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domingo, 28 de outubro de 2012

DOMINGO É DIA DE AUDITORIA

 
AUDITORIA DA  COMUNICAÇÃO

AS PALAVRAS

“A embalagem é um comercial de trinta segundos. Deve competir com impacto para poder ser vista, mas também deve criar um contato emocional com os consumidores para poder ser apreciada.” (Marc Gobé)

CADÊ VOCÊS¿

Quinta e sexta-feira passada, em Florianópolis, aconteceu o Mídia Santa Catarina, que já é o mais importante evento da publicidade catarinense. Foi um evento de encher os olhos, e a cabeça de conhecimento. Assessoria de imprensa à parte, perfeito em todos os sentidos.

Dele ficaram duas grandes lições: primeiro, o momento é de enormes transformações. Segundo, quem não estiver atualizado, pensando lá na frente, perderá o rumo da história.

Pena que foi ignorado pela maioria do mercado publicitário do Estado: empresários, profissionais, professores, estudantes, estiveram ausentes.

Nem a presidente do Sinaprosc, que na abertura do evento ressaltou o fato de  que o momento, difícil para todas as áreas envolvidas com a comunicação, exigia a participação de todos ali para  compreender, discutir e encontrar novos caminhos  marcou, com constância sua presença.

Fico imaginando a cara de um empresário da publicidade ou de um anunciante, se um profissional que lá esteve, inspirado pelo que viu e ouviu, apresentasse uma ideia inovadora.

Faria, certamente, uma cara de bunda. E jogaria no lixo a oportunidade de fazer a publicidade catarinense  dar um passo à frente.

Como aconteceu comigo, recentemente, em um Curso de Comunicação onde eu dava aula.. Abordei um conceito moderno de comunicação e provoquei uma revolta dos alunos. Foram reclamar na Coordenação e na Auditoria que eu  estava confundindo-os, porque  dizia coisas que eles, já na sétima fase, nunca tinham ouvido falar. Algumas, contrárias ao que os demais professores afirmavam. Ao invés de assimilarem o que estava acontecendo na comunicação, voltaram-se contra elas. Coitados: formaram-se aptos para atuar em qualquer agência ou empresa anunciante... no século passado.

No mercado não é diferente. Cada vez que desperdiçamos uma oportunidade como essa ocorrida semana passada, jogamos fora a chance de ajudarmos a publicidade de dar um salto à frene.

E LULA RI

Com essa oposição preguiçosa e burra e um povo que está pouco se lixando para as decisões do Supremo, o PT avança. E Lula se diverte.

DO BLOG DO ADONIS ALONSO
Aaron Sutton, sócio e diretor de Criação da Mood, criou vários cases de sucesso em sua carreira publicitária de 20 anos. Idealizou uma rádio exclusiva para seu cliente Sul América Seguros e lançou a cerveja Devassa com a patricinha Paris Hilton e a comportada Sandy, entre outras campanhas vitoriosas. Assista:  http://www.youtube.com/watch?v=koHUn0sP5YM&feature=youtu.be

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sábado, 27 de outubro de 2012

POSICIONAMENTO: QUAL É O SEU?

 

 
 
Na busca constante pela singularidade em tempos de competição acirrada pela atenção dos consumidores, as empresas buscam criar ainda maisvalor para suas marcas. E posicionar-se corretamente é um dos pontos importantes para a estratégia do negócio, atraindo os olhares de forma inovadora.

Pois, inovar é alterar a forma de algo estabelecido para criar algo novo. Uma inversão de valores, onde o objetivo é criarnovas experiências.

Esse termo vem sendo muito comentado entre os micros, pequenos e médios empreendedores e com razão, pois a sobrevivência do negócio em um mercado altamente competitivo exige muita diferenciação, informação, disciplina e uma excelente estratégiapara manter a marca sempre bem posicionada. O posicionamento é o elo entre a estratégia e a execução.

Mas o que é posicionamento? O que ele proporciona? Como posicionar? E por que é tão valioso nos dias de hoje?

Para melhor compreender negócio e marca, é necessário olhar ambos como uma coisa só. Se de um lado o negócio define o que vamos oferecer ao mercado, do outro, a marca confere credibilidade.

Portanto, é mais importante conhecer quem “você é” do que para onde “você está indo”, uma vez que o mercado muda constantemente. E, nessas mudanças aceleradas e intensas, é preciso posicionar e reposicionar. Nesse momento, rever os conceitos é fundamental.

Essa etapa é necessária para manter a marca competitiva e suportar as intempéries do mercado. Neste caso, olhar para dentro do seu negócio e encontrar novos caminhos torna-se um fator determinante para alcançar ou manter-se na liderança.

Para obter um posicionamento coerente e estratégico, é necessário definir três premissas básicas. Sua estratégiadiferenciais e experiências. Para isso, é preciso olhar a essência do negócio e questionar-se sobre sua verdadeira alma. É necessário entender que a sua empresa é um sistema vivo que precisa adaptar-se conforme as mudanças. Colocar em prática um planejamento coerente e não ficar só se espelhando no concorrente que faz melhor que você.

Conforme o posicionamento adotado, atributos ainda maiores precisam ser transmitidos para os consumidores, como a experiência de seu serviço ou produto. É neste momento que o empreendedor precisa equilibrar a lógica racional e matemática com a sensibilidade, de modo a agregar valor e influenciar as pessoas.

Uma boa empresa é aquela que, além de produzir com excelência aquilo que se propôs, consegue transmitir uma experiência positiva de seu serviço e de sua marca. E tudo isso começa com um bom posicionamento.(Hélio Moreira, especialista em branding e design, no Promoview)

I ENCONTRO CATARINENSE DO PIBID

 

Dias 29 e 30  estará acontecendo o I encontro catarinense do PIBID no Auditório (Garapuvu) na UFSC.  A Unisul estará participando como organizadora do evento, como ouvintes e como expositores. Estarão envolvidos  156 bolsista, incliuindo : 128 acadêmicos das licenciaturas de Pedagogia ( Tubarão e Pedra Branca), Letras, Ciências Biológicas e Matemática, 6 Professores da Unisul e 22 professores das redes pública e estadual.

