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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

CANNES LIONS INAUGURA 16ª. ÁREA


 

As inscrições para o Cannes Lions 2013 começam em 24  com mais uma novidade. Depois de inaugurar duas áreas em 2012, premiando trabalhos de Mobile e Branded Content & Entertainment, o Festival Internacional de Criatividade chega à sua 60ª edição este ano com a avaliação de trabalhos para a estreante Innovation Lion. A divisão visa destacar tecnologias e ações inovadoras que transformam grandes ideias criativas em realidade.

 

O júri será formado por especialistas em tecnologia, bem como em hardware, aplicativos, produtos e softwares que facilitam a excelência criativa na comunicação.

 

“Grandes ideias que são executadas usando formas inovadoras de tecnologia, como o projeto Nike+ Fuelband, vencedor do Grand Prix de Titanium em 2012, e o Carro invisível, vencedor do GP de Outdoor no ano passado, já são reconhecidos e premiados em Cannes.”

 

“Mas o Innovation Lions é diferente. Ele funcionará como um tributo à tecnologia, que está guiando a indústria à frente e tornando possível esses incríveis cases, permitindo a comunidade criativa a se comunicar com o consumidor de uma forma única”, detalha Terry Savage, chairman do Lions Festivals.

 

As inscrições demandarão o envio de uma proposta escrita e de prova de conceito. Os trabalhos que chegarem ao shortlist terão espaço para uma apresentação de 10 minutos ao júri sobre a tecnologia, seguida de mais 10 minutos para possíveis perguntas.

Essa interação deve acontecer no primeiro dia do Cannes Lions 2013, que tem início em 16 de junho e se encerra dia 22. Após o processo, o corpo de avaliadores decidirá quais cases serão premiados com Leões e o Grand Prix, em resultados a serem revelados na terça-feira, 18 de junho. Mais informações sobre os cases que podem ser inscritos na nova área estão no site do Cannes Lions. (Propmark)

 

 ECONOMIA: EXCESSO DE CORTES MATA O CRESCIMENTO

(Texto de Carmine Tabarro, distribuído pel Zenit.org) - Nos últimos meses, foi denunciado diversas vezes o fracasso das políticas utilitaristas de austeridade e de rigor orçamentário. A história econômica nos ensina que as políticas de austeridade excessiva em tempos de crise são devastadoras e só originam novas escaladas de crise, como vem acontecendo na Europa nos últimos anos.

Finalmente, com honestidade intelectual incrível, este erro foi admitido por Olivier Blanchard, ex-economista chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Ele publicou recentemente, em co-autoria com Daniel Leigh, do departamento de pesquisas do FMI, um estudo cujo título é enigmático, “Erros de Projeção de Crescimento e Multiplicadores Fiscais”, mas cujo conteúdo é muito concreto.

A pesquisa dá prosseguimento e confirmação a um estudo prévio, divulgado no World Economic Outlook em outubro passado, que mostrava que os planos de austeridade e o rigor orçamentário na zona do euro, feitos de maneira violenta, tiveram mais impacto negativo no crescimento do que tinha sido inicialmente estimado que teriam.

O estudo se concentra na relação entre a redução do déficit público e o crescimento econômico. Os modelos usados ​​pela troika (BCE, UE, FMI) para os programas de ajustes dos países que usam o euro se basearam em um multiplicador de cerca de 0,5: ou seja, eles estimavam que, para cada 1 ponto de corte no déficit, haveria uma diminuição no crescimento de cerca de 0,5 ponto.

O estudo de Blanchard-Leigh conclui que "os multiplicadores implícitos nas previsões foram subestimados, em média, em cerca de uma unidade".

A diferença entre 0,5 e 1,5 é compreensivelmente considerável. Significa que, para cada corte de 1 ponto no déficit, o crescimento caía 1,5 ponto. Este erro tem consequências dramáticas.

Para explicar o engano, Blanchard enumera uma série de fatores especiais da Grande Recessão: as taxas de juros já próximas de zero, e, portanto, a impossibilidade de se contrabalançar a ação fiscal com a política monetária; um sistema financeiro ineficiente, que fez o consumo depender mais da renda atual do que da futura; a presença de grandes recursos não utilizados; e a sincronização continental das políticas de ajuste. Todos estes fatores próprios da crise do euro afetaram as estimativas dos multiplicadores.

A admissão do erro daria razão aos muitos opositores das políticas de ajuste? É claro que não. O problema do ajuste das finanças públicas continua sendo essencial em quase todas as economias avançadas. O que ainda deve ser determinado direito é o ritmo de uma recuperação adequada e sustentável.

Em outras palavras, a consolidação das contas públicas deve ter o ritmo de uma maratona, não de uma corrida de cem metros. O FMI se tornou porta-voz desta nova consciência dentro da troika, para que haja programas credíveis no médio prazo.

