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domingo, 4 de novembro de 2012

DOMINGO É DIA DE AUDITORIA


AUDITORIA DA COMUNICAÇÃO

AS PALAVRAS

“O Consumidor é sua mulher, não é estúpido.”
David Ogilvy

“Ela não é estúpida, ela é seu chefe.”
Devid Lubars, BBDO West

GRANDE SACADA

Conheci, ontem, a nova latinha da Brahma. Achei incrível.

TAIS TOLO!

Quem estava sintonizado na Band Florianópolis, ontem, por volta das 19 horas, viu um incrível show de amadorismo.

SERÁ¿

Um dos palestrantes do evento Mídia Santa Catarina decretou o fim do papel, e em consequência o fim, do jornal como o conhecemos hoje.

GÊNIO DO QUE¿

“De poste em poste, vamos iluminar este país.” Grande frase do Lula, esse fantástico palanqueiro, dita num dos últimos comícios de Assad. Há quem diga que ele é um gênio do mal. Do mal, mas um gênio.

ESTÃO COM MEDO DE QUE¿

Pressionados pelo governo, os deputados decretaram o fim precoce da CPI do Cachoeira. O que será que o governo está escondendo¿

APLAUSOS

Licença para aplaudir de pé o comercial do TSE, onde crianças cantam o Hino Nacional. Beleza!

POR OUTRO LADO...

Vaias para o péssimo comercial da Veet  e para o Koerich, que jogou fora a ideia de utilizar o trio que apareceu em alguns de seus comerciais e voltou a gritar.
DATAS COMEMORATIVAS E FERIADOS DE NOVEMBRO

01 • Dia de Todos os Santos

02 • Dia de Finados

03 • Dia do
Cabeleireiro
03 • Instituição do Direito e Voto da
Mulher (1930)

04 • Dia do Inventor

05 • Dia da Ciência e
Cultura
05 • Dia do
Cinema Brasileiro
05 • Dia do Radioamador e Técnico Eletrônica

07 • Dia do Radialista

08 • Dia do Aposentado
08 • Dia Mundial do Urbanismo

09 • Dia do Hoteleiro

10 • Dia do Trigo

11 • Dia do Soldado Desconhecido

12 • Dia do
Diretor de Escola
12 • Dia do Supermercado

14 • Dia Nacional da Alfabetização

15 • Proclamação da República

16 • Semana da Música

17 • Dia da Criatividade

19 • Dia da Bandeira

20 • Dia do Auditor Interno
20 • Dia Nacional da Consciência Negra

21 • Dia da Homeopatia
21 • Dia das Saudações

22 • Dia do Músico

23 • Dia Internacional do Livro

25 • Dia Nacional do Doador de Sangue

27 • Dia do Técnico da Segurança do Trabalho

28 • Dia Mundial de Ação de Graças

CIRCULANDO AQUI...
A mensagem e o artigo abaixo foram escritos pelo José Laudelino Sardá. Jornalista, assessor de marketing da Unisul ele é, acima de tudo, um apaixonado e estudioso das boas coisas de  Florianópolis. Por isso, leia. Emocione-se também e faça com que seus amigos leiam as mensagens dele. E também se apaixonem por ela.

 Camaradas,

 Tomo a liberdade de lhes pedir um momento de reflexão.

Se os jornalistas, professores, arquitetos, médicos e tantos outros profissionais econômicos, além de entidades de classes, não se mobilizarem, Florianópolis vai continuar crescendo como uma cidade sem rosto, sem identidade. E para cá as pessoas estarão sempre sendo atraídas pelas belezas naturais e eventos. A cidade enterrou a cultura. E quando falo em cultura refiro-me à própria natureza da nossa gente, nativos e neonativos desta cidade, gaúchos, paulistas, cariocas, paranaenses, argentinos, que formam a segunda maior população do Estado. Cultura é a energia da cidade.  Hoje, por exemplo, é dia das bruxas e, por acaso, alguém se lembrou do acervo de Franklin Cascaes, escondidos na UFSC?

 

O prefeito eleito César Sousa Jr. anunciou que vai investir no museu dos açorianos. Tudo bem, mas não é por aí. Precisamos de uma política de estruturação, resgate e de valorização da cultura como um todo, em todas as áreas.

Hoje publico um artigo no jornal Notícias do Dia sobre isso (anexo abaixo). Entendo que todos nós deveríamos nos manifestar, no sentido de recuperar o rosto da cidade, a sua identidade, motivando o prefeito a compreender o sentido da cultura de uma cidade.

Abraços

Sardá”

 

CARTA ABERTA AO NOVO PREFEITO

 

                                         Prefeito César Jr., Cidade não tem mais cara.   

 Laudelino José Sardá
Jornalista e professor

Caro prefeito César Júnior, não há solidão tão estridente quanto a que existe no coração de uma cidade sem alma. Florianópolis tem 430 mil almas assombradas com o excesso de problemas em apenas 672 km2, e tudo parece fantasia em dois cenários teatrais. No primeiro, holofotes ao pedantismo dos que vivem em festa e a simular um glamour só percebido por quem também sonha em morar num castelo; no segundo, com ou sem borrasca, o povo consumido pelo estresse da imobilidade, violência e sem entender a razão de sermos a maior referência turística. A Ilha vive em êxtase induzida pelas visitas relâmpagos de jogadores milionários, que se saciam em estonteantes noites festivas. E nós insensatos, no delírio dos confetes midiáticos, somos incapazes de mensurar e valorizar a fascinante beleza natural da nossa cidade e, entorpecidos, ainda desdenhamos o nosso legado cultural, a face da cidade faceira, onde a mídia prefere a violência, a imobilidade, ou a ostentação de quem, por exemplo, vende uma residência por R$ 6 milhões em Jurerê com direito à ovação em coluna social, ou de quem adquire um avião, quem sabe para ver de cima o quanto é lindo o seu apê na beira-mar.

Bem, prefeito César, como diz Carlos Damião, você precisa amar Florianópolis acima do fazer política. Lutamos há anos contra a cidade sem rosto, sem identidade. Poucos sabem que o Victor, aquele que pintou a primeira missa do Brasil, o Sousa, grande poeta simbolista, e tantos outros são desta Ilha, onde navegadores europeus, já a partir do século XVI, testemunharam a beleza e a cultura ímpares da região. A beleza está sendo destruída e a cultura vilipendiada. Falamos em magia da Ilha e escondemos o riquíssimo acervo de Franklin Cascaes. Temos fortalezas, museus, teatros, oficinas artesanais, artistas plásticos, poetas, ficcionistas, produção cinematográfica, universidades, musicalidade fantástica e ninguém sente essa riqueza incomensurável. É comum engarrafar-se no trânsito de Roma, Londres..., mas lá se enche o pulmão de cultura, a verdadeira natureza do homem, a energia da cidade.

