O consumidor brasileiro espera ficar satisfeito quando adquire um produto ou serviço em uma relação comercial. Porém, nem sempre esta experiência é positiva, por conta do surgimento de algum problema, e a solução pode se transformar em dor de cabeça.
Nessas horas,
considerando os atributos credibilidade do meio, alcance da reclamação, alcance
geográfico, número de comentários obtidos e facilidade para fazer
a contestação o meio mais eficiente na visão dos brasileiros para a
solução de problemas relacionados com as quixas dos consumidores são os órgãos
de defesa do consumidor, que alcançam a média de 4,2 numa escala de um a cinco
Mas, para a
totalidade dos entrevistados, as redes sociais, particularmente o Facebook,
tiveram destaque enquanto ferramenta para expressar reclamações e, por vezes,
obter resposta das empresas.
Ele aparece em segundo lugar na escala geral com
média de 3,7. Outras formas avaliadas foram o contato pessoal (3,7), os sites específicos
como o Reclame Aqui (3,5), o Twitter (3,4), os jornais impressos (3,1), o rádio
(2,9) e o contato por telefone (2,6).
Antes mesmo de
tomarem uma atitude, as pessoas dividem sua indignação com as outras: em
primeiro lugar com os familiares, em segundo com os amigos e por fim com os
colegas de trabalho. Atenção especial deve ser dada aos jovens entrevistados
com idade entre 20 e 29 anos que se destacaram da média nacional no quesito:
50% deles afirmaram conversar com amigos sobre os problemas (dez pontos percentuais
a mais que a média nacional).
O levantamento foi realizado com três mil
internautas brasileiros por meio da plataforma de pesquisas on-line LeadPix.
A mesma
diferença em favor dos jovens é encontrada quando após o insucesso do contato
com a empresa, a maioria dos entrevistados procuram entidades de defesa do
consumidor(84%) e/ou denunciam o problema nas mídias sociais (28%) ou ainda
escrevem aos jornais para denunciar o problema (4%). Novamente os jovens entre
20 a 29 anos de idade se destacam: 34% deles optam por utilizar as redes
sociais como manifestação.
“É notável a importância que as redes sociais
têm na repercussão e tentativa de solução de reclamações entre os mais jovens.
O contato via redes sociais, pelas características de linguagem e percepção de
comunidade vem ganhando força nos últimos anos, substituindo, com a vantagem da
repercussão pública, o contato pessoal”, diz WiliamKerniski,
diretor executivo da empresa de pesquisa digital.
“É tempo das
empresas entenderem o fato como uma oportunidade de aproximação com seus
consumidores, entrando na arena das redes”, completa Kerniski. (Promoview)
A GENNEALOGIA DO MOVIMENTO HIP HOP
(Texto de Karina Toledo, distribuído pela Agência
FAPESP) – A genealogia do movimento hip hop, desde
suas influências africanas mais longínquas, passando pela popularização nos
Estados Unidos durante os anos 1970 e a chegada ao Brasil na década de 1980,
foi traçada pelo historiador Rafael Lopes de Sousa no livro O movimento hip hop: a
anti-cordialidade da ‘república dos manos’ e a estética da violência,
lançado pela editora AnnaBlume.
Mais do que
um levantamento histórico, a obra busca compreender as demandas que os jovens
da cultura hip hop trazem à tona, como eles se tornam porta-vozes da
experiência negra e repercutem no cotidiano da periferia de São Paulo nos dias
de hoje.
O primeiro
capítulo investiga as bases históricas de formação da cultura hip hop, que
segundo Sousa é composta por quatro elementos principais: a música rap (ritmo e poesia na sigla em inglês), a
dança break, o grafite e
as figuras do DJ e do MC (disc-jóquei e mestre-de-cerimônias). Foi no bairro
nova-iorquino do Bronx, na primeira metade da década de 1970, que os quatro
elementos se fundiram.
Por meio de
uma pesquisa etnográfica, o historiador apresenta também o percurso do
movimento em São Paulo, desde a década de 1970 até a atualidade. Aborda algumas
de suas ramificações artísticas como as posses –
encontro de grupos de rap –
para realizar ações sociais em suas comunidades e promover disputas de
dançarinos de break, os b-boys.
O segundo
capítulo busca explicar a efervescência cultural que dominou a cena marginal
nos Estados Unidos na década de 1970, resultando em uma intensa troca de
experiências entre os jovens latinos e afrodescendentes.
“Se
buscarmos as principais fontes de informação e de formação do grafite,
encontraremos fortes traços de influência latina. Os maiores artistas do gênero
na época vinham de países como Porto Rico, Colômbia, Bolívia e Costa Rica. Já
os primeiros DJs e MCs de rap que surgem nos Estados Unidos são
jamaicanos”, afirmou o historiador.
