terça-feira, 17 de setembro de 2013

REVISTAS OTIMISTAS APESAR DA CRISE

 
A circulação das revistas é a mais alta em 10 anos. O meio fechou com 340 milhões de exemplares vendidos em 2012, sendo 196 milhões de assinaturas e 144 milhões de vendas avulsas. Os números são comemorados pelos publishers, mas a inconveniente queda sucessiva de participação do share das revistas no bolo publicitário também é evidente nos dados.

 "O fato é que não soubemos monetizar com o mercado anunciante o crescimento da audiência na última década", afirmou Frederic Kachar, presidente da Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas) e diretor-geral da Editora Globo, durante o VII fórum da entidade, que aconteceu nesta terça-feira (10), em São Paulo.

 As edições digitais continuam sendo uma pequena parcela dos milhares de exemplares comercializados no país, mas elas têm o maior índice de crescimento. Em 2011, foram 2,4 milhões de edições digitais vendidas no país, número que saltou para 5,4 milhões no ano passado.

 Com a circulação robusta, a agenda inadiável para o meio é converter audiência em publicidade. As revistas sofreram recuo de 8,7% de participação nos investimentos publicitários no primeiro semestre de 2013 ante o mesmo período do ano anterior. O share estimado do meio é de 6,5%, segundo dados de 2012.

 Uma das formas de ganhar mais espaço no bolo é medir o ROI exato do meio. A Aner quer aplicar no Brasil modelo semelhante ao que a PPA (Professional Publishers Association), equivalente da Aner na Inglaterra, fez naquele país ao pesquisar o verdadeiro retorno sobre investimento das revistas para os anunciantes e o impacto do meio na jornada de compra do consumidor.

 "Esse é um dos nossos desafios e no qual estamos trabalhando", assegura Kachar. "O grande impacto do digital em nosso negócio não é a fuga de leitores, mas é a diferença em mensuração, algo que nos pressiona", disse.

No mercado inglês, a PPA buscou a Millward Brown e duas agências do grupo WPP, Mindshare e Ohal, para cruzar dados de marcas de diferentes categorias de produto com dados sobre consumo de mídia e de investimento publicitário.

 O estudo, chamado "Magnify", mostrou que 22% dos consumidores consideraram comprar produtos após ver um anúncio de revista, e que 9% de fato realizou uma compra após visualizar um anúncio.

 Outro dado importante relacionado ao meio foi seu impacto no elemento "afeto" que o consumidor dispensa a uma marca. Companhias com alto investimento em revistas, como a Olay, que gastou 10 milhões de libras em revistas entre 2008 e 2010, registraram elevação no nível de afeto dos leitores quanto a suas marcas, revela a pesquisa.  

 Contudo, publishers ingleses sofrem do mesmo problema dos publishers brasileiros: a audiência está em alta, mas a participação no bolo é pequena. "Entendemos que as revistas recebem pouco dinheiro e estão sendo subutilizadas", disse Marious Cloete, diretor de pesquisas da PPA.

 A Aner acredita que os publishers brasileiros precisam de uma medição à altura e está em conversas com Millward Brown, Ipsos e Marplan para criar uma metodologia que permita aferir o ROI das revistas brasileiras. A associação acredita que até 2014 tenha um modelo para apresentar ao mercado. Ainda no campo das métricas, o IVC (Instituto Verificador de Circulação) está lançando uma ferramenta para medir o comportamento da audiência em dispositivos móveis.
 
Medição mais acurada tem eco com os anunciantes, cada vez mais em busca de eficiência nos gastos e de uma publicidade enxuta. "Não compramos mais mídia como antigamente.

 Hoje fazemos isso com antecedência e medindo o ROI", afirmou Andrea Pinotti Cordeiro, diretora de marketing institucional do Itaú. Na análise da compra do mídia por dados estatísticos, o banco analisa o impacto de cada meio em aspectos como aumento do conhecimento da marca e da intenção de compra após o consumidor ver um anúncio.

 
Mercado em mudança

 As revistas não escaparam de avisos referentes à mudança na forma de consumir mídia e na migração dos investimentos publicitários para a internet, que segue em crescimento. "Os senhores andaram brincando com prosperidade. Agora terão que refazer o negócio", indicou Nizan Guanaes, chairman do Grupo ABC.
"Infelizmente, revistas terão que ser fechadas. O mercado está mudando. Seria anormal se não mudasse. Ninguém vai comprar mais CD", disse.
O executivo também criticou um falta de política de retenção de talentos na mídia impressa. "Muitas das causas que afligem a mídia impressa são regras que impedem a valorização de talentos. Ela não está concorrendo com o digital, mas com as agências de relações públicas, cuja remuneração é muito maior", apontou, indicando que as empresas de RP têm recebido os jornalistas que deixam as redações por salários melhores. 

 Guanaes sugeriu que as revistas revejam seus modelos de gestão, que cortem custos e que tenham uma política de valorização de talentos, dando cotas de sociedade para os profissionais, a exemplo das agências de publicidade, que usam o recurso para reter as melhores cabeças.

 Primeiro o digital

 Exemplos internacionais, de empresas como The Atlantic, Condé Nast e Hearst, mostram que empresas que apostaram no "digital first" têm triunfado no mercado norte-americano após uma abrupta queda de 35% nos investimentos publicitários em 2009.