PRODUTORAS DE SOM GANHAM IMPORTÂNCIA


 


A Aprosom (Associação Brasileira das Produtoras de Fonogramas Publicitários) comemora os bons resultados obtidos em 2012 e garante: 2013 será o ano de reconhecimento da categoria, que vem sofrendo com a desvalorização do trabalho. Segundo Kito Siqueira, presidente da entidade, o problema reside nos métodos de valoração utilizados nas mesas de compra, importados de setores da economia voltados à produção de bens materiais e especificáveis. Como consequência, não há como medir o valor da produção de áudio, considerada uma atividade de propriedade intelectual.


 


“Os anunciantes devem entender que o valor da remuneração das produtoras de som é praticamente irrelevante se comparado ao custo total de produção de uma peça. Uma redução sistemática dessa remuneração levará à diminuição da saúde das produtoras e a uma queda de qualidade que não se justificará pela economia representada”, explica.

Por sorte, diz Siqueira, representantes de setores de compras de grandes anunciantes já estão dispostos a reverem suas táticas de avaliação. “Sentimos que vários deles estão sensíveis aos argumentos apresentados. Temos encontrado interlocução inteligente e de boa vontade às nossas ideias”.

Entre as conquistas da Aprosom em 2012 está a implantação dos documentos gerados pelo III Fórum de Produção Publicitária, promovido por Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade), Apro (Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais) e Aprosom a fim de fomentar e fortalecer a indústria de produção publicitária no país.

“Os documentos aprovados contêm os novos contratos entre produtoras de áudio, agências e anunciantes, que sacramentam nossa atividade como de propriedade intelectual, sendo remunerada pela cessão de direito de uso dessa propriedade por tempo e abrangência limitados. Essa mudança faz parte de um movimento de modernização e formalização das relações comerciais das produtoras de som, visto que o setor sempre apresentou grande parcela de informalidade em seus relacionamentos”, destaca Siqueira.

Em 2012, a entidade realizou, ainda, pleito junto à Ancine (Agência Nacional do Cinema) para que as produtoras de som fossem reconhecidas pela entidade. “Já é possível registrar uma produtora de som no órgão e isso é o embrião de um relacionamento que visa aproveitar as políticas de fomento e regulação de mercado implantadas pela agência”, afirma.

A aprovação da lei que estabelece cotas de espaço para conteúdo brasileiro nos canais de TV paga, recebida com entusiasmo pelas produtoras de filmes, também garantirá um impulso considerável na produção de áudio.

“A produção para TV também aproveitará a temática relativa aos eventos que acontecerão no ano, como a Copa das Confederações, provavelmente com um crescimento no valor médio das peças. Esperamos um aumento da produção de jingles, que são habitualmente típicos na comunicação desses períodos”, garante Siqueira.

“Temos ainda muito para fazer e estamos com vários grupos de trabalho, projetos e assuntos de grande importância para o nosso setor que estão sendo encaminhados em diferentes frentes. Foi muito bom ver que nossos esforços institucionais para valorizar o trabalho das produtoras de som tem dado resultado”, conclui. (Propmark)

REEDUCAÇÃO ALIMENTAR NÃO SIGNIFICA REGIME

 As doenças decorrentes dos maus hábitos alimentares vêm aumentando ano após ano no mundo todo. Felizmente, é possível evitar esse problema. A reeducação alimentar está totalmente ligada a uma nova forma de compreensão do excesso de peso. Pensar, Sentir e Agir conscientemente pode transformar efetivamente o “auto-olhar”, promovendo reeducação e organização da vida em sua integralidade.

Priscila Recco, Psicoterapeuta especializada em Psicossomática,  Programação Neurolinguística, Acutone e Coaching ontológico, explica que reeducar a forma de se alimentar não significa regime.“Aprender a resgatar o verdadeiro sentido da comida, que é nutrir, é o caminho para uma vida saudável sem excessos”, revela.

Quando alguém emagrece e volta a ganhar mais peso do que havia perdido, é comum responsabilizar um agente externo, como um remédio, um acontecimento ou um determinado tratamento que não tenha dado certo. “Isso é muito frequente em quem faz dietas, porque muita vezes, ocorre certo desequilíbrio. Quando  se inicia um processo de emagrecimento de fora para dentro é muito provável que essa pessoa perca peso e na sequência a paciência e a tolerância, logo depois, uma quantidade considerável de massa muscular”, explica Priscila.

O músculo, em quadros de tensão e intolerância, ao contrário do tecido adiposo, é metabolicamente ativo. Quanto maior for a massa muscular, maior o gasto metabólico basal, que é a quantidade de energia consumida pelo organismo para manter as funções vitais.

Esse gasto metabólico basal geralmente representa mais da metade do total de calorias queimadas pelo organismo. Essa é a principal explicação para o chamado “efeito sanfona”. Dieta rigorosa leva a perda de músculo, que leva à diminuição de gasto metabólico basal, que leva a um peso maior que o registrado antes que iniciasse a dieta.  Preso neste ciclo vicioso das dietas, o excesso de peso do paciente tende a se tornar cada vez mais grave.

