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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

JOVENS PREFEREM FACEBOOK NA HORA DE RECLAMAR

 
O consumidor brasileiro espera ficar satisfeito quando adquire um produto ou serviço em uma relação comercial. Porém, nem sempre esta experiência é positiva, por conta do surgimento de algum problema, e a solução pode se transformar em dor de cabeça.

Nessas horas, considerando os atributos credibilidade do meio, alcance da reclamação, alcance geográfico, número de comentários obtidos e facilidade para fazer a contestação  o meio mais eficiente na visão dos brasileiros para a solução de problemas relacionados com as quixas dos consumidores são os órgãos de defesa do consumidor, que alcançam a média de 4,2 numa escala de um a cinco

Mas, para a totalidade dos entrevistados, as redes sociais, particularmente o Facebook, tiveram destaque enquanto ferramenta para expressar reclamações e, por vezes, obter resposta das empresas.

Ele aparece em segundo lugar na escala geral com média de 3,7. Outras formas avaliadas foram o contato pessoal (3,7), os sites específicos como o Reclame Aqui (3,5), o Twitter (3,4), os jornais impressos (3,1), o rádio (2,9) e o contato por telefone (2,6).

Antes mesmo de tomarem uma atitude, as pessoas dividem sua indignação com as outras: em primeiro lugar com os familiares, em segundo com os amigos e por fim com os colegas de trabalho. Atenção especial deve ser dada aos jovens entrevistados com idade entre 20 e 29 anos que se destacaram da média nacional no quesito: 50% deles afirmaram conversar com amigos sobre os problemas (dez pontos percentuais a mais que a média nacional).

O levantamento foi realizado com três mil internautas brasileiros por meio da plataforma de pesquisas on-line LeadPix.

A mesma diferença em favor dos jovens é encontrada quando após o insucesso do contato com a empresa, a maioria dos entrevistados procuram entidades de defesa do consumidor(84%) e/ou denunciam o problema nas mídias sociais (28%) ou ainda escrevem aos jornais para denunciar o problema (4%). Novamente os jovens entre 20 a 29 anos  de idade se destacam: 34% deles optam por utilizar as redes sociais como manifestação.

“É notável a importância que as redes sociais têm na repercussão e tentativa de solução de reclamações entre os mais jovens. O contato via redes sociais, pelas características de linguagem e percepção de comunidade vem ganhando força nos últimos anos, substituindo, com a vantagem da repercussão pública, o contato pessoal”, diz WiliamKerniski, diretor executivo da empresa de pesquisa digital.

“É tempo das empresas entenderem o fato como uma oportunidade de aproximação com seus consumidores, entrando na arena das redes”, completa Kerniski. (Promoview)

A GENNEALOGIA DO MOVIMENTO HIP HOP


(Texto de Karina Toledo, distribuído pela Agência FAPESP) A genealogia do movimento hip hop, desde suas influências africanas mais longínquas, passando pela popularização nos Estados Unidos durante os anos 1970 e a chegada ao Brasil na década de 1980, foi traçada pelo historiador Rafael Lopes de Sousa no livro O movimento hip hop: a anti-cordialidade da ‘república dos manos’ e a estética da violência, lançado pela editora AnnaBlume.

Mais do que um levantamento histórico, a obra busca compreender as demandas que os jovens da cultura hip hop trazem à tona, como eles se tornam porta-vozes da experiência negra e repercutem no cotidiano da periferia de São Paulo nos dias de hoje.

O primeiro capítulo investiga as bases históricas de formação da cultura hip hop, que segundo Sousa é composta por quatro elementos principais: a música rap (ritmo e poesia na sigla em inglês), a dança break, o grafite e as figuras do DJ e do MC (disc-jóquei e mestre-de-cerimônias). Foi no bairro nova-iorquino do Bronx, na primeira metade da década de 1970, que os quatro elementos se fundiram.

Por meio de uma pesquisa etnográfica, o historiador apresenta também o percurso do movimento em São Paulo, desde a década de 1970 até a atualidade. Aborda algumas de suas ramificações artísticas como as posses – encontro de grupos de rap – para realizar ações sociais em suas comunidades e promover disputas de dançarinos de break, os b-boys.

O segundo capítulo busca explicar a efervescência cultural que dominou a cena marginal nos Estados Unidos na década de 1970, resultando em uma intensa troca de experiências entre os jovens latinos e afrodescendentes.

