Depois de alguns dias de folga, é hora de retornar ao trabalho. Centenas
de empresas voltam com a sensação de dever cumprido e cheias de planos para o
ano que se inicia. Praticamente todas as empresas utilizam metas para medir o
desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível
hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos
e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo.
Operacionalizá-las é função do corpo gerencial.
Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica "smart", a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.
Específicas. Aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de marketshare no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul, por exemplo, seria algo bem mais específico.
Mensurável. Ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.
Atingível. Imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.
Realista. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.
Tangíveis. Aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.
Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério "smart", criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Está aí uma boa lição para aprender neste início de ano. (Artigo de Marcos Morita | Mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ, encaminhado por Morgana Almeida (morgana@informamidia.com.br), da InformaMídia Comunicação e distribuído pelo Portal da Propaganda).
Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica "smart", a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.
Específicas. Aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de marketshare no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul, por exemplo, seria algo bem mais específico.
Mensurável. Ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.
Atingível. Imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.
Realista. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.
Tangíveis. Aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.
Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério "smart", criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Está aí uma boa lição para aprender neste início de ano. (Artigo de Marcos Morita | Mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ, encaminhado por Morgana Almeida (morgana@informamidia.com.br), da InformaMídia Comunicação e distribuído pelo Portal da Propaganda).
ENCONTRO MUNDIAL DISCUTE LIBERDADE RELIGIOSA
(Texto de Antonio
Gaspari, distribuído por Zenit.org) - Conhecido
como o “Oscar das ideias”, a “Hollywood da genialidade”, um mix entre ciência, comunicação
e entretenimento, TED (Technology Entertainment Design) apresenta "ideias
que merecem ser espalhadas” ( "ideas worth spreading" ).
Começou
como uma conferência anual na Califórnia que reunia pessoas para falar sobre
suas melhores ideias e agora é um dos sites mais visitados do mundo (www.ted.com). A novidade é que em 2013, TED chega ao Vaticano.
Dia 19
de abril na Via della Conciliazione o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do
Pontifício Conselho para a Cultura abrirá “TEDxviadellaconciliazione”, (www.TEDxviadellaconciliazione.com), um encontro mundial para falar sobre liberdade religiosa
hoje.
Para
saber mais ZENIT entrevistou a organizadora do encontro, Giovanna Abbiati.
ZENIT:
O que significa TED?
TED é
uma conferência anual onde “mentes brilhantes” se encontram para partilhar
ideias que merecem ser espalhadas. Os discursos são livremente publicados no
site para serem propagados por todo o mundo.
ZENIT:
O que tem a ver TED com a Igreja católica?
Ser
católico significa ser universal. A missão da Igreja é desde sempre a mesma:
testemunhar o encontro espiritual entre o divino e o ser humano.
Os
resultados provenientes deste encontro devem ser espalhados! E como? Publicando
em todas as línguas que conhecemos, de maneira que todos possam conhecer e
compreender. Uma das novas linguagens que temos no mundo contemporâneo é a
linguagem digital. Através da linguagem digital,TED espalha ideias, e nós
queremos utilizar este poder de conectar, e espalhar também os resultados
espirituais.
ZENIT:
Porque vocês escolheram o tema da liberdade religiosa?
Este é
um tema importante se queremos falar de paz. Na sociedade secularizada, muitas
vezes, os sinais religiosos são proibidos, os símbolos são escondidos. Em
alguns países a restrição de caráter religioso é altíssima. O Pew Research
Center divulgou que mais de 2,2 milhões de pessoas, quase um terço da população
mundial, vivem em 23 países, onde há restrições governamentais ou crescente
hostilidade social em relação à prática religiosa. Porque temos medo da
religião? Devemos temer apenas o fundamentalismo.
O
fundamentalismo é uma perversão da religião. A violência não é religião,
praticar a violência em nome de um credo religioso não é religião.
ZENIT:
O que é esperado do encontro TED x via della Conciliazione?
Queremos
reiterar que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Antes de tudo é
uma aspiração da alma. A liberdade religiosa consiste em garantir a proteção de
todos os homens e mulheres de qualquer tentativa de coação da própria
consciência.
Através
da religião todo homem e toda mulher descobre a identidade do ser humano.
Através da religião descobre o sentido e o valor da vida. A prática religiosa
inspira e incentiva o ser humano na construção de um mundo de justiça e de paz.