            Caro jovem alcaide, faça creches, imunize a ponta do coral contra a ganância imobiliária, invista na mobilidade, mas, antes de tudo, recupere o rosto da cidade, investindo nos valores culturais. Ah, por favor, mas não tire de novo dinheiro da cultura para equipar a polícia, tá? O Museu Histórico de Florianópolis, que você já anunciou, é importante, mas significa menos de 10% do oceano de legados culturais. Você sabia que a literatura catarinense nasceu em Canasvieiras, com o livro “Assembleia das Aves”, de Marcelino Dutra? Bem, a herança de navegadores, os pintores, a magia de Franklin, a poesia, a música e jornais, tudo isso merece museus também. Devolva a nossa cara!

 ... E CIRCULANDO NA INTERNET

 GPS NO CARRO.........CUIDADO........PASSE ADIANTE

 Embora eu não tenha o habito de deixar o GPS a vista quando parado, a idéia é boa, pois em algum momento posso esquecer-me de escondê-lo.

E é nesse momento que o bicho pega! No momento de relaxamento.

A maior arma do marginal, além do nosso próprio recuo é o elemento surpresa.

Vou circular.


Uma família parte para férias, de carro, GPS ligado. A viagem
transcorre normalmente e então decidem parar para lanchar ou almoçar,
deixando o carro num estacionamento próximo.

Quando regressam, constatam que o seu GPS foi roubado.
Algumas horas mais tarde, os vizinhos telefonam informando que a casa
deles foi assaltada.
Os ladrões utilizaram a função de retorno para casa...
Estavam tranqüilos sabendo que os proprietários estavam longe e que,
portanto, não seriam incomodados.
Uma importante DICA:
No teu GPS, mude o teu endereço (de partida) pelo do posto policial
(que você conhece) próximo. Os ladrões ficarão com o GPS, mas não te
roubarão a casa! Todo cuidado é pouco! … E BOA VIAGEM!!!

MARCO BAPTISTA
PERITO JUDICIAL


 

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sábado, 3 de novembro de 2012

SENHORAS E SENHORES, EU APRENDI

 
“Quer conhecer uma pessoa maravilhosa¿ Então, venha comigo.”

Sem saber quem era a pessoa, topei na hora. O professor Osvaldo Della Giustina sabe das coisas, não iria me botar numa fria. Mas, mesmo depois de ter aceitado o convite, não resisti:

“Quem é essa pessoa¿”

“Colombo Salles, ex-governador de Santa Catarina.”

Ouvi a resposta como quem recebe um soco no estômago.

Colombo Salles¿ Para mim, até então, era um nome de ponte. Paulista de Cachoeira Paulista, vivendo há pouco mais de vinte anos em Florianópolis, jamais tinha associado  a figura, em carne e osso, de um ex-governador a uma ponte.

“Você vai conhecer um sábio”, completou o prof. Osvaldo, antes que eu conseguisse botar as ideias no lugar.

Eu fui. Fui e recebi a mais rica aula de toda minha vida.

O assunto era o livro Colombo Machado Salles – Desafio da Transformação, no qual o prof. Osvaldo, como gosh right estava trabalhando.

Imagine dois sábios conversando.

Não, você não imagina, é alguma coisa acima da mente humana. Só estando presente mesmo.

O que eles combinaram está contido no livro, que acaba de ser lançado.  Mas não foi fácil chegar lá.

Com espantosa simplicidade, Colombo Salles pediu que fosse retirado do texto original tudo o que ele entendia poder magoar alguém e fossem acrescentadas e valorizadas as pessoas que com ele trabalharam.

“Sem eles, eu não teria feito nada.”

E tem a parte, que não consta por inteiro do livro, por que nele não cabia,  em que ambos falaram sobre o mundo, as coisas e a vida.  

Várias delas estão no capítulo III do livro intitulada Fragmentos Reflexivos. Separei algumas:

. A humildade de ouvir para aprender, pois aprendendo, um dia, também, poderá ser ouvido.

. Enfrentar, com espírito forte, os sinais vermelhos da vida, com a certeza de que os sinais verdes virão a seguir.

. Rios são estradas que a Criação levou ao homem.

. As pessoas, pela casualidade das circunstâncias, classificam-se, na sociedade humana, e monumentos e estacas. Para que os monumentos possam vislumbrar amplo horizonte, é necessário eu os indivíduos estaca sustentem, no seu instável meio, a estrutura aparente da monumentalidade social.

. Na vida, algumas vezes, é indispensável imitar a dignidade das árvores: morrer em pé, mesmo que só.

. O sucesso tem uma multidão de aplausos, mas a derrota é solitária.

. É impossível conhecer, por antecipação, o caminho correto, mas a experiência pode revelar aqueles que não dão certo.

. Quando tudo que nos cerca parece feio, surge alguma coisa bonita.

. Acontecem fatos e episódios que preocupam muito, às vezes mais do que deviam, e outros que não deveriam nunca, ser motivo de tormento pessoal. Existem pessoas que vivem permanentemente torturadas, seja pelos fatos presentes  ou por pressupostos futuros.

. Se o receio dominá-lo completamente a vida não terá sentido, pois faltará apoio às decisões oportunas e adequadas.  Então, quanto maior o medo, maior o fantasma.

. Às vezes, na imaginação, a realidade amedronta.

. Carente é o homem que persegue, exclusivamente, a conquista dos bens materiais, pois jamais existirá riqueza

capaz de compensar a decepção dos objetivos não alcançados e a dignidade conspurcada.

. Aquele que se deixa dominar pela angústia do poder, acaba submisso das suas próprias ambições, mascarando a dignidade com a ausência da sua consciência.

. Às vezes, depois dos desencontros é que as pessoas se conhecem.

. O medo ensurdece a voz.

. Ninguém é isento do ritmo da história.

. A maneira mais cruel de humilhar um autor é deixá-lo representar em um teatro vazio.

. A força não substitui o saber.

E tem mais, muito mais, que você também aprenderá no III e nos dois capítulos anteriores do livro.

(Aliás, para me manter vivo o que aprendi aquele dia, ou o li e reli. De ponta a ponta.)

A reunião terminou sem que eu dissesse uma palavra, porque entrei mudo e saí calado. Só ouvi. Afinal, quem sou eu pra enfiar uma colher enferrujada naquele concílio¿ Assim, foi melhor ouvir. Ouvir e aprender. Muito.

Saí calado, e há pouco mergulhar no livro. Tudo para ser melhor, como pessoa. (Elóy Simões)

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FIAT NA BATALHA DE INVENTOS


 
A FIAT estará presente em uma ação de branded content na série BATALHA DE INVENTOS, do Discovery, que estreia neste hoje, às 19h. A montadora mostrará a importância do design em um automóvel no quinto episódio da série (previsto para ir ao ar dia 1º de dezembro, às 19h), na qual dez jovens latino-americanos colocam a prova seus conhecimentos, criatividade e habilidade para criar projetos e protótipos com materiais pouco comuns e ferramentas básicas.
Neste episódio os participantes terão que construir a carroceria de um carro da maneira mais leve e aerodinâmica possível já que irão testá-lo em uma pista de corrida. Para ressaltar as características do FIAT 500, o modelo deverá ser similar a este automóvel.

