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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
A Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag) realizará, dias 13 e 14, o Workshop Internacional de Mudanças Climáticas, em Campinas. Detalhes: www.infobibos.com/clima
OPORTUNIDADE
A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, da USP, campus de Ribeirão Preto, abriu inscrições para concursos para seleção de professores doutore para os departamentos de economia e contabilidade. Detalhes: www.fearp.usp.br/principal.php?go=102
JOVALDO
Está na VEJA de hoje. Na matéria OS BANDIDOS DE TOGA. JOVALDO DOS SANTOS AGUIAR foi, durante anos, corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Estado do AMAZONAS. A missão dos corregedores é a de zelar e garantir a qualidade da justiça e apurar todas as denúncias contra os juízes corruptos. JOVALDO recebia seus subornos nas dependências da Justiça; Como padre fazendo sexo no altar principal. O que aconteceu? Foi aposentado. Recebe seus generosos proventos em casa. Se a expressão A JUSTIÇA É CEGA traduz um dos mais nobres ideários, no Brasil, além de cega no pior sentido da expressão, é também surda muda, manca, cínica, burra, depravada, muito especialmente na fiscalização de seus quadros. E aí todos se indignaram com a manifestação da ministra ELIANA CALMON do STJ. Mais que coberta de razão quando afirma que “se a magistratura não punir os maus juízes, parecerá que todos são iguais. Bandidos de toga deixam de ser juízes – e precisam ser castigados”. Diante da reação de boa parte da magistratura, e salvo prova eloquente, densa, consistente, inquestionável, cristalina e definitiva, SE NÃO SÃO IGUAIS, SÃO, INACEITÁVEL, INDESCULPÁVEL e INJUSTIFICAVELMENTE, TOLERANTES. Quem sabe, CONIVENTES… (Madia, no blog dele)
LIVRO
O advogado dr, Alexandre Morais da Rosa lançou ontem o livro Jurisdição do Real x Controle Penal: Direito & Psicanálise, Via Literatura. Detalhes pelo 3211-7215.
IMPRENSA E COMUNICAÇÃO
Dia 11 de novembro, 2º Jornada Nacional de PRENSA Y COMUNICACIÓN, em Buenos Aires. Detalhes: http://www.jornadasyeventos.com.ar/prensa/
Para acompanhar o processo de desintoxicação de usuárias de crack e identificar os fatores de vulnerabilidade a que essas mulheres foram expostas, durante a infância e a adolescência, associados à fissura, o professor Rodrigo Grassi de Oliveira, coordenador do curso de Psicologia da PUCRS, comanda a pesquisa de coorte sobre fatores de vulnerabilidade associados ao craving em dependentes de crack: impacto da negligência na infância na cognição, comportamento e resposta neuroendócrina.
O projeto investiga fatores de risco para uso do crack ao observar o comportamento de 260 pacientes internadas na Unidade Psiquiátrica São Rafael, do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre. São mulheres entre 18 e 50 anos, usuárias do SUS e de diferentes classes sociais.
O monitoramento das pacientes é de 21 dias, período médio da internação para desintoxicação. Foram 60 mulheres avaliadas. Foi identificada diminuição do risco de suicídio, redução importante da depressão e estabilização dos sintomas de craving, a chamada fissura, um dos mais graves e intensos em usuários de crack. "A previsão é de resultados inovadores, já que há poucas pesquisas com abordagem interdisciplinar na investigação do processo de desintoxicação do crack", prevê Grassi.O destaque a relação com histórias de maus tratos na infância, em especial de negligência, e a dificuldade para reduzir os sintomas de fissura. "Essas mulheres levam o dobro do tempo das demais para superar essa fase. A hipótese é de que o estresse torna vulnerável o cérebro da criança e faz com que o sistema de recompensa seja impactado, em virtude de alterações no desenvolvimento das estruturas cerebrais relacionadas, o que mais tarde cria uma dificuldade de controlar demandas de dependência química".
Das 60 mulheres investigadas, mais de 75% sofreram maus-tratos na infância. "O maior problema do crack é a recaída. Algumas delas estão internadas novamente e um dos fatores que contribuiu é a sensação de fissura". Há também uma hipótese neurobiológica relacionada com o efeito que o estresse precoce provoca no desenvolvimento do sistema de recompensa no cérebro. O estresse precoce da criança contribui para o contato com as drogas. Essas pessoas se tornam mais suscetíveis a buscar alternativas de transgressão, como o uso de substâncias psicoativas. Quanto mais cedo a pessoa for exposta à droga, mais difícil será não se viciar e mais difícil será a desintoxicação", revela Rodrigo Grassi.