 
O  FUNCIONAMENTO DAS PROTEÍNAS

(Texto de Karina Toledo, distribuído pela  Agência FAPESP Para que a proteína possa desempenhar sua função dentro do organismo – seja ela estrutural, enzimática, hormonal, energética, de defesa ou de transporte de nutrientes –, a cadeia de aminoácidos que a compõe precisa se moldar de modo a atingir uma forma tridimensional específica.


Há décadas cientistas tentam descobrir como esse processo tão complexo, conhecido como enovelamento de proteína, ocorre em questão de segundos ou até de milésimos de segundo. Uma pesquisa apoiada pela FAPESP e publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) acrescentou algumas peças ao quebra-cabeça.

“Estudos feitos nos anos 1960 mostraram que, se as proteínas fossem explorar aleatoriamente todas as configurações possíveis até atingir a estrutura nativa, o processo de enovelamento levaria um tempo equivalente à idade do Universo”, disse Vitor Barbanti Pereira Leite, orientador do estudo de doutorado de Ronaldo J. Oliveira, que deu origem ao artigo.

Já se sabia que toda a informação necessária para que o enovelamento ocorresse estava contida na própria sequência de aminoácidos, uma vez que o processo foi passível de ser reproduzido em tubo de ensaio, sem a influência de fatores biológicos. Surgiu então a hipótese de que haveria uma rota que facilitasse a chegada a esse estado funcional

“Passaram-se mais de 20 anos tentando desvendar essas possíveis rotas e identificar os estágios intermediários, até que se percebeu que esse não era o mecanismo”, disse Leite.

Na década de 1990, o brasileiro José Nelson Onuchic – professor da Universidade Rice, em Houston, Estados Unidos, e um dos coautores do artigo recém-publicado na PNAS – introduziu a ideia de que não haveria um caminho único, mas sim um mecanismo em que todos os estágios intermediários levariam à estrutura nativa.

Considerando que em cada uma das configurações alternativas a proteína teria uma determinada energia, Onuchic propôs que, se a energia de todos os estágios intermediários fosse mapeada, esse relevo – conhecido como superfície de energia (energy landscape) – teria um formato afunilado. No fundo do funil estaria a estrutura nativa, que representa o estado mais estável de energia.

“Imagine um cego tentando acertar aleatoriamente a bola no buraco de um campo de golfe. Se o campo fosse plano, ele levaria a vida inteira para acertar. Mas, se o campo tivesse um relevo afunilado, a bola seria direcionada para o centro independentemente do lugar em que fosse lançada”, comparou Leite.

Com a ajuda de modelos computacionais simplificados, Leite e sua equipe conseguiram, pela primeira vez, medir as dimensões do funil de energia – reforçando a teoria proposta por Onuchic. Além disso, com base nas medidas do funil, desenvolveram um parâmetro – batizado de descritor de superfície (Λ) – capaz de indicar a eficiência do processo de enovelamento de cada proteína.

“Para calcular Λ, usamos três diferentes medidas: a rugosidade do relevo de energia, a largura e a profundidade do funil”, contou Leite.

A rugosidade é calculada pela variação de energia que ocorre quando a proteína pula de uma configuração para outra. “Quanto mais rugoso for o relevo, maior será a dificuldade para chegar ao fundo do funil”, disse.

Já a largura varia de acordo com o número de configurações possíveis de serem acessadas pela proteína. “Quanto maior for a entropia do estado desenovelado, ou seja, o número de combinações possíveis quando a proteína está aberta, maior será a área da boca do funil”, explicou Leite.

Por último, a profundidade representa a distância em energia entre a estrutura nativa e o estado totalmente desenovelado. “Medimos o quanto a energia diminui quando a proteína passa do estado desnaturado para o funcional”, contou.

As proteínas foram selecionadas durante o processo evolutivo para funcionar em temperaturas fisiológicas – no caso dos humanos, em torno de 36º C.

“A temperatura tem influência direta sobre todo o sistema. Se aquecermos certas proteínas um pouco acima da temperatura fisiológica, elas começam a se abrir. O relevo de energia continua o mesmo, mas a forma enovelada deixa de ser a mais estável”, explicou Leite.

Os pesquisadores estudaram um grupo de 21 proteínas de diferentes formas e tamanhos e mostraram que o parâmetro Λ tem grande correlação com a estabilidade e com o tempo que a proteína demora para se enovelar.

“A estabilidade e o tempo de enovelamento foram calculados por simulação, mas estão correlacionados com dados experimentais da literatura científica”, disse Leite.

Ponte entre teoria e prática

O trabalho foi desenvolvido no campus de São José do Rio Preto da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e contou com a colaboração de pesquisadores da Universidade Rice, em Houston, e da Academia Chinesa de Ciências.

Além de criar uma ponte entre resultados teóricos e experimentais, o estudo aumenta a compreensão sobre o processo de enovelamento de proteínas, o que, segundo Leite, pode ser útil para pesquisadores de diversas áreas, principalmente a da saúde.

“Diversas doenças estão relacionadas ao mau funcionamento de proteínas, como Alzheimer, Parkinson, fibrose cística, fenilcetonúria e câncer. Nessas patologias, não há um agente externo e sim o próprio organismo que, por algum motivo, não consegue manter as proteínas em sua estrutura nativa”, disse Leite.

O conhecimento sobre o processo de enovelamento também pode ser aplicado em áreas como bioenergia. Atualmente, junto ao Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), Leite coordena trabalhos de pesquisa com o objetivo de desenvolver enzimas para a fabricação de bioetanol. 

UM BRASILEIRO NA PONTIFÍCIA ACADEMIA DE CIÊNCIAS
O professor da USP Vanderlei Salvador Bagnato foi eleito membro da Pontifícia Academia de Ciências, no Vaticano. A indicação foi feita pelo papa Bento 16.