Outros automóveis da montadora serão ainda utilizados para o carregamento das ferramentas usadas durante as provas de quase todos os episódios e o FIAT 500 será parte do prêmio do vencedor que além do carro levará para casa 50 mil dólares.

Não é a primeira vez que a FIAT participa de programas da Discovery. A montadora já esteve presente com ações de branded content em outras séries dos canais Discovery como “Feito na América Latina”, “Rio Ink” e “Enquanto Você Não Vem”.
 
O Discovery é uma marca global dedicada a criar conteúdo de alta qualidade baseado na vida real. Sua missão é informar, entreter e satisfazer a curiosidade de seu público, através de uma programação variada nas áreas de ciência, tecnologia, natureza, história, aventura humana e cultura mundial. Lançado nos Estados Unidos em 1985, e na América Latina, em 1994, o Discovery Channel está presente em 210 países. Detalhes: www.discoverybrasil.com
 
 
 
URBAN GARDENING AND DESIGN

Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (Procam-IEE-USP) e a Humboldt-Universität zu Berlin, o evento apresentará o conceito de Jardinagem e Horticultura Urbana (Urban Gardening).

“Jardinagem e Horticultura Urbana” é uma proposta teórica e prática focada na sustentabilidade, preservação dos recursos naturais e promoção da qualidade de vida, com vistas à melhoria dos parâmetros de saúde, segurança alimentar, geração de empregos e erradicação da pobreza.

A proposta envolve a gestão de condições complexas associadas ao cultivo de plantas em áreas urbanas densamente povoadas.

O workshop também oferecerá uma introdução à permacultura – método agrícola alternativo, concebido para minimizar o trabalho e maximizar a colheita, com base nas dinâmicas naturais.

O evento será realizado no dia 14 de novembro. Inscrições: comunicacao@iee.usp.br 
 
USP MAPEIA EX-ALUNOS

 A Universidade de São Paulo  quer saber por onde andam seus mais de 400 mil egressos dos cursos de graduação e de pós-graduação.

Pesquisa desenvolvida pela Vice-Reitoria, em parceria com as Pró-Reitorias de Graduação e de Pós-Graduação e o Departamento de Informática da Vice-Reitoria Executiva de Administração da universidade, pretende mapear o perfil dos formados pela USP, sua atividade profissional e a contribuição do curso concluído na instituição para sua área de atuação.

O questionário, lançado no dia 22 de outubro e disponível no Portal da USP, permitirá ainda que o ex-aluno possa avaliar o curso que fez em relação ao currículo, qualidade do corpo docente e da infraestrutura.

Além disso, será possível avaliar, em uma escala de 1 a 5, dentre outros itens, o quanto o curso realizado na USP contribuiu para o conhecimento técnico da profissão, para a ética profissional e responsabilidade social, bem como para o formado ser bem-sucedido financeiramente, desenvolver-se e adquirir novos conhecimentos e a ajudar outras pessoas a melhorar em suas vidas. Os resultados do levantamento serão usados nos trabalhos da Comissão Permanente de Avaliação (CPA) da USP.

“No próximo ano, teremos novo ciclo de avaliação dos Departamentos e Unidades, que são realizadas por meio de formulários, visitas de pares e a sistematização das informações sobre os Planos de Metas das Unidades e seus indicadores”, disse Hélio Nogueira da Cruz, vice-reitor da USP e presidente da CPA.

“Reconhecemos que existe uma lacuna de informações referente à opinião dos egressos sobre vários aspectos de suas experiências em nossa universidade, por exemplo, quanto à estrutura e organização curricular, aos vários aspectos da formação cidadã e profissional que lhes foi oferecida e quanto à infraestrutura”, afirmou.

Segundo ele, a iniciativa visa a estabelecer um novo canal de comunicação, mais ágil, direto e simples com os egressos. Posteriormente, as Pró-Reitorias de Graduação e de Pós-Graduação realizarão estudos mais completos e detalhados em suas áreas de atuação para complementar as informações geradas nesta primeira fase do processo.

INPE DESENVOLVE CÂMERA ASTRONÔMICA

 O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais  está desenvolvendo um instrumento inovador para estudos astronômicos. Trata-se de uma câmera que permitirá a realização de fotometria e polarimetria com resolução temporal moderal e em quatro bandas espectrais de modo simultâneo.

Denominada Simultaneous Polarimeter and Rapid Camera in Four Bands (SPARC4), o projeto conceitual da câmera é realizado com apoio da FAPESP.

Em astronomia, quando se fala de câmeras ópticas, o padrão é que as imagens sejam obtidas em um único intervalo de comprimento de onda (da luz). Por obter imagens em quatro cores ao mesmo tempo e permitir medir a polarização da luz, a SPARC4 será única no mundo.

O projeto conceitual do novo instrumento foi aprovado por um comitê de especialistas do Inpe e do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), externos à equipe técnica do SPARC4.

O instrumento deverá ficar pronto no prazo de dois a três anos e será instalado no telescópio de 1,60m do Observatório do Pico dos Dias, coordenado pelo LNA, em Itajubá, Minas Gerais.

De acordo com Claudia Vilega Rodrigues, pesquisadora da Divisão de Astrofísica do Inpe, os dados científicos em astronomia são basicamente informações sobre a luz emitida pelos objetos de interesse – como estrelas e galáxias – , que são obtidos por instrumentos acoplados a telescópios.

Também chamados de “medidores de luz”, esses instrumentos medem fluxo, espectro (fluxo como função do comprimento de onda), obtêm imagens e medem polarização, entre outras funções. Já a SPARC4 é bidimensional e, portanto, não obterá imagens. “Com ela nós vamos medir não apenas o fluxo, mas também a polarização”, disse Rodrigues.

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DA FUNDAÇÃO BILL & MELINDA GATES RECEBE PROPOSTAS
 
 A 10ª rodada do Grand Challanges Explorations (GCE) – programa de financiamento oferecido pela Fundação Bill & Melinda Gates a indivíduos com ideias inovadoras para solucionar desafios na área de saúde, agricultura e desenvolvimento – recebe propostas até o dia 7.

No Brasil, o programa conta com a parceria da FAPESP e de outras 16 Fundações Estaduais de Amparo a Pesquisa (FAPs). Os projetos brasileiros aprovados terão, além de apoio da Fundação Bill & Melinda Gates, recursos da FAP do Estado do pesquisador.

As propostas devem se enquadrar nos tópicos Novas Abordagens para a Investigação de Compostos Antimalária; Novas Abordagens em Sistemas Modelo, Diagnósticos e Medicamentos para Doenças Tropicais Negligenciadas Específicas; Projetos de Cooperação Funcionam. Conte Isso para Todo Mundo e Inovações que Facilitem o Trabalho de Mulheres em Pequenas Lavouras.