“Se buscarmos as principais fontes de informação e de formação do grafite, encontraremos fortes traços de influência latina. Os maiores artistas do gênero na época vinham de países como Porto Rico, Colômbia, Bolívia e Costa Rica. Já os primeiros DJs e MCs de rap que surgem nos Estados Unidos são jamaicanos”, afirmou o historiador.

O break, por sua vez, surge como uma dança de protesto, fazendo alusão aos corpos mutilados dos soldados que voltavam da Guerra do Vietnã, contou Sousa.

“Alguns DJs perceberam que os encontros de DJs e MCs poderiam avançar para além da diversão e promover a integração entre gangues rivais. A rivalidade e as brigas de rua foram transferidas para disputas de danças”, disse.

Mais focado na realidade brasileira, o terceiro capítulo faz uma radiografia das transformações urbanas que ocorreram na cidade de São Paulo ao longo do século 20 e discute suas repercussões para os jovens da periferia. De acordo com Sousa, a partir dos anos 1980, os jovens antes confinados na periferia passaram a mostrar sua arte em regiões centrais, como o Largo São Bento, a Praça da Sé ou a Praça Roosevelt.

“Com a chegada desses e de outros novos atores sociais ao centro de São Paulo, entre eles os punks, começa a haver disputa de espaço e a perseguição policial fica mais intensa. Os jovens da periferia que ousavam circular no centro eram tratados como intrusos, delinquentes e arruaceiros”, disse Sousa.

Agenda cultural

O capítulo seguinte trata do surgimento, popularização e legado dos bailes black para o rap, desde os tempos em que ainda estavam isolados na periferia até os dias em que passaram a integrar a agenda cultural das casas de espetáculo dos grandes centros urbanos, como o Chic Show, em São Paulo, e o Canecão, no Rio.

“A presença constantes de figuras como Tim Maia, Gilberto Gil, Jorge Ben, James Brown e Billy Paul, começa atrair frequentadores de outros segmentos sociais”, contou o autor.

Para finalizar, Sousa retrata o cotidiano atual da periferia paulistana, cercado de violência e marginalidade e aponta a música rap como um caminho para os jovens da periferia superarem essa realidade.

O quinto e último capítulo fala também sobre o universo simbólico da “república dos manos”, que engloba um jeito próprio de vestir, andar e falar. “Esse universo criou as condições para a superação dos pressupostos da consagrada dialética da malandragem e a criação de uma nova forma de atuação social definida como dialética da marginalidade, que rejeita, muitas vezes, as regras de inserção social”, afirmou.

Publicado com apoio da FAPESP, o livro é resultado da tese de doutorado de Sousa, defendida em 2009 na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Durante seu mestrado, realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), o historiador investigou as origens e os impactos do movimento punk. Agora, como professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e da Universidade Santo Amaro, continua a estudar os movimentos juvenis e sua interferência no espaço urbano.

GUERRILHA pelo DO JORNAL IMPRESSO

Uma ação interessante e esperta foi criada pela agência Duval Guillaume, da Bélgica, para provar que os jornais impressos ainda conseguem segurar a atenção do público.

Em nome da Newspaperwork, foi concedido um motorista particular para três principais responsáveis pela publicidade de três grandes empresas. Sigrid Van Den Houte, da Telenet; Walter Torfs, da BNP Paribas; e Yves De Voeght, da Coca-Cola. Como são pessoas muito ocupadas, dificilmente teriam tempo para ler um jornal.

Dentro do veículo, um jornal para os executivos lerem. Enquanto se atualizavam, a agência tentou distraí-los de diversas formas. Urso no carro, astronauta na rua e uma pessoa pegando fogo.

A tentativa foi em vão. Os empresários estavam totalmente compenetrados enquanto liam o jornal impresso. (Promoview)
PRÊMIO PARA TESES EM  GESTÃO DA INOVAÇÃO
 
Abertas até dia 31 as inscrições para o ISPIM-Wiley Innovation Management Dissertation Award, que selecionará as três melhores teses de doutorado na área de gestão da inovação defendidas em 2012.

O prêmio é financiado pela editora John Wiley & Sons, com sede nos Estados Unidos. Os autores das três melhores teses, selecionadas por um painel científico, deverão participar da conferência da associação Ispim em junho de 2013 na Finlândia. O autor da melhor tese receberá ainda 1,5 mil euros e os outros dois finalistas, 500 euros cada.

Podem se inscrever estudantes que concluíram o doutorado ou equivalente entre 1º de janeiro de 2012 e 31 de dezembro de 2012. A data de conclusão considerada é aquela em que o estudante finalizou todas as exigências para o título. A tese não precisa ter sido publicada para ser inscrita.