Doutor em Física pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, Bagnato é professor titular do Instituto de Física de São Carlos, da USP. Coordena o Centro de Ciências Ópticas e Fotônica , um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão.

Também está à frente do Instituto Nacional de Óptica e Fotônica , órgão criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e apoiado pela FAPESP na modalidade Projeto Temático

Publicou 368 artigos em periódicos especializados e 1.062 trabalhos em eventos científicos. Possui 18 capítulos de livros e cinco livros publicados.

O adorno de membro da academia será entregue por Bento 16 na primeira semana de novembro. A instituição, fundada em 1603, foi a primeira academia de ciência do mundo. Tem entre seus objetivos promover o progresso da Matemática, da Física e das Ciências Naturais, além de reconhecer a excelência no campo da ciência e encorajar a interação internacional.

Conta com aproximadamente 80 membros, entre homens e mulheres de diferentes países, nomeados pelo papa após terem sido eleitos pelos outros acadêmicos. Cerca de um terço dos integrantes ganhou o Prêmio Nobel.

De acordo com o estatuto da entidade, “os membros são escolhidos com base em seus estudos científicos eminentes e pelo conhecimento de sua personalidade moral, sem nenhuma discriminação ética ou religiosa”. 
 
SIMPÓSIO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA APLICADA NA EDUCAÇÃO

 A Faculdade de Educação da  Unicamp realizará, nos dia 8 e 9 de novembro, o 1º Simpósio de Inovação Tecnológica Aplicada na Educação.

O evento enfocará, principalmente, o uso de multimídia interativa, tendo como público-alvo profissionais da rede de ensino e pesquisadores de tecnologias digitais. Detalhes: http://lantec.fae.unicamp.br/inova2012/ 

CIDADES, CLIMA E SAÚDE

O Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo sediará, dia 5 de novembro,  encontro acadêmico internacional sobre participação da universidade no enfrentamento das mudanças climáticas e sua interlocução com as diversas instâncias do governo e da sociedade civil em busca de proposições.

BRASIL PODE SE TORNAR MEMBRO OFICIAL DO CERN

(Texto de Elton Alisson, distribuído pela Agência FAPESP) A FAPESP recebeu, no dia 18 de outubro, a visita de uma comitiva do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN, na sigla em inglês).

A visita fez parte de uma missão ao Brasil de representantes do centro europeu de pesquisa em física de partículas elementares, sediado na Suíça, para avaliar se o país tem condições de se tornar membro associado da instituição, que é responsável pela construção do maior acelerador de partículas do mundo – o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) –, onde foram descobertos nos últimos meses indícios da existência do bóson de Higgs .

Até hoje, 20 países europeus são oficialmente membros do CERN, que foi fundado em 1954. Além deles, mais 40 países que não são membros oficiais, incluindo o Brasil, têm pesquisadores participando dos experimentos realizados na instituição, que requerem instrumentos grandes e caros e a colaboração de inúmeros pesquisadores.

A partir de 2010, em função da redução da contribuição de seus países-membros, causada pela crise econômica europeia, a organização passou a aceitar como membros associados países não europeus, e o Brasil e Rússia, entre outras nações, demonstraram interesse em fazer parte do grupo.

Para se tornar membro associado, os representantes do CERN avaliam se a comunidade de físicos, além de universidades, instituições de pesquisa e empresas do país têm condições de se beneficiar das atividades relacionadas à física de partículas realizadas na instituição e das tecnologias associadas e geradas a partir delas.

A internet, por exemplo, foi criada em 1989 por um cientista do CERN – o físico britânico Tim Berners-Lee, em parceria com outro pesquisador da instituição, o belga Robert Cailliau.

“Pudemos ver na visita ao Brasil que há interesse do país em se beneficiar tanto das pesquisas na área de física de partículas como das tecnologias associadas ao nosso trabalho no CERN”, disse José Salicio Diaz, coordenador das relações do CERN com os países da América Latina, à Agência FAPESP.

“As agências de fomento à pesquisa com as quais tivemos reuniões também demonstraram muito interesse em investir recursos para apoiar o desenvolvimento de tecnologias que estamos interessados em buscar no Brasil e que podem beneficiar toda a indústria do país”, avaliou Diaz.

De acordo com ele, se for aceito como membro oficial do CERN, o Brasil terá que contribuir com uma taxa anual, que depende de seu PIB, no orçamento da instituição, que foi de 1,165 bilhão de francos suíços em 2011.

Em contrapartida, as indústrias brasileiras poderão se habilitar para participar dos contratos que a instituição oferece para o fornecimento de tecnologias para as atualizações do LHC e para os experimentos realizados na instituição.

Além disso, o país também poderá participar dos programas de pós-doutorado, treinamento para engenheiros e períodos sabáticos oferecidos pelo CERN e ser membro do conselho da instituição.

Como membro oficial do centro de pesquisa, o Brasil ainda terá poder de voto nos comitês de colaborações, que decidem como serão realizados e financiados os experimentos e as análises dos dados gerados por eles.

“Há um grande leque de oportunidades oferecido pelo CERN que até agora o Brasil não tem e que poderá passar a ter a partir do momento em que se tornar membro associado”, disse Diaz.

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

REDES SOCIAIS: A ENCENAÇÃO SÉRIA DA VIDA


 
 
Que admirável novo mundo é este em que estamos vivendo. Estamos imersos em um oceano de dados e conhecimentos, de novos aparelhos e novidades tecnológicas que nunca estiveram tão disponíveis. A todo momento, surgem tecnologias revolucionárias, robôs, celulares, TVs com nomes complexos, engenhocas esquisitas, sites e sistemas que fazem tudo mudar radical e repentinamente.

Há tanta gente produzindo conteúdo nas mídias sociais e parece que a notícia mais compartilhada é sempre a pior e mais violenta. Por outro lado, é como se fossem permanentemente muito felizes, com fotos e seus filmes descolados, postados diariamente, e tudo virou uma grande bobeira.

 

A sociedade conectada confunde os limites da vida. Certa vez, uma amiga me contou a história da filha de um conhecido dela. Já era 11 horas da noite e a menina ainda estavaon-line no Facebook.