Quando ocorre uma verdadeira mudança, e o olhar para a causa da obesidade deixa de ser um fantasma, é possível emagrecer efetivamente sem fome, sacrifício, sem irritabilidade e sem o “efeito sanfona”, comum em emagrecimentos de fora para dentro. “Nosso corpo apenas sinaliza o que precisa ter um olhar mais atento e amoroso”, explica a especialista.

Normalmente, a obesidade esconde pensamentos automáticos que alimentam a tristeza, angústia ou mesmo estados depressivos. Estes sintomas são meros resultados, avisando que a postura e linha de pensamento estão gerando um malefício. “Esses sentimentos e sensações não se alimentam de chocolates, doces e excessos de massas e salgados. É preciso saber o que se quer esconder atrás da obesidade ou que crença é essa que dá suporte a necessidade de ingerir comidas tão calóricas? Através dos pensamentos, é possível mudar essa realidade e viver em plenitude”, sugere Priscila.

O verdadeiro controle das emoções está na firmeza, na segurança, e, portanto, no autoconhecimento. “De posse de sua própria vida, você certamente emagrecerá o quanto desejar, e nunca mais voltará a ganhar peso, porque terá as rédeas da vida em suas mãos e não em mãos terceirizadas”, conclui.  (Priscila Recco é Psicoterapeuta,coach,consultora em desenvolvimento humano, facilitadora de grupos, musicista, practtioner em Programação Neurolinguística e especialista em Pedagogia Musical ( Dalcroze e Orff), Terapia Vibracional e Acutone).

VISÃO, A FORÇA QUE ALIMENTA O FUTURO

Quando as pessoas nos relatam suas experiências mais bem-sucedidas de liderança pessoal, sempre falam do tempo em que vislumbravam com entusiasmo um futuro bastante atraente para suas organizações. Tinham visões e sonhos do que poderia ser. O sonho, ou a visão, é a força que inventa o futuro. Os líderes que antecipam uma visão do futuro são inspiradores.

Não basta que o líder tenha um sonho. Ele deve ser capaz de comunicar sua visão de uma forma que as pessoas se sintam atraídas a engajar-se pelo tempo que for necessário, e que se mantenham entusiasmadas. O líder pode tornar o contexto mais significativo se mantiver o entusiasmo, a energia e a atitude positiva. Em quaisquer circunstâncias, quando os líderes instilam vida nos sonhos e aspirações das pessoas, essas pessoas mostrarão mais aderência aos projetos.

A liderança inspiradora também remete à necessidade dos subordinados de darem sentido e propósito à sua vida. Fé, otimismo e vontade de vencer em relação ao futuro são qualidades que dão esperança aos outros. Em tempos de grande incerteza, as emoções e os pensamentos positivos do líder são absolutamente essenciais para movimentar as pessoas para cima e para frente.

Quando alguém está preocupado, desencorajado, temeroso e incerto sobre o futuro, a última coisa que precisa é de um líder que reforce essas emoções negativas. Ao contrário, essas pessoas precisam de líderes que comuniquem, por meio de palavras, comportamentos e ações, que acreditam na vitória de seus subordinados. As emoções são contagiantes, e as emoções positivas ressoam por toda a organização e nas relações entre os subordinados. Para realizar coisas extraordinárias em tempos extraordinários, os líderes devem inspirar um desempenho ótimo – e o combustível para isso são as emoções positivas.

O papel mais importante que as visões desempenham na vida organizacional é focar na energia humana. Para capacitar todos os que estão engajados em um empreendimento a ver com mais clareza o que se encontra à frente, os líderes devem ter e transmitir uma visão empolgante e inspiradora do futuro. (Texto de Wilson Mileris, autodidata e pesquisador do comportamento humano. Adquiriu seus conhecimentos através de estudos constantes. Aplica suas teorias em consultorias vivenciadas em várias empresas multinacionais e nacionais. Converte essas teorias em métodos de educação continuada e reaplica nas novas consultorias. Como palestrante profissional, é percebido pelos participantes como um comunicador direto, consistente, bem humorado, criativo e emocionante. Extrai da vida prática tudo aquilo que diz, falando a linguagem que todos entendem. Atua há mais de 30 anos como conferencista, treinador e consultor de recursos humanos. Autor do livro "O Click do Êxito", editado pela Ediouro e co-autor dos livros "Gigantes da Motivação" e "Gigantes da Liderança". Mais de 1.000 empresas, isto é, mais de 400.000 pessoas de todos os segmentos já participaram e se beneficiaram da metodologia da Mileris. Criador de vários métodos de treinamento e educação de executivos, com ênfase nas áreas de Liderança, Motivação, Comunicação e Negociação. Para saber mais, acesse www.mileris.com.br)

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