Todos os documentos precisam ser apresentados em inglês, com a exceção da tese em si, que pode estar no idioma original. Entretanto, caso o estudante fique entre os três candidatos finalistas, ele deve apresentar uma versão completa da tese em inglês para permanecer no processo.

A ISPIM não publicará nem distribuirá o trabalho inscrito para ninguém além dos integrantes do painel científico e apenas para o propósito do evento. Os vencedores terão os resumos da tese publicados online. Resumos de trabalhos já premiados estão em:http://www.ispim.org/files/ispim-wiley_past_outlines.zip.

Os avaliadores analisarão os trabalhos seguindo critérios de impacto, inovação, rigor científico e comunicação.

DIESEL CALCULA QUANTO TEMPO VOCÊ TEM DE VIDA

Imagina se uma marca adivinhasse quantos dias o consumidor tem de vida. Isso já é realidade. A Diesel criou um aplicativo divertido que calcula quantos dias você ainda tem para viver.

O jogo no Facebook, intitulado deDays To Live, faz parte da ação de marketing promocional para os relógios Diesel Timeframes.

Para utilizar, basta acessar, preencher a data de nascimento e país onde vive. Depois, começam todos os tipos de perguntas, que vão desde sua cor favorita até histórico familiar.

Ao final, é possível saber quanto tempo você ainda tem para viver e compartilhar o resultado no Facebook Twitter, convidando seus amigos para jogar. A responsável pela criação foi a Crispin, Porter & Bogusky.(Promoview)

 

OPORTUNIDADES

 Abertas até  dia 25 as inscrições para os concursos para preencher as vagas para Técnicos e Analistas para Assuntos Administrativos para a Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da Universidade de São Paulo (USP).


Há cinco vagas para analista (para o qual se exige nível superior) e doze para técnicos (nível médio).

O salário para técnico é de R$ 3.212,36 e para o superior, R$ 6.040,48. As inscrições devem ser feitas em https://uspdigital.usp.br/marteweb.


COMEÇA VENDA DE INGRESSOS PARA O RIO VERÃO FESTIVAL

Dia 16 de março, a Praça da Apoteose recebe o Rio Verão Festival 2013, evento de música brasileira que vai reunir, num único dia, nomes como Michel Teló, Chiclete com Banana, Capital Inicial, O Rappa e Revelação.

Com apresentação de Rodrigo Faro, a expectativa é que o evento receba um público de 30 mil pessoas. A venda de ingressos teve início ontem (17/01), nos pontos de venda credenciados e pelo site Ingresso Rápido.

Em sua segunda edição, o Rio Verão Festival já faz parte do calendário oficial da cidade. A realização é da Record Rio em parceria com a Adma Entretenimento, e com patrocínio da Prefeitura do Rio. No dia da festa, os portões serão abertos às 16h e o primeiro show terá início às 18h.

Segundo Thomaz Naves, diretor comercial e de marketing da Record Rio, a cidade está preparada para receber grandes eventos.

“A segunda edição do Rio Verão Festival vai reunir grandes nomes de diferentes estilos musicais, reforçando a diversidade e alta qualidade da música brasileira. A praça da Apoteose, cenário de grandes eventos como o Hollywood Rock, Eric Clapton e Elton John, palco histórico e cartão postal reconhecido mundialmente, será agora espaço oficial do evento que fecha o verão carioca ”, afirma Navez.

“É um privilégio ter os maiores nomes da música brasileira num único evento, que vai animar o público na estação mais quente do ano”, diz Marcelo Alves, presidente da ADMA Entretenimento.

Para desenvolver ações de conscientização e responsabilidade social, o festival firmou parceria com o movimento “Rio Eu Amo Eu Cuido”, que tem como foco sensibilizar o cidadão da importância das pequenas atitudes para o sucesso do Rio de Janeiro. (Promoview)
 
TIMÃO VIRA CACHAÇA

A república corintiana tem motivos de sobra para celebrar. O centenário do time em 2010, a vitória naLibertadores da América e oBicampeonato Mundial de Clubes da Fifa, ambos em 2012.

Visando fortalecer e estreitar a relação clube e torcedor, o Timão apresenta seu mais no produto: a Cachaça Seleta licenciada do Corinthians.

Envelhecida por dois anos em tonéis de umburana (madeira brasileira nativa do norte de Minas), a Cachaça Seleta tem 42% de teor alcoólico.

A bebida é produzida na cidade de Salinas (MG) considerada a Capital Mundial da Cachaça, que, em 2012, recebeu o Selo de Indicação Demográfica certificado pelo Inpi – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. (Promoview)

 

 

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