Os selecionados receberão US$ 100 mil da Fundação Bill & Melinda Gates para sua execução, mais um complemento de US$ 50 mil a US$ 100 mil das FAPs parceiras. Os projetos bem-sucedidos com os recursos iniciais terão a ortunidade de concorrer a um financiamento adicional de até US$ 1 milhão.Detslhes : http://www.grandchallenges.org/bre
 

DEVAGAR COM O AÇAÍ!
Texto de Flora Serra, distribuído pela Agência FAPESP)  “Um dos principais desafios na luta contra o câncer é esclarecer os mitos que cercam a doença.” Assim começa reportagem publicada em 4 de outubro de 2012 no siteda BBC Brasil, sobre uma pesquisa apresentada no congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Clínica, na Áustria, que destacou os principais mal-entendidos acerca do câncer que permeiam o imaginário popular.

No Brasil, estudos feitos por Marília Seelaender, professora associada do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), também têm ajudado a esclarecer aspectos associados ao câncer.

Segundo Seelaender, muitos profissionais da saúde buscam combater o tumor e não se importam em tratar o paciente por inteiro. As pesquisas que realiza buscam caracterizar a caquexia associada ao câncer, que consiste em uma inflamação crônica dos órgãos que causa desnutrição e perda excessiva de peso.

“A caquexia se manifesta em 80% dos casos terminais e é responsável pela morte de mais de 20% dos pacientes com câncer. Ainda assim, é tratada por meio da reposição calórica, a qual tem se revelado completamente inócua”, disse.

Em seu mais recente trabalho científico concluído a respeito do tema, Seelaender investigou a suplementação com açaí em casos de caquexia. O estudo teve apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Muito além de uma dieta de calorias – o que, segundo Seelaender, é a recomendação mais comum para atenuar a caquexia –, a pesquisa propôs analisar o efeito desse alimento em uma dieta de longo prazo, visando à modulação da expressão gênica pelo nutriente da fruta.

Sabe-se que o açaí tem propriedades antiinflamatórias em sua composição natural. No entanto, os estudos feitos no ICB-USP verificaram que, em bebidas comerciais, com a adição de xarope de glicose, os ganhos metabólicos dos nutrientes são eliminados.

“Essa constatação foi feita na primeira fase do projeto, quando testamos bebidas de açaí encontradas em supermercados na suplementação de ratos sadios. Pudemos notar início de esteatose – ou fígado gorduroso –, redução de enzimas ligadas ao metabolismo da glicose e aumento de peso e adiposidade”, destacou Seelaender.

Na segunda etapa da pesquisa, o xarope de glicose foi substituído por mel orgânico, que tem propriedades antiproliferativas. “Dessa vez, comprovamos que, tanto nos animais sadios como nos que portavam tumor, a ingestão desse suco finalmente fez com que a propriedade antiinflamatória do açaí se manifestasse”, disse Seelaender.

Para análise dos experimentos foi levada em conta a razão entre as citocinas pró e antiinflamatórias – IL-6 e IL-10 (interleucinas), respectivamente – presentes no fígado, no músculo e nos tecidos adiposos epididimal e retoperitoneal dos ratos.

Isso porque, em pacientes humanos caquéticos, a relação entre essas citocinas indica um perfil pró-inflamatório (ou seja, mais IL-6 do que IL-10), o que determina inflamação nos órgãos e, consequentemente, desnutrição nos pacientes com câncer.

“Então, nesse aspecto, a suplementação com açaí causou efeitos positivos, uma vez que reduziu a expressão da citocina pró-inflamatória no organismo”, disse Seelaender.

Aumento tumoral

Outra propriedade do açaí, ainda mais conhecida do que a antiinflamatória, é a antioxidante. Seelaender e equipe procuraram verificar se a suplementação com suco de açaí e mel resultava na redução do estresse oxidativo relacionado à caquexia.

“A ingestão desse composto diminuiu a concentração de malondialdeído – que é um elemento pró-oxidante – apenas em ratos sadios. Além disso, em animais doentes, ela causou um aumento significativo da massa tumoral”, disse.

O resultado é que, embora os nutrientes do açaí tragam melhorias em relação ao perfil antiinflamatório do organismo, eles não são eficientes no combate ao estresse oxidativo e ainda podem resultar no crescimento do tumor.

“Por conta disso, não indicamos a suplementação com açaí para o tratamento da caquexia associada ao câncer”, advertiu Seelaender, que, atualmente, realiza testes em humanos, para analisar as consequências da prática de exercícios físicos no combate a esse sintoma.

Segundo a pesquisadora, essa relação já havia sido estudada em ratos com resultados surpreendentes. “Todos os sintomas da caquexia foram contrabalançados pela atividade física regular e, em humanos, já temos notado inclusive uma diminuição da massa tumoral”, disse. 
 

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

NOS LABIRINTOS DE UM CASTELO DE SEGREDOS


Mas há o laço. Ah! Se te desfaço!
Pelas escadas de um castelo tendo, em cada coluna, um novo compasso.
Se o passarinho canta, o cachorro discute, o gato ativa o circuito... Temos pouco ou nenhum time?
Depende do cativeiro onde o burro se amarra, à toa, mas se amarra. Sem arreio, caímos em cima. Por baixo, alegamos rota desviada antes da serenata.
E se o céu azulado ficar todo nublado porque te vejo?
Gostastes do cheiro?
Tens de dizer devagarinho.
O que já sabes?
Sou este, aquele, os outros, os nós, o um só, o um por todos, mas? Desfaz.
Perfumeio?... Se tu gostas! Não desfaço. Primeiro, parto. Te encanta?
Havia, se tu te lembras, um pequeno fio de prata dourada. Sempiterna. Quanto tempo levou? Achastes pouco?
Quase nenhum!!!! Nenhum! Como fizestes? Como fazes? É inverossímel, porém vejo, quase tateio? O perfume também. Tem g-o-s-t-o. É teu?
Se te gosto, o gosto é meu para ser teu. Bien sûr... c'est vrai. Não tens a visão em sua completude, mas we have time, we still have time. Sempre teremos.
E se eu pudesse deslizar no ar? No vento. Não faria diferença alguma o tempo? Tens um castelo?
Hahahahahaha... De segredos? Se tu queres, tenho. Um pequenino. Outro bem grande. Castelos perfumados para abrigar todos os teus chamados. Onde estão? Eles? Os outros? Beaucoup d'autres. Onde estão?
Queres que eu persiga a canção? É uma ideia, um feito, uma lanterna. Se o passarinho canta...
Poderia ser uma vela. Persiga a canção. Pode dar na serenata. Pode o céu ficar ainda mais azul porque te vejo. Dito devagarinho, podes viajar pelo cheiro. Em cheiro. Na cor prata. Na cor dourada. Se tens a visão sempiterna. Pode ser perfume se te tateio, se te dou meu cheiro. Se te gosto no gosto que tenho. Podes deslizar para que o laço... eu o desfaço. É uma lanterna feito ideia. É uma ideia feita lanterna. Porque o passarinho canta, acesa ou apagada a vela. Se está nublado, triste o cantado. Se está iluminado, há sempre canto ao teu lado. Emotion?
Um tom mudado. Único tom. É como o telhado. É subir no telhado. Tendo todo cuidado. Se não está iluminado, persigo a poeira. Os outros? Onde estão? Beaucoup d'autres? O cachorro discute. Há o gato, há o circuito. E te desfaço. Mas inspiro, e lá vem teu cheiro. E, sem querer, te refaço. Sinto falta do abraço, é verdade, em verdade, c'est vrai, porém, tenho teu braço. Feito ideia. Chovia. Tu sabes que chovia. E por que eu temia? Tu sabes que o temor havia. Tu sabes tudo que te podia. Era por isso que chovia.
Não tens a visão em sua completude. Tens a visão da chuva quando a água se divide, se reparte, e o sol se acanha. Não é só água, não é só chuva. Por isso também não chovia, mas chovia. Estica de novo  a ponta dos dedos.
Chego e parto da chuva deslizando pelo beijo que somente toco com a ponta dos nossos dedos.
Sempre ternos. Sempre teremos.
Um castelo de segredos. Por ele sempre vivemos. Sempre viveremos.
(Gisele Centenaro no Portal da Propaganda)