 "O 'digital first' foi a receita. Sem desculpas, sem combinações 'impresso mais digital'. É preciso mudar o mindset", declarou Peter Kreisky, presidente da Kreisky Media Consulting, consultoria especializada em mídia nos Estados Unidos.

 Segundo ele, os publishers devem se renovar antes que caiam na obsolescência. "Companhias como The Economist, The Atlantic, Fast.com, National Geographic e Fortune são exemplos de empresas que mudaram no tempo certo e tiveram sucesso, enquanto outras, com Time Inc., Readers Diggest e Newsweek não se adaptaram e sofreram as consequências", comparou. 

 A Condé Nast, por exemplo, criou uma estrutura de televisão e de vídeo e a Atlantic Media foi radical em implementar uma estratégia focada em uma comunidade de leitores bem maior que o seu número de assinaturas e em um portfólio de produtos maior que títulos, com espaço para eventos.

 Otimismo

O primeiro congresso de revistas realizado após o fechamento de diversos títulos no Brasil — a Abril recentemente demitiu diretores de núcleos e descontinuou revistas — foi marcado também por otimismo. Os publishers evitaram a palavra crise e falaram da certeza na longevidade do papel.
 "Não importa onde está o conteúdo, tudo vai coexistir. Estaremos onde o leitor estiver", disse Fábio Barbosa, presidente da Abril Mídia. "Há um meio copo cheio", afirmou. (Propmark)

DEVE-SE INVESTIR EM UMA FRANQUIA VIRTUAL?
Quer montar seu próprio negócio a um custo baixo? Uma das soluções oferecidas no mercado é uma franquia virtual. Apesar de ainda ser um segmento novo, em processo de consolidação, este canal de vendas tem se tornado uma tendência no mercado brasileiro de franchising, crescendo a um ritmo bastante acelerado em função de dois principais atrativos: baixo investimento inicial (a partir de 15 mil reais), baixo risco e o fácil alcance do mercado, possibilitando uma rápida rentabilidade.

 De acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE em maio de 2013, a média nacional em 2011 de acesso da população à internet é de 46,5%. O crescimento foi de 143,8% de 2005 a 2011. Já com relação ao comércio eletrônico, segundo o relatório da 27ª edição da Webshoppers, realizado pela e-bit com o apoio da Câmera Brasileira de Comércio Eletrônico, o total das vendas online do país foi de R$ 22,5 bilhões em 2012, com mais de 42 milhões de e-consumidores. 

 No site da ABF (Associação Brasileira de Franchising) é possível ter uma ideia da diversidade de serviços sendo ofertada pelas franquias virtuais: soluções em estratégia de marketing digital, consultoria, oferta de emprego, venda de produtos diversos, etc. E as previsões para ela também são de crescimento. Informações divulgadas pela revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios preveem um crescimento de 25% a 30%.

 Os números são bastante atrativos para os novos empreendedores, entretanto, para se aventurar neste mercado é necessário confirmar se o seu perfil está de acordo com o esperado pelo franqueador e principalmente, quais são as estratégias e os suportes oferecidos por ele.

 Para encarar este novo segmento, nem sempre é necessário ser “expert” em tecnologia, mas é imprescindível ter um conhecimento básico e principalmente, afinidade com o negócio, iniciativa, persistência e resiliência em função do dinamismo deste mercado.

 Outro ponto importante a destacar é que geralmente não há uma obrigatoriedade de se estabelecer uma estrutura física e, inicialmente, nem uma equipe de trabalho. Por este motivo, deve-se também ter bastante disciplina e organização para alcançar os objetivos definidos para o negócio.

 Por ser algo online, os franqueadores costumam atuar e dar suporte de maneira virtual também. Sendo assim, para tomar a decisão mais assertiva, vale pesquisar bastante sobre a rede: analisar histórico, qualidade dos produtos e serviços, resultados e indicadores de desempenho, formas de remuneração, treinamento inicial e de reciclagem, territorialidade, suporte em geral. 

 É sugerido trocar experiências com outros franqueados para validar o comprometimento e o ritmo de atuação do franqueador como, por exemplo, com relação às estratégias definidas para o fortalecimento da marca e do negócio explorando o marketing online e a logística, algumas das chaves de sucesso para este modelo de franquia. Importante frisar ainda que as franquias virtuais também devem respeitar todos os requisitos da Lei de Franchising (8.955/94) bem como cumprir as exigências fiscais do para o segmento.

 Sendo assim, desde que se faça uma análise cuidadosa e criteriosa de todas as variáveis de um negócio, as chances de se tornar um empreendedor de sucesso por meio de uma franquia virtual são altas. (Artigo encaminhado ao Adnews por Nadia Korosue, administradora de empresas, especialista em projetos e sócia do GOAKIRA, consultoria especializada em franquias.

 PRORROGADAS  AS INSCRIÇÕES DO FESTIVAL ITS UM WAY

O Festival de Talentos Musicais Its My Way de Santa Catarina, está dando mais uma chance para quem ainda não realizou as inscrições. Foram prorrogadas para até o dia 29/09 as inscrições do evento. Para se candidatar, basta ter entre 12 e 21 anos de idade e morar em Santa Catarina.

É preciso gravar um vídeo, postar no YouTube e se inscrever no www.itsmayway.com.br  Vale qualquer performance musical tais como cantar, dançar, DJ, tocar instrumentos e para cada região terá um finalista.

