As inscrições para
o Cannes Lions 2013 começam em 24 com
mais uma novidade. Depois de inaugurar duas áreas em 2012, premiando trabalhos
de Mobile e Branded Content & Entertainment, o Festival Internacional de
Criatividade chega à sua 60ª edição este ano com a avaliação de trabalhos para
a estreante Innovation Lion. A divisão visa destacar tecnologias e ações
inovadoras que transformam grandes ideias criativas em realidade.
O júri será formado
por especialistas em tecnologia, bem como em hardware, aplicativos, produtos e
softwares que facilitam a excelência criativa na comunicação.
“Grandes ideias que
são executadas usando formas inovadoras de tecnologia, como o projeto Nike+ Fuelband, vencedor do Grand
Prix de Titanium em 2012, e o Carro invisível, vencedor do GP de Outdoor no ano passado, já são
reconhecidos e premiados em Cannes.”
“Mas o Innovation
Lions é diferente. Ele funcionará como um tributo à tecnologia, que está
guiando a indústria à frente e tornando possível esses incríveis cases,
permitindo a comunidade criativa a se comunicar com o consumidor de uma forma
única”, detalha Terry Savage, chairman do Lions Festivals.
As inscrições demandarão o envio de
uma proposta escrita e de prova de conceito. Os trabalhos que chegarem ao
shortlist terão espaço para uma apresentação de 10 minutos ao júri sobre a
tecnologia, seguida de mais 10 minutos para possíveis perguntas.
Essa interação deve acontecer no
primeiro dia do Cannes Lions 2013, que tem início em 16 de junho e se encerra
dia 22. Após o processo, o corpo de avaliadores decidirá quais cases serão
premiados com Leões e o Grand Prix, em resultados a serem revelados na
terça-feira, 18 de junho. Mais informações sobre os cases que podem ser
inscritos na nova área estão no site do Cannes
Lions. (Propmark)
ECONOMIA: EXCESSO DE CORTES MATA O
CRESCIMENTO
(Texto de Carmine
Tabarro, distribuído pel Zenit.org) - Nos
últimos meses, foi denunciado diversas vezes o fracasso das políticas
utilitaristas de austeridade e de rigor orçamentário. A história econômica nos
ensina que as políticas de austeridade excessiva em tempos de crise são
devastadoras e só originam novas escaladas de crise, como vem acontecendo na
Europa nos últimos anos.
Finalmente,
com honestidade intelectual incrível, este erro foi admitido por Olivier
Blanchard, ex-economista chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Ele
publicou recentemente, em co-autoria com Daniel Leigh, do departamento de
pesquisas do FMI, um estudo cujo título é enigmático, “Erros de Projeção de
Crescimento e Multiplicadores Fiscais”, mas cujo conteúdo é muito concreto.
A
pesquisa dá prosseguimento e confirmação a um estudo prévio, divulgado no World
Economic Outlook em outubro passado, que mostrava que os planos de austeridade
e o rigor orçamentário na zona do euro, feitos de maneira violenta, tiveram
mais impacto negativo no crescimento do que tinha sido inicialmente estimado
que teriam.
O
estudo se concentra na relação entre a redução do déficit público e o
crescimento econômico. Os modelos usados pela troika (BCE, UE, FMI) para os
programas de ajustes dos países que usam o euro se basearam em um multiplicador
de cerca de 0,5: ou seja, eles estimavam que, para cada 1 ponto de corte no
déficit, haveria uma diminuição no crescimento de cerca de 0,5 ponto.
O
estudo de Blanchard-Leigh conclui que "os multiplicadores implícitos nas
previsões foram subestimados, em média, em cerca de uma unidade".
A
diferença entre 0,5 e 1,5 é compreensivelmente considerável. Significa que,
para cada corte de 1 ponto no déficit, o crescimento caía 1,5 ponto. Este erro
tem consequências dramáticas.
Para
explicar o engano, Blanchard enumera uma série de fatores especiais da Grande
Recessão: as taxas de juros já próximas de zero, e, portanto, a impossibilidade
de se contrabalançar a ação fiscal com a política monetária; um sistema
financeiro ineficiente, que fez o consumo depender mais da renda atual do que
da futura; a presença de grandes recursos não utilizados; e a sincronização
continental das políticas de ajuste. Todos estes fatores próprios da crise do
euro afetaram as estimativas dos multiplicadores.
A
admissão do erro daria razão aos muitos opositores das políticas de ajuste? É
claro que não. O problema do ajuste das finanças públicas continua sendo
essencial em quase todas as economias avançadas. O que ainda deve ser
determinado direito é o ritmo de uma recuperação adequada e sustentável.
Em outras
palavras, a consolidação das contas públicas deve ter o ritmo de uma maratona,
não de uma corrida de cem metros. O FMI se tornou porta-voz desta nova
consciência dentro da troika, para que haja programas credíveis no médio prazo.