Enquanto o pai pedia à filha que desligasse o computador e fosse dormir, ela respondia: “Mas, pai, é que meia-noite já é meu aniversário e meus amigos vão fazer uma festa para mim pelas mídias sociais. Eles já começaram a puxar o parabéns, e, daqui a pouco, vão me mandar um monte de ícones de bolinho!”. Claro que naquele dia ele não resistiu e deixou a filha dormir mais tarde.

Nesse mundo em rede, podemos estar solitários, mas jamais estaremos sozinhos. São dezenas de amigos em seu Inbox, Messenger, Facebook, Twitter, Foursquare, Blog, Instagram, Pinterest. Na dualidade digital, pessoas criam identidades imaginárias, usam avatares e passam horas, dias e anos em uma existência paralela, com amigos virtuais em uma encenação séria da vida.

O mundo on-line parece um grande palco de teatro de espelhos, no qual o tímido se torna extrovertido, o calmo em visceral, o rude em romântico. A inconveniência da verdade é criar um alter ego digital acima da lei, viver uma vida paralela completamente diferente da real, que permite namorar em Paris, tomar um café com amigos virtuais em Roma, pular de paraquedas do Everest ou visitar uma praia de hedonismo no Caribe.

 

Todo mundo deseja uma vida perfeita, mesmo que seja virtual. Isso é reflexo da sociedade imediatista, que substitui o ser pelo ter. Além disso, hoje há a facilidade de conectar-se e a de cortar a conexão. Se você me incomoda, eu simplesmente tiro você do meu circuito.

Se temos a impressão de que os inventos ultramodernos servem só para um grande brincadeira de criança, o fato é que ainda somos crianças alegres que acabam de adentrar a época de maior compartilhamento da história da humanidade. Daqui a pouco cresceremos. Na era do compartilhamento é o momento de repensar as relações humanas e de realinhar a nós mesmos, os “indivíduos digitais”. (Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative,. no Promoview)

 

PORQUE É IMPORTANTE CONHECER OS TERMOS DO FACEBOOK

A Media Education, empresa brasileira especializada em curadoria de conteúdo e promoção de conferências de comunicação digital, completa quatro anos de atuação. Para saber os planos da companhia para 2013, o Adnews conversou com João Pedro Braconi, diretor de planejamento da empresa. Além disso, também questionamos o executivo sobre o mercado digital atual.

Esperando duplicar seu faturamento para o ano que vem, a Media Education é responsável por eventos como o Curtindo o Facebook, que acontece dia 9 de novembro e trará o CEO do Social Bakers, Jan Rezab, para o Brasil. Braconi explica que a intenção da empresa é sempre apresentar “os melhores profissionais" para os eventos.

O desempenho brasileiro no mundo digital

Para Braconi, ainda há uma cultura de que quanto mais curtidas você tiver na página, melhor sua empresa estará representada na rede social de Mark Zuckerberg. Ledo engano. "Se alguém 'curte' uma página, não necessariamente essa pessoa se engajou com a causa apresentada. [...] É preferível ter algo consistente e de fato relevante, que gere comentários sobre o que está em pauta e não apenas um 'gostei', 'que legal', 'olha isso', e etc", explica.

A página da Kaiser, segundo Braconi, é um exemplo a ser seguido, pois faz um trabalho segmentado regionalmente.

A desatenção com os termos de páginas do Facebook

Criar uma página corporativa e acompanhar o boom do Facebook - que alcançou quase 46 milhões de usuários brasileiros, transformando o Brasil no segundo país em número de pessoas do site, segundo o Social Bakers - é o ideal, mas com cuidado. Existe um documento chamado “Termos de Páginas do Facebook”, que, infelizmente, poucos analistas de mídia social leem.

A rede social de Mark Zuckerberg está banindo páginas descuidadas e justificando tal ação “se apoiando nos seus termos de uso e responsabilidade”. Os principais erros, de acordo com Braconi, é criar páginas de perfil pessoal para empresas ou mesmo promover ações utilizando ferramentas como o "compartilhe" para premiar seguidores. "O que vai contra os termos de utilização do Facebook e que muitas vezes pode acarretar até em exclusão da página", analisa o executivo pós-graduado em Inteligência de Mercado pela Escola Superior de propaganda e Marketing (ESPM).

O objetivo do Faceboook com o “pente-fino” nas páginas irregulares, segundo o diretor da Media Education, é prezar a qualidade do site, evitando a perda de qualidade e usuários ao longo do tempo.  (Leonardo Araujo no Adnews)

ESPAÇO PARA ILUSTRADORES  CHAMA  A ATENÇÃO  DE DESIGNERS

Todos os meses, os quase cinco mil associados do maior clube de cervejas especiais do Brasil, o Have a Nice Beer, aguardam ansiosamente não só pelas garrafas da bebida, mas também pela revista que completa o kit. A publicação, cujo projeto gráfico é da diretora de arte Jacqueline Lemos, profissional de larga experiência nos mercados publicitário e editorial brasileiros, é um dos grandes diferenciais do clube, especialmente por causa das suas capas, sempre assinadas por um ilustrador.

“Procuramos artistas que possam criar uma boa capa, sejam eles experientes ou novos talentos. Basicamente, os critérios são: gostar de cerveja e querer fazer um trabalho diferente. Trabalhamos sempre com um briefing muito livre junto ao ilustrador, pois o que nos interessa quando fechamos a parceria é ter a interpretação mais livre e autoral possível sobre o nosso universo”, explica Rafael Borges, sócio-diretor do Have a Nice Beer.

Até agora, onze artistas já assinaram capas da revista do clube, entre eles: Adão Iturrusgarai, Marcelo Daldoce, Danylo Beiruth, Rodrigo Visca e Roberto Lautert. Para a surpresa do Have a Nice Beer, há alguns meses, o ilustrador italiano Francesco Poroli entrou em contato com o clube para colaborar.

