A principal promessa do Snappin é evitar filas na hora de pagar a conta.
Basta usar o aplicativo para fazer check-in na
casa noturna e todos os dados do usuário são levados para o cadastro do local.
A partir daí, o uso da comanda é feito normalmente e, na hora de ir embora, o smartphone do usuário reunirá todas as
informações sobre seu consumo e o preço final, que pode ser quitado com alguns
cliques.
Evitar as filas é um dos objetivos do Snappin,
mas não o único, segundo Daniel Tártaro, diretor de integração digital da Ogilvy.
“O aplicativo oferece às marcas um meio de alta segmentação para abordar o
usuário no momento da compra, podendo enviar ofertas em tempo real, na hora em
que o usuário faz check-in no
aplicativo”, avalia.
Ainda
segundo Tártaro, o Snappin oferece às marcas a capacidade de coletar
informações sobre comportamento e consumo. Com os dados, será possível
verificar quais são os produtos mais consumidos por um determinado público de
uma região ou faixa etária específica.
No lançamento, o app será compatível com
21 casas noturnas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas
Gerais e Santa Catarina. Há planos, porém, para que o Snappin seja usado em mas de mil locais até o
final de 2014.
Para divulgar o produto, haverá ações de marketing promocional nas baladas em que o app já pode ser
usado. As redes sociais também estão nos planos da estratégia, mas
Tártaro afirma que o Snappin é algo que “vai gerar boca a boca”, uma vez que é
a primeira iniciativa de mobile payment (pagamento
por celular) voltada às casas noturnas.
...ITAÚ CRIA APLICATIVO PARA ANIMAR LIVRO INFANTIL...
Utilizar recursos digitais para tornar
ainda mais mágico o momento de ler para uma criança. É com esse objetivo que
o Banco Itaú lança o app Itaú Criança, parasmartphone. Esta ação de marketing promocional faz parte da campanha “Leia para uma
Criança”, criada para incentivar a leitura de histórias para crianças e que, em
2012, distribuiu mais de sete milhões de livros em todo o País.
Disponível para iPhone e Android, o
aplicativo Itaú
Criança reúne três ferramentas que enriquecem a
leitura para crianças, tornando a experiência ainda mais divertida, colaborando
também para o desenvolvimento infantil.
A ferramenta “Anima Livro” permite que as
crianças interajam com as ilustrações dos livros da Coleção Itaú 2012. A ferramenta “Máscaras Divertidas” faz com que as palavras do
leitor de histórias saiam da boca de personagens como o lobo mau, a princesa
encantada, o sapo e o mago.
Por fim, a
“Engenhoca de Sons” traz diferentes trilhas e efeitos sonoros que podem ser
usados para enriquecer a leitura de qualquer história infantil.
“O lançamento deste aplicativo serve como
um facilitador para nosso objetivo, que é ressaltar a importância da leitura
para o aprendizado e desenvolvimento infantil, além de promover ações que visam
a formação do indivíduo por meio da Educação e Cultura.”, conta Fernando Chacon, diretor executivo de marketing do Itaú Unibanco.
“O Itaú investe em ações de marketing promocional como esta por acreditar na educação como
força transformadora do País”, explica Chacon. Desenvolvida pela DPZ, a
campanha “Leia para uma Criança” foi idealizada a partir da integração criativa
entre as peças off-line e on-line.
De acordo com o diretor de criação digital
da agência, Viktor Busch. “Foi muito difícil separar quando
estávamos pensando em off e
quando estávamos pensando em on. Tudo sempre pareceu uma história só, com chances
de criar pontos de engajamento em diferentes plataformas e em diferentes
instantes na hora de alguém ‘ler para uma criança”.
Emerson Martins, diretor musical da Bamba Music, comenta
que houve um grande cuidado no desenvolvimento de toda a parte sonora do
aplicativo. “Nós nos preocupamos em utilizar melodias e construções harmônicas
e rítmicas simples, que são mais fáceis de serem absorvidas por crianças”,
explica.
Para divulgar o aplicativo Itaú Criança, foi criado um anúncio que mostra um smartphonecom o app
nas mãos de uma fera. O título explica a imagem: “O primeiro aplicativo de
celular do mundo aprovado pelo Lobo Mau: App Itaú Criança.”
... INTEL CRIA APLICATIVO E DISTRIBUI PRÊMIOS...