A média de idade para o início do uso de drogas nessa amostra é de 12 anos para substâncias como maconha e cocaína. O uso de álcool e cigarro começa mais cedo, por volta dos nove ou dez anos. "O estudo pretende mostrar a importância da prevenção primária. Políticas públicas de bem-estar infantil, reforço no Conselho Tutelar e intervenção familiar podem evitar esses problemas. Queremos quantificar a importância de uma infância adequada e evidenciar o dano que pode levar à intervenção", garante o pesquisador.
Entre as várias perguntas que o projeto da Faculdade de Psicologia busca responder, a principal é do ponto de vista psicobiológico: o que acontece com pacientes durante a desintoxicação? Para encontrar as respostas, o projeto avalia aspectos biológicos, clínicos, cognitivos e comportamentais relacionados ao craving (fissura). Os resultados atuais foram obtidos com a avaliação de vulnerabilidade, na parte comportamental, onde está a principal relação com o estresse.
No âmbito cognitivo, verificam-se as funções executivas como julgamento e tomada de decisão. São realizados testes de memória e de atenção, como o experimento chamado Iowa Gambling Task, que consiste em um jogo de cartas para simular decisões da vida real em um paradigma de lucro e perda. Na área clínica são avaliados sintomas de depressão, ansiedade, fissura, gravidade da dependência química, transtornos psiquiátricos e comportamentos autolesivos.
Os estudos biológicos utilizam o fio de cabelo para identificar o grau de exposição ao hormônio do estresse nos últimos meses em uma parceria com o Laboratório de Toxicologia. Para cada centímetro de cabelo é possível determinar um mês. Por meio de amostras de sangue, em parceria com o Laboratório de Imunologia do Estresse, são analisados os marcadores inflamatórios, neurotróficos (responsáveis pelo crescimento de neurônios) e hormonais. (fonte: www.pucrs.br\revista)
BRASIL GANHA REDE SOCIAL COM FOCO EM CIDADANIA
O publicitário Mauro Motoryn anunciou a chega ao Brasil do Myfuncity Cidades Sustentáveis, rede social privada com foco em cidadania definido por ele como “um momento histórico”.
Já disponível no Facebook, com versões em português e inglês, o aplicativo permite que a população opine sobre a qualidade de vida na sua cidade ou região, respondendo a perguntas relacionadas a temas como segurança, ambiente, transporte, lazer e saúde - como, por exemplo, “Você se sente seguro na sua região?”, “Você está satisfeito com os parques da região?” e “As vias da sua região estão limpas?” -, por meio de uma barra de rolagem que indica o grau de satisfação do usuário.
As respostas, bem como comentários e críticas, podem ser compartilhados via Facebook ou Twitter, de forma anônima ou abertamente. É possível, ainda, enviar fotos, convidar pessoas e localizar outros usuários. Cada resposta será enviada a um banco de dados que fornecerá estatísticas sobre o comportamento da população, úteis a gestores públicos e veículos de imprensa.
“O Myfuncity dá vez e voz ao cidadão, que passa a ser capaz de contribuir diretamente para a melhoria da sua comunidade, do seu bairro e da sua cidade. Nosso papel é de ser ouvidor e difusor de tudo que a sociedade fala, ajudando a melhorá-la e a transformá-la”, afirma Motoryn, que assume a presidência do projeto. “Estamos usando a tecnologia a serviço da sociedade, da mídia e do poder público. As redes sociais têm ajudado a provocar grandes revoluções no mundo todo, mudanças inimagináveis há algum tempo”, acrescentou Grajew.
O projeto, será divulgado por meio de blogs e redes sociais com a ajuda da Boo-box, e nasce com a parceria estratégica de mais de 700 entidades, por meio da Rede Nossa São Paulo, Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Cidade Escola Aprendiz, Catraca Livre e Museu da Pessoa. A fonte de receita virá exclusivamente de anunciantes.
Posteriormente, o projeto será lançado para iPad, iPod, iPhone, Android e Blackberry, expandindo-se para países da Europa e para os Estados Unidos. Até o final do primeiro semestre de 2012, o Myfuncity pretende reunir cerca de 10 milhões de usuários no Brasil e 50 milhões no mundo. ( Heloísa de Oliveira no Propmark)
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