“Ele viu nossas capas em um blog especializado em revistas e entrou em contato conosco para colaborar. Foi uma grata surpresa termos o reconhecimento de um ilustrador da Itália e mais legal ainda esse reconhecimento se transformar em vontade de trabalhar conosco numa edição da revista. Isso demonstra que o trabalho que temos feito tem muita qualidade”, comemora Borges.

A capa assinada por Francesco Poroli sairá na edição de dezembro e será, provavelmente, uma interpretação livre sobre o país de origem da cerveja que será entregue naquele mês. Os ilustradores interessados em colaborar podem entrar em contato com o Have a Nice Beer através do site do clube, onde todas as revistas podem ser lidas: www.haveanicebeer.com.br

Sobre o Have a Nice Beer

Criado em 2011 pelos sócios Pedro Meneghetti, Rafael Borges e Rodrigo Sztelzer, o Have a Nice Beer é o maior clube de cervejas especiais do Brasil. Tem  atualmente com mais de 4.700 associados espalhados por todo o país. A empresa, que nasceu em Porto Alegre (RS), está sediada em São Paulo e em menos de um ano de existência se tornou uma referência no mercado nacional. Todos os meses, o Have a Nice Beer entrega na casa de seus associados dois exemplares de duas das melhores cervejas do mundo juntamente com uma revista exclusiva que conta a história destas bebidas e traz diversas matérias sobre o “life style cervejeiro”. Site: www.haveanicebeer.com.br

20º CONGRESSO BRASILEIRO DE FONOAUDIOLOGIA


 O 20º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia será realizado, de 31 de outubro a 3 de novembro, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, no SHS, Quadra 06, Lote 01, Conjunto A, Setor Hoteleiro Sul, em Brasília/DF.


O evento, que já conta com mais de 2 mil fonoaudiólogos inscritos, terá como foco principal a gagueira, que atinge até 5% da população mundial, na proporção de quatro homens para cada mulher. No Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas são afetadas pelo distúrbio.

Segundo a fonoaudióloga Ignês Maia Ribeiro, membro da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, apenas 1% da população mantém tal condição por toda a vida, sendo o atendimento precoce a melhor forma de combater a cronicidade.

As inscrições on-line serão acolhidas até o final do dia 26 de outubro. Após essa data, inscrições e pagamentos somente no local do evento. Mais informações: www.sbfa.org.br/fono2012/index.php 
 

SIMPÓSIO DE GEOESTATÍSTICA APLICADA EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS


Os organizadores do 3º Simpósio de Geoestatística Aplicada em Ciências Agrárias receberão, até 15 de dezembro, os resumos dos trabalhos que serão apresentados no evento.


As áreas que deverão ser contempladas pelos trabalhos são ciência do solo e da água, agricultura de precisão, gestão ambiental, manejo de culturas, sistema de informação geográfica e sensoriamento remoto, ciências florestais e zootecnia.

Realizado bianualmente desde 2009, o evento deverá ocorrer de 8 a 10 de maio de 2013, na Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu.

Três pesquisadores europeus estarão entre os palestrantes: Annamaria Castrignanò, do Istituto Sperimentale Agrononomico di Bari, Itália; Maria João Pereira, do Instituto Superior Técnico de Lisboa (IST), Portugal; e Amílcar de Oliveira Soares, também do IST. Detalhes: www.fca.unesp.br/sgea/ 
 

 MATERIAIS RECICLÁVEIS PARA A INDÚSTRIA

(Texto de Fernando Cunha, distribuído pela Agência FAPESP) Pesquisa em cooperação entre as empresas Plasmacro, do Brasil, e Casco, do Canadá, investiga processos inovadores para a reciclagem dos resíduos da produção de biodiesel e seu uso na indústria de material elétrico e outras aplicações.

As investigações estão sendo realizadas com apoio obtido por meio do acordo firmado entre a FAPESP e a International Science and Technology Partnerships Canada Inc (ISTPCanada).

Alguns resultados do projeto em andamento foram apresentados e discutidos com uma plateia de pesquisadores brasileiros e canadenses presentes ao primeiro simpósio da FAPESP Week 2012, em Toronto, Canadá, em 17 de outubro.

Os objetivos principais do projeto apoiado pelo acordo binacional são desenvolver processos para recuperação de resíduos da produção de biodiesel, usar o glicerol bruto – um desses resíduos – como um plastificante na indústria de papel e obter compostos de amidos termoplásticos com PVC reciclado para moldagem, por injeção, de material elétrico e também bioplásticos para fabricação de embalagens descartáveis de alimentos.

De acordo com Carlos Correa, da Plasmacro, o crescimento da produção de biodiesel – que passou de 404 mil metros cúbicos (m3) em 2007 para 2,7 milhões m3 em 2011 – ampliou a quantidade de glicerol obtida e as perspectivas de sua utilização na indústria.

Além das aplicações tradicionais em embalagens de medicamentos, amaciantes de fibras têxteis, fabricação de nitroglicerina, há novas aplicações possíveis, como a produção de ração animal, propeno para plásticos, aditivos anticongelantes para uso em radiadores de automóveis e outros.

Os objetivos da Casco são desenvolver tecnologias para obtenção de amido biomodificado. Segundo o gerente sênior, Andre Leclerc, a empresa procura desenvolver um novo nicho de mercado na área de biotecnologia para diversificar sua produção.

“Para isso, a Casco quer conseguir compostos com as proporções ideais de subprodutos do biodiesel e outros componentes para obter produtos finais com boa aparência, homogeneidade, boa absorção de umidade e deformação, estabilidade física e custo final competitivo”, disse Leclerc.

Outro desafio para o projeto é ampliar ao máximo o uso de glicerol bruto em compostos com PVC e outros termoplásticos. A atual capacidade global instalada para a produção de PVC está em torno de 47,5 milhões de toneladas métricas por ano e deve crescer para 59,1 milhões de toneladas métricas em 2020, segundo Correa.

“Apenas a Braskem está produzindo mais de 1 milhão de toneladas de resina de PVC por ano no Brasil e o setor da construção consome atualmente 75% da produção de todo o PVC no país. Esse índice vem crescendo diante de grandes incentivos existentes no Brasil”, disse.