 Além de se apresentarem no palco do festival, os finalistas concorrem a gravação de um videoclipe e de uma música em estúdio profissional (1º lugar); Um Xbox Kinect (2º lugar) e um Iphone 5 (3º lugar). (Prommoview)

“JORNALISTA PRECISA GANHAR MAIS”

Há tempos se discute a recorrente dificuldade financeira das empresas de jornalismo, sobretudo na mídia impressa, que como todos sabem, sofreu imenso impacto com o avanço da internet.

Muito se fala em modelo de negócios e comportamento de compra e consumo de jornais e revistas, mas o problema também pode estar na incompetência de gestão das corporações e na incapacidade de investir, reter talentos e gerar conteúdos interessantes.

E quem endossou esse discurso foi nada mais e nada menos que o publicitário Nizan Guanaes, chairman do Grupo ABC, durante palestra no VII Fórum Aner de Revistas, realizado em São Paulo. "Talentos não podem ganhar R$ 2.200 por mês. Isso é um absurdo e influência diretamente na qualidade do conteúdo que é entregue", defende.

Para ele, a baixa remuneração empurra grandes jornalistas para a área de RP e assessoria de imprensa. “Engana-se quem acha que a Editora Globo concorre com a Abril. Quem concorre com você (do mercado de revistas) é a CDN, a FSB e outras grandes agências, que estão recrutando talentos do jornalismo. E o profissional vai, afinal, ele não consegue trabalhar com esse salário que pagam", alertou. (Redação Adnews

CONSUMO É VILÃO AMBIENTAL

 (Eduardo Geraque, na Folha) - Para antropólogo Emilio Moran, nascido em Cuba, é preciso "aprender a desligar a televisão" e dizer não a mercados.

Estudioso da Amazônia, pesquisador cobra estímulo à indústria regional; "em 30 anos, PIB da população da região subiu menos de 1%".

 Para resolver o problema ambiental nº 1 do mundo, a receita do antropólogo Emilio Moran, 61, nascido em Cuba, mas morador dos Estados Unidos desde os 14 anos, chega a ser prosaica. "Temos que aprender a desligar a televisão. Ela é a principal ferramenta do consumismo", afirma o especialista em América Latina, que há mais 30 anos investiga o desenvolvimento humano da Amazônia brasileira.

 Apesar de a entrevista ter sido feita em um hotel a meio quarteirão da Rua Oscar Freire (o palco das grandes grifes mundiais em São Paulo fora dos shoppings) o entrevistado, com orgulho, comenta:

 "Esta calça que estou usando eu comprei há 25 anos.” Moran é um acadêmico tradicional e assiste televisão. Na Universidade de Indiana, ele dirige um centro que une a antropologia às mudanças climáticas globais - o agricultor amazônico, por exemplo, segundo uma pesquisa feita pelo grupo, não sabe se proteger contra o El Niño, porque ele não registra essas oscilações naturais ao longo do tempo.

 Pobreza amazônica

 Se o modelo mundial de desenvolvimento, para o pesquisador, está errado, o da Amazônia idem. "Nos últimos 30 anos, o aumento do PIB da população amazônica subiu menos de 1%. Na região, quem ganha é quem já era rico em São Paulo e no Rio de Janeiro."

 O antropólogo, que chegou à floresta no início das obras da rodovia Transamazônica, diz que pouco mudou na região. "Não existe infra-estrutura para o pequeno agricultor.

 A estrada, por exemplo, não mudou muito, continua ruim. Existe ausência de governo na Amazônia com toda a certeza."

 Os grandes produtores, lembra o pesquisador, montam sua própria infra-estrutura e acabam fugindo do problema encontrado pelos menores. "Falta compromisso com a indústria regional, que poderia valorizar os produtos amazônicos. Daria, por exemplo, para fazer uma fábrica de abacaxi enlatado, ou de suco". São várias opções disponíveis, diz Moran, que trabalha em áreas críticas, como Altamira (PA).

 A experiência acumulada no campo, inclusive nos recantos amazônicos, é que leva o antropólogo a afirmar: "O maior problema ambiental do mundo é o consumismo. O mercado ensina egoísmo e o indivíduo cada vez mais está centrado em si mesmo", afirma.

 Parte do caminho para sair dessa cilada ambiental, Moran apresenta no livro Nós e a Natureza (Editora Senac), lançado anteontem no Brasil. "É um livro mais apaixonado. Experimentei a sensação de ir além dos escritos acadêmicos", diz.

 Para reforçar seu ponto de vista, de que o modelo mundial é insustentável, Moran usa exemplos da classe média brasileira e da sociedade americana.

 Ambas ele conhece bem. No caso nacional, cita a história em que um filho de uma família de classe média do interior de São Paulo comentou com a mãe que eles eram pobres. O motivo era a ausência de uma televisão de plasma na sala, em comparação com a residência do vizinho.

 Subprime ambiental

 "No caso americano, a crise imobiliária é também um problema claro de consumismo", afirma Moran. "O americano, na média, está todo endividado. A maioria paga apenas os juros. Cada um tem uns US$ 20 mil em dívidas só no cartão de crédito".

 E isso, segundo ele, apenas para querer ter mais e mais. "No caso do mercado imobiliário, por exemplo, muitos fazem a segunda hipoteca [antes de quitar a primeira] para mudar para uma casa maior.