Todas as religiões expressam um senso de responsabilidade pela humanidade e
pelo mundo.
ZENIT:
Como?
Quer
mudar a sociedade? Não exclua! Começando pela sua comunidade. A sua comunidade
pode ser o seu vizinho de casa ou o seu irmão. Cuidar do mais fraco, do idoso,
da viúva, do estrangeiro, significa tentar construir uma rede social em favor
da fraternidade.
Aproveitando
toda a força que a fé pode dar, é preciso tentar transformar o ódio em amor,
praticar o amor também nos conflitos, favorecendo o perdão. Amor entendido como
paixão de Cristo, que diz respeito também aos encarcerados e às pessoas
doentes.
Enfrentar
este desafio é difícil, mas o importante é que não fique apenas na mesa ou que
envolva apenas os grupos dirigentes. É preciso começar pelos jovens.
ZENIT:
Quem são os convidados?
Procuramos
palestrantes capazes de promover o diálogo e a unidade em todos os âmbitos,
partindo da cultura. Procuramos talentos e visionários capazes de demonstrar a
existência de um substrato comum de ideais e desafios, tanto na religião como
na cultura.
Pessoas
como Soumaya Slim do Museu Soumaya ou Sheika Hussad AL Salem do Darmuseum. A
primeira no México, a segunda no Kwait, ambas empenhadas em promover a beleza
através da arte. Dois mundos diferentes com um objetivo comum.
Além
disso, procuramos pessoas que mudam o mundo através da fé, como Alicia Vacas
que desenvolve um grande trabalho na Terra Santa e Leone Narvaez que promove a
paz na FARC (Força Armada Revolucionária) da Colômbia.
ZENIT:
Porque foi escolhido o formato TED?
Na era
do compartilhamento TED é capaz de espalhar ideias de maneira muito positiva.
Assistindo televisão, escutando rádio, navegando na rede, o que recebemos,
muitas vezes, é uma visão negativa do mundo. TED é uma plataforma que fala de
compartilhar e difundir o otimismo. Não queremos dizer que o mal não existe,
mas falar apenas das trevas significa esquecer a existência da luz. Um enfoque
negativo assim corta as asas do ser humano. Somos feitos de carne, mas o nosso
espírito foi criado para voar alto e além!
ZENIT:
Qual é o sonho de vocês?
Precisamos
aprender a conviver e a amar. Amar, não é apenas uma ideia, é o que nos conecta
com o todo.
OPORTUNIDADE
A bertas as inscrições da Universidade
Estadual Paulista (Unesp) para o concurso que selecionará um profissional para
uma vaga de professor assistente doutor do Curso de Engenharia de Pesca no
campus de Registro.
O
profissional selecionado trabalhará em regime de dedicação integral à docência
e à pesquisa, nas disciplinas de Fisioecologia de Animais Aquáticos e
Ictiologia, com salário de R$ 8.715,12. Caso seja livre-docente, o salário sobe
para R$ 10.390,17.
CARBON DISCLOSURE PROJETC ABRE
INSCRIÇÕES
O Carbon Disclosure Project (CDP), ONG que combate mudanças climáticas junto ao mercado corporativo, iniciou este mês a inscrição de novos signatários no Brasil e em outros quatro países da América Latina – Argentina, Chile, México e Peru.
A entidade,
que já conta com 68 signatários na região, com mais de US$2,1 trilhões de
ativos, pretende aumentar este número em 20% durante o próximo exercício, que
termina no segundo semestre do próximo ano, com a publicação do “CDP Investors
Brasil 2013”, que reunirá dados e análises sobre emissão de carbono e as
políticas climáticas nas maiores empresas brasileiras de capital aberto.
Bancos,
fundos de pensão, gestores de ativos, seguradoras e fundações formam hoje este
time de signatários que, representados pelo CDP, endossam o questionário anual
sobre mudanças climáticas enviado para as maiores empresas cotadas em bolsa.
Para se torn ar signatário, basta apenas endossar a solicitação de informação
enviada às empresas pelo CDP.
Em
contrapartida, além de promover a adoção de melhores práticas frente às
mudanças climáticas por parte dos negócios, os signatários passam a ter acesso
não apenas a todas as informações do CDP, que são abertas ao público, mas
também às respostas individuais de cada companhia respondente – dados
exclusivos aos signatários. Em paralelo, os signatários também são convidados
para eventos exclusivos do CDP, incluindo lançamento de relatórios e reuniões
com investidores.