O break, por sua vez, surge como
uma dança de protesto, fazendo alusão aos corpos mutilados dos soldados que
voltavam da Guerra do Vietnã, contou Sousa.
“Alguns DJs
perceberam que os encontros de DJs e MCs poderiam avançar para além da diversão
e promover a integração entre gangues rivais. A rivalidade e as brigas de rua
foram transferidas para disputas de danças”, disse.
Mais focado
na realidade brasileira, o terceiro capítulo faz uma radiografia das
transformações urbanas que ocorreram na cidade de São Paulo ao longo do século
20 e discute suas repercussões para os jovens da periferia. De acordo com
Sousa, a partir dos anos 1980, os jovens antes confinados na periferia passaram
a mostrar sua arte em regiões centrais, como o Largo São Bento, a Praça da Sé
ou a Praça Roosevelt.
“Com a
chegada desses e de outros novos atores sociais ao centro de São Paulo, entre
eles os punks, começa a haver disputa de espaço e a perseguição policial fica
mais intensa. Os jovens da periferia que ousavam circular no centro eram
tratados como intrusos, delinquentes e arruaceiros”, disse Sousa.
Agenda
cultural
O capítulo
seguinte trata do surgimento, popularização e legado dos bailes black para o rap, desde os tempos em que
ainda estavam isolados na periferia até os dias em que passaram a integrar a
agenda cultural das casas de espetáculo dos grandes centros urbanos, como o
Chic Show, em São Paulo, e o Canecão, no Rio.
“A presença
constantes de figuras como Tim Maia, Gilberto Gil, Jorge Ben, James Brown e
Billy Paul, começa atrair frequentadores de outros segmentos sociais”, contou o
autor.
Para
finalizar, Sousa retrata o cotidiano atual da periferia paulistana, cercado de
violência e marginalidade e aponta a música rap como um caminho para os jovens da
periferia superarem essa realidade.
O quinto e
último capítulo fala também sobre o universo simbólico da “república dos
manos”, que engloba um jeito próprio de vestir, andar e falar. “Esse universo
criou as condições para a superação dos pressupostos da consagrada dialética da
malandragem e a criação de uma nova forma de atuação social definida como
dialética da marginalidade, que rejeita, muitas vezes, as regras de inserção
social”, afirmou.
Publicado
com apoio da FAPESP, o livro é resultado da tese de doutorado
de Sousa, defendida em 2009 na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Durante seu
mestrado, realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), o historiador
investigou as origens e os impactos do movimento punk. Agora, como professor da
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e da Universidade Santo Amaro,
continua a estudar os movimentos juvenis e sua interferência no espaço urbano.
Mais informações: www.annablume.com.br/comercio/product_info.php?cPath=15&products_id=1819&PHPSESSID=3kij3lgnp8iqtvmjk4hg3ve8b5
GUERRILHA pelo DO JORNAL IMPRESSOUma ação interessante e esperta foi criada pela agência Duval Guillaume, da Bélgica, para provar que os jornais impressos ainda conseguem segurar a atenção do público.
Em nome da Newspaperwork,
foi concedido um motorista particular para três principais responsáveis pela
publicidade de três grandes empresas. Sigrid Van Den Houte, da Telenet;
Walter Torfs, da BNP Paribas;
e Yves De Voeght, da Coca-Cola. Como
são pessoas muito ocupadas, dificilmente teriam tempo para ler um jornal.
Dentro do veículo, um jornal para os executivos
lerem. Enquanto se atualizavam, a agência tentou distraí-los de diversas
formas. Urso no carro, astronauta na rua e uma pessoa pegando fogo.
A tentativa foi
em vão. Os empresários estavam totalmente compenetrados enquanto liam o jornal
impresso. (Promoview)
PRÊMIO
PARA TESES EM GESTÃO DA INOVAÇÃOAbertas até dia 31 as inscrições para o ISPIM-Wiley Innovation Management Dissertation Award, que selecionará as três melhores teses de doutorado na área de gestão da inovação defendidas em 2012.
O prêmio é
financiado pela editora John Wiley & Sons, com sede nos Estados Unidos. Os
autores das três melhores teses, selecionadas por um painel científico, deverão
participar da conferência da associação Ispim em junho de 2013 na Finlândia. O
autor da melhor tese receberá ainda 1,5 mil euros e os outros dois finalistas,
500 euros cada.
Podem se
inscrever estudantes que concluíram o doutorado ou equivalente entre 1º de
janeiro de 2012 e 31 de dezembro de 2012. A data de conclusão considerada é
aquela em que o estudante finalizou todas as exigências para o título. A tese
não precisa ter sido publicada para ser inscrita.
Todos os
documentos precisam ser apresentados em inglês, com a exceção da tese em si,
que pode estar no idioma original. Entretanto, caso o estudante fique entre os
três candidatos finalistas, ele deve apresentar uma versão completa da tese em
inglês para permanecer no processo.