A Intel
Brasil disponibiliza na iTunes Store e na Google
Play Store o aplicativo “Intel Extreme Zone”. O programa funciona como uma
fonte de informação e também como uma competição on-line que distribuirá diversos prêmios –
entre smartphones, Ultrabooks egames –
para os usuários que alcançarem as melhores pontuações.
O Intel Extreme Zone mistura atividades no mundo virtual e real
que rendem pontos aos usuários. Ao final de cada período, o usuário com maior
número de pontos receberá um prêmio.
Entre as atividades que contabilizam
pontos estão: participação em testes de conhecimento acessados pelo aplicativo,
realização de check-in em Ultrabook Zonesespalhadas
pelo País ou assistir a um vídeo, entre outras atividades.
“Hoje em dia, os dispositivos móveis e
suas incontáveis aplicações fazem parte do nosso dia a dia. Com esta ação,
queríamos criar a mistura perfeita entre experiência virtual e real, transformar
o próprio dia da pessoa em um jogo”, disse Leonardo Meira, diretor de marketing da Intel Brasil.
“O Intel
Extreme Zone app é uma forma totalmente inovadora da Intel se conectar com os
seus fãs, divertindo e informando ao mesmo tempo, e também colocando toda a
cadeia de valor da Intel – parceiros, varejistas e clientes – trabalhando em
conjunto.”
O Intel
Extreme Zone foi desenvolvido em cima do conceito de “gameficação”, ou seja, a
transformação de atos do cotidiano em um jogo com aspectos lúdicos e educacionais.
O aplicativo servirá como porta de entrada para o jogo, trazendo a cada semana
novas informações e tarefas para serem cumpridas.
Algumas dessas atividades acontecem dentro
do próprio aplicativo – como assistir a um vídeo, ou responder a um quizz – enquanto outras irão exigir que o
usuário visite um determinado local para ler um QR Code com o seu celular.
O aplicativo também está plenamente
integrado às redes sociais, e os usuários podem convidar os amigos a
participarem também.
Entre os prêmios que serão distribuídos
aos vencedores da ação de marketing promocional, estão Ultrabooks de
diversos modelos, e o novo smartphone Motorola
RAZR i, primeiro smartphone com
processador Intel disponível no Brasil.
Os prêmios
serão distribuídos ao longo de dez semanas, para os jogadores que
acumularem mais pontos ao cumprir as atividades específicas listadas no
aplicativo.
O aplicativo já pode ser baixado
gratuitamente na Google Play Store, em dispositivos com sistema Android, ou na
iTunes Store, para o iPhone.
... GIRAFFAS CRIA JOGO PARA FÃS NO FACEBOOK...
A rede brasileira de restaurantes Giraffas apresenta
o jogo “GiraBoorger”, criado pelaDPZ Propaganda, agência de publicidade da marca.
O game foi
desenvolvido para que os usuários do Facebook possam experimentar o dia a dia de um
restaurante do Giraffas de uma maneira divertida e interativa. O
objetivo do jogo é alcançar a máxima pontuação com agilidade e estratégia.
O desafio vai desde receber os pedidos dos
clientes,até entregar os lanches e pratos a tempo, quentinhos e gostosos. A
cada nível, os pedidos vão ficando cada vez mais complexos e a fila de
clientes, maior. Os jogadores têm que ser rápidos e manter os clientes satisfeitos,
além de ultrapassar a pontuação de seus amigos.
Segundo Ricardo Guerra, diretor de Marketing do Giraffas, “A
ideia é trabalhar um conteúdo próprio, proporcionando aos clientes e fãs no
Facebook um alto nível de interatividade com a marca, aproximando cada vez mais
do cotidiano de seus consumidores. Além disso, eles terão acesso a informações
sobre novos produtos, promoções e a essência de brasilidade do Giraffas”,
finaliza.
O GiraBoorger é um projeto ousado e
pioneiro, pois não é atrelado a campanhas. É um jogo completo, que proporciona
a jogabilidade semelhante a produtos desenvolvidos por empresas especializadas
em games.
Além do acesso pelo Facebook via computador, é possível jogar em
celulares com sistema Android, que suportam o aplicativo Flash.
Para Viktor Busch, diretor de Criação Digital da DPZ, “A
comunicação digital dá ganchos de relacionamento e personalização com
diferentes oportunidades de desdobramentos. O game de Giraffas é um bom exemplo
de que você pode ‘falar’ e ‘propor desafios’ entre os seus amigos do Facebook”.