 

MARCAS INVESTEM EM JAMES BOND

 Se em 007 - Operação Skyfall” , 23º filme da franquia, o vigor físico e as habilidades do agente secreto mais famoso do mundo são colocadas em xeque, no universo da publicidade ele ressurge mais forte que nunca. O investimento das marcas no longa-metragem foi tão grande que o próprio Daniel Craig, intérprete de Bond, admitiu que, sem patrocinadores, a aventura jamais teria saído do papel.


Oito marcas atrelaram sua imagem a de “Skyfall”, orçado em cerca de US$ 200 milhões. Muitas delas são parceiras da saga há anos, como é o caso da Omega, que empresta seu moderno design de relógios ao agente desde “GoldenEye”, lançado em 1995. Em “Skyfall” — filme que ao longo de toda a sua narrativa aborda a questão do tempo e de como velhos hábitos perdem força com a chegada do novo —, a presença da marca é ainda mais significativa. O relógio Seamaster Planet Ocean 600M pode ser visto em diversas cenas, como na que Bond admira quadros na National Gallery, em Londres. O produto será comercializado em edição limitada e traz o logotipo do 007 na posição do número 7 e a inscrição "Skyfall".

Outra marca já conhecida do público é a Bollinger, uma das mais renomadas casas de champanhe. Bond se mantém fiel à bebida há quase 40 anos, na relação mais longa da indústria cinematográfica: a marca está presente em 12 dos 23 filmes. A primeira aparição foi em “Live and let die”, de 1973. Agora, além de aparecer no longa ao lado da Bondgirl Sévérine (Bérénice Marlohe), Bollinger lança a edição exclusiva “002 para 007” de Bollinger La Grande Année 2002, para celebrar os 50 anos do agente nos cinemas — o primeiro filme, “007 contra o satânico Dr. No”, chegou às telas em 1962. A caixa de champanhe tem o formato de um silenciador de arma e um cadeado que só abre com um código 007.

Há dez anos conhecida como a marca oficial de celulares de Bond — sua estreia foi em “Die another day”, de 2002 —, a Sony também deu continuidade à parceria, desta vez apresentando os modelos Xperia. Os computadores, indispensáveis a qualquer trama que envolva agentes terroristas e ameaças invisíveis, levam a marca Sony Vaio e ganham destaque na mesa de M, interpretada pela veterana Judi Dench. E, se em outros tempos o drink ícone da espionagem britânica era o Dry Martini — “mexido, e não batido”, como diria o protagonista — agora Bond troca a emblemática bebida por uma cerveja Heineken, marca associada à série há quinze anos. O investimento da companhia no filme foi o maior entre os patrocinadores: US$ 45 milhões.

Apesar de não aparecerem como coadjuvantes na trama, algumas marcas pegaram carona na estreia de “Skyfall” para lançarem produtos. É o caso da P&G, que disponibilizou no mercado a primeira fragrância de 007. A Coca-Cola também aproveitou o patrocínio para comercializar embalagens especiais em alusão ao filme e veicular o comercial "Unlock the 007 in you", da Publicis Conseil. A peça brinca com a famosa trilha sonora do longa e desafia os consumidores em uma missão em busca de ingressos. Outra ação foi desenvolvida pelo VisitBritain, que, sabiamente, utilizou as aventuras do agente inglês para incentivar o turismo na Grã-Bretanha.

Basta as produtoras Eon Productions, Metro-Goldwyn-Mayer Studios e Sony Pictures Entertainment anunciarem a estreia de mais um filme da série para que os fãs levantem a questão: afinal, qual será o novo carro do agente secreto? Em “Skyfall” o Premier Automotive Group, que controla marcas como Land Rover, Jaguar e Aston Martin, reina absoluto. Na cena inicial, é possível ver a agente Eve (Naomi Harris) dirigindo um Land Rover Defender, enquanto, ao longo do filme, Bond persegue vilões em um Jaguar XJ. Porém, todos os carros são esquecidos quando surge na tela o superesportivo Aston Martin DBS. O lendário veículo foi utilizado pela primeira vez em “007 contra Goldfinger”, de 1964, e fez participações especiais em filmes recentes, como “Cassino Royale”, de 2006. Em “Skyfall”, ele homenageia os velhos tempos de espionagem e é dirigido por Bond na Escócia, sua terra natal.

Mas não é apenas sob quatro rodas que Bond corre atrás de inimigos. Em cenas de perseguição gravadas nas ruas de Istambul, na Turquia, o agente pilota os modelos CRF250R Honda. A marca japonesa cedeu todas as motocicletas usadas em cenas de ação e pelos dublês.

A união de todas as marcas, que se beneficiaram do sucesso da série ao mesmo tempo em que a ajudaram a se manter viva, só trouxe resultados positivos a “Skyfall”. Somam-se a elas uma receita infalível em filmes de ação: pancadaria, explosões, tiros, belas mulheres, planos mirabolantes, vilões inesquecíveis, cenários paradisíacos e, claro, um grande protagonista. Tudo leva a crer que a franquia, a mais duradoura e lucrativa da história do cinema, ainda viverá por muitos e muitos anos.

CUIDADO CO M O AÇAÍ

(Texto de Flora Serra, distribuído pela Agência FAPESP) – “Um dos principais desafios na luta contra o câncer é esclarecer os mitos que cercam a doença.” Assim começa reportagem publicada em 4 de outubro de 2012 no siteda BBC Brasil, sobre uma pesquisa apresentada no congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Clínica, na Áustria, que destacou os principais mal-entendidos acerca do câncer que permeiam o imaginário popular.

No Brasil, estudos feitos por Marília Seelaender, professora associada do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), também têm ajudado a esclarecer aspectos associados ao câncer.

Segundo Seelaender, muitos profissionais da saúde buscam combater o tumor e não se importam em tratar o paciente por inteiro. As pesquisas que realiza buscam caracterizar a caquexia associada ao câncer, que consiste em uma inflamação crônica dos órgãos que causa desnutrição e perda excessiva de peso.

“A caquexia se manifesta em 80% dos casos terminais e é responsável pela morte de mais de 20% dos pacientes com câncer. Ainda assim, é tratada por meio da reposição calórica, a qual tem se revelado completamente inócua”.