 Segundo o antropólogo, enquanto nos anos 1950 a casa de uma família média americana tinha uma vaga na garagem e 140 metros quadrados para seis pessoas, hoje ela tem espaço para três carros e 300 metros quadrados para quatro pessoas.

 E os carros, lembra Moran, queimam petróleo cada vez mais em maior quantidade, por causa do tamanho e da potência do motor. "Tenho feito o caminho inverso. Hoje, tenho um carro pequeno e de quatro cilindros", conta o cientista.

 Apesar de o quadro ambiental mundial ser dramático, o antropólogo afirma ser otimista e retrata isso em seu novo livro também. "Se não existir esperança, o melhor é pendurar as chuteiras e ir embora."

 Para Moran, é o consumidor individual o único que tem poder de ação de fato. "As pessoas podem chegar e dizer "não". Elas podem não consumir mais porque aquilo vai endividá-las e criar pressões [ambientais]".

 Além de ensinar os filhos a lerem com um olhar crítico os comerciais, todos deveriam olhar suas gavetas, seus armários, diz ele. "O importante é saber que não se está sozinho.

 Existem milhões de pessoas no mundo que já não aceitam esse modelo [de

desenvolvimento] que nos levará ao colapso .

RÁDIO COM LEGENDAS

 Para destacar os atributos do BMW Série 3, a DPZ criou um spot que traz depoimentos de clientes de vários países, falando em seus próprios idiomas: inglês, alemão, espanhol, francês e até japonês.

 Para que todos os ouvintes possam entender a mensagem, a tradução foi colocada simultaneamente no visor digital do rádio, através do sistema Radio Data System (RDS), que usualmente transmite dados como nome da rádio sintonizada, programação e outras informações.

O spot, batizado de "Tradução", tem 30 segundos e será veiculado na Rádio Eldorado.

Em agosto, a DPZ também criou outro anúncio inusitado para o veículo, que dizia que o modelo era rápido demais para a revista e já estava na última página. (Redação Adnews)

OS OUTROS HOMENS E NOVO MERCADO DE COSMÉTICOS


Eu lembro que quando escrevi “O crepúsculo do metrossexual e ascensão das outras masculinidades”, falei sobre o surgimento do metrossexual nos anos 90, suas implicações no mercado de moda masculina, como este conceito chegou ao Brasil, etc.

A principal discussão neste texto era o quanto a mudança do perfil de consumo no Brasil, a ascensão da classe C, mostrou o quanto se conhece pouco, ou quase nada, sobre os gostos do público masculino do segmento das classes populares.

Cheguei a sugerir que conhecer estes gostos poderia ser a Pedra de Roseta que abriria as portas para este imenso mercado. Pois bem, eis que andando pelas ruas do Rio, Niterói e São Gonçalo e olhando algumas amostras de colônias, que eram borrifadas nas lojas, percebi que elas têm público alvo a Classe C.

Eu, habitualmente, pego estas amostras de cheiro e guardo no bolso para jogar fora, oportunamente, mas antes costumo dar uma olhada, ler alguma informação, ver as fotos, etc.

Tenho percebido que algumas destas amostras são acompanhadas de prospectos dirigidos ao público masculino e, quase 90%, trazem homens MUITO jovens, MUITO bonitos e brancos.

Embora estes locais estejam estrategicamente no calçadão, na Estrada do Portela, no Shopping de Madureira (bairro paraíso da Classe C) e no Bay Market em Niterói, que fica no caminho para o terminal de ônibus de quem vai para São Gonçalo, Maricá, Itaboraí, Magé e bairros populares de Niterói e, em São Gonçalo, no calçadão de Alcântara, no Rodo e nos seus shoppings; me parece que as pessoas que pensam no marketing não olham nem em volta e nem público que eles pretendem atrair, em especial o masculino.

É um grande avanço o fato de termos tantas opções de cosméticos voltados para o público masculino, já que, até há pouco tempo, os homens tinham pouca coisa à sua disposição; embora sempre se cuidassem e utilizassem perfumes, colônias e produtos para o cabelo e suas unhas.

O que me parece é que há pouco tempo se percebeu o potencial deste mercado, coincidentemente, ou não, com a ascensão da Classe C. O que quero focar é uma falta de polimento para a estratégia de marketing, que, diga-se de passagem, é uma constante no mercado brasileiro: A invisibilidade da população negra e pobre neste país.

Como vários estudos mostram, este é o perfil deste segmento (imagine que as classes D e E são agora as “meninas dos olhos” dos supermercados?). Como representar estes homens nas peças publicitárias? Mais uma vez, talvez a repostas esteja no simples ato de olhar para os homens que vão consumir os produtos e não para modelos inspirados na Europa ou nos EUA, formosos mancebos caucasianos que mais parecem éfebos do que seres de carne e osso.

Os homens que vão comprar ou ser presenteados com os cosméticos de marcas voltadas para a Classe C, talvez não se pareçam os formosos mancebos que são vistos nas publicidades, mas certamente gostariam de ver homens mais próximos de seu biótipo.

Pessoas com a pele mais escura, faixa etária mais variada daqueles 20 e poucos anos que são apresentados e com corpos não tão sarados… E como, então, é este homem ideal?

Este é o desafio, conseguir representar os homens da Classe C tão variados quanto eles o são no mundo real: Negros, brancos e não tão brancos, altos, baixos, magros, gordos, jovens, não tão jovens, idosos, viris e outros nem tanto, ou seja, homens como se vê no mundo real dos bairros populares.