Entre as aplicações estão muitos dos dispositivos elétricos exigidos pela nova regulamentação brasileira para o setor.

FAPESP Week 2012

Após o simpósio em Toronto, a FAPESP Week 2012 segue com eventos nos Estados Unidos: no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Cambridge (22/10); no Brazil Institute, ligado ao Woodrow Wilson International Center for Scholars, em Washington (23/10); e na Universidade de West Virginia, em Morgantown (24/10).

A programação inclui a exposição Brazilian Nature – Mistery and Destiny, sobre a biodiversidade brasileira. Em Toronto ela foi inaugurada em 17 de outubro e fica disponível até o dia 31 do mesmo mês. A mostra será exibida também no MIT e na Universidade de West Virginia.

No contexto das comemorações do 50º aniversário da FAPESP, a FAPESP Week 2012 é a segunda rodada internacional de encontros para promover a aproximação entre pesquisadores com produção destacada em suas áreas de atuação, discutir pesquisas em andamento e a elaboração de novos projetos cooperativos. A primeira edição do evento ocorreu em Washington, de 24 a 26 de outubro de 2011. Detalhes: www.fapesp.br/week2012/northamerica. 
 

1º CICICLO DE DEBATES MULHER E GÊNERO


Dias 29 a 31 de outubro, a Unesp, campus de Franca, promoverá o 1º Ciclo de Debates Mulher e Gênero. Com o tema  A violência contra a mulher, o evento é uma iniciativa do Grupo de Estudos Mulher e Gênero Margarida Alves, liderado pela professora Onilda Alves do Carmo, coordenadora do Conselho do Curso de Serviço Social.


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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

POR QUE AMAMOS AVENIDA BRASIL?


 Uma telenovela que fez tudo diferente. Uma ficção que inovou em diálogos, em cenários, em elenco, em tudo. Uma obra de ficção onde uma personagem fala para a outra: “Menina, desliga esse pré-pago”.


Uma novela onde a personagem Janaína (que representa a empregada doméstica de Carminha) também tem uma empregada doméstica na sua casa. Assim como em grande parte dos lares brasileiros, o seu sofá possui um plástico transparente que o protege contra a sujeira. O plástico foi retirado do sofá apenas no capítulo em que Tufão foi visitá-la. Genial!

Avenida Brasil subiu a barra do quesito qualidade de telenovelas produzidas pela TV Globo. A ambientação dos cenários era cirurgicamente produzida com gatos de porcelana ao melhor estilo kitsch e tangibilizava trejeitos típicos do povo brasileiro de forma sublime.

Trouxe à tona o espetacular ator Marcos Caruso e seu incomparável personagem Leleco, e Juliano Cazarré, que nos brindou com o hilário Adauto, e que também protagonizou um excelente papel no último filme do aclamado diretor brasileiro Fernando Meirelles.

A trama de José Emanuel Carneiro, que certamente teve seu passe valorizadíssimo após Avenida Brasil, catalisou nos internautas do País um novo hábito. Hoje assistimos a telenovela diante de mais de uma tela.

 Estamos agora com um olho na televisão e com outro no nosso smartphone, onde em tempo real vamos comentando e lendo comentários de pessoas. As redes sociais digitais se tornam ambientes on-line onde depositamos legendas com nossas opiniões sobre as programações.

 Os trend topics do Twitter e os comentários do Facebook se tornam o diapasão que modela e modula os gostos da conectada audiência brasileira. Todos os dias por volta das 21h o termo “oi oi oi” pipocava nas timelines das redes sociais.

 A própria equipe do Twitter nos Estados Unidos demorou para entender essas intrigantes publicações. Alguns até acharam, erradamente, que fosse um flashmob.
Todos nós estamos inseridos na cultura, que foi construída durante anos. E é nesse ecossistema cultural onde as emissoras de televisão se baseiam para gerar conteúdos.

A TV Globo colocou no ar “Avenida Brasil” e a recém-terminada “Cheias de Charme”, duas telenovelas que assumidamente tentaram se conectar com públicos emergentes, ou a grande parcela da população brasileira.

O fato é que as novelas são grandes produtos culturais, e que fazem parte da educação das pessoas. Mas há quem possa definir as telenovelas como produtos subculturais e que alienam ou emburrecem o telespectador. Alguns intelectuais inclusive esculhambam o gênero.

Com o que vi em Avenida Brasil, evidenciei exatamente o contrário de tudo isso. Foi sim uma verdadeira obra de arte. Parafraseando uma das maiores pensadoras de telenovelas no Brasil, a professora Maria Aparecida Baccega, quem pensa que telenovela aliena está chamando o povo de débil mental. Ela sempre foi extremamente educativa e de qualidade técnica altíssima.

A telenovela está um passo à frente da sociedade. Ela vai além dos limites morais de grande parte da população. Vemos personagens que representam atores-sociais de todos os estilos e todos os tipos. ( Marcos Hiller, coordenador do MBA em Branding da TrevisanEscolas de Negócios, no Promoview)
CAMBORIÚ RECEBE JOGADORES DO MUNDO INTEIRO
 
Eleita a cidade de Santa Catarina com melhor qualidade de vida, Balneário Camboriú se prepara para receber a 7ª etapa da Brazilian Series of Poker (BSOP), o Campeonato Brasileiro de Pôquer, que tem o patrocínio do PokerStars.net.

 
Até o dia  29, a cidade vai se transformar no reduto do pôquer nacional. Cerca de 130 jogadores já estão registrados para a disputa, mesmo antes do evento se iniciar. São Paulo é o estado com maior número de jogadores. Paraná vem em segundo lugar e Santa Catarina, o estado anfitrião, em terceiro. Outro representante da região, o Rio Grande do Sul, aparece em quarto lugar.
 
Estão confirmados também jogadores da Argentina, Austrália, Holanda, Noruega, Inglaterra e Venezuela. O campeão mundial Andre Akkari representante do Team PokerStars Pro e Caio Pessagno Team PokerStars Online também estão confirmados no evento.