Em seu mais recente trabalho científico concluído a respeito do tema, Seelaender investigou a suplementação com açaí em casos de caquexia.

Muito além de uma dieta de calorias – o que, segundo Seelaender, é a recomendação mais comum para atenuar a caquexia –, a pesquisa propôs analisar o efeito desse alimento em uma dieta de longo prazo, visando à modulação da expressão gênica pelo nutriente da fruta.

Sabe-se que o açaí tem propriedades antiinflamatórias em sua composição natural. No entanto, os estudos feitos no ICB-USP verificaram que, em bebidas comerciais, com a adição de xarope de glicose, os ganhos metabólicos dos nutrientes são eliminados.

“Essa constatação foi feita na primeira fase do projeto, quando testamos bebidas de açaí encontradas em supermercados na suplementação de ratos sadios. Pudemos notar início de esteatose – ou fígado gorduroso –, redução de enzimas ligadas ao metabolismo da glicose e aumento de peso e adiposidade”, destacou Seelaender.

Na segunda etapa da pesquisa, o xarope de glicose foi substituído por mel orgânico, que tem propriedades antiproliferativas. “Dessa vez, comprovamos que, tanto nos animais sadios como nos que portavam tumor, a ingestão desse suco finalmente fez com que a propriedade antiinflamatória do açaí se manifestasse”, disse Seelaender.

Para análise dos experimentos foi levada em conta a razão entre as citocinas pró e antiinflamatórias – IL-6 e IL-10 (interleucinas), respectivamente – presentes no fígado, no músculo e nos tecidos adiposos epididimal e retoperitoneal dos ratos.

Isso porque, em pacientes humanos caquéticos, a relação entre essas citocinas indica um perfil pró-inflamatório (ou seja, mais IL-6 do que IL-10), o que determina inflamação nos órgãos e, consequentemente, desnutrição nos pacientes com câncer. “Nesse aspecto, a suplementação com açaí causou efeitos positivos, uma vez que reduziu a expressão da citocina pró-inflamatória no organismo”.

Outra propriedade do açaí, ainda mais conhecida do que a antiinflamatória, é a antioxidante. Seelaender e equipe procuraram verificar se a suplementação com suco de açaí e mel resultava na redução do estresse oxidativo relacionado à caquexia.

“A ingestão desse composto diminuiu a concentração de malondialdeído – que é um elemento pró-oxidante – apenas em ratos sadios. Além disso, em animais doentes, ela causou um aumento significativo da massa tumoral”.

O resultado é que, embora os nutrientes do açaí tragam melhorias em relação ao perfil antiinflamatório do organismo, eles não são eficientes no combate ao estresse oxidativo e ainda podem resultar no crescimento do tumor.

“Por conta disso, não indicamos a suplementação com açaí para o tratamento da caquexia associada ao câncer”, advertiu Seelaender, que, atualmente, realiza testes em humanos, para analisar as consequências da prática de exercícios físicos no combate a esse sintoma.

PENSANDO O DIREITO


A USP sediará o seminário Pensando o Direito – Democracia e Integração Regional. O evento resulta de pesquisa sobre a internalização das normas do Mercosul realizada pelo Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco.


Participarão do seminário pesquisadores e especialistas sobre o tema e representantes do Ministério da Justiça, da Casa Civil e do Ministério das Relações Exteriores.

O evento será realizado no dia 5 de novembro, das 9h às 18h30, na Sala da Congregação da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (Prédio FEA-1, 1º andar). Será transmitido no http://iptv.usp.br/portal//home.jsp?tipo=1&_EntityIdentifier=uspOHGLMwwrpehWqQHJy53w7mmU6hsy1BSebBP36AbThkQ..

Para participação presencial, não é necessária inscrição prévia. Detalhes: divulgacao.iri@usp.br

26TH TEXAS SYMPOSIUM ON RELATIVISC ASTROPHYSICS


 O 26th Texas Symposium on Relativistic Astrophysics será realizado em São Paulo-SP, de 15 a 20 de dezembro, tendo como instituição anfitriã o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O evento ocorrerá no Hotel Bourbon Convention Ibirapuera.


A exemplo das edições anteriores, o Texas Symposium 2012, como está sendo chamado, cobrirá assuntos relacionados à Cosmologia, Gravitação, Física de Partículas e áreas correlatas à Astrofísica Relativística, dando ênfase aos recentes desenvolvimentos nesse amplo campo temático.

Um evento-satélite, o “Compact Stars in the QCD Phase Diagram III”, será realizado no Guarujá (SP), de 12 a 15 de dezembro de 2012. Cobrirá desenvolvimentos recentes no estudo de matéria escura em densidades supranucleares. Os tópicos principais serão: matéria de quarks; estrelas de quarks; de estrelas de nêutrons a estrelas de quarks; diagrama de fase QCD.
Mais informações e inscrições: www.das.inpe.br/texas2012sp/portugues 

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

REVISTAS DIGITAIS ENGATINHAM

 
As apostas sobre quanto tempo dura a indústria do papel e em qual intensidade as revistas devem migrar para o digital dividiu editores brasileiros dos principais grupos de comunicação do país, que estiveram reunidos para o VI Fórum de Revistas da Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas), em São Paulo. 
 
No encontro, publishers nacionais e estrangeiros debateram sobre como reinventar as publicações em papel, a importância da credibilidade para o negócio e as mudanças à frente com um leitor cada vez mais digitalizado.
 
Thomaz Souto Corrêa, vice-presidente do conselho editorial do Grupo Abril, afirmou que o principal desafio para as revistas é a reinvenção das publicações no papel. Ele pediu que os editores tenham fé na permanência do impresso e que dediquem-se a melhorar a qualidade do conteúdo jornalístico, com pautas que surpreendam o leitor.

"Não descuidem da revista impressa para tomar o caminho do digital. Não abandonem o que sabemos da arte e da técnica de fazer revista", aconselhou. "Temos décadas de revistas impressas pela frente. Pelo menos mais 80 anos", disse.

Sua apresentação contrapôs as falas de Timothy O'Brien, editor-executivo do The Huffington Post. O HuffPost é o portal de notícias com a maior audiência da internet nos Estados Unidos, à frente de tradicionais publicações como o Wall Street Journal, segundo números próprios.
O'Brien alertou os editores brasileiros sobre o aumento incontornável do número de leitores que buscarão notícias em plataformas móveis e digitais. "O preço da internet ainda é caro no Brasil, assim como o preço de tablets e smartphones, mas a tendência é que esses produtos tornem-se mais acessíveis. O negócio de vocês precisa estar preparado para um tsunami", disse.