Sobre a
importância dos dados gerados para o investidor, Fernando Eliezer Figueiredo,
diretor do CDP Brasil, comentou que os signatários passam a ter em mãos uma
importante ferramenta para decisão de investimentos. “Com os dados, é possível
que o investidor trace suas estratégias alinhadas ao comportamento das empresas
frente à mudança climática. Além da importância para o planeta, já observamos
em nossos relatórios que existe uma correlação entre um melhor desempenho nas
bolsas de valores e a participação nos índices Carbon Performance Leadership
Index (CPLI) e Carbon Disclosure Leadership Index (CDLI).
As
empresas participantes de ambos os índices ofereceram aproximadamente duas
vezes mais retorno financeiro aos investidores no período de janeiro de 2005 a
maio de 2011, uma tendência clara de que uma gestão de carbono eficiente impacta
positivamente o desempenho econômico-financeiro”.
Presença reforçada2012 foi extremamente relevante para
o CDP na região. Além de participações ativas em eventos importantes, este ano,
a entidade inaugurou seu escritório próprio no Brasil, em São Paulo (SP), de
onde sua equipe comanda diversos projetos no País, em particular, assim como as
operações na América Latina.
Atualmente,
são quatro projetos os projetos implementados na região que são geridos pelo
escritório brasileiro: CDP Investors Brasil, CDP Investors Latin America (patr
ocinado pela Vale), CDP Cities e CDP Supply Chain – um programa que permite às
organizações implementar estratégias para engajamento dos fornecedores por meio
da análise dos riscos e oportunidades associados às mudanças climáticas.
“Para
2013, além de obter novos signatários e aumentar o número de empresas
respondentes no CDP Investors, já temos novos projetos importantes no nosso
horizonte: queremos começar a implementar localmente o CDP Water e o CDP
Forest, em que as empresas reportam suas políticas frente à utilização destes
capitais naturais”, anuncia Figueiredo.
Em paralelo, o CDP também procura por patrocinadores na região. Hoje, a organização já conta com dois patronos – a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) e o Santander Brasil – e 12 patrocinadores – Eletros, Fachesf, Fapes, Forluz, Infraprev, Fundação Itaú Unibanco, Petros, Postalis, Previ, Serpros, Sistel e Valia.
Para saber mais sobre como se tornar signatár io do CDP ou sobre as instituições que já são signatárias, acesse www.cdproject.net/br.
Em paralelo, o CDP também procura por patrocinadores na região. Hoje, a organização já conta com dois patronos – a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) e o Santander Brasil – e 12 patrocinadores – Eletros, Fachesf, Fapes, Forluz, Infraprev, Fundação Itaú Unibanco, Petros, Postalis, Previ, Serpros, Sistel e Valia.
Para saber mais sobre como se tornar signatár io do CDP ou sobre as instituições que já são signatárias, acesse www.cdproject.net/br.
Sobre o Carbon Disclosure Projec
O Carbon
Disclosure Project (CPD) é uma organização independente sem fins lucrativos,
que detém o maior banco de dados corporativos sobre mudanças climáticas do
mundo. Essas informações são coletadas em nome de mais de 656 investidores
institucionais com U$78 trilhões de ativos sob gestão. No Brasil, o projeto
opera desde 2006, convidando um grupo de 80 empresas (tendo como referência o
índice iBrX) a fazerem seu reporte climático por meio da plataforma global do
CDP. (Fontes
Daniela Giuntini, Fernanda Bernardini e Rafael MachadoFundamento Comunicação
Corporativa e Portal da Propaganda)
MIXER PROMOVE PRÊMIO NO PRIMEIRO
MUSIC VÍDEO FESTIVAL
O Music Vídeo Festival irá celebrar a nova produção mundial de videoclipes e a Mixer, apoiadora oficial do evento, com o objetivo de incentivar a produção nacional, encontrar novos talentos do cenário audiovisual, e aquecer o mercado nacional de clipes promoverá o prêmio m-v-f- Future Talent by Mixer.
