terça-feira, 11 de outubro de 2011

QUAL O FUTURO DA APPLE?



PARQUES TECNOLÓGIOS E INCUBADORAS DE EMPRESAS  

A PLANTA NO TRATAMENTO DA DIABETES

Pesquisa desenvolvida pelo curso de Nutrição e pelo Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) comprovou que o extrato da planta Eugenia umbelliflora tem efeito auxiliar a Metformina, composto principal dos remédios mais utilizados no controle da diabetes mellitus, tipo 2.

A planta, nativa da flora brasileira, é conhecida popularmente como baguaçú. Além dela a pesquisa analisou a espécie Rubus imperialis, conhecida como amora-branca, que também tem ação hipoglicemiante, porém, com menor efeito se comparada a Eugenia umbelliflora.

Os testes foram feitos com ratos, induzidos ao diabetes e submetidos aos diversos tratamentos. Após seis semanas ingerindo o extrato da Eugenia umbelliflora, o grupo de animais, demonstrou níveis de glicose praticamente iguais aos dos animais não diabéticos.

Segundo Sandra Soares Melo, nutricionista coordenadora da pesquisa, os flavonóides encontrados nas folhas da Eugenia umbelliflora demonstraram alto poder antioxidante no organismo. “Os flavonóides presentes na planta atuam na normalização do colesterol e nos níveis de glicose no sangue, e podem ser utilizados como um importante coadjuvante no tratamento da diabetes mellitus, tipo 2”, explica.

A Eugenia Umbelliflora pertence a família Myrtaceae e é uma espécie típica de dunas fixas e terrenos baixos, menos enxutos, bastante planos e arenosos, sendo encontrada principalmente na restinga litorânea de Santa Catarina, desde o extremo norte, até o município de Palhoça.

“É importante deixar claro que a pesquisa foi realizada com o extrato da planta, que propicia a extração de todos os seus componentes, e não na forma de chá”, ressalta Christiane Meyre da Silva Bittencourt, doutora em química orgânica e integrante da pesquisa.

A Eugenia Umbelliflora, pouco estudada pelos cientistas até o momento, é utilizada popularmente na região de Florianópolis como antidiabético, antidiarréico, redutor dos níveis de triglicerídeos e colesterol e no tratamento de doenças infecciosas.

O estudo foi apresentado à comunidade científica e premiado com o primeiro lugar no 7º Congresso Internacional de Nutrição Funcional, no final de setembro, em São Paulo. Detalhes: (47)3341- 7952, Laboratório de Nutrição Experimental (Lanex)/ (48) 9980-5798, com Sandra Soares Melo.
 


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LIVRO
Dia 04 de novembro, na Livraria da Vila, em São Paulo (Rua Fradique Coutinho, 915), às 20h, Alkmar Luís dos Santos e Wilton Azevedo  lançarão o livro  Volta ao Fim.

QUAL O FUTURO DA APPLE?


A comoção com a morte de Steve Jobs, foi muito além do que acontece com qualquer líder empresarial.. Segundo a MITI Inteligência, somente 12 horas após o fato, o termo Steve Jobs foi mencionado 4,5 milhões de vezes no Twitter, número que chegaria a 8,8 milhões 36 horas depois. A hashtag #iSad foi utilizada em 116.470 tweets no período, enquanto #RIPSteveJobs teve 195 mil mensagens na rede social. O termo “Thank you Steve Jobs” foi usado 279 milhões de vezes.

Na opinião de Mentor Muniz Neto, sócio e vice-presidente executivo da Bullet, além de applemaníaco, tal mobilização aconteceu, principalmente, pelo poder que Jobs teve de, ainda em vida, mudar conceitos e costumes de milhões de pessoas.“Não creio que a criatividade de Steve Jobs tenha sido seu ponto mais forte, pois tudo que ele criou já existia, como o tocador de mp3, o computador com mouse e o smartphone. O grande talento dele, sua genialidade, era a sensibilidade para entender algo que já existia de forma mal explorada, transformando aquilo tornando-o muito funcional, em objeto de desejo. Ele sabia o mais difícil: fazer, e fazer muito bem”, pontuou.

Apesar de, teoricamente, já estar trabalhando sem a contribuição de Jobs, afastado do cargo de ceo desde agosto, sua morte transforma em uma total incógnita – mas com ar levemente pessimista – o futuro da Apple. “Quando Tim Cook anunciou o iPhone 4S, uma dia antes da morte de Jobs, tivemos uma mostra da ausência dele. Não é que a Apple vai deixar de existir, nem que os produtos vão deixar de ser lançados, mas será algo diferente do que foi até aqui, acredita Rosana Hermann, gerente de criação do portal R7, além de uma das principais especialistas em mídias sociais do mercado brasileiro.

Apesar da perda, porém, Rosana crê em um esforço suficiente, por parte da Apple, para manter viva a semente plantada por Jobs. “Hoje, com tanta informação, estamos preparados para dar muitas respostas. O problema é que só os gênios sabem fazer as perguntas que nos levam além. Não sei quem vai substituir a inquietação de Jobs, seu alto nível de exigência, seu perfeccionismo pela beleza inteligente, pela simplicidade eficiente. Mas acho que a Apple vai fazer tudo não só para manter o mercado e seus fãs, como também vai honrar a memória de Steve”, concluiu.

Neto, por sua vez, não enxerga um futuro muito promissor para a empresa no longo prazo. Apesar de acreditar em uma constância criativa e efetiva nos próximos anos, o vp da Bullet vê uma inevitável desconstrução do império sem sua peça principal.

“A Apple já mostrou o que é sem ele. Ninguém que é fã da marca esquece a capa da Wired, quando ele ficou afastado, mostrando uma maçã cheia de espinhos e dizendo que a empresa ia falir. O fato de ele ter voltado serviu para a criação de uma cultura de inovação, que vai levar um bom tempo para se perder, mas que vai acabar acontecendo. A partir de agora, devem acontecer diversos conflitos de poder e fragmentação de lideranças, por mais que o John Cook seja competente. Acho que a dinâmica de poder vai mudar e, quando isso acontecer, vai ser difícil para a Apple se manter”, prevê Neto. (Karan Novas no PropMark)

VEM AÍ O 3º FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE COMUNICAÇÃO
De 7 a 11 de novembro, o Curso de Comunicação da Unisul, campus Tubarão, estará promovendo o 3º Festival Universitário de Comunicação – o Plus. Detalhes: plus@unisul.br, facebook.com/PlusFestival e (48) 3621-3092. 

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