Em junho, o HuffPost lançou uma revista desenhada essencialmente para iPad, com a integração entre texto e vídeo e privilegiando imagens e infográficos. O motivo para o novo produto é a quantidade de usuários de internet que possuem tablets nos EUA, hoje em 29%. "O que complica a nossa indústria é que esse percentual irá apenas acelerar. Como editor, precisamos estar nos dispositivos. Não é uma questão científica saber quando se deve agir. Ninguém sabe qual é o momento certo, mas precisamos correr riscos", afirmou.
Roberto Mulayert, presidente da Aner, lembrou das dificuldades da indústria do papel na Inglaterra, que decresceu em valor 26% nos últimos cinco anos. Rupert Heseltine, ceo da Haymarket, da Grã-Bretanha, mostrou como sua empresa logrou a queda da circulação e da receita financeira ao migrar para países emergentes, onde a indústria do papel ainda é forte, como na Índia. Sua companhia tem hoje 75 revistas, distribuída em oito países, todos fora da Europa.
Dados apresentados pelo executivo mostram que a circulação de publicações impressas caiu de 1,2 bilhão de cópias em 2007 para pouco mais de 810 milhões de cópias neste ano, uma retração de 35%. A queda também impactou o faturamento, que saiu de 1,9 bilhão de libras em 2007 para 1,4 bilhão neste ano. "Esse não é o momento mais fácil para a indústria do papel em meu país, tanto pela crise econômica que nos assola quanto pelas revoluções provocadas pela mídia digital. Contudo, há oportunidades", frisou.

O executivo defendeu que as mudanças na indústria da mídia, como o avanço tecnológico dos dispositivos móveis e sua rápida popularização, são incontroláveis. Ele argumentou que a forma de obter sucesso é com foco nas necessidades do leitor. "Você pode controlar a qualidade do seu produto e do seu time editorial, mas não pode controlar o que o time de Steve Jobs está fazendo. Não há nada a fazer sobre isso. Apenas assegurem que vocês irão adaptar-se", aconselhou. (Propmark)

IAB DISCUTE INTERNET

 
Não há como ignorar o impacto causado pela internet na vida cotidiana. No entanto, embora tenha se tornado parte do dia a dia de grande parte das pessoas do planeta, o meio ainda lança desafios constantes, sobretudo aos que trabalham diretamente com ele e agora têm que se preocupar com o tipo de retorno que isso traz.
Dúvidas, avanços, vendas e tudo o mais que compõe o panorama da propaganda digital atual foi discutido, durante o IAB Mídia: Marketing de Resultados, realizado na capital paulista.

Organizado pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil), o evento contou com apresentações de diversos representantes da mídia brasileira e participação especial de Brian Thaut, chief evangelist de digital marketing da Adobe Systems, tendo sido impulsionado pela campanha da agência fictícia Komodo, criada pela DM9DDB para o IAB e que gerou grande buzz no mercado durante o início da semana.
Já no início do encontro, o diretor executivo da entidade, Ari Meneghini, exibiu o vídeo da segunda etapa da ação aos presentes. No filme, o publicitário jurássico defende conceitos retrógrados de propaganda, deixando clara a visão de sua empresa:
 
“A Komodo não acredita em online”. “Recebemos diversos comentários do tipo ‘não é possível que exista uma agência desse tamanho com esse conceito!’”, contou o executivo, divertindo-se com a situação.
 
Lançado no último domingo (21), o projeto começou com anúncio impresso na mídia especializada e gerou enorme buzz, por conta de seu cenário surreal.
 
Protagonizada por um dragão, o tal Komodo, e representada pela imagem de seu suposto ceo (chief executive officer), Sérgio Lopes, a campanha teve como ideia central um jurássico personagem que não acredita no sucesso de ações online. A segunda fase deveria ser apresentada apenas mais para a frente, mas o sucesso dos impressos e a polêmica em torno deles foi tanta que o vídeo acabou sendo apresentado antes da hora planejada.

“O IAB pretendia sensibilizar os anunciantes, mostrar que as vendas não estão acompanhando o ritmo atual dos brasileiros. Nunca se falou tanto no digital, tudo é acompanhado pela internet. Apesar disso, o investimento no meio é pouco”, contou o vice-presidente de criação da DM9, Marco Versolato.
“Não adiantava fazer uma campanha dizendo como a internet é eficiente. Isso todo mundo já sabe. O que impede os investimentos? Crenças internas? Insegurança? Pensamento antigo? Provavelmente, isso tudo. Precisávamos de algo que deixasse essas questões em evidência”.
Lopes, o tal ceo, é, na verdade, ex-dono da QG e atual sócio da Conteúdos Diversos. O convite para estrelar a campanha veio do IAB. “Muita gente achou que ele estava surtado.

Alguns o parabenizaram, outros se ofereceram para trabalhar com ele e um grupo ligou para saber se aquilo tudo era verdade”, afirmou Versolato. “O que sobra das pessoas que se identificaram com esse pensamento da campanha é que se achem meio inadequadas e passem a dar mais valor ao meio digital. Ainda há muita gente que não considera o online uma mídia de massa. Às vezes, por não fazer direito, acha que não funciona. O fato de termos começado a divulgação pelo impresso prova que o on não exclui o offline”, finalizou o criativo da DM9.
 
Para abrir a programação do IAB Mídia: Marketing de Resultado, Amanda Gasperini, gerente de business intelligence da F.biz, e Gabrielle Ferreira, que ocupa o mesmo cargo na NBS, apresentaram dados sobre o comportamento do brasileiro na internet: segundo estudos, 47% dos consumidores realizam pesquisas online antes de efetuar fisicamente as compras. Mediado por César Paz, fundador e ceo da AG2 Publicis Modem, o primeiro painel discutiu a maneira como as novas mídias têm mudado o jogo da comunicação.

“No online, tudo evapora muito rápido e são necessários conteúdos originais a todo o tempo. Para que o processo funcione, há que se investir em estrutura e produção e isso acaba deixando os custos altos”, declarou Ricardo Monteiro, diretor de mídia da Reckitt Benckiser. Henrique Belmonte, diretor de mídia do Walmart, lembrou que a questão financeira sempre causa polêmica nesse caso. “A ideia de tirar dinheiro destinado a campanhas na TV, por exemplo, onde o retorno é certo, e aplicar no digital, que é incerto, gera insegurança”, afirmou.

Na sequência, para analisar os paradigmas da compra de mídia, Eduardo Muniz, membro do comitê de adnetworks do IAB Brasil, destacou a importância de profissionais de matemática e finanças envolvidos no processo moderno. “O cenário está mudando. Antes, comprávamos um pacote de mídia fechado para o ano. Agora, tudo é determinado pela audiência.

O processo tornou-se mais complexo. É necessário definir comportamentos e estudar a estratégia de compra do consumidor, por onde ele passou até chegar à ação efetiva de adquirir um produto ou serviço”, complementou Adriano Henriques, head of consumer and channel intelligence na Wunderman Brasil. (Propmark)

R$ 731,7 MI COM COMPRAS COLETIVAS NO 1º. SEMESTRE


 Segundo levantamento realizado pelo InfoSaveMe,  que monitora o mercado de compras coletivas nacional, o setor fechou o primeiro semestre de 2012 com faturamento de R$ 731,7 milhões.

 
O valor corresponde a 7% dos ganhos totais do e-commerce brasileiro no período e é resultado da venda de 12,2 milhões de cupons das mais de 83 mil ofertas disponíveis, o que representou uma economia de cerca de R$ 1,4 bilhão nos bolsos dos brasileiros.
 