A ISPIM não
publicará nem distribuirá o trabalho inscrito para ninguém além dos integrantes
do painel científico e apenas para o propósito do evento. Os vencedores terão
os resumos da tese publicados online. Resumos de trabalhos já premiados estão
em:http://www.ispim.org/files/ispim-wiley_past_outlines.zip.
Os
avaliadores analisarão os trabalhos seguindo critérios de impacto, inovação,
rigor científico e comunicação.
DIESEL CALCULA QUANTO TEMPO VOCÊ TEM DE VIDA
Imagina se uma marca adivinhasse quantos dias o
consumidor tem de vida. Isso já é realidade. A Diesel criou
um aplicativo divertido que calcula quantos dias você ainda tem para viver.
O jogo no Facebook,
intitulado deDays To Live, faz parte da ação
de marketing promocional para os
relógios Diesel Timeframes.
Para utilizar, basta acessar, preencher a data
de nascimento e país onde vive. Depois, começam todos os tipos de perguntas,
que vão desde sua cor favorita até histórico familiar.
Ao final, é possível saber quanto tempo você
ainda tem para viver e compartilhar o resultado no Facebook e Twitter,
convidando seus amigos para jogar. A responsável pela criação foi a Crispin,
Porter & Bogusky.(Promoview)
OPORTUNIDADES
Abertas até dia 25 as inscrições para os concursos para preencher as vagas para Técnicos e
Analistas para Assuntos Administrativos para a Escola de Engenharia de Lorena
(EEL) da Universidade de São Paulo (USP).
Há cinco
vagas para analista (para o qual se exige nível superior) e doze para técnicos
(nível médio).
O salário
para técnico é de R$ 3.212,36 e para o superior, R$ 6.040,48. As inscrições
devem ser feitas em https://uspdigital.usp.br/marteweb.
Os editais
estão disponíveis em: www.usp.br/drh/novo/recsel/vreaconc0132013.html ewww.usp.br/drh/novo/recsel/vreaconc0122013.html. Mais detalhes: simone@adm.eel.usp.br.
COMEÇA VENDA DE INGRESSOS PARA O RIO VERÃO FESTIVAL
Dia 16 de março, a Praça da Apoteose recebe o Rio Verão Festival 2013, evento de música
brasileira que vai reunir, num único dia, nomes como Michel Teló, Chiclete com
Banana, Capital Inicial, O Rappa e Revelação.
Com apresentação de Rodrigo
Faro, a expectativa é que o evento receba um público
de 30 mil pessoas. A venda de ingressos teve início ontem (17/01), nos
pontos de venda credenciados e pelo site Ingresso
Rápido.
Em sua segunda edição, o Rio
Verão Festival já faz parte do
calendário oficial da cidade. A realização é da Record
Rio em parceria com a Adma
Entretenimento, e com patrocínio da Prefeitura
do Rio. No dia da festa, os portões serão abertos às
16h e o primeiro show terá início às 18h.
Segundo Thomaz
Naves, diretor comercial e de marketing da Record
Rio, a cidade está preparada para receber grandes eventos.
“A segunda
edição do Rio Verão Festival vai reunir grandes nomes de diferentes estilos
musicais, reforçando a diversidade e alta qualidade da música brasileira. A
praça da Apoteose, cenário de grandes eventos como o Hollywood Rock, Eric
Clapton e Elton John, palco histórico e cartão postal reconhecido mundialmente,
será agora espaço oficial do evento que fecha o verão carioca ”, afirma Navez.
“É um privilégio ter os maiores nomes da música
brasileira num único evento, que vai animar o público na estação mais quente do
ano”, diz Marcelo Alves,
presidente da ADMA Entretenimento.
Para desenvolver ações de conscientização e responsabilidade
social, o festival firmou parceria com o movimento
“Rio Eu Amo Eu Cuido”, que tem como foco sensibilizar o cidadão da importância
das pequenas atitudes para o sucesso do Rio de Janeiro. (Promoview)
TIMÃO VIRA CACHAÇA
A
república corintiana tem motivos de sobra para celebrar. O centenário do time
em 2010, a vitória naLibertadores
da América e oBicampeonato
Mundial de Clubes da Fifa, ambos em
2012.
Visando fortalecer e estreitar a relação clube e
torcedor, o Timão
apresenta seu mais no produto: a Cachaça Seleta licenciada
do Corinthians.
Envelhecida por
dois anos em tonéis de umburana (madeira brasileira nativa do norte de Minas),
a Cachaça Seleta tem
42% de teor alcoólico.
A bebida é produzida na cidade de Salinas (MG)
considerada a Capital
Mundial da Cachaça, que, em 2012,
recebeu o Selo de Indicação Demográfica certificado pelo Inpi –
Instituto Nacional da Propriedade Industrial. (Promoview)
Nenhum comentário:
Postar um comentário