus clientes na W/Brasil, vieram comigo para a WMcCann, mas estavam ausentes da TV com essa força que voltaram agora. São mais de duas décadas de um relacionamento repleto de trabalhos bacanas”, diz, lembrando também do prazer de fazer uma campanha ligada ao futebol: “Algo que eu sou apaixonado”, ressalta o fanático torcedor corinthiano.

 

Em relação à integração das mídias on e offline na trajetória da marca, os desdobramentos iniciais ao longo da ação já começam a dar resultados. Como retorno imediato, passada uma semana do início da veiculação da ação, a Garoto conquistou quase 100 mil novos fãs em sua página no Facebook, ultrapassando a marca de dois milhões de usuários. “Ninguém mais aqui é on e off. Todos fazem tudo simultaneamente”, completa. (Propmark)

 

WMcCANN TROCA DEZ POR TRÊS

 A WMcCann começa o mês de abril concretizando o processo de seniorização de sua equipe criativa, com a chegada de 4 novos profissionais ao time. São eles Alexandre Suannes (diretor de imagem), Paulo Pacheco (diretor de tecnologia), Eiji Kozaka (diretor de arte) e Marcelo Conde (redator).

 

Como diretor de imagem Alexandre Suannes passa a ser responsável por direcionar a estratégia da WMcCann para todos os seus clientes no âmbito institucional e de marca. Nos último dois anos Suannes esteve à frente da Diretoria de Imagem & Marca do Instituto Inhotim. O profissional registra ainda passagens por W/Brasil, Africa, AlmapBBDO e pelo escritório de design Deep End, em Londres.  Entre os clientes já atendidos por ele estão Ambev, Antarctica, Brahma, Braskem, Itaú, BBC, Companhia das Letras, Cirque du Soleil, Estado de S. Paulo, Expand, FNAC, Folha de São Paulo, Fundação SOS Mata Atlântica, Grendene, MAM SP, Mantecorp, Magazine Luiza, Natura, Nestlé, Pinheiro Neto, Pepsi, Sesc SP, Visa, UOL, Volkswagen, Instituto Inhotim entre outros.

 

Na direção de tecnologia, Paulo Pacheco tem a missão de amadurecer as parcerias e viabilizar ações, ativações e inovações que demandem apoio tecnológico. Ex-Almap BBDO e MRM, Pacheco foi também, durante 7 anos, responsável técnico pelas ações da F/Nazca, atendendo clientes como Skol, Nike, Honda e Electrolux.

                                                                                                                

Com passagens pela NBS Rio, McCann Lisboa, W/Brasil e WMcCann, o diretor de arte Eiji Kozaka retorna à agência após dois anos na Y&R, onde atendeu clientes como Cerveja Itaipava, Danone, BR Foods, Vivo e TAM. Nesta última passagem conquistou 2 Leões no Festival de Cannes de 2012. 

 

Redator, Marcelo Conde já trabalhou na W/Brasil Rio, W/Brasil e WMcCann, e também retorna à agência após 2 anos na Y&R, onde fazia dupla com Kozaka e atendeu clientes como Cerveja Itaipava, Danone, BR Foods, Vivo e TAM. Foi co-criador de 2 Leões conquistados no último Festival de Cannes.

 

A chegada dos quatro profissionais aos quadros da WMcCann inicia o processo de seniorização da equipe criativa, que demandou o desligamento de 10 profissionais na última semana de março.

 

“A seniorização da equipe é um processo necessário nesse momento, e começa com a chegada de 4 caras extraordinários. Infelizmente, tive que dispensar 10 figuras incríveis, promissoras e talentosas, mas que não cabem na equipe agora. Faço questão de recomendar cada um deles às boas agências que estiverem contratando. Mas só as boas”, declara Guime Davidson, vice-presidente de criação da WMcCann.

 

CRESCE O MOVIMENTO POR UM FUTEBOL MELHOR


 


Na última semana, o Movimento Por Um Futebol Melhor, programa que concede descontos nos produtos de nove grandes empresas brasileiras de consumo e entretenimento, com o objetivo de alavancar o programa de sócio-torcedores dos times brasileiros, ultrapassou a marca dos 220 mil sócios cadastrados.


 


Para celebrar o feito, a AmBev e a PepsiCo aumentaram os descontos das principais bebidas que fazem parte do projeto em todo o País.

As marcas que sofreram alterações nos descontos foram: Brahma, Pepsi, Gatorade, Guaraná Antarctica, Soda e Sukita. O aumento no valor abatido dos produtos passa de 100% em relação ao beneficio inicial oferecido no lançamento do Movimento, em janeiro.

Todos os descontos dos refrigerantes de dois litros passaram de R$ 0,19 para R$ 0,50 por unidade. Nas latas de 350 ml, o sócio terá R$ 0,21 (anteriormente era de R$ 0,10). A embalagem de Gatorade passou de R$ 0,10 para R$ 0,30 de desconto.

A Brahma, cerveja patrocinadora dos clubes, também teve seus preços alterados. Agora, a bebida, maior investidora do futebol brasileiro, aumentou seu desconto de R$ 0,10 para R$ 0,20 nas unidades de 350 ml, 473 ml, 550 ml e um litro.

 

O Movimento por um Futebol Melhor está presente em todo o Brasil em times, como Santos, Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Portuguesa, Ponte Preta, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Cruzeiro, Atlético, América, Bahia e Vitória.

 

Mais informações do Movimento, como a lista de lojas e marcas participantes e o rankingdos clubes pelo número de sócios podem ser encontrados pelo site oficial do projeto. Nele é possível também simular compras e visualizar o pacote de descontos de cerca de 300 produtos das empresas parceiras.

 

Mecânica

 

Para obter os descontos, o sócio-torcedor precisa apenas informar seu CPF no início da compra nas redes de supermercado cadastradas no programa. Os sistemas dos caixas estão interligados à base dos clubes e o desconto será dado automaticamente.

 

O embaixador do “Movimento por um Futebol Melhor” é Ronaldo Nazário, bicampeão da Copa do Mundo – e maior artilheiro da história do torneio – pela Seleção Brasileira e atual membro do COL (Comitê Organizador Local) do País junto à Fifa para a concretização do mundial de 14.

 

Toda mensalidade paga nos planos de sócios tem o objetivo de ajudar os clubes em infraestrutura, revelação e contratações de jogadores.

 

SONY ENTRA PARA O GUINNESS



A Sony foi reconhecida pelo Guinness World Records por montar o maior mosaico animado desmartphones do mundo.

O feito ocorreu na edição 2013 daMobile World Congress, emBarcelona, onde a empresa japonesa criou um mosaico com 196 smartphonesSony Xperia ZL. Todos os aparelhos funcionavam como se fossem um únicosmartphone.

 

O mosaico tem cerca de 1,03m por 1,9m, com uma profundidade de aproximadamente cinco centímetros e área de 1,95 metros quadrados. Esse arranjo de smartphones utiliza mais que o dobro de aparelhos do recorde anterior.

 

Houve, entretanto, uma pequena confusão na divulgação das informações. A Sony diz que o mosaico foi montado com os telefones Xperia Z.

 

Porém, o livro dos recordes informa que a grande tela foi montada utilizando os Sony Xperia ZL. Ao analisar as fotos, é possível identificar que os smartphones utilizados são mesmo os Sony Xperia ZL, devido à sua moldura mais estreita. ( Leonardo Rodrigues. no Promoview)

 

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