Entre os mercados locais, São Paulo ocupa a primeira posição no ranking de faturamento. De janeiro a junho de 2012, as compras coletivas movimentaram na cidade um montante de R$ 120,5 milhões, gerando mais de R$ 348 milhões de economia aos consumidores. No total, foram 3.380.123 cupons vendidos com descontos para estabelecimentos e serviços da cidade, com tíquete médio de R$ 50,64.

Mesmo com o momento de crise na economia mundial, os resultados do primeiro semestre do setor apresentaram um crescimento de mais de R$ 14 milhões em relação ao mesmo período de 2011. Para a segunda metade do ano, a expectativa é que o mercado siga aquecido e finalize 2012 com um crescimento de 5% a 10% no faturamento em comparação ao ano anterior, que correspondeu a R$ 1,5 bilhão.
SEMINÁRIO DMA 2012 NO BRASIL

Dias 30 e 31, em São Paulo, a ABEMD realizará o Seminário DMA2012 no Brasil. O evento tem a finalidade de apresentar uma síntese das principais palestras apresentadas no DMA2012 Conference e Exhibition, maior evento de Marketing Direto do mundo, que aconteceu entre os dia 13 e 18 de outubro em Las Vegas. Se você for, terá a oportunidade de conhecer as mais importantes idéias através das palestras de quem esteve por lá e tem muito a contar.  Detalhes: (11) 3129 3001 ou eventos@abemd.org.br

OS NOVOS RUMOS DO MERCADO DE EVENTOS

 
A evolução rápida e constante do mercado de eventos foi o principal tema discutido durante a oitava edição do workshop “Marketing do entretenimento”, realizado pelo jornalpropmark, com promoção de PS Carneiro, no campus da Vila Olímpia da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. No painel “Live marketing – Comunicação de marca ao vivo e a cores”, Celio Ashcar Jr., da Mix Brand Experience, e Marcelo Lenhard, da Hands, abordaram a importância de se investir em iniciativas que aproximem o cliente da marca, ao vivo e sem intermediários.

“Eventos são muito mais importantes que propaganda, simplesmente pelo fato de serem uma ferramenta verdadeira em sua essência. Em um comercial, o ator recebe um roteiro e é pago para falar bem da marca. Em um evento, o consumidor tira suas próprias conclusões após vivenciar experiências. Isso é muito maior, mais forte e mais rico que qualquer ação fake”, explica Marcelo Lenhard. Porém, o executivo diz lamentar a “falta de preparo” dos clientes, que, ao comprarem eventos, priorizam o menor preço mesmo quando a qualidade do projeto é abalada. “Uma ação de boa qualidade tem um preço e toda uma estratégia por trás. O pensamento de ‘quero sempre a menor verba’ não deveria existir jamais”.

Segundo Ashcar Jr, esse comportamento é agravado pela prática do job a job, responsável pelo distanciamento entre cliente e agência. “Em uma concorrência, alguns clientes chegam a fazer um leilão entre as agências para saber qual está disposta a trabalhar com a menor verba possível. Se elas não se posicionarem, a situação só tende a piorar”, afirma. “Ao ganhar uma concorrência, a agência tem pouco tempo, pouco dinheiro e, muitas vezes, conhece pouco sobre o cliente. O resultado seria muito superior se trabalhássemos com contratos de dois ou três anos e não job a job”, acrescenta.
Eventos proprietários
 
No painel “Eventos proprietários como plataforma de comunicação”, Fernando Elimelek, da Playcorp, falou sobre o case Skol Sensation, festival de música eletrônica licenciado pela marca de bebidas e que está em sua quinta edição no Brasil, enquanto Tatiana Palladino, diretora de criação da b!ferraz, discutiu sobre a execução do festival de música indie Planeta Terra. “Um evento proprietário necessita de uma estratégia e de um investimento de tempo e dinheiro ainda maior que a de um evento pontual qualquer. A aposta da marca é também é maior, uma vez que o público será totalmente inserido no seu universo e estará em contato direto com seus valores”, ressalta Tatiana.

Segundo a executiva, o Planeta Terra, que em 2012 chegou à sua sexta edição no país, é uma grande ferramenta para a marca e já faz parte do calendário do consumidor. “O festival é um projeto de longo prazo, que vale muito mais que os tradicionais 30 segundos de propaganda. As pessoas passam o ano aguardando a sua chegada. Ele saiu do share of wallet e alcançou o share of heart”.

O investimento em um evento proprietário como o Planeta Terra, no entanto, diferencia-se daquele feito a eventos como o Skol Sensation — criados por uma promotora, mas que levam o nome de um patrocinador. No caso, a Playcorp possui os direitos sob o projeto “Sensation”, realizado em mais de 20 países. “Em um evento proprietário do cliente, a bilheteria importa pouco perto da participação de patrocinadores. Já em eventos de promotoras, como é o caso do Skol Sensation, a bilheteria é o mais importante”, destaca Fernando Elimelek.

“O mercado de eventos adquire uma relevância cada vez maior, principalmente porque é crescente o desejo de dizer às pessoas ‘eu fui’, ‘eu estive lá, ‘eu vivi aquilo’. Qualquer evento com relevância para 50 pessoas pode reverberar e impactar milhões. Trata-se de muito mais que uma simples festa, é uma ferramenta de comunicação poderosa que ajuda a gerar vendas”, diz Lenhard.

OPORTUNIDADES

 O Núcleo de Pesquisa em Ciência Genômica, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), oferece oportunidades de pós-doutorado, doutorado, iniciação científica e treinamento técnico com Bolsas da FAPESP.

As vagas estão vinculadas ao Projeto Temático “Estudos da diversidade microbiana do Parque Zoológico do Estado de São Paulo (PZSP)”, coordenado pelo professor João Carlos Setubal e desenvolvido no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP.

Trata-se de um estudo de larga escala de comunidades microbianas em diferentes nichos encontrados no PZSP. Serão realizados sequenciamentos de DNA de organismos encontrados nesses nichos por meio de técnicas de última geração, que resultam em milhões de fragmentos que precisam ser cuidadosamente analisados e interpretados com ferramentas sofisticadas de bioinformática.

São oferecidas oito bolsas em quatro categorias: uma de pós-doutoramento, duas de doutorado direto, quatro de iniciação científica e uma de treinamento técnico nível 5.

Também há possibilidade de bolsas de mestrado e doutorado normal. São bem-vindos candidatos com formação em ciências exatas ou biológicas, pois o objetivo é formar uma equipe multidisciplinar.

Terão preferência candidatos com boa experiência em programação e grande interesse em genômica, com vistas ao desenvolvimento de novas ferramentas computacionais com aplicação em metagenômica.
Para se candidatar, os interessados devem enviar currículo atualizado (pode ser um link para o Currículo Lattes), uma carta demonstrando qualificação e interesse no projeto e os nomes e informações de contato de professores ou pesquisadores que possam escrever cartas de referência. O material deve ser enviado para setubal@iq.usp.br. Detalhes: www.iq.usp.br/setubal. 

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