Além do evento principal, o BSOP Camboriú terá a disputa de Pot Limit Omaha, No Limit Hold'em 6-Max e o tradicional evento High Roller e outras modalidades do Texas Hold'em, a mais famosa do pôquer. Todos os torneios contam pontos para o ranking, que vai definir o campeão brasileiro da temporada.
 
PokerStars.net (www.pokerstars.net)  opera o site de pôquer mais popular do mundo e serve a maior comunidade de pôquer do mundo, com mais de 49 milhões de membros registrados. É a primeira escolha dos melhores jogadores do mundo, com mais torneios diários que qualquer outro lugar e com a melhor segurança online.

A  Brazilian Series of Poker (www.bsop.com.br) A Brazilian Series of Poker surgiu em 2006 como a primeira série nacional de pôquer, com estrutura semelhante aos grandes torneios internacionais. Além disso, sua proposta era ser um torneio itinerante, proporcionando a experiência do pôquer ao vivo para jogadores de diversos estados. Atualmente, a BSOP é o Campeonato Brasileiro de Pôquer, sendo uma das mais prestigiadas séries de torneios do mundo e contando com média de 400 participantes por etapa no Evento Principal.

PIRE NO BIC

 A BIC, lançou  a ação de cocriação “Pire no BIC”, que permite aos internautas criar uma arte para os isqueiros da empresa. Um aplicativo na fan page da BIC Brasil no facebook possibilita a personalização do corpo do isqueiro, de acordo com o gosto do consumidor. As seis melhores ideias virarão uma edição limitada, que terá uma embalagem especial. Os vencedores também levarão para casa um iPod touch e uma dock station. Detalhes: www.bicworld.com.

DIREÇÃO DE FILMES PUBLICITÁRIOS

 Amanhã o curso de Cinema do Centro Europeu de Curitiba apresentará uma  Master Class especial com o tema Direção de filmes publicitários. A atividade será comandada pelo diretor Henrique Faria, um dos nomes de destaque do segmento no sul do Brasil.

Diretor de filmes publicitários e curtas-metragens há 12 anos, Henrique Faria trabalha para clientes locais e nacionais. Ao longo de sua carreira, o profissional já teve comerciais premiados em diversos concursos nacionais e foi finalista do Prêmio Profissionais do Ano, da Rede Globo. Os filmes de Henrique Faria já foram apresentados em alguns dos maiores festivais do mundo, entre eles o Festival Internacional de Curta-Metragem do Rio de Janeiro, o Animamundi e o Festival de Clermont-Ferrand (França). Além disso, o diretor está preparando o lançamento do "I Still Love You", filme independente realizado e co-produzido em Amsterdam, na Holanda.

Detalhes:  (41) 3222-6669 ou www.centroeuropeu.com.br.
TERAPIA PARA FASE AGUDA DA ANEMIA FALCIFORME

(Texto de Karina Toledo, distribuído pela Agência FAPESP) Em artigo publicado na revista Blood, pesquisadores do Hemocentro da Unicamp demonstraram que a hidroxiureia – droga usada no tratamento crônico da anemia falciforme – pode também ajudar a aliviar sintomas da fase aguda da doença, atualmente sem opção terapêutica.

O trabalho realizado durante o doutorado de Camila Bononi Almeida, com Bolsa da FAPESP, mereceu destaque no editorial da revista, considerada a mais importante na área da hematologia.
“O paciente que chega hoje ao hospital com uma crise de dor típica da fase aguda recebe apenas analgésicos e hidratação. A ideia de usar a hidroxiureia – já aprovada para tratar de forma crônica esses pacientes – também na etapa aguda é muito atraente para os clínicos. Até agora, isso não havia sido cogitado”, comentou Nicola Amanda Conran Zorzetto, orientadora da pesquisa.

A anemia falciforme, explicou a pesquisadora, é uma doença hereditária caracterizada por uma alteração genética na hemoglobina, proteína que dá a coloração avermelhada ao sangue e ajuda no transporte do oxigênio pelo sistema circulatório.
Essa alteração faz com que as hemácias – glóbulos vermelhos do sangue – assumam a forma de foice ou meia lua depois que o oxigênio é liberado. As células deformadas se tornam rígidas e propensas a se polimerizar, ou seja, a formar grupos que aderem ao endotélio e dificultam a circulação do sangue.

“Esse processo é conhecido como vaso-oclusão e hoje já se sabe que está relacionado a um estado inflamatório resultante da doença. Glóbulos brancos e plaquetas também ficam aderidos ao endotélio, obstruindo pequenos vasos”, disse Conran.
Além das intensas crises de dor, que muitas vezes requerem a internação do paciente, a vaso-oclusão pode causar infartos em qualquer parte do corpo e lesionar diversos órgãos. “Problemas como úlceras, osteonecrose, hipertensão pulmonar e acidente vascular cerebral são comuns”, disse a pesquisadora.

O grupo do Hemocentro da Unicamp, ao qual também pertence o reitor da universidade, Fernando Ferreira Costa, já havia demonstrado em pesquisas anteriores o benefício da hidroxiureia no tratamento crônico da anemia falciforme.
“A droga aumenta a produção de outro tipo de hemoglobina, conhecida como hemoglobina fetal. Ela tem esse nome porque, normalmente, é produzida no período de vida uterina”, contou Conran.

A hemoglobina fetal é capaz de diminuir a polimerização da hemoglobina geneticamente alterada, reduzindo o risco de vaso-oclusão. “Mas como esse aumento na hemoglobina fetal leva meses para ter efeito, ninguém havia considerado usar a droga nas crises agudas”, disse.
Durante seu doutorado, porém, Almeida constatou que, como sugeriam dados da literatura científica, a hidroxiureia tem outros efeitos interessantes.

“Ela ativa uma via de sinalização celular dependente de óxido nítrico que facilita a vasodilatação, dificulta a interação entre os glóbulos brancos e vermelhos e, consequentemente, sua adesão ao endotélio”, explicou.
Nos experimentos feitos com camundongos portadores de anemia falciforme, os cientistas observaram que o medicamento não apenas diminuiu a adesão das células à parede dos vasos como também reverteu o quadro inflamatório.