Aliás, muitos destes tipos sociais não encontramos apenas na Classe C, mas em quase os todos os segmentos de nossa sociedade. O desafio, insisto, não é pequeno, pois vivemos em uma sociedade multi-étnica, ainda que, em geral, tenhamos dificuldades para reconhecer isto. Embora não seja profissional do marketing – vou deixar este desafio para os profissionais competentes – vou arriscar umas dicas.

Mantenham-se longe dos estereótipos suburbanos de novela! Estes estereótipos se estendem quase que invariavelmente aos homens de classe popular. Estes homens falam alto, alguns falam cuspindo, gesticulam muito, são grosseiros, andam sempre com a camisa aberta e com o peito cabeludo à mostra.

Mas o desafio continua. Se sabemos como não fazer, porque, então, não fazemos da forma certa? Mais uma vez acho que os profissionais brasileiros são competentes para conseguir superar este desafio.

Já sabemos que os homens também consomem cosméticos e que não faziam isso antes; cito o diretor-geral da Voltage, agência de tendências de mercado, Paulo Roberto Al Assal, que “As pessoas estão consumindo vários outros produtos que não consumiam, inclusive os de beleza.”.

Segundo ele, não houve um “aumento da vaidade”, só mais dinheiro no bolso, ou seja, com o aumento do poder aquisitivo, o público não só aumentou, mas aumentou também sua variedade.

Pensando com a lógica de mercado, estes novos consumidores devem ser atraídos de alguma forma, pois se a empresa X não fizer, certamente, a Y fará e se esta não fizer, com certeza a Z fará e assim por diante, pois quem não se atualiza perde espaço em um mercado competitivo, como esta sendo cada vez mais o mercado brasileiro.

Espero, em breve, olhar uma destas propagandas e ver homens que se pareçam comigo ou que, pelo menos, eu possa me identificar com ele, seja por sua cor, seja por ao vê-lo eu me lembre do meu vizinho, ou de um amigo. (Rolf Malungo de Souza é doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense, mestre em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e graduação em Ciências Sociais na mesma universidade. Atualmente, é Pesquisador de Pós-doutorado Júnior no Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos. Foi professor substituto da UERJ e da UFF, lecionou também em universidades privadas. Tem experiência na área de Teoria Antropologia, com ênfase em gênero masculino e Antropologia Urbana, atuando principalmente nos temas: territórios e fronteiras sociais, metodologia, etnografia, gênero, masculinidade, sociabilidade, Subúrbio Carioca.Já atuou em ONGs e empresas nacionais e multinacionais. Atualmente é gerente de pesquisa qualitativa da empresa M.Sense Inteligência de Mercado. Fonte: Consumoteca).

COMUNICAÇÃO EFICIENE COM O FUTURO SHOPPER DO VAREJO

Ascensão da classe C, maior poder aquisitivo, expansão da oferta de crédito, popularização da Internet, acessibilidade por dispositivos móveis. A união de todos esses fatores criou um fenômeno no varejo brasileiro: a mudança no perfil do consumidor, o futuro shopper.

Esse cliente é mais exigente e, por estar munido de informações, é muito mais difícil de ser fidelizado. Ele já entra em uma loja física sabendo o que vai comprar. Com o celular na mão, pesquisando os preços na internet, não precisa da informação do vendedor e dispensa aquela conversa que pretende lhe oferecer produtos.

Nesse contexto, o processo de fidelização do cliente não depende mais somente de preço e prazo. É preciso cativar o cliente, encantá-lo, ir além da simples venda de produtos. Para isso, a comunicação é essencial, e o e-mail marketing pode ser uma importante ferramenta.

Não venda mais produtos, venda experiências. Crie campanhas que informem o seu cliente. Não ofereça uma simples caixa organizadora, pergunte ao seu consumidor o que ele precisa arquivar e mostre a caixa ideal, seja um consultor.

Desenvolva ações específicas para informar o cliente, possibilitando que ele utilize as campanhas para se atualizar e, assim, adquirir o seu produto, não o contrário. O e-mail marketing não é mais o mesmo há tempos, o consumidor tornou-se mais ativo e o mercado evolui cada vez mais.

É hora de se comunicar de forma eficiente, de informar, e não de somente vender. É tempo, enfim, de estar ao lado do cliente. (Juliana Azuma,  superintendente de Marketing Services da Serasa Experian e responsável pela Virtual Target, no Adnews)

EVENTOS AGROPECUÁRIOS AQUECEM A ECONOMIA 


Para desenvolver o setor agropecuário catarinense e fortalecer a integração do homem rural, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) apoia a realização de eventos do segmento no mês de setembro e outubro no Estado.

As feiras, exposições e leilões realizados são promovidos pelosSindicatos dos Produtores Rurais e contam com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC) e de outras entidades ligadas ao setor

Dia 14 aconteceu , o II Leilão Fazendas Mãe Rainha e Fazenda Meia Lua, no Parque de Exposições Conta Dinheiro, em Lages. No dia 21 acontecerão o VI Leilão Angus VP de Primavera no Parque de Exposições Conta Dinheiro em Lages e a X Feira da Primavera no Parque da Maçã em Fraiburgo.