PRODUTORAS DE SOM GANHAM IMPORTÂNCIA
A Aprosom (Associação Brasileira das Produtoras de Fonogramas
Publicitários) comemora os bons resultados obtidos em 2012 e garante: 2013 será
o ano de reconhecimento da categoria, que vem sofrendo com a desvalorização do
trabalho. Segundo Kito Siqueira, presidente da entidade, o problema reside nos
métodos de valoração utilizados nas mesas de compra, importados de setores da
economia voltados à produção de bens materiais e especificáveis. Como
consequência, não há como medir o valor da produção de áudio, considerada uma
atividade de propriedade intelectual.
“Os anunciantes devem entender que o valor da remuneração das
produtoras de som é praticamente irrelevante se comparado ao custo total de
produção de uma peça. Uma redução sistemática dessa remuneração levará à
diminuição da saúde das produtoras e a uma queda de qualidade que não se
justificará pela economia representada”, explica.
Por sorte, diz Siqueira, representantes de setores de compras de
grandes anunciantes já estão dispostos a reverem suas táticas de avaliação.
“Sentimos que vários deles estão sensíveis aos argumentos apresentados. Temos
encontrado interlocução inteligente e de boa vontade às nossas ideias”.
Entre as conquistas da Aprosom em 2012 está a implantação dos
documentos gerados pelo III Fórum de Produção Publicitária, promovido por Abap
(Associação Brasileira das Agências de Publicidade), Apro (Associação
Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais) e Aprosom a fim de fomentar e
fortalecer a indústria de produção publicitária no país.
“Os documentos aprovados contêm os novos contratos entre
produtoras de áudio, agências e anunciantes, que sacramentam nossa atividade
como de propriedade intelectual, sendo remunerada pela cessão de direito de uso
dessa propriedade por tempo e abrangência limitados. Essa mudança faz parte de
um movimento de modernização e formalização das relações comerciais das produtoras
de som, visto que o setor sempre apresentou grande parcela de informalidade em
seus relacionamentos”, destaca Siqueira.
Em 2012, a entidade realizou, ainda, pleito junto à Ancine
(Agência Nacional do Cinema) para que as produtoras de som fossem reconhecidas
pela entidade. “Já é possível registrar uma produtora de som no órgão e isso é
o embrião de um relacionamento que visa aproveitar as políticas de fomento e
regulação de mercado implantadas pela agência”, afirma.
A aprovação da lei que estabelece cotas de espaço para conteúdo
brasileiro nos canais de TV paga, recebida com entusiasmo pelas produtoras de
filmes, também garantirá um impulso considerável na produção de áudio.
“A produção para TV também aproveitará a temática relativa aos
eventos que acontecerão no ano, como a Copa das Confederações, provavelmente
com um crescimento no valor médio das peças. Esperamos um aumento da produção
de jingles, que são habitualmente típicos na comunicação desses períodos”,
garante Siqueira.
“Temos ainda muito para fazer e estamos com vários grupos de
trabalho, projetos e assuntos de grande importância para o nosso setor que
estão sendo encaminhados em diferentes frentes. Foi muito bom ver que nossos
esforços institucionais para valorizar o trabalho das produtoras de som tem
dado resultado”, conclui. (Propmark)
REEDUCAÇÃO ALIMENTAR NÃO SIGNIFICA
REGIME
As doenças decorrentes dos maus hábitos
alimentares vêm aumentando ano após ano no mundo todo. Felizmente, é possível
evitar esse problema. A reeducação alimentar está totalmente ligada a uma nova
forma de compreensão do excesso de peso. Pensar, Sentir e Agir conscientemente
pode transformar efetivamente o “auto-olhar”, promovendo reeducação e
organização da vida em sua integralidade.
Priscila Recco, Psicoterapeuta especializada em Psicossomática,
Programação Neurolinguística, Acutone e Coaching ontológico, explica que
reeducar a forma de se alimentar não significa regime.“Aprender a resgatar o
verdadeiro sentido da comida, que é nutrir, é o caminho para uma vida saudável
sem excessos”, revela.
Quando alguém emagrece
e volta a ganhar mais peso do que havia perdido, é comum responsabilizar um
agente externo, como um remédio, um acontecimento ou um determinado tratamento
que não tenha dado certo. “Isso é muito frequente em quem faz dietas, porque
muita vezes, ocorre certo desequilíbrio. Quando se inicia um processo de
emagrecimento de fora para dentro é muito provável que essa pessoa perca peso e
na sequência a paciência e a tolerância, logo depois, uma quantidade
considerável de massa muscular”, explica Priscila.
O músculo, em quadros
de tensão e intolerância, ao contrário do tecido adiposo, é metabolicamente
ativo. Quanto maior for a massa muscular, maior o gasto metabólico basal, que é
a quantidade de energia consumida pelo organismo para manter as funções vitais.
Esse gasto metabólico
basal geralmente representa mais da metade do total de calorias queimadas pelo
organismo. Essa é a principal explicação para o chamado “efeito sanfona”. Dieta
rigorosa leva a perda de músculo, que leva à diminuição de gasto metabólico
basal, que leva a um peso maior que o registrado antes que iniciasse a
dieta. Preso neste ciclo vicioso das dietas, o excesso de peso do
paciente tende a se tornar cada vez mais grave.