A escolha do novo diretor será feita pelo público e também por um juri especial, formado pelo músico e diretor Jerry Casale, vocalista baixista e tecladista do Devo, o diretor de cena Seb Caudron, da Mixer, a produtora francesa Ophélie Beaurepaire, diretora e organizadora do festival de clipes francês Protoclip, o jornalista Alexandre Matias, a VJ Gaía Passarelli da MTV e a diretora Kátia Lund.
O vencedor
do prêmio terá a oportunidade de entrar no mundo da direção e da música com
estilo ao dirigir um vídeo oficial para a música Great Strings, da
banda Holger, em uma superpr odução da Mixer, aconselhado com orientação do
diretor Seb Caudron. A premiação do m-v-f- Future Talent by Mixer será
realizada dia 19 de janeiro no MIS durante o m-v-f- Awards e o videoclipe irá
estrear na MTV em março de 2013.
O Seb Caudron desenvolveu sua carreira na França, seu país de origem, e também nos EUA, onde morou por cinco anos. Em 2012 chegou para integrar o time da Mixer em São Paulo. É reconhecido internacionalmente como um multi-talentoso e criativo diretor e supervisor de efeitos visuais. Com quase 20 anos de carreira, busca inspiração na arquitetura, mangá, animação, cinema e arte contemporânea.
Dentre suas produções de VFX (efeitos visuais de pós-produção), estão vídeos premiados criados para Jay-z, Rhianna, Janet Jackson, Robbie Williams, Black Eye Peas, além de filmes como A hora do pesadelo, O quinto elemento e Ladrão de sonhos. Foi subdiretor do filme Piaf, Um hino ao amor, premiado duas vezes pelo Academy Awa rd. Em publicidade, Seb dirigiu projetos para Pepsi, Chrysler, Nissan, Ray-Ban, Bradesco, Globo, Yamaha e Chevrolet.
"O Music Video Festival é um marco para o reconhecimento do vídeoclipe como arte. Com este projeto, a Mixer reforça seu comprometimento com o mercado brasileiro e com os novos talentos. O Future Talent by Mixer promete revelar muitos novos profissionais", acredita Seb.
O Seb Caudron desenvolveu sua carreira na França, seu país de origem, e também nos EUA, onde morou por cinco anos. Em 2012 chegou para integrar o time da Mixer em São Paulo. É reconhecido internacionalmente como um multi-talentoso e criativo diretor e supervisor de efeitos visuais. Com quase 20 anos de carreira, busca inspiração na arquitetura, mangá, animação, cinema e arte contemporânea.
Dentre suas produções de VFX (efeitos visuais de pós-produção), estão vídeos premiados criados para Jay-z, Rhianna, Janet Jackson, Robbie Williams, Black Eye Peas, além de filmes como A hora do pesadelo, O quinto elemento e Ladrão de sonhos. Foi subdiretor do filme Piaf, Um hino ao amor, premiado duas vezes pelo Academy Awa rd. Em publicidade, Seb dirigiu projetos para Pepsi, Chrysler, Nissan, Ray-Ban, Bradesco, Globo, Yamaha e Chevrolet.
"O Music Video Festival é um marco para o reconhecimento do vídeoclipe como arte. Com este projeto, a Mixer reforça seu comprometimento com o mercado brasileiro e com os novos talentos. O Future Talent by Mixer promete revelar muitos novos profissionais", acredita Seb.
“A Mixer,
uma das maiores produtoras do mercado brasileiro, que tem criatividade e
pioneirismo em seu DNA, tem o objetivo de buscar cada vez mais novos talentos
nacionais. Acreditamos na diversidade e na união de capacidades para entregar
trabalhos criativos e com conteúdo”, conclui Hugo Janeba, CEO da Mixer.
O primeiro
Music Video Festival (m-v-f-) nasce com o intuito de divulgar e celebrar a
produção audiovisual de vídeos musicais, e para dar destaque à sua importância
e influência como expressão criativa, tecnológica, cultural e mercadológica.
O projeto, idealizado pela Cinnamo n Comunicação
e realizado em parceria com a FLUX, a Inker Agência Cultural e o Museu da
Imagem e do Som conta ainda com o apoio do Governo do Estado de São Paulo,
Secretaria da Cultura e Programa de Ação Cultural 2012. (Fontes: Polyana Ferrari e Stela Maris | A4
Comunicação | (Portal da Propaganda)
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