Para o dia 28, está previsto o VIII Leilão de Reprodutores da Agropecuária Arapari, no Parque de Exposições Nova Vicenza, em Água Doce e dia 29/09, acontecem a LIV Feira do Gado Geral e a V Concentração para registro de cavalo campeiro, no Parque Pouso do Tropeiro, em Curitibanos.

Para o dia 02 de ioutubro  a Feira de Reprodutores de Bovinos e o VI Leilão de Reprodutores Ovinos, no Parque Pouso do Tropeiro, no município de Curitibanos. A VI Feira da Primavera ocorrerá em 05 de outubro, no Parque de Exposições Nova Vicenza, no município de Água Doce. No dia 06, acontece a 31ª Feira do Gado Geral no Parque de Exposições, do município de Capinzal.

Para o dia 12 de outubro, está prevista a Feira do Novilho, Novilha e Reprodutor, no Parque de Exposições Sobradinho, no município de Campo Belo do Sul. Dia 13, acontecerão a Feira de Gado Geral no Parque de Exposições Leo Andrade no município de Painel e a Feira de Gado Geral no Parque Municipal de Santa Cecília no município de Santa Cecília.

No período de 15 a 20 de outubro ocorre a Expolages no Parque de Exposições Conta Dinheiro. No dia 20, ocorre o VI Leilão da Primavera, no Parque Municipal de Exposições, no município de Ponte Serrada. Dia 26  acontecerá a Feira do Reprodutor Novilho e Novilha no Parque de Exposições Euclides Granzotto, no município de Anita Garibaldi .Detalhes: http://www.faesc.com.br/portal/index.php  (Promoview)

SITE OFERECE SERVIÇO PARA XINGAR O AMIGO

Não se sabe ainda quem é o autor da ideia, mas um site que presta uma tarefa curiosa está fazendo sucesso nas redes sociais. Trata-se do “Xingue Seu Amigo”. O objetivo é exatamente esse, "trollar" um amigo com palavrões proferidos por uma mensagem eletrônica.

Para ter acesso ao “serviço”, basta digitar o número de telefone da pessoa e pagar uma taxa de R$ 3,00, através de cartão ou boleto bancário e o sistema se encarrega de insultar o amigo escolhido.

O próprio site tem um contador de quantas pessoas já foram xingadas. Até o fechamento desta nota, mais de 3,5 mil pessoas já receberam as palavras de “carinho” de seus amigos. Na própria página é possível ouvir a mensagem. (Redação Adnews)

ENCONTROS

. sobre Redação Publicitária será realizado no Rio de Janeiro


Acontecerá dia 20 o VIII Encontro de Redação Publicitária, organizado pela Associação Latino Americana de Agências de Publicidade. O evento será realizado na Casa de Rui Barbosa, localizada no Rio de Janeiro (Rua São Clemente 134).

Redatores, escritores e profissionais de Comunicação de destaque no cenário da publicidade carioca e nacional irão ministrar diversas palestras durante a programação. Para mais informações e inscrição visite o site www.alaprio.com.br. O encontro também conta com uma página no Facebook.

 . sobre Mídia na atualidade acontece em novembro

O VII Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cultura está recebendo trabalhos para serem apresentados no evento, que ocorre entre 4 e 8 de novembro, na Universidade de Sorocaba (Uniso). O encontro, organizado pelo Programa de Mestrado em Comunicação e Cultura da Uniso (SP), visa debater o tema Mídia hoje.

São bem-vindas as pesquisas que analisam processos e produtos midiáticos, imagens midiáticas, a relação entre as mídias e as práticas socioculturais, bem como entre mídia e educação. Inscrições podem ser realizadas no site do evento ou pelo e-mail encontrocc2013@uniso.br. O prazo para envio de resumos encerra-se no dia 30 de setembro.

 JULIAN ASSANGE ATACA NOVAMENTE

Com as recentes denúncias de espionagem divulgadas pelo ex-técnico da Agência Nacional de Segurança dos EUA, Edward Snowden, a discussão sobre liberdade e privacidade na internet ganhou o noticiário em todo o Brasil. Considerada um grande avanço no campo das comunicações, de tempos em tempos, com a revelação de casos como o de Snowden, a internet torna-se alvo de desconfiança e críticas.

 

Como contribuição para esta discussão, no próximo dia 18 de setembro, no Centro Cultural São Paulo, acontece o seminário Liberdade, privacidade e o futuro da internet, correalizado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e Boitempo Editorial. 

 

O secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira, acredita na importância da Prefeitura de São Paulo contribuir para a reflexão sobre o assunto.

 

 “A internet é hoje um espaço chave no cotidiano de praticamente toda a humanidade e essencial para a fruição cultural neste início do século XXI. A quebra de privacidade pela bisbilhotagem e a prática de espionagem é uma ameaça para os direitos individuais conquistados com muita luta no século passado e é preciso uma grande mobilização para garantir a privacidade e a liberdade na rede e o direito dos usuários a uma cultura livre”, conclui ele. 

 

O evento contará com três mesas de debates. No encerramento, às 19h30, acontecerá a videoconferência com Julian Assange, fundador do Wikileaks e autor do livro "Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet", publicado este ano pela Boitempo.

 

Atualmente sob asilo político na embaixada do Equador em Londres, Assange participará da última mesa do evento por meio de transmissão ao vivo, com tradução simultânea. A jornalista Natália Viana, parceira do Wikileaks no Brasil e coordenadora da Agência Pública de Jornalismo Investigativo e o secretário Juca Ferreira compõem a mesa de discussões. 