Para incentivar a participação,
mensalmente, será eleito o melhor jogador que se tornará “o funcionário do
mês”, o que lhe dará direito a um quadro que o destaca dentro do game, além de ser
homenageado nas lojas físicas, com sua foto sendo exibida nas telas LCD dos
restaurantes Giraffas de todo o Brasil.
Para escolher o nome do jogo, o Giraffas realizou um concurso no qual recebeu mais
de duas mil sugestões. Dessas indicações, cinco foram para votação popular até
a definição por “GiraBoorger”. Para o lançamento, estão previstas campanhas de
mídia (no Facebook), em blogs e sites de jogos.
... E PLANO DE CARREIRA GANHA VERSÃO SOCIAL EM APLICATIVO
Com o objetivo de
divulgar de forma mais dinâmica seus cursos de pós-graduação, a Universidade Veiga de
Almeida (UVA) desenvolveu
um aplicativo exclusivo e gratuito, integrado ao Facebook e
ao LinkedIn.
A ferramenta faz
uma análise do perfil profissional coletado na base doLinkedIn. Por meio deste
mapeamento, o aplicativo oferece dicas específicas baseadas nas informações do
perfil do usuário na rede social, que podem
contribuir para o crescimento profissional.
É possível também fazer uma análise das conexões, ou seja, do
perfil dos amigos e descobrir se eles estão trabalhando, atuando na sua área e
ocupando cargos de gerência. Com essa funcionalidade, fica mais fácil caso
precise indicar algum amigo para uma oportunidade de trabalho dentro da sua
área.
Outra função do sistema projetado é recomendar cursos de
pós-graduação indicados para o perfil profissional traçado. E ainda, os
interessados em se inscrever na UVA, ganharão 25% de desconto válidos por todo
o curso.
O aplicativo é uma
ótima maneira de integrar as redes sociais, o mercado de
trabalho e o aperfeiçoamento do currículo. O “Construindo Minha Carreira” pode
ser acessado pelolink. (Promoview)
CULTURA CIENTÍFICA E CIDADANIA
(Texto de Samuel Antenor, distribuído pela Agência FAPESP) – A apropriação cidadã
da cultura científica envolve o trabalho de vários agentes, como professores,
pesquisadores e jornalistas, na difusão de temas de ciência e tecnologia
(C&T).
Apesar de as notícias
do setor não serem tão populares nos meios de comunicação como as de esportes,
por exemplo, os dispositivos tecnológicos e as campanhas emblemáticas ajudarão
a aumentar essa popularidade.
Isso é o que afirma o
professor espanhol Miguel Ángel Quintanilla, diretor do Instituto de Estudos de
Ciência e Tecnologia (eCyT, na sigla em espanhol) da Universidade de Salamanca
(Usal) e da Fundação Centro de Estudos de Ciência, Cultura Científica e
Inovação (3CIN).
Catedrático em Lógica
e Filosofia da Ciência na Usal e professor honoris causa pela Universidade de
Valparaíso (Chile), Quintanilla foi secretário de Estado de Universidades e de
Pesquisa, entre 2006 e 2008, e é um dos organizadores da Empirika, Feira
Ibero-americana da Ciência, Tecnologia e Inovação, evento internacional, bienal
e itinerante inaugurado em 2010 na Espanha e que foi realizado em 2012 em São
Paulo e Campinas.
Com larga experiência
na articulação de atividades interdisciplinares e interinstitucionais,
trabalhando com pesquisa e difusão de temas situados na intersecção entre
filosofia, ciência e tecnologia, ele falou com exclusividade para a Agência
FAPESP sobre seus estudos em cultura científica, sobre a crise no
sistema de C&T na Espanha e as perspectivas para pesquisas conjuntas com
universidades paulistas.
Quintanilla aponta
que as pesquisas em parceria com instituições de outros países podem ser uma
saída para a crise de financiamento pela qual passa o sistema de ciência e
tecnologia europeu.
Agência FAPESP – Suas linhas
de pesquisa envolvem filosofia, estudos sociais da ciência, comunicação pública
da C&T e cultura científica. Nesta área, especificamente, o senhor propõe a
criação de um centro de estudos na Universidade de Salamanca voltado também
para a profissionalização da difusão da cultura científica. Como seria esse
centro e qual seria seu objeto de estudo?