Quando ocorre uma
verdadeira mudança, e o olhar para a causa da obesidade deixa de ser um
fantasma, é possível emagrecer efetivamente sem fome, sacrifício, sem
irritabilidade e sem o “efeito sanfona”, comum em emagrecimentos de fora para
dentro. “Nosso corpo apenas sinaliza o que precisa ter um olhar mais atento e
amoroso”, explica a especialista.
Normalmente, a
obesidade esconde pensamentos automáticos que alimentam a tristeza, angústia ou
mesmo estados depressivos. Estes sintomas são meros resultados, avisando que a
postura e linha de pensamento estão gerando um malefício. “Esses sentimentos e
sensações não se alimentam de chocolates, doces e excessos de massas e
salgados. É preciso saber o que se quer esconder atrás da obesidade ou que
crença é essa que dá suporte a necessidade de ingerir comidas tão calóricas?
Através dos pensamentos, é possível mudar essa realidade e viver em plenitude”,
sugere Priscila.
O verdadeiro controle das emoções está na firmeza,
na segurança, e, portanto, no autoconhecimento. “De posse de sua própria vida,
você certamente emagrecerá o quanto desejar, e nunca mais voltará a ganhar
peso, porque terá as rédeas da vida em suas mãos e não em mãos terceirizadas”,
conclui. (Priscila Recco é Psicoterapeuta,coach,consultora
em desenvolvimento humano, facilitadora de grupos, musicista, practtioner em
Programação Neurolinguística e especialista em Pedagogia Musical ( Dalcroze e
Orff), Terapia Vibracional e Acutone).
VISÃO, A FORÇA QUE
ALIMENTA O FUTURO
Quando as pessoas nos
relatam suas experiências mais bem-sucedidas de liderança pessoal, sempre falam
do tempo em que vislumbravam com entusiasmo um futuro bastante atraente para
suas organizações. Tinham visões e sonhos do que poderia ser. O sonho, ou a
visão, é a força que inventa o futuro. Os líderes que antecipam uma visão do
futuro são inspiradores.
Não basta que o líder
tenha um sonho. Ele deve ser capaz de comunicar sua visão de uma forma que as
pessoas se sintam atraídas a engajar-se pelo tempo que for necessário, e que se
mantenham entusiasmadas. O líder pode tornar o contexto mais significativo se
mantiver o entusiasmo, a energia e a atitude positiva. Em quaisquer
circunstâncias, quando os líderes instilam vida nos sonhos e aspirações das
pessoas, essas pessoas mostrarão mais aderência aos projetos.
A liderança inspiradora
também remete à necessidade dos subordinados de darem sentido e propósito à sua
vida. Fé, otimismo e vontade de vencer em relação ao futuro são qualidades que
dão esperança aos outros. Em tempos de grande incerteza, as emoções e os
pensamentos positivos do líder são absolutamente essenciais para movimentar as
pessoas para cima e para frente.
Quando alguém está
preocupado, desencorajado, temeroso e incerto sobre o futuro, a última coisa
que precisa é de um líder que reforce essas emoções negativas. Ao contrário,
essas pessoas precisam de líderes que comuniquem, por meio de palavras,
comportamentos e ações, que acreditam na vitória de seus subordinados. As
emoções são contagiantes, e as emoções positivas ressoam por toda a organização
e nas relações entre os subordinados. Para realizar coisas extraordinárias em
tempos extraordinários, os líderes devem inspirar um desempenho ótimo – e o
combustível para isso são as emoções positivas.
O papel mais importante
que as visões desempenham na vida organizacional é focar na energia humana.
Para capacitar todos os que estão engajados em um empreendimento a ver com mais
clareza o que se encontra à frente, os líderes devem ter e transmitir uma visão
empolgante e inspiradora do futuro. (Texto
de Wilson Mileris,
autodidata e pesquisador
do comportamento humano. Adquiriu seus conhecimentos através de estudos
constantes. Aplica suas teorias em consultorias vivenciadas em várias empresas
multinacionais e nacionais. Converte essas teorias em métodos de educação
continuada e reaplica nas novas consultorias. Como palestrante profissional, é
percebido pelos participantes como um comunicador direto, consistente, bem
humorado, criativo e emocionante. Extrai da vida prática tudo aquilo que diz,
falando a linguagem que todos entendem. Atua há mais de 30 anos como conferencista,
treinador e consultor de recursos humanos. Autor do livro "O Click do
Êxito", editado pela Ediouro e co-autor dos livros "Gigantes da
Motivação" e "Gigantes da Liderança". Mais de 1.000 empresas,
isto é, mais de 400.000 pessoas de todos os segmentos já participaram e se
beneficiaram da metodologia da Mileris. Criador de vários métodos de
treinamento e educação de executivos, com ênfase nas áreas de Liderança,
Motivação, Comunicação e Negociação. Para saber mais, acesse www.mileris.com.br)
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