 

A primeira mesa começa às 14h e traz como tema “Arquitetura e Governança na Internet” e explora as regras para o tráfego dos dados. Na sequência, às 16h, o assunto é “Vigilância e Privacidade na Rede”, que aprofunda a discussão em torno da privacidade de dados em tempos de vigilância.

 

Este tema terá entre os debatedores, Silvio Rhatto, especialista brasileiro em tecnologia digital e armazenamento de dados. A segurança dos usuários para a troca de informações e a dinâmica das redes sociais estarão entre os temas a serem discutidos.

 

Por meio do seu livro Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet, Assange pauta uma questão absolutamente contemporânea, que impacta a vida de todos os usuários da internet, que se beneficiam da revolução no campo das comunicações mas ainda refletem pouco sobre a vigilância que sofrem. 

 

Ivana Jinkings, diretora editorial da Boitempo, ressalta a importância da obra de Assange: “O livro Cypherpunks e a discussão global iniciada por Julian Assange à frente do Wikileaks – ao quebrar paradigmas e revelar a vigilância em massa na internet – são contribuições inestimáveis ao nosso tempo.

 

O debate sobre a liberdade no meio virtual é necessário e inevitável, como mostram as ações de Bradley Manning, Edward Snowden e do próprio Assange, em busca de mais transparência. É hora de discutir as consequências dessas ações e ao mesmo tempo disputar a regulação e as políticas de comunicação no Brasil e na América Latina como um todo.” 

 

Ingressos para a videoconferência serão entregues durante as atividades da tarde. Os restantes serão distribuídos a partir das 18h30. O evento é público, gratuito e não requer inscrição. (Redação Adnews)

 

LIVROS

. Obra atualizada sobre o Panorama da Comunicação no Brasil - Lançados, no dia 16 de setembro, os quatro volumes do livro “Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil”, edição 2012/2013.  O evento ocorrerá das 15h às 18h, no Auditório (17° andar) do Escritório Regional da Presidência da República, localizado na Avenida Paulista, 2.163, São Paulo (SP).


 

A obra é resultado da parceria entre o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Federação Brasileira das Associações Científicas de Comunicação (Socicom). O professor José Marques de Melo, representante da Socicom, e João Cláudio Garcia, assessor chefe da Ascom/Ipea, realizarão palestra durante o lançamento. Mais informações pelo e-maileventos@ipea.gov.br ou pelo telefone (61) 3315-5236

 . Antologia sobre Folkcomunicação é lançada no Intercom, em Manaus - Lançado o livro “Metamorfose da Folkcomunicação: Antologia Brasileira. A obra, organizada pelos professores José Marques de Melo (Metodista/Cátedra Unesco de Comunicação) e Guilherme Moreira Fernandes (UFJF), apresenta textos clássicos sobre as relações entre cultura popular e processos comunicacionais, com notas introdutórias produzidas por pesquisadores da Folkcomunicação atuantes em diversas regiões do país.

“É o resultado de um amplo esforço empreendido por pesquisadores da Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação”, afirma o professor Guilherme Fernandes. “É um marco nos estudos e nas pesquisas sobre Comunicação, folclore, cultura popular e Folkcomunicação.”

Segundo o professor Marques de Melo, “os estudos de Folkcomunicação têm se mantido em constante sintonia com o espírito do tempo. Sem perder de perspectiva sua vocação popular, seu compromisso com a superação da marginalidade social, vem buscando desenvolver estudos de interesse da grande área de Comunicação. A metamorfose tem sido, portanto, uma característica permanente da sua trajetória”, afirma.

Publicado pela Editae Cultural, de São Paulo, SP, o livro “Metamorfose da Folkcomunicação: Antologia Brasileira” tem 1.100 páginas, no formato 16 x 23 cm. A obra pode ser adquirida na loja virtual do site da editora.

 


. Em comemoração aos 100 anos da UFRPE - A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Fundação Joaquim Nabuco convidou


para o lançamento do livro “Extensão Rural – Extensão Pesqueira: Estratégias de Ensino e Pesquisa”, de autoria dos sócios da Intercom Maria Salett Tauk Santos e Angelo Brás Fernandes Callou. O evento acontece no dia 19 , na Fundação Joaquim Nabuco, localizada na Avenida 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Sala Calouste Gulbenkian.


O trabalho reúne a produção acadêmica relacionada às interfaces da Comunicação e a Extensão Rural e Pesqueira e seus desdobramentos em tópicos como desenvolvimento local, culturas populares, associativismo, etc. O lançamento integra as comemorações do centenário da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e assinala a trajetória de 30 anos de ensino, pesquisa e extensão dos professores-autores na instituição.

VENDAS DE PCS CAEM MAIS

O mercado de PC's no Brasil manteve no segundo trimestre de 2013 a tendência de queda registrada nos primeiros três meses do ano. Com 3,6 milhões de unidades comercializadas, apresentou uma nova redução de 10% em relação ao mesmo período no ano passado. Mas se a quantidade de equipamentos vendidos diminuiu, o mesmo não aconteceu com a receita, que cresceu, atingindo R$ 5,7 bilhões – 1,2% a mais do que no segundo trimestre de 2012. É o que apontam os dados consolidados da consultoria IDC Brasil.