Miguel Ángel
Quintanilla – A cultura científica nada mais é do que a inserção, cada vez
maior, da ciência, da tecnologia e das inovações nos mais diferentes âmbitos do
nosso cotidiano. E mesmo a difusão da cultura científica como profissão já está
presente.
O que precisamos é
unificar as ações desses diferentes agentes, pois há diversos tipos de difusão.
Há, por exemplo, a dos professores, feita ainda na escola primária ou
secundária.
Os jornalistas que
atuam na cobertura da ciência são especializados na divulgação de temas
científicos e os próprios cientistas também são escritores científicos. O que
queremos potencializar é um enfoque diferente. É um tipo de profissional muito
importante, mas poucas universidades ou centros de pesquisa têm escritórios
especializados em cultura científica. É uma das muitas fronteiras que
necessitamos ultrapassar.
Agência FAPESP – Sua sugestão
seria a de unificar as ações de difusão, feitas originalmente por diferentes
tipos de divulgadores científicos?
Quintanilla – Mais do que
unificar, é fazer junto. O que está claro é que a difusão da cultura científica
se faz de diversas formas e em muitos níveis, pois há muita gente envolvida
nessa profissão, com ações distintas, mas que compartilham uma mesma visão
sobre a importância de difundir a cultura científica.
Sobre a clássica
pergunta, se um profissional da cultura científica deve ser um cientista
especializado em jornalismo ou um jornalista especializado em ciência, posso
responder, pela minha experiência, que tanto faz. Eu não poderia definir um
único perfil de expert da cultura científica, salvo no sentido de que o
profissional deve ter formação e capacidade para entender a cultura científica
e uma visão de como fazer a cultura científica, que eu chamo de cívica.
Agência FAPESP – Como fazer
para que a apropriação social da ciência – no sentido de alargamento da
participação cidadã nas questões de C&T – se transforme em um processo
efetivo na sociedade, a partir da difusão?
Quintanilla – O objetivo é
a apropriação por parte dos cidadãos. Falo de cidadãos, porque são pessoas que
devem se apropriar da cultura científica, e não uma sociedade abstrata. Para
isso, não há receitas mágicas.
Creio que uma linha
fundamental é a da educação cívica, obrigatória, básica, geral, para toda a
população, que incorpore de forma muito mais ativa a cultura científica como
parte da educação formal. E não apenas em áreas como matemática, física ou
química, mas de forma muito mais transversal, que abarque todos os níveis e
aspectos da educação. Penso que a educação precisa estar muito mais centrada em
um esforço para a cultura científica por parte dos cidadãos.
Agência FAPESP – E como isso
seria possível? O senhor tem um exemplo?
Quintanilla – Isso requer uma
reforma educacional, e há iniciativas nesse sentido. Isso passa pela educação
formal, mas é necessário fazer de uma maneira transversal, envolvendo todos os
níveis.
É preciso normalizar
a presença da cultura científica com todos os níveis de exigência nos meios de
comunicação, tradicionais ou novos.
Precisamos assumir
ativamente a responsabilidade de fazer com que a informação científica nos
meios de comunicação, jornais, televisão, internet seja tão frequente quanto é
a cultura esportiva. Porém, ainda estamos muito longe de uma realidade como
essa. Estamos longe, mas vamos avançar.
Agência FAPESP – Como
conciliar diferentes pontos de vista para uma apropriação social da
ciência?
Quintanilla – Tentando
construir um modelo de cultura científica cidadã, para que os demais atores
envolvidos entendam qual é o núcleo fundamental de sua tarefa. Esta é a
perspectiva da cultura científica.
Ela ajuda a capacitar
os cidadãos para os mecanismos de ciência e tecnologia, de forma a fazer com
que possam tomar decisões sobre questões de interesse público envolvendo
ciência e tecnologia ou que delas dependam.
Agência FAPESP – E isso
independentemente de serem cientistas.
Quintanilla – Exatamente,
propondo-se responsáveis por isso. Ainda que não sejam cientistas, é preciso
que estejam capacitados para dialogar com cientistas, enquanto os cientistas
devem estar capacitados para conversar com todos os cidadãos.