“Testamos a hidroxiureia isoladamente e também associada a uma substância chamada BAY73-6691, que também modula a via de sinalização por óxido nítrico. Uma droga potencializa o efeito da outra”, disse Almeida.
Os animais geneticamente modificados para desenvolver a doença foram divididos em quatro grupos e receberam um estímulo inflamatório para desencadear o processo de vaso-oclusão.

O primeiro grupo recebeu apenas placebo. O segundo foi tratado com hidroxiureia. O terceiro recebeu apenas o BAY73-6691 e, o quarto, a combinação das duas drogas.
Após três horas, os pesquisadores avaliaram por meio da microscopia intravital – técnica que permite observar o fluxo sanguíneo sob um tecido translúcido – como ocorria o processo de interação e adesão das células.

No grupo placebo, os pesquisadores verificaram a adesão de seis glóbulos brancos por, no mínimo, 30 segundos, a cada 100 micrômetros (μM) de endotélio. Já entre os animais que receberam ou a hidroxiureia ou o BAY73-6691 separados, esse número caiu 38%. No grupo que usou a combinação das duas drogas, a redução de células aderidas foi de 74%.
Ao analisar a interação dos glóbulos vermelhos com as células brancas previamente aderidas, os cientistas encontraram resultados semelhantes. “Esse dado é importante porque, após a adesão de glóbulos brancos ao endotélio, o próximo passo do processo vaso-oclusivo seria a interação dessas células com os glóbulos vermelhos circulantes”, explicou Almeida.

Os dados mostram uma redução de 44% nas interações do grupo tratado apenas com hidroxiureia e de 62% no grupo tratado apenas com BAY73-6691. A queda chegou a 69% quando as duas drogas foram combinadas.
“Também verificamos aumento significativo da sobrevida no grupo que recebeu a combinação de hidroxiureia e BAY73-6691, quando comparado ao grupo controle”, contou Almeida.

Para Conran, embora os melhores resultados tenham sido obtidos com a combinação das duas drogas, a hidroxiureia isolada  mostrou efeitos que poderiam ser mais facilmente aplicados na prática clínica.
“Estão sendo feitos testes clínicos com drogas da classe do BAY73-6691 para tratamento de Alzheimer e há o interesse de testar também em anemia falciforme. Mas a hidroxiureia já está disponível para tratar os pacientes”.

No entanto, ressaltou a pesquisadora, novos testes clínicos serão necessários para comprovar os benefícios do medicamento na fase aguda também em humanos e acertar a dose adequada.
Além da hidroxiureia, o transplante de medula óssea é hoje a única opção terapêutica para anemia falciforme. O procedimento, porém, não é indicado para todos os casos e nem sempre um doador aparentado compatível é encontrado. “Por essa razão, está todo mundo procurando uma forma de tratar a doença e suas complicações de forma mais eficaz”, disse Conran.

O trabalho de Almeida foi premiado no 16º Congresso da Associação Europeia de Hematologia, realizado em Londres em 2011. Também obteve o prêmio principal no Congresso da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia de 2010.
A pesquisa está sendo realizada no âmbito de dois outros projetos apoiados pela FAPESP: umTemático, coordenado por Costa, e um Auxílio Regular, coordenado por Conran. Contou ainda com a colaboração de cientistas do Colégio de Medicina Albert Einstein, em Nova York, Estados Unidos. 

RECUPERAÇÃO DE SOLO E ÁGUA

(Texto de Carlos Eduardo Lins da Silva, distribuído pela Agência FAPESP)   O Estado de São Paulo e a Província de Ontario, no Canadá, como muitas regiões do mundo em que atividade industrial intensa vem ocorrendo há muito tempo e grandes contingentes populacionais residem, enfrentam com frequência problemas sérios de contaminação de solo sob a superfície.

Tal situação pode prejudicar mananciais de água ou ameaçar diretamente a saúde de pessoas que moram ou trabalham em edifícios construídos sobre essas áreas.
Assim, o projeto de cooperação entre a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Toronto para pesquisa sobre recuperação de solo e água – celebrado dentro do acordo entre FAPESP e Universidade de Toronto e apresentado por alguns de seus responsáveis na FAPESP WEEK 2012 – se reveste de grande importância social.

Cláudio Augusto Oller do Nascimento, da Escola Politécnica da USP, e Brent Sleep, do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Toronto, mostraram várias possibilidades de trabalho em comum entre as duas escolas e especificamente entre o Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio Ambiente (Cepema) e o Centre for Applied Bioscience (Biozone), onde trabalham.
Uma delas é a possibilidade de os brasileiros conhecerem melhor as técnicas de recuperação em que os canadenses se especializaram, como a tecnologia conhecida como Nanoscale Zero Valent Iron (nZVI), que vem sendo usada com sucesso especialmente no tratamento de terrenos e águas contaminadas com pesticidas e solventes.

Os dois centros utilizam técnicas de oxidação química e biorremediação. Mas como as características de solo dos dois países são muito diferentes, os dois lados se mostram animados com as possibilidades de descobertas que venham a ocorrer a partir da aplicação das técnicas em terrenos tão diversos. A elaboração de modelos computacionais de processos ambientais em conjunto é outro ponto que entusiasma os pesquisadores das duas entidades.
De imediato, o que se pretende fazer são intercâmbios de curta duração para estudantes canadenses e brasileiros e um simpósio sobre tecnologias de recuperação de solo e água. Concomitantemente, os pesquisadores dos dois países vão desenvolver projetos em colaboração para a aplicação de tais tecnologias para serem realizados nos próximos anos. 
 

EXPOSIÇÃO VIAS DO CORAÇÃO

 Será inaugurada no dia 31 a exposição Vias do Coração, uma iniciativa do laboratório Sanofi em parceria com o Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz, da Fiocruz.  Detalhes:  www.eciencia.usp.br/agendamento

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