 

Esse contraste nos resultados de volume e receita se explica pelo aumento de 12% do preço médio dos PC's, que no segundo trimestre de 2012 era de R$ 1.412, contra R$1.580 neste ano.

 

“A partir de maio de 2013 já começamos a ver um reajuste de preços dos PC's, o que explica a queda no número de unidades vendidas e ao mesmo tempo o aumento na receita. O mercado passa por um momento de transição para novos formatos e tecnologia mais aprimorada”, avalia Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil. Equipamentos com design mais fino, telas sensíveis ao toque e modelos conversíveis, com tela que pode ser separada e usada como tablet, devem conquistar espaço no mercado.

 

O aumento do dólar, que subiu ainda mais no segundo trimestre - e tende a continuar em alta, segundo a IDC - , também influi na elevação dos preços, sendo um fator importante para a queda no número de unidades de PC's vendidas, já que mesmo os produtos fabricados no país usam muitos componentes importados.

 

A flutuação do dólar afeta principalmente o mercado corporativo, e não por acaso foi nesse nicho que as vendas caíram mais – 15%, contra 7% no segmento de consumo, ao contrário do verificado no primeiro trimestre. “As empresas tendem a esperar que o dólar seja mais favorável para tomar suas decisões de compra”, comenta Hagge.

 

Diante do cenário atual, a IDC Brasil revisou a expectativa de queda nas vendas de PC's durante todo o ano de 2013 para 9% - inicialmente, a previsão era de uma redução de 8% nas vendas neste ano em relação a 2012.

 

“No Brasil, o mercado de PC's já tem uma base instalada muito grande, e assim sua taxa de crescimento é estabilizada. Não se deve esperar taxas tão grandes como se via no passado. Os consumidores estão mais exigentes e a tendência é de melhores oportunidades no segmento de equipamentos com mais recursos e diferenciais, pois quem procura menores preços tem como alternativa outros dispositivos como tablets e smartphones”, conclui Hagge.

 (Redação Adnews)

 

OPORTUNIDADES

. Na UFSM -  A Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) está com concurso aberto para docentes na área de ciberjornalismo. O período de inscrições encerra às 23h59 do dia 11 de setembro, observado o horário oficial do Estado de Mato Grosso do Sul.


Mais informações no site www.copeve.ufms.br.

. Na UFRN  - A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) publicou edital de n° 31 referente à abertura de concurso público para docentes.  As vagas também se destinam a professores de jornalismo e de mídia em publicidade e propaganda.


O período previsto para a realização das provas é de 04 de novembro a 14 de novembro de 2013, sendo aplicadas no município de Natal (RN). Para mais informações sobre o processo, clique aqui.

 . Na UEPG -  A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, publicou edital de abertura do concurso público destinado ao preenchimento de vagas do quadro de carreira docente.  As vagas são para diversas áreas, sendo três para o curso de jornalismo. De acordo com os editais 01 e 02/2013, as inscrições ocorrerão exclusivamente através do endereço eletrônico www.uepg.br até o dia 2 de outubro.

Os candidatos deverão preencher e imprimir as respectivas fichas de inscrições, anexá-las a um documento oficial de identificação com foto, para que seja apresentada à banca para ingresso ao local de prova. Além disso, o interessado deverá recolher a taxa de inscrição no valor de R$ 220,00, exclusivamente via boleto bancário (impresso pelo candidato), na Caixa Econômica Federal.

As provas serão aplicadas no dia 14 de novembro, a partir das 8 horas (com possibilidade de prorrogação, dependendo do número de inscrições por área de conhecimento). Todos os detalhes sobre número de vagas, condições e prazos, bancas examinadoras, recursos, realização das provas, documentações, classificações e nomeações poderão ser obtidas nos editais.

. Na UnB -  Abertas, até o dia 4 de outubro, as inscrições para os cursos de Mestrado e de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília. Ao total, estão sendo oferecidas 23 vagas para o curso de Doutorado e 34 para o Mestrado Acadêmico.


As inscrições para o processo seletivo deverão ser efetuadas pessoalmente pelo interessado até a data limite, na Secretaria da Coordenação de Programa de Pós-Graduação em Comunicação. O edital do processo já está disponível e pode ser acessado aqui.


DEBATE SOBRE CAMPANHAS EM REDES SOCIAIS

A Faculdade Cásper Líbero, em parceria com a empresa SCUP, realiza no dia 19 de setembro, quinta-feira, das 16h às 19h, o evento ‘Campanhas nas Redes Sociais - Realidades e Tendências’. O debate traz grandes profissionais de comunicação e publicidade para discutir a trajetória de campanhas realizadas em redes sociais.

Questões como a atuação no mercado e as tendências a serem seguidas são abordadas no evento, que também esclarece sobre o impacto das alterações em legislações e regras de uso para as campanhas.

Tudo isso e mais outras perguntas são colocadas em pauta, a fim de descobrir novos horizontes para campanhas de Social Media e compreender implicações envolvidas em promoções e concursos.

Os debates são ministrados por grandes nomes da área, como Murilo Oliveira (iFruit), Marina Baravelli (Agência Bold), Eduardo Vasques (TV1), Igor Reichow (BRR), Lucas Napolitano (LOV), Katia Furtado (Monstra), André Artacho (Havas Social) e Priscilla Olegário (Leo Burnett).
(Redação Adnews)
 

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