O importante é que os cidadãos que não
trabalhem com ciência entendam como funciona o processo de produção da ciência,
e os cientistas precisam ter em conta que, desse modo, todos os cidadãos vão
valorizar o esforço para aumentar o conhecimento por parte de quem faz as
pesquisas. Funciona como uma engrenagem e que se autoalimenta.
Agência FAPESP – Então a
divulgação científica e a participação cidadã interferem nesse processo de
produção da ciência?
Quintanilla – Os cidadãos
influenciam na produção da ciência. A questão é se isso é feito de maneira
consciente, com informações e instrumentos adequados, com objetivos
predefinidos e racionais, ou de forma cega, por meio de simples mecanismos de
mercado ou de procedimentos gerais de participação política indireta e de voto
de diferentes programas eleitorais dos partidos políticos.
Agência FAPESP – O senhor tem
mencionado a intenção de criar um programa de estudos científicos na
Universidade de Salamanca. O que seria e como funcionaria esse programa?
Quintanilla – Trata-se de
um curso para professores. Poderíamos chamá-lo de “Ciência para Cidadãos”.
Creio que teremos tudo pronto para colocá-lo na rede até o final do primeiro
semestre de 2013. O programa estará aberto a todos e terá um caráter
disciplinar. Seria fantástico se, em breve, pudéssemos adaptá-lo para
oferecê-lo também em uma versão em português.
Agência FAPESP – Esses
investimentos estão sendo afetados pela atual crise na Espanha?
Quintanilla – A crise
econômica não abarca apenas a Espanha, mas todo o conjunto de países europeus,
de forma mais acentuada em alguns, como no caso espanhol. Evidentemente, a
crise também não atinge apenas o financiamento às pesquisas, mas nessa área se
sente com mais rigor o corte de verbas, pois diminuíram substancialmente as
subvenções públicas para as atividades e instituições científicas.
Particularmente,
creio que o sistema possa aguentar por algum tempo essa situação, que afeta
todos os setores na Espanha, mas o sistema espanhol de ciência e tecnologia é
robusto o suficiente para se reerguer, caso a crise seja controlada e debelada
rápido. O que não sabemos é quanto tempo essa crise vai durar e por quanto
tempo o sistema será afetado pela falta de verbas.
Agência FAPESP – A FAPESP
realizou em dezembro de 2012 o simpósio Fronteras
de la Ciencia, na Espanha, no qual foram discutidos diferentes
aspectos sobre a produção científica dos dois países. Como o senhor vê a
possibilidade de intercâmbio entre pesquisadores brasileiros e espanhóis e que
resultados isso pode trazer para o desenvolvimento da ciência produzida no
Brasil e na Espanha?
Quintanilla – Na Espanha,
ficamos muito impressionados com o dinamismo e com a força do sistema
científico do Brasil, especialmente das instituições de ensino e pesquisa
localizadas no estado de São Paulo. A oportunidade de desenvolvermos projetos
conjuntos e de estreitarmos nossos laços para uma maior colaboração científica
é muito importante para nós. Além disso, temos já experiências prévias muito
satisfatórias.
No caso específico do Instituto de
Estudos da Ciência e da Tecnologia e da Fundação 3CIN, alimentamos grandes
expectativas de que possamos concretizar, já nos próximos meses, vários
programas de colaboração. Isso, tanto no campo da pesquisa como da divulgação
de ciência e da tecnologia.
FSP-USP
BUSCA PESQUISADORES PARA PROJETO
O Departamento de Nutrição da Faculdade de
Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) está com inscrições
abertas, até o dia 10 de março, para pesquisadores voluntários interessados em
participar do projeto de pesquisa “O efeito do chocolate e chá-mate no
endotélio de pacientes HIV/aids”, desenvolvido no Instituto de Infectologia
Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Os
selecionados participarão de todas as fases da pesquisa, entre os meses de
março a julho, com atividades que ocorrerão duas vezes por semana, no período
da manhã ou da tarde.
Voltado para
profissionais e alunos de cursos superiores da área da saúde, o estágio
fornecerá certificados para todos os participantes, além de haver a
possibilidade de concessão de bolsas para graduandos que não estiverem cursando
o último ano.
As inscrições são gratuitas, e os interessados
deverão enviar solicitação de inscrição por e-mail, aos cuidados da professora
Patrícia Rondó (phcrondo@usp.br) ou de Liana Luzia (lianaluzia@usp.br). Mais informações: (